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BARES
Ipiranga/Vila
Mariana
Bar
da Vila Rua
Joaquim Távora, 1322, Vila Mariana,
5539-4887. 17h/último cliente (sáb. a partir das 12h;
dom. 16h/0h). Cc.: D, M e V. T.: todos. Estac. c/manobr. (R$ 5,00).
www.bardavila.com.br.
Quando essa casa foi inaugurada, três anos atrás, a
Rua Joaquim Távora ainda não havia se transformado
num agitado corredor de bares. Freqüentado por casais e grupinhos
mais sossegados, o local dispõe de mesinhas na calçada
devidamente protegidas por toldos. Do cardápio, merece atenção
o sanduíche de carne louca na baguete, temperado com tomate,
cebola, pimentão, azeitona e ervas. O chope (Heineken) não
arranca suspiros.
Bar
do Luiz Nozoie Avenida
do Cursino, 1210, Jardim da Saúde,
5061-4554. 18h/23h (sáb. 12h/19h; fecha dom.). Cc.: D, M
e V. www.bardoluiznozoie.hpg.com.br.
Esse boteco pé-sujo é tocado pela simpática
família Nozoie. Ponto alto, a cozinha prepara frituras maravilhosas,
como os espetinhos de peixe empanado e os rissoles de camarão,
queijo e carne. Engenhoso, o sistema de refrigeração
das cervejas foi criado pelo próprio Luiz. Ele transformou
uma antiga máquina de fazer sorvete em tanque de gelar as
loirinhas. As cervejas ficam no ponto em quinze minutos. Depois,
para não congelar, as garrafas são levadas à
geladeira.
Bar
do Magrão Rua
Agostinho Gomes, 2988, Ipiranga,
6161-6649. 17h/último cliente (sáb. e dom. a partir
das 12h).
www.bardomagrao.com.br.
A excêntrica decoração composta de badulaques
de todo tipo, como luvas de boxe, relógios de parede e sapatos
de palhaço confere um charme único ao local.
Pequeno e escurinho, esse autêntico boteco funciona há
oito anos no Ipiranga. Quem toma conta do pedaço é
Magrão, um figuraça de 1,90 metro de altura e 80 quilos.
Roqueiro desde garotinho, ele coloca suas preferidas para rolar
no CD-player. Entre as poucas e boas do cardápio está
a berinjela picada e curtida no azeite. Os mais famintos podem pedir
uma massa da trattoria anexa, que pertence à mulher do proprietário.
Bar
do Nico Rua
Moreira e Costa, 538, Ipiranga,
273-4811. 11h30/0h (dom. 12h/16h; seg. a partir das 16h). Cc.: V.
T.: todos. Manobr. (R$ 7,00).
Gerente do célebre Léo por oito anos, Milton Di Francesco
levou para seu bar alguns segredos do antigo emprego. Entre eles,
o apuro para extrair o chope, com colarinho espesso e na temperatura
exata. Assim como na Rua Aurora, os canapés são preparados
à vista do cliente. Primorosos, valem a visita, da mesma
forma que os especialíssimos bolinhos de bacalhau e de arroz
com provolone ambos vendidos por unidade. Aberta há
três anos, a casa ocupa um bem montado casarão de esquina.
No salão tem um belo painel com a imagem do Museu do Ipiranga,
que fica pertinho dali.
Barxaréu
Rua
Joaquim Távora, 1150, Vila Mariana,
5539-2444. 17h/1h (sáb. 16h/0h; dom. 16h/22h). Cc.: D e M.
Manobr. (R$ 7,00 de seg. a sex.).
As mesinhas na calçada e os potes com conservas sobre o balcão
reforçam a atmosfera de botequim. Aberto em 1991, o bar ganhou
fama de uns tempos para cá, principalmente por atrair os
estudantes da vizinha Escola Superior de Propaganda e Marketing
(ESPM). O dono é o boa-praça Paulinho Meirelles, famoso
por ter sempre uma nova piada para contar aos clientes. Entre as
sugestões para acompanhar a cervejinha destaca-se a porção
de bolinhos de abóbora com carne-seca.
Genuíno
Rua
Joaquim Távora, 1217, Vila Mariana,
5083-4040. 17h/1h (sáb. a partir das 12h). Cc.: D, M e V.
Manobr. (R$ 7,00).
www.genuinochopp.com.br.
Está estrategicamente instalado em frente ao prédio
da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda
e Marketing (ESPM). Depois das aulas, os estudantes só precisam
atravessar a rua para saborear um ajeitado chope, servido com colarinho
de três dedos. O espaço mais concorrido fica nos fundos:
um quintal cercado de plantas, sob a copa de duas árvores.
Para beliscar, há porções triviais, como os
sequinhos pastéis de carne, palmito e queijo com tomate seco.
Jabuti
Avenida
Conselheiro Rodrigues Alves, 1315, Vila Mariana,
5549-8304. 10h/1h (dom. até 17h). Cc.: V. T.: todos.
O tradicional boteco, aberto na década de 60, fica em frente
ao belo prédio do Instituto Biológico. O chamariz
são as porções de peixes e frutos do mar, escoltadas
por um chopinho bem tirado. Para garantir o frescor dos pescados,
os donos madrugam na Ceasa pelo menos uma vez por semana. De lá
trazem de tudo: lula, marisco, polvo, manjuba, pescada, porquinho,
sardinha, atum, siri, camarão e patinha de caranguejo. As
ostras vêm de Cananéia. Acompanhe: como nos velhos
tempos, os próprios garçons fecham a conta, na matemática
da ponta do lápis.
A
Juriti Rua
Amarante, 31, Cambuci,
3207-3908. 8h/0h (dom. e feriados até 16h; fecha seg.). Estac.
na Avenida Lins de Vasconcelos, 1042 (R$ 4,00 por três horas).
Um botecão de verdade, com mesinhas de ferro, azulejos nas
paredes e televisão ligada o tempo todo. Aberto em 1957 numa
travessinha da Avenida Lins de Vasconcelos, serve a famosa calabresa
joana d'arc, assada no espeto em um fogareiro a álcool. A
freguesia divide-se entre os tiozinhos da região, que ficam
bebendo em pé no balcão e na calçada, e uma
clientela de outros cantos da cidade, atraída pela fama dos
aperitivos. São mais de trinta opções, como
bolinho de bacalhau, ostra, lula e ovo de codorna. Além de
um razoável chope, oferece uma famosa batida de amendoim.
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