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Metalúrgicos protestam contra a reforma trabalhista na Anchieta

Cerca de 300 manifestantes participam do ato; Região segue com tráfego lento em direção ao litoral

Um grupo de manifestantes contrário à reforma trabalhista protesta, desde às 6h30 desta terça-feira, na pista marginal da Rodovia Anchieta, sentido litoral. Participam do ato trabalhadores das montadoras Volkswagen, Ford, Scania e Mercedes-Benz.

A Polícia Rodoviária estima em 300 pessoas o número de manifestantes. Já o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que promove o protesto, ainda não contabilizou o número de participantes.

A concessionária Ecovias, que administra a Anchieta, informou que a rodovia tem tráfego lento em direção ao litoral entre os quilômetros 13 e  15. Os motoristas que seguem pela pista marginal da Anchieta, no sentido litoral, estão sendo desviados para a pista central, na altura do quilômetro 15.

O Senado deve concluir hoje a votação da reforma trabalhista. Para aprovar o texto, são necessários 41 votos dos 81 senadores. Se aprovado o projeto sem mudanças, o texto seguirá para sanção presidencial no dia seguinte. Se reprovado, o projeto é arquivado.

Se a reforma trabalhista passar no Congresso da forma como está nesta semana, as mudanças começam a valer apenas em meados de novembro. O texto que tramita no Senado prevê que as alterações entram em vigor 120 dias após a publicação da lei no Diário Oficial da União.

Um dos eixos centrais da reforma é que o negociado prevalece sobre o legislado. Isso permitirá que acordos trabalhistas modifiquem pontos da lei, como a redução do intervalo do almoço para 30 minutos. Também poderão ser feitas negociações para determinar jornada de trabalho, registro de ponto, trocas de emendas de feriado, entre outros pontos.

(Com Agência Brasil)

Comentários

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  1. Antonio Carlos de Lima Prado

    Esses folgados acham que o estado e pai deles, só querem moleza , vão trabalhar bando de vagabundos.

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  2. Sergio Bertoni

    O titulo da matéria esta errado!!!
    O correto é: Sindicalistas protestam contra a reforma trabalhista.

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  3. Ataíde Jorge de Oliveira

    D E S E M P R E Gado!
    : perdendo sempre de 7×1 para E$$E$
    NaB@BO$ do ÏÏ M P O $ T O_ÇinDiCaLL

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  4. Juvenil Neves

    Toda mudança é difícil de aceitar. Estão acostumados, os que estão empregados, ao status quo e não sabem que o mundo mudou. As relações de trabalho mudaram. O “peso” do Estado, também, aumentou para as empresas e para o trabalhador. A justiça do trabalho também não quer perder o “poder” e estão acomodados. Não haverá perda de direitos trabalhistas.

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