Ticiana Villas Boas, muito mais que a ‘senhora Friboi’

Bem-nascida e bem-sucedida, apresentadora de TV agregou glamour ao mundo do marido, o bilionário Joesley Batista, dono da maior empresa processadora de proteína animal do mundo (que detém a marca Friboi)

Se tem algo que deixa Ticiana Villas Boas furiosa é alguém insinuar que ela deve a fama ao marido, o bilionário goiano, presidente da holding J&F Investimentos e dono da maior empresa processadora de proteína animal do mundo (que detém a marca Friboi), Joesley Batista, 42 anos. A jornalista, de 33, lembra logo que vem de família tradicional de Salvador, tem “rua e edifício na cidade com nome de parentes” e, se hoje o casal frequenta os jantares dos mais animados ricos paulistanos, isso se deve principalmente a ela. “O mercado de carne não tem glamour”, afirma. “Agora todo mundo puxa o saco do Joesley, mas ele morou muito tempo no interior e só fechava negócio com dono de venda e açougue.”

Hoje o terceiro maior salário do jornalismo da Rede Bandeirantes (atrás apenas dos apresentadores José Luiz Datena e Ricardo Boechat), Ticiana começou na emissora no ingrato horário da madrugada e bateu muito o salto 10 na rua antes de conquistar sua cadeira na bancada do Jornal da Band. Quando chegou a São Paulo, há sete anos, dirigia um Fox vermelho e morava num apartamento de 45 metros quadrados. Mas em 2011, ano em que conheceu Joesley – faz questão de dizer -, a vida já estava bem mais confortável. “Eu havia viajado bastante e conquistado meus maiores sonhos materiais: uma Santa Fé blindada e um apartamento decorado por um profissional.” Com o marido rico, vieram, como ela diz, os “frufrus”. Alguns deles: um imóvel em Nova York comprado do publicitário Nizan Gua­naes, uma casa em Angra dos Reis adquirida do apresentador Luciano Huck, viagens a bordo de um jato Legacy de treze lugares avaliado em 25 milhões de dólares, um barco ancorado na ilha caribenha de St. Barth, um cartão de crédito ilimitado e – o que não tem preço – a graça de ser poupada de qualquer informação relativa ao custo das coisas.

Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet, no iPhone ou nas bancas.

Outros destaques de VEJA desta semana