Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Suspeito de envolvimento em morte de jogador de hóquei é preso

Motorista de aplicativo teria escondido arma usada no assassinato de Matheus Garcia, de 24 anos, em São Vicente (SP)

Um motorista de transporte por aplicativo foi preso nesta sexta-feira em São Vicente, litoral sul de São Paulo, por suspeita de ocultar informações sobre a morte do estudante e jogador de hóquei Matheus Garcia Vasconcellos Alves, de 24 anos, no começo desta semana. A vítima foi executada pelo policial militar Jarbas Colferai Neto, de 23 anos, que está preso.

Segundo o delegado Luís Carlos Cunha, do 1º DP de São Vicente, o motorista, que não teve o nome divulgado, transportou o PM até o local do crime e teria ainda escondido a arma usada no assassinato e um casaco de moletom que Colferai Neto vestia na ocasião. A prisão temporária de 30 dias foi solicitada pela Polícia Civil.

Afastado das atividades na rua há seis meses, o PM é investigado por tráfico e uso de drogas e responde a processo administrativo exoneratório após usar seu armário no batalhão da PM para armazenar maconha e cocaína.

O crime

Segundo investigações da Polícia Civil, Jarbas Colferai Neto suspeitava que o Garcia estava tendo um caso com sua namorada e usou o celular dela para atraí-lo à Rua Nicolau Guirão Pérez, no Parque Bitaru, região central de São Vicente, onde o matou com um tiro na nuca. A vítima morava em Santos, cursava o último ano de publicidade e propaganda na Universidade Santa Cecília (Unisanta) e trabalhava como modelo.

Segundo o Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo e Interior (Deinter), em Santos, policiais de São Vicente identificaram o suspeito após 12 horas de diligências. No momento do crime, testemunhas viram um suspeito de calça preta, casaco de moletom e boné deixar o local de bicicleta em direção à Rua Jacob Emmerich.

(com Estadão Conteúdo)

Comentários

Não é mais possível comentar nessa página.

  1. Nada como receber verba da Microsoft e Google para divulgar somente boas notícias. Quando ocorrem grandes problemas o nome do aplicativo simplesmente desaparece. O motorista preso trabalha para o UBER, revista Veja. UBER é o aplicativo. Assim como o motorista que atacou a passageira também trabalha para o UBER. Publique aí Veja – UBER UBER UBER

    Curtir