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Dow Jones fecha em alta de 0,53%

Nova York, 22 jun (EFE).- O índice Dow Jones Industrial, o principal de Wall Street, fechou em alta de 0,53% nesta sexta-feira, recuperando-se em parte após a queda de ontem, quando viveu seu segundo pior dia de 2012.

Esse indicador, que reúne 30 das maiores empresas americanas, somou 67,21 pontos, para 12.640,78. Já o índice seletivo S&P 500 subiu 0,72% e fechou aos 1.335,02 pontos, e o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, avançou 1,17%, para 2.892,42.

A alta de hoje foi estimulada principalmente pela alta de 1% registrada pelo setor financeiro um dia depois que a agência qualificadora de risco Moody’s rebaixou a nota de 15 grandes bancos, entre eles cinco pesos pesados de Wall Street.

Apesar das reduções das notas, estes resultados foram recebidos com alívio pelos investidores, que temiam que elas fossem mais severas, e por isso houve alta hoje nas ações dos bancos Bank of America (1,53%), JPMorgan Chase (1,35%), Morgan Stanley (1,29%) e Citigroup (0,57%). Já as do Goldman Sachs desceram (0,29%).

As principais altas do dia no Dow Jones foram de Microsoft (1,87%), Merck (1,85%), Bank of America e Home Depot (ambas 1,48%).

Fora desse índice, os títulos da montadora General Motors desceram 0,19% após o anúncio de que vai mais do que dobrar sua capacidade na fábrica de São Petersburgo como parte de um investimento de US$ 1 bilhão na Rússia nos próximos cinco anos.

Já os papéis de sua concorrente Ford caíram 0,78% depois que a Direção Nacional de Segurança no Trânsito Viário dos Estados Unidos anunciou que investiga queixas que podem afetar mais de 170 mil veículos dessa empresa e da Chrysler por problemas com a direção da nova geração da Ford Explorer e o motor do sedã Chrysler 200.

Na Nasdaq, surpreendeu a sólida alta das ações da rede social Facebook (3,8%), que voltou a ter preço de US$ 33 por ação. Também subiram os papéis de Google (1,11%), Apple (0,77%), Amazon (0,72%), entre outras.

Em outros mercados, o preço do ouro chegou a US$ 1.566 a onça e a rentabilidade da dívida pública americana a 10 anos avançava a 1,67%. EFE