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Após prisão de Cunha, Câmara encerra sessão sem votar pré-sal

Parlamentares analisariam os destaques feitos ao projeto que desobriga Petrobras de ser operadora nos campos do pré-sal; texto-base foi aprovado no dia 5

Após o anúncio da prisão do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), encerrou a sessão de votação da Câmara, adiando mais uma vez a votação de emendas do projeto de lei que altera as regras de exploração do pré-sal. O texto-base do projeto que retira da estatal a obrigação de ser operadora de todas os projetos desses campos foi aprovado no último dia 5.

Maranhão convocou sessão extraordinária para as 9h desta quinta-feira, mas pode ser que a votação dos destaques do pré-sal fique para a próxima semana. Durante a sessão, deputados da base aliada reclamaram da obstrução da oposição ao requerimento que estava em pauta. A oposição cobrou a presença dos deputados governistas.

Devido à falta de quórum, o plenário também não concluiu a votação anterior, sobre o pedido de regime de urgência para o Projeto de Resolução 76/15, que cria a coordenação de acessibilidade na estrutura administrativa da diretoria-geral. Somente 234 votos foram registrados, quando o mínimo necessário são 274 votos.

O anúncio da prisão de Cunha foi recebido de forma tímida pelo Congresso. Alguns parlamentares foram à tribuna para comentar o fato, mas não houve forte repercussão entre os parlamentares, que se concentraram em trocar informações pelos telefones celulares.

(Com Estadão Conteúdo)

Comentários

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  1. De agora em diante, muitos vão passar a dormir já com a botina no pé, a espera de um Japonês a qualquer momento. OLHA O JAPONÊS AÍ PESSOAL!

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  2. Isso é medo de ser delatado pelo chefe?

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  3. O incapaz está com medo?

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  4. Preparem pijaminha decente, quando menos esperar a PF vai bater à porta! Fim de ano vai ser uma festa nas celas da PF.

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