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A Bíblia é pop

Em versões para diferentes grupos e denominações, a Bíblia alimenta um mercado livreiro vigoroso e se expande em aplicativos e edições eletrônicas

Coleção de livros sagrados originalmente escritos em hebraico, aramaico e grego, a Bíblia é obra de uma multidão de autores anônimos que, ao longo de mais de um milênio, compuseram os textos fundamentais da religião judaica e cristã. Aquele que é provavelmente o maior best-seller da história movimenta uma indústria de dimensões impressionantes no ainda acanhado mercado editorial brasileira: no ano passado, circularam pelo menos 9 milhões de novas Bíblias no país. Neste número, incluem-se livros destinados às mais variadas denominações, e nos mais variados e coloridos formatos: Bíblia da Mulher, Bíblia de Estudo, Bíblia do Skatista. Aquele que foi o primeiro livro impresso pelo pioneiro Johannes Gutenberg, em 1450, já fez uma bem-sucedida passagem para a leitura virtual. Apps como o YouVersion – com 17 milhões de downloads no Brasil – oferecem o texto integral das Escrituras na tela do celular, e ainda acrescenta funções de rede social à leitura. Reportagem de VEJA desta semana percorre a longa história das traduções e da divulgação da Bíblia e faz um retrato do vibrante mercado do livro sagrado hoje no Brasil. Há ainda uma entrevista com o acadêmico português Frederico Lourenço, que está empenhado no ambicioso projeto de traduzir a Bíblia segundo critérios históricos, e não teológicos.

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