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CARTA
AO LEITOR
Para
todos os bolsos
Carlos
Maranhão
Mario Rodrigues
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| Prato
de massa fresca do Massimo (67 reais): o melhor italiano |
Mario Rodrigues
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| Cheiro
Verde: acessível e com qualidade |
Pelo sétimo ano consecutivo, Veja São Paulo
apresenta sua edição especial com o que há
de melhor na cidade para comer e beber. Numa metrópole que
se tornou conhecida como a capital gastronômica do país,
a tarefa é gigantesca. Exige que se selecionem 650 bons restaurantes
e bares, dentro de um universo de milhares de estabelecimentos,
e sejam testadas centenas de confeitarias, sorveterias, lanchonetes,
pastelarias, padarias, cafés... O trabalho mobiliza não
apenas os jornalistas envolvidos diretamente em sua cobertura regular,
como os críticos Armando Coelho Borges, Silvana Azevedo e
Fábio Wright, coordenados pelo editor Wanderley Sanches,
mas também o conjunto da redação de Vejinha,
colaboradores e um excepcional corpo de jurados. Independente e
antenado, o júri elegeu os campeões de 45 categorias,
em um total de 206 indicados.
Os
votos ajudam a montar um expressivo painel da diversidade de opções
oferecidas aos paulistanos. Elas vão de um extremo a outro.
Nos restaurantes, por exemplo, temos de um lado as mesas da mais
alta categoria, todas muito caras. É um segmento requintado
em que se destacam neste ano o Laurent, com três prêmios,
A Figueira Rubaiyat, com dois, e o Massimo, aclamado como o melhor
italiano (o Fasano não entrou na eleição porque
fechou em maio, no antigo endereço, e só reabriu no
último dia 8, depois de concluída a votação).
De outro lado, porém, o critério de qualidade, dentro
de cada faixa de preço, premia igualmente lugares bem mais
acessíveis e às vezes surpreendentes. Entre eles,
a pizzaria Bráz, o pitoresco Acrópoles, vencedor no
grupo bom e barato, e o pequeno Cheiro Verde, com pratos do dia
a 9,50 reais, alargam a abrangência deste guia que agora chega
às suas mãos.
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