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Tênis de mesa e badminton: os acordos inusitados entre Brasil e China

A maior parte dos 35 acordos assinados entre Brasil e China nesta terça-feira prevê investimentos para as áreas de infraestrutura e grandes empresas brasileiras, como a Petrobras, a Vale e a Embraer. Mas há exceções. Um dos memorandos prevê aportes da ordem de 1,7 milhão de reais para os esportes de tênis de mesa e badminton, tendo em vista o treinamento de atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio. O acordo foi assinado entre o ministro do Esporte, George Hilton, e o ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng, durante a visita de autoridades e empresários chineses ao Brasil. Pelo acordo, ficou decidido que o país asiático arcará com os custos de hospedagem, alimentação e passagem aérea de 40 atletas brasileiros e treinadores – 20 de tênis e os outros 20 de badminton – em território chinês – o tempo de estadia será de 60 dias. A China é uma potência olímpica nos dois esportes, tendo ganhado todas as medalhas de ouro das modalidades nas Olimpíadas de 2012, em Londres.

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