Carta ao Leitor: Trabalho de equipe

Para reportagem sobre Wesley Safadão, Sérgio Martins, Jonne Roriz e Natália Luz cobriram quatro apresentações em quatro dias - mais de quinze horas de show

VEJA destacou três profissionais para elaborar a reportagem sobre a vida e a carreira de Wesley Safadão, o maior ídolo pop do cenário musical do Brasil de hoje. O fotógrafo Jonne Roriz não descolou do personagem, clicando-o em casa, em shows, no seu jatinho particular. A repórter Natália Luz encarregou-se da produção de vídeos, também acompanhando o cantor nas viagens e shows. Em São Paulo, os vídeos produzidos e editados por Natália passaram pela finalização criteriosa de Lucas Mariano.

À frente da equipe, esteve Sérgio Martins, do alto de sua experiência de 27 anos de profissão, dezoito dos quais em VEJA. Repórter e crítico musical, Martins está habituado a missões dessa natureza. Já acompanhou turnês de astros da música pop, como Ivete Sangalo, a rainha do axé, e Luan Santana, o maior nome jovem do sertanejo.

Em trabalhos no exterior, Martins esteve em Cuba, para escrever sobre a música na ilha caribenha, e visitou Nova Orleans, onde documentou como a vigorosa cena musical ajudou no esforço de reerguer a cidade depois do furacão Katrina. Também percorreu toda a trilha sonora de Elvis Presley em Memphis, Nashville e outras cidades sulistas dos Estados Unidos.

Para a reportagem sobre Wesley Safadão, Martins e equipe cobriram quatro apresentações em quatro dias, somando mais de quinze horas de show, e percorreram mais de 7 000 quilômetros, seguindo o artista e sua trupe no Recife, em Garanhuns e Fortaleza. O repórter entrevistou o artista no seu jatinho, em um raro retiro em sua casa em Fortaleza e ao longo da sessão de fotos em que Safadão comeu, entre um clique e outro, bolo de rolo. De volta a São Paulo, Martins ainda assistiu a um quinto show, para confirmar que, em todo lugar, o público repete com a mesma vibração o grito de guerra lançado pelo cantor: “Vai, Safadão!”.

A relação de Martins com a música antecede seu trabalho jornalístico. Na adolescência, foi metaleiro. Adora soul music e tem especial predileção pelas sinfonias de Bruckner (algumas delas mais pesadas do que o metal que ouvia na juventude). Sua reportagem pode ser lida a partir da página 88 e os vídeos podem ser vistos no site de VEJA e nas edições eletrônicas da revista.

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