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Diretor de ‘Watchmen’ e ‘300’ rodará novo ‘Super-Homem’

Escolha foi feita pelo produtor Chris Nolan, que dirigiu o último 'Batman'

O desafio de Snyder é devolver o vigor nas bilheterias a uma das grandes franquias do cinema de ação. Para aumentar essa chance, o roteiro ficará a cargo da dupla de irmãos Nolan, do elogiado ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’

O próximo filme do homem de aço já tem diretor: Zack Snyder, que dirigiu 300 e Watchmen, aceitou o convite de Christopher Nolan, que será o produtor, e ficará a cargo do novo Super-Homem. Antes de Snyder, vários nomes foram cotados para rodar o novo como Darren Aronofsky (O Lutador), Chris Columbus (da série Harry Potter) e Duncan Jones (Lunar).

Super-Homem – O Retorno, o último filme da franquia, não foi o sucesso de bilheteria que se esperava. Com o papel título entregue ao ator Brandon Routh – que, segundo Nolan, está fora da próxima continuação -, amealhou pouco mais de meio bilhão de dólares ao redor do mundo. Para os padrões altíssimos de recentes adaptações como Batman e X-Men, o valor decepcionou.

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O desafio de Snyder é devolver o vigor nas bilheterias a uma das grandes franquias do cinema de ação. Para aumentar essa chance, o roteiro do filme ficará a cargo do produtor Christopher Nolan e de seu irmão Jonathan, dupla que escreveu e dirigiu o elogiado Batman – O Cavaleiro das Trevas. Numa curta entrevista concedida na noite de segunda-feira à MTV americana, Snyder se disse feliz e “diante de uma oportunidade incrível”.

O filme começará a ser rodado em 2011. A indicação de Snyder para dirigir Super-Homem não é um consenso, mas a julgar pela reação da crítica especializada, até agora o diretor parece ter recebido um voto de confiança para assumir a nova empreitada.

Responsável pelos hits 300 (adaptação de um quadrinho homônimo de Frank Miller) e Watchmen (também adaptado de HQ, desta vez de Allan Moore) Snyder foi ferozmente criticado pelo excesso de zelo com aspectos visuais do filme, como efeitos especiais e cenografia, deixando de lado texto e enredo – nos casos de 300 e Watchmen, fiéis demais às obras em que se baseiam.