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Médico de Michael Jackson não deve enfrentar a Justiça antes de 2011

Cardiologista acusado de homicídio entrou em acordo com a promotoria

Conrad Murray, o cardiologista que cuidava de Michael Jackson quando o astro morreu, não deve se apresentar à Justiça antes de janeiro. A promotoria de Los Angeles e o advogado do médico entraram em acordo sobre as acusações de homicídio culposo. A primeira audiência deve acontecer dentro de 2 a 4 semanas, publicou o site Radar Online, replicando a informação de uma fonte não identificada.

Hoje, porém, uma audiência preliminar vai colocar as duas partes em frente a um juiz, que vai decidir se o caso tem evidências suficientes para ir a julgamento ou se deve ser removido. O médico ainda possui registro profissional.

Murray se declarou inocente das acusações feitas depois de oito meses de investigação. O cardiologista teria administrado um coquetel letal de analgésicos e anestésicos em Michael Jackson horas antes de sua morte, em 25 de junho de 2009. Ele estava no quarto do cantor quando este sofreu uma parada cardíaca por uso de, entre outros, propofol, um poderoso anestésico que só pode ser administrado em cirurgias por anestesistas. Na Califórnia, onde corre o processo, a pena para homicídio culposo é de até quatro anos.