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Margot Robbie deu soco em Alexander Skarsgard em cena de sexo de ‘Tarzan’

"Foi provavelmente a única contusão que ele sofreu durante toda a filmagem", brincou o diretor de 'A Lenda de Tarzan'

'A Lenda de Tarzan' tem os atores Margot Robbie (Jane) e Alexander Skarsgard (Tarzan) como protagonistas

‘A Lenda de Tarzan’ tem os atores Margot Robbie (Jane) e Alexander Skarsgard (Tarzan) como protagonistas (VEJA)

O diretor de A Lenda de Tarzan, David Yates, contou à revista Entertainment Week que procurou retratar a relação de Tarzan e Jane sem parecer “arcaico ou datado”. Como exemplo, apontou a construção da personagem Jane, interpretada por Margot Robbie. “Não queríamos algo como o cara durão que salva a pobre mocinha. Você precisa sentir que ela é forte e independente, e quando você escala Margot, você definitivamente tem isso”, disse. Para ilustrar essa “força” da personagem, o cineasta citou à publicação a gravação de uma cena de sexo entre Jane e Tarzan (interpretado pelo sueco Alexander Skarsgard) em que Margot deu um soco no ator.

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“Eles estavam fazendo essa cena de amor juntos e eu disse para Margot: ‘Dê um tapa no Alex quando vocês estiverem fazendo amor, dê uma espécie de soco nele'”, detalhou Yates. “Provavelmente a única contusão que ele sofreu durante toda a filmagem foi esse soco da Margot. O que diz muito sobre a agressividade dela.” Na entrevista, Yates teceu outros elogios à atriz, conhecida por interpretar a mulher de Leonardo DiCaprio em O Lobo de Wall Street. “Se você for à selva com alguém, vai querer ir com Margot Robbie. Ela é prática, inteligente e cheia de recursos. E consegue cuidar de si mesma”, afirmou o diretor. O filme está previsto para estrear em 21 de julho no Brasil.


Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux

Dura sete minutos ininterruptos uma das cenas de sexo entre Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux no longa Azul É a Cor Mais Quente (La Vie d’Adèle), do diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche. As discussões filosóficas e morais sobre o filme, que foi inspirado em uma história em quadrinhos de mesmo nome, ganharam ainda mais repercussão após as declarações das atrizes sobre o método de filmagem do diretor. Adèle chegou a afirmar que  se sentiu explorada e Léa também disse que se sentiu como uma prostituta no set quando teve que fingir orgasmos durante seis horas seguidas com três câmeras voltadas para ela. 

Dakota Johnson e Jamie Dornan

Ao contrário do que pode pensar muita gente, os atores Jamie Dornan e Dakota Johnson não acharam nada prazeroso fazer as cenas de sexo de Cinquenta Tons de Cinza (2015). “Cheguei a sentir dor em alguns momentos”, disse a atriz à revista britânica Glamour Magazine. A dor veio mesmo com o cuidado que, contou a atriz, o colega Jamie Dornan teve com ela. “Jamie era o primeiro a me cobrir quando a gente terminava de gravar e eu não estava vestindo muita coisa. Ele estudou bastante as práticas de bondage (fetiche em amarrar e imobilizar o parceiro) para que tudo fosse feito de forma segura. Mas é óbvio que muitas vezes foi doloroso.” Em entrevista ao site de outra revista, a americana Time, a atriz confirmou que as cenas mais difíceis de fazer foram essas de bondage, como aquela em que Christian usa uma espécie de chicote em Anastasia “Filmar uma cena de sexo não é uma situação sedutora ou prazerosa. Pelo contrário, é suado e nada confortável.”

Shailene Woodley e Theo James

Shailene Woodley e Theo James passaram por diversas situações desagradáveis nas gravações de Insurgente (2015). A dupla chegou a confessar que sofreu ferimentos leves durante a filmagem das cenas de ação mais perigosas e, para completar, James contou que não estava nada à vontade nas cenas de sexo com a parceira Shailene. “Para mim, às vezes ajuda se eu beber alguma coisa antes de uma cena díficil. O mais estranho é quando você está filmando uma cena íntima e algo na cena precisa ser retirado pela produção. Aí, você não pode se mover, você tem que ficar parado ali, em posições desconfortáveis. Você está completamente pelado e coberto de suor”, disse o ator ao site E!News. 

Charlotte Gainsbourg

Ninfomaníaca (2014), só pelo título, já se mostrava um filme controverso. Colaborou para isso também a direção de Lars Von Trier, conhecido por produções fortes como Melancolia (2011). A protagonista Charlotte Gainsbourg compartilhou sua experiência ao viver Joe, uma mulher viciada em sexo e cheia de obsessões: “As cenas de sexo não foram difíceis, mas as de masoquismo foram constrangedoras e humilhantes. Usei uma prótese vaginal, então, todo dia, durante duas horas, tinha que lidar com alguém trabalhando ‘lá embaixo’. Também tinha que ficar horas sem fazer xixi. Essa foi a parte difícil”, disse a atriz ao site do jornal britânico The Guardian.

Brooklyn Decker e Patrick Wilson

Em 2014, um vídeo dos bastidores do longa Stretch, dirigido por Joe Carnahan, revelou a situação bizarra e nada erótica que é gravar uma cena de sexo para o cinema. Antes de fingirem um orgasmo, os atores Brooklyn Decker e Patrick Wilson não conseguiram se controlar e segurar um riso nervoso, típico de momentos de constrangimento. Não houve qualquer intervalo entre as filmagens para os atores construírem um clima mais íntimo. E, entre uma cena e outra, um assistente de produção aparecia no meio do casal para borrifar suor falso. Assim que terminou a tomada, a claquete indicou o número 32, que pode ser interpretado como a trigésima segunda em vez que a cena era rodada. Para piorar, o diretor disse em seguida: “Muito bem, pessoal. Agora vamos mais uma vez. Façam outra como essa”. Haja fôlego.

 

Cameron Diaz

Existe uma primeira vez para tudo na vida, inclusive para ser filmada totalmente nua. No caso da atriz Cameron Diaz, o fato aconteceu no set do longa Sex Tape: Perdido na Nuvem (2014), em que contracena com Jason Segel. Mas ficar completamente despida e à mostra não foi a única cena diferente que Cameron protagonizou no filme. A atriz teve que interpretar um parto, situação que ela classificou como “intensa”. “Eu me vi em um quarto no meio do nada no Estado de Massachusetts, às 11 horas da noite, fazendo uma cena de parto, e todo mundo ao meu redor estava gritando entre si”, disse ela à revista Esquire. “Eu tive que atuar e fingir que estava empurrando uma bola de basquete que saía da minha vagina. Uma loucura, né? Mas não tinha o que fazer. Tive que repetir para mim mesma: ‘Tenho sorte. Este é um grande trabalho. Eu acho isso divertido’.”