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País cria 252.067 empregos formais em maio

Número de vagas, no entanto, caiu em relação a abril

A geração de vagas superou as demissões em 1.171.796 no acumulado dos cinco primeiros meses de 2011

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou nesta segunda-feira que o saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no Brasil em maio foi de 252.067. Conforme adiantou pela manhã o ministro Carlos Lupi, o resultado ficaria acima de 200 mil novos postos. O total de novas vagas, no entanto, é inferior ao recorde de 349 mil empregos formais, já descontadas as demissões do período, verificado no mesmo mês do ano passado. Também é inferior ao resultado de abril, contrariando a expectativa do ministro de que o saldo de maio seria maior.

Em abril, o número de novas vagas de trabalho formais, já descontadas as demissões, foi de 294 mil, segundo o dado revisado pela pasta neste mês. Antes da alteração, o ministério tinha contabilizado em abril a criação de 272,2 mil novos empregos celetistas – que se referem à Consolidação das Leis do Trabalho, CLT, regime legal que trata do trabalho formal no país. Estes números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo MTE.

A geração de vagas superou as demissões em 1.171.796 no acumulado dos cinco primeiros meses de 2011, conforme os dados do Caged. No mesmo período do ano passado, o saldo havia sido de 1,519 milhão de novos postos.

A meta de Lupi é atingir três milhões de novos postos formais em 2011 ante os 2,584 milhões verificados no ano passado. Segundo ele, ao contrário de 2010, o segundo semestre será mais propício à criação de vagas de trabalho. No ano passado, foram gerados 1,774 milhão de postos formais na primeira metade do ano e 810 mil no segundo semestre – lembrando que, em dezembro, houve mais demissões do que contratações, com um saldo negativo de 423 mil vagas.

(com Agência Estado)