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Montanha

DESTINOS

CENTRO-OESTE
Chapada dos Veadeiros — GO

Leonardo Papini/SambaPhoto

O QUE VER: a porta de acesso é a cidade de Alto Paraíso de Goiás, a 225 quilômetros de Brasília. A região é habitat de animais ameaçados de extinção, como o lobo-guará e a onça-pintada. Passeios levam a cânions, vales, morros e cachoeiras. A do Rio Preto tem os saltos de 80 e 120 metros de altura.

MAIS DICAS: cortada pelo Paralelo 14, o mesmo de Macchu Picchu, a região também é destino do turismo esotérico. Suas paisagens têm boa luminosidade, em razão das camadas de quartzo e de outros minérios que compõem o solo. Fique atento: as águas calmas podem esconder redemoinhos. Siga as orientações dos guias.

COMO E QUANDO IR: a Adventure Club (www.adventureclub.com.br) tem pacotes com oito dias de hospedagem, traslado, lanches e guias. A partir de R$ 1 600,00 (sem aéreo). De maio a setembro há menos chuvas e a caminhada pelas trilhas é mais fácil. Saiba mais: www.ibama.gov.br/parna_veadeiros.

 

NORDESTE
Gravatá — PE

Leo Caldas/Titular

O QUE VER: a "Suíça do agreste" está a 83 quilômetros do Recife. Hotéis, restaurantes que servem fondues e residências são construídos como chalés europeus. Na região há fazendas e haras de cavalos de raça. Da estátua do Cristo Rei, após subir 365 degraus, é possível ver um belo pôr-do-sol.

MAIS DICAS: em uma área de transição entre a Mata Atlântica e o sertão, a cidade localiza-se na Serra do Maroto. Embora de pequeno porte, com 500 metros acima do nível do mar, tem formação que permite uma temperatura de apenas 10 graus no inverno.

COMO E QUANDO IR: a partir do Recife, o acesso é pela Rodovia BR-232. A diária no Hotel Portal de Gravata (www.portaldegravata.com.br), com pensão completa, sai a R$ 257,00. Os meses de inverno são os mais propícios. Saiba mais: www.prefeituradegravata.com.br.

 

SUDESTE
Campos do Jordão — SP

Ed Viggiani/SambaPhoto

O QUE VER: a combinação do frio com a infra-estrutura hoteleira e gastronômica faz de Campos do Jordão a praia dos paulistas no inverno. No mês de julho, a Vila de Capivari é tomada por shopping centers, lojas de grife e danceterias temporários. As ruas ficam congestionadas por carros e pessoas durante todo o dia.

MAIS DICAS: uma grande atração em julho é o Festival de Inverno, com nomes importantes da música erudita. Na Serra da Mantiqueira, a cidade é ponto de partida para caminhadas por trilhas no meio do mato, como as que levam a mirantes, a exemplo da Pedra do Baú e do Pico do Itapeva, dois cartões-postais da cidade.

COMO E QUANDO IR: um pacote de quatro dias, com hospedagem e transporte rodoviário saindo de São Paulo, custa a partir de R$ 618,00 na CVC (www.cvc.com.br). Os meses de inverno, sobretudo julho, são os mais agitados, mas os preços de pousadas e hotéis explodem. Saiba mais: www.camposdojordao.sp.gov.br.

 

SUL
Gramado — RS

Opção Brasil Imagens

O QUE VER: com termômetros facilmente caindo a zero grau, a cidade parece ter sido recortada de um pedaço dos Alpes: as ruas são limpas e floridas, há lojas de grife e casas especializadas em rodízio de fondues e café colonial. Foi eleita pelo júri de VEJA – O Melhor do Brasil também o melhor destino romântico da Região Sul.

MAIS DICAS: o Mini Mundo é uma cidade em miniatura que contém réplicas de ferrovias, moinhos, praças, teleféricos, castelos, torres, igrejas, estaleiros e lagos. O Vale do Quilombo, a 850 metros de altitude, tem bela vista que abrange as montanhas da região.

COMO E QUANDO IR: na CVC (www.cvc.com.br) o pacote de oito dias, em fevereiro, sai a partir de R$ 1 518,00, com transporte aéreo, hospedagem, traslados e city tour. No frio mês de agosto a cidade ferve, com a realização do festival de cinema. Saiba mais: www.gramado.rs.gov.br.

 

NORTE
Monte Roraima — RR

Taylor Nunes/divulgação

O QUE VER: chegar perto do céu requer esforço. A subida até o Monte Roraima leva dois dias de caminhada no meio do mato e tem acesso a partir de Santa Elena de Uyarén, na Venezuela. Outros dois dias são necessários para percorrer o cume. No trajeto, vêem-se diferentes formações rochosas e plantas como bromélias carnívoras.

MAIS DICAS: é necessário tomar a vacina contra febre amarela para enfrentar a empreitada. A temperatura, escaldante na base, pode chegar a zero grau no cume e exige roupa apropriada. Não esqueça: para entrar na Venezuela é preciso passaporte.

COMO E QUANDO IR: Em janeiro e fevereiro, a melhor época para a aventura, a agência Adventure Club (www.adventureclub.com.br) organiza pacotes de nove noites, com traslados, hospedagem, camping, guias e carregadores de equipamentos. Custa a partir de R$ 1 920,00 (sem aéreo).