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Força busca apoio para criar substituto do imposto sindical

Contribuição sindical obrigatória desconta um dia de salário de cada trabalhador, seja ele sindicalizado ou não. Cobrança foi extinta pela reforma

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, busca apoio das lideranças da Câmara para criar o imposto negocial. A nova cobrança substituiria o imposto sindical, extinto pela reforma trabalhista que entra em vigor no dia 11.

A entidade vinha buscando apoio do Planalto para regulamentar a cobrança da taxa negocial. A expectativa era de que o governo publicaria um decreto ou medida provisória até o fim de outubro.

Sem sinalização de que o governo Michel Temer regulamentará mesmo um imposto para financiar a atividade sindical, a Força busca agora apoio dentro da Câmara.

“Estamos conversando com líderes e bancadas, mas ainda não tem nada resolvido”, disse Paulinho.

Segundo ele, a regulamentação pode sair mais facilmente se for feita pela Câmara. “O governo está bem mal na Câmara, com dificuldade para aprovar seus projetos.”

Criado na década de 40 durante o governo de Getúlio Vargas, a contribuição sindical obrigatória desconta um dia de salário de cada trabalhador, seja ele sindicalizado ou não, para financiar os sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais.

A contribuição movimenta cerca de 3,6 bilhões de reais por ano. Hoje, 60% desse dinheiro vai para os sindicatos, 15% para as federações, 5% para as confederações, 10% para as centrais e 10% para o Ministério do Trabalho.

No mês passado, a Força levou para Temer uma proposta para o texto da regulamentação da contribuição de negociação coletiva, que seria cobrada de todos os trabalhadores daquela categoria profissional, independentemente de serem sindicalizados ou não.

O texto prevê que o porcentual de desconto salarial será estabelecido em assembleia, que deverá contar com pelo menos 10% dos trabalhadores daquela empresa. Para facilitar a participação do funcionário, as entidades deverão realizar assembleias nos locais de trabalho, não apenas nos sindicatos.

Comentários

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  1. Atsushi Shiino

    A existência de sindicatos deve depender apenas de sua eficiência de representatividade. Nada mais. Sendo assim, deve garantir sua existência com contribuições de seus representados.

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  2. CLAUDIO MARCIO DE ALMEIDA

    Mas que osso difícil de largar. mamam nas tetas do Governo, fazem serviço sujo, se prestam a papel político partidário, destroem patrimônio público e privado, mas na hora H, o que querem mesmo é o dinheirinho fácil do serviço público. Trabalhar que é bom mesmo, ninguém quer…

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  3. Democrata Cristão (Liberdade de Expressão é meu direito CF 88 art 5 e art 220)

    Esses parasitas não querem trabalhar. A população já deu o recado: Não a qualquer imposto sindical! O banimento do imposto sindical é a sustentação da reforma trabalhista.

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  4. news da hora

    Paulinho tambem aparece na lista do Joesley o maior laranja de Lula e cia .

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  5. news da hora

    Esses vigaristas representam somente atraso para o nosso Brasil .

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  6. Isaias Pontes de Melo

    Esse Paulo Pereira da Silva e todos os sindicalistas profissionais e políticos profissionais deveriam largar a teta sindical e a teta do dinheiro público e irem trabalhar, produzir alguma coisa de útil para o bem do Brasil.

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  7. Vai trabalhar vagabundo

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  8. Acabar com o imposto sindical é bom
    Acabar com os sindicalistas é ótimo.

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  9. Paulo Cesar Martins

    Vamos lá Paulistas , mantenham esse pulha no mandato.

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