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Os
melhores sites para
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Você está pensando em investir na bolsa de valores, mas não tem a mínima idéia do que seja uma blue chip, um lote padrão ou uma opção de compra? Então saiba que já existem 25 corretoras, empresas que prestam o serviço de compra e venda de ações, prontas a ajudá-lo sem que você precise sair de casa. Elas integram o mercado de home broker, nome dado ao sistema que permite o investimento pela internet na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Mais do que um canal de aplicações, os sites dessas empresas oferecem verdadeiros cursos intensivos sobre o mercado de ações. Eles têm explicações detalhadas sobre como investir, dicas de especialistas, notícias econômicas, grupos de discussão e até simuladores onde o visitante pode "treinar" antes de executar operações de verdade.
Criado
em março de 1999, o sistema já conta com 35.000 cadastrados.
Desse total, perto de 7.000 investem pelo menos uma vez por mês.
Em 1999, os investimentos on-line na Bovespa somaram 250 milhões
de dólares. Ainda é pouco. De cada 100 reais movimentados,
apenas 1 real chegou pela internet. Mas a perspectiva de crescimento é
grande, como prova a disputa por clientes travada entre as corretoras
virtuais. E cliente em potencial é o que não falta. Enquanto
no Brasil o número de investidores pessoas físicas na bolsa
não passa de 0,05% da população, em alguns países
da Europa chega a 5% e nos Estados Unidos vai além de 20%. Esses
números indicam que o mercado ainda tem muito a crescer por aqui.
Quem planeja fazer sua estréia no mundo do investimento em ações via internet deve começar pela escolha da corretora. Para ajudar nessa decisão, VEJA Vida Digital encomendou um estudo ao Financenter (www.financenter.com.br), um dos principais sites brasileiros na área de finanças pessoais. Os especialistas vasculharam cada página dos 25 endereços de home brokers (a lista completa das corretoras está em www.bovespa.com.br/homebr.htm), compararam as facilidades de uso, o relacionamento com os usuários, os recursos, os custos e as informações disponíveis. Tudo a partir das necessidades do investidor novato.
O
InvestShop, do grupo Bozano, foi eleito o mais indicado para iniciantes
dispostos a aplicar em ações pela internet. Algumas virtudes
do InvestShop que pesaram na escolha: sala de bate-papo freqüentada
por novatos e veteranos do mercado, variados canais de atendimento, como
o programa ICQ e o celular wap, e o melhor simulador de negócios.
Em segundo lugar ficou o site da Corretora Souza Barros, dona do mais
completo plano de fidelidade para clientes, que podem trocar seus pontos
por descontos nas operações ou por uma lista de produtos.
A terceira colocação é da Patagon, ligada ao banco
Santander. É dela a política de privacidade mais clara entre
as corretoras on-line (veja o ranking).
A grande virtude dos sites mais bem colocados na classificação é saber tratar o iniciante como tal. "Como o mercado é muito novo, neste momento educar o cliente é tão importante quanto fechar negócios", diz Marcio Barretto, diretor do Financenter. Quem cumpre melhor esse papel são os sites no formato "supermercado financeiro". Além de ações, eles oferecem fundos de várias instituições, seguros, previdência privada e outras opções. Ser didático e ter uma prateleira digital repleta de produtos e serviços são suas armas na competição com os grandes bancos.
Para
elaborar o ranking, o Financenter levou em conta aspectos como a transparência
do site em relação aos riscos da bolsa, variedade de canais
de atendimento e, evidentemente, custo das operações. Em
geral, operar pela rede é mais barato. Para um investimento de
1.000 reais pela via tradicional, as corretoras cobram 1,5% pelo serviço.
O cliente do Safra paga metade disso para fazer a operação
pela internet. A Hedging-Griffo dá um desconto de 10% na corretagem
por três meses. Outras recorrem a promoções, programas
de fidelidade ou benefícios como não cobrar pela custódia
(tarifa que se paga às corretoras para manter guardadas as ações
e que costuma ser fixada em 10 reais).
Outra etapa da elaboração do ranking foi a aplicação de um questionário respondido por todas as corretoras. Um dos objetivos era identificar o perfil do investidor pela internet. Resultado: homem, 25 a 35 anos, curso superior, classe média ou alta, marinheiro de primeira viagem em matéria de bolsa de valores. A internet abriu as portas do pregão para gente que, sem ela, não teria como investir em ações. Mais um sintoma desse efeito democratizador é o fato de o valor do investimento médio via internet ser um sétimo do da aplicação feita pelo modo convencional. Investir pouco passou a ser possível. Quem tiver sangue-frio para correr riscos e habilidade para aprender as manhas do mercado pode se dar bem. Até o início deste mês, a Bovespa acumulava uma perda de 21% no ano. Mas, como sempre ocorre, algumas ações exibiam valorização fantástica, garantindo ótimo ganho para quem soube investir.
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Cuidados de principiante As dicas para quem quer começar a apostar na bolsa pela internet
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>>Os ondereços para investir na bolsa
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Como foi feito o ranking Para produzir o ranking dos sites para investidores novatos, o Financenter recebeu dos próprios sites uma senha que lhe permitiu navegar por todas as páginas, avaliando as facilidades de uso, as informações, o relacionamento com os internautas, os recursos e os custos. Outra etapa da análise foi a aplicação de um questionário respondido pelos sites. O Financenter foi criado por quatro ex-executivos de grandes empresas da economia real que resolveram apostar num projeto de internet. Benigno Ares (com passagem por bancos como Chase e Unibanco), Marcio Barretto (Chase, Bank of America, Unibanco), Betty Kitner (Unibanco e Itaú) e o publicitário Ricardo Arruda criaram na rede um canal de orientações gratuitas sobre finanças pessoais. |
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