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Boeing planeja cortar mais de 4.500 postos de trabalho até junho

Unidade comercial da empresa espera cortar 4.000 postos, incluindo "centenas" de gerentes e executivos

A Boeing planeja cortar mais de 4.500 postos de trabalho até junho, com o objetivo de reduzir os custos para manter o ritmo de negócios com seus clientes que têm buscado aviões menos caros.

Os cortes deverão ocorrer mesmo depois de a empresa registrar recorde nas encomendas de aviões e aumentar a produção de aeronaves. No entanto, a companhia tem perdido fatia de mercado para sua rival Airbus.

A unidade comercial da Boeing espera cortar cerca de 4 mil postos, incluindo a demissão de “centenas” de gerentes e executivos, afirmou um porta-voz. A empresa também reduzirá de sua unidade de testes de voo cerca de 10% do total dos 5.700 postos de trabalho.

As demissões reduzirão a força de trabalho da Boeing – que era de 161 mil em 31 de dezembro – em cerca de 2,8%. A Boeing já cortou 1.200 empregos de sua unidade de jatos comerciais este ano.

A Boeing tem buscado tranquilizar os investidores de que uma queda dos preços dos jatos poderiam pressionar os lucros. A empresa também enfrenta pressão para cumprir as suas promessas de fluxo de caixa.

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(Com Estadão Conteúdo)