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Montanha

NOVOS DESTINOS

CENTRO-OESTE
Pirenópolis — GO

Wjuan Pratginestós/SambaPhoto

O QUE VER: localizada na Serra dos Pireneus, a 125 quilômetros de Goiânia, é cercada por vegetação típica do cerrado. Na Reserva Ecológica Vargem Grande, a 11 quilômetros do centro, podem-se fazer trilhas que ligam as cachoeiras do Lázaro e de Santa Maria e observar frutos nativos, como a cagaita, a curriola e a gabiroba.

MAIS DICAS: também eleita como o melhor destino de interior na Região Centro-Oeste, a cidade abriga casarões e ruas com calçamento de pedras, remanescentes do século XVIII. Celebrações populares e festivais artísticos ocorrem durante todo o ano. A Festa do Divino Espírito Santo, realizada no Pentecostes, dura 23 dias.

COMO E QUANDO IR: a Adventure Club (www.adventureclub.com.br) tem pacote de réveillon, com seis noites, a partir de R$ 1 952,00, com traslado, passeios e guias. Os meses de abril e junho, secos, são os mais indicados para as trilhas e coincidem com a Festa do Divino. Saiba mais: www.pirenopolis.go.gov.br.

 

NORDESTE
Guaramiranga — CE

Luiz Marigo/Tyba

O QUE VER: a 108 quilômetros de Fortaleza, está no meio da Serra do Baturité, cujo ponto culminante é o Pico Alto, com 1 115 metros de altitude, com bela vista das paisagens do sertão, da vegetação rasteira e do Rio Pacoti. A cidade tem um festival de teatro em setembro, de culinária em outubro e de vinhos em novembro.

MAIS DICAS: com menos de 6 000 habitantes, Guaramiranga é conhecida como o "município das flores", por causa das fazendas de cultivo de crisântemos e de espécies tropicais. Sua temperatura média anual é amena para os padrões nordestinos: entre 17 e 25 graus.

COMO E QUANDO IR: saindo de Fortaleza, há duas vias de acesso, a CE-060 e a CE-065. No hotel Senac Guaramiranga ( 85 3321-1106), a diária sai a partir de R$ 115,00.Vale ir no Carnaval, embalado pelo festival internacional de jazz e blues. Saiba mais: www.guaramiranga.ce.gov.br.

 

SUDESTE
Visconde de Mauá — RJ

Ed Viggiani/SambaPhoto

O QUE VER: no alto da Serra da Mantiqueira, é o destino mais elevado do Rio de Janeiro, a 1 200 metros de altitude. A região é repleta de trilhas e cachoeiras, como a do Escorrega, com um tobogã natural que desemboca em um poço. Uma trilha de três horas pela mata leva ao Poço do Marimbondo, de águas cristalinas.

MAIS DICAS: a vila de Maringá concentra bons restaurantes, como o Gosto com Gosto, de cozinha mineira, e o Rosmarinus Officinalis, de cardápio italiano. Ali estão também as pousadas mais elegantes. Os hippies que tomavam conta da região nos anos 70 ainda são vistos vendendo badulaques na vila de Maromba.

COMO E QUANDO IR: a cidade está a 202 quilômetros do Rio de Janeiro. O acesso é pela Rodovia Presidente Dutra, por Penedo. De lá são mais 15 quilômetros em uma tortuosa estrada de terra. Nas noites de inverno a temperatura chega a 5 graus. Saiba mais: www.viscondedemaua.org.br.

 

SUDESTE
Urubici — SC

Reinaldo Minillo/SambaPhoto

O QUE VER: em meio à Serra Catarinense, a cidade de Urubici tem uma temperatura média anual de 10,9 graus. Nos últimos anos, vem recebendo turistas no inverno, ávidos por experimentar a neve – uma cena relativamente comum na estação é ver araucárias, campos e taipas tomados pelo branco do gelo.

MAIS DICAS: a 16 quilômetros do centro está o Morro da Igreja, o ponto habitado mais alto do sul do Brasil, com 1 822 metros de altitude, que abriga a pedra furada, uma rocha com um vão de 30 metros no centro. A Cascata do Avencal, de fácil acesso, tem uma queda de 100 metros, na qual é possível praticar rapel.

COMO E QUANDO IR: pacotes de cinco dias, com passagens aéreas, traslados, passeios e hospedagem, saem a partir de R$ 1 850,00 na Cia Ecoturismo (www.ciaecoturismo.com.br). De junho a agosto a neve costuma aparecer. Saiba mais: www.urubici-sc.com.br.

 

NORTE
Serra das Andorinhas — PA

Ricardo Chaves

O QUE VER: localizada no sudeste do Pará, tem 94 sítios arqueológicos, 31 cavernas, 47 cachoeiras e cerca de 5 500 pinturas rupestres catalogados. Estende-se até uma área de cerrado, na divisa com o Tocantins, e compreende também áreas da Floresta Amazônica.

MAIS DICAS: o Parque Estadual da Serra das Andorinhas, criado em 1996, está demarcado em uma área de 25 000 hectares. Mas a infra-estrutura turística ainda é inexistente. Uma visita à região requer um contato prévio com a Secretaria de Meio Ambiente de São Geraldo do Araguaia, pelo
(94) 9138-4715.

COMO E QUANDO IR: São Geraldo do Araguaia está a 150 quilômetros de Marabá, que recebe vôos de diversas localidades do Brasil.