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Roberto Kalil: ‘Sinto-me como Bruce Wayne’

Médico de Lula, Temer, Serra e outras autoridades diz: "Uso capa de durão, mas sofro quando chego em casa, no meu quarto".

Aos 57 anos, o médico Roberto Kalil Filho ocupa dois altos cargos na medicina brasileira — é diretor da divisão de cardiologia do Hospital Sírio-­Libanês e do Instituto do Coração, em São Paulo. É o cardiologista do poder, e entre seus pacientes estão os ex-­presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o atual presidente, Michel Temer, e o chanceler José Serra. E estava, também, a ex-primeira-dama Marisa Letícia, cuja morte o levou a uma rara exposição pública: escreveu um artigo, publicado no jornal Folha de S.Paulo, denunciando a afronta à dignidade humana no vazamento do diagnóstico de Marisa, que teria sido divulgado por uma médica num grupo de Whats­App. Em VEJA desta semana, Kalil fala de ética médica e do sofrimento pessoal diante da morte de um paciente: “Sabe o Bruce Wayne, a identidade secreta do Batman? Sinto-me como ele às vezes. Uso uma capa protetora para trabalhar. Uma capa de durão. Mas sofro em casa, no meu quarto.”

Para ler a entrevista na íntegra, compre a edição desta semana de VEJA no iOS, Android ou nas bancas. E aproveite: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

Comentários

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  1. Caubi Maciel da Nóbrega

    Acho que ao invés de perder tempo com esse cara, a Veja deveria entrevistar a médica que divulgou para o Brasil inteiro que uma farsa estava em andamento no Hospital Sírio Libanês. Pena que durante a doença do Tancredo Neves não existissem redes sociais, e a verdade tivesse sido escondida por tanto tempo. Desta vez os “boletins informativos” não enganaram mais ninguém, pois todo mundo já sabia, que o caso era irreversível.

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  2. Gilmar Lopes Vieira Vieira

    Eu só gostaria de saber é porque que eles queria que escondesse o estado de saúde da velha petisca..responda,pela ética.
    .

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  3. Clara Eñelee Kornetz Alves

    No fundo do poço, Veja continua cavando…

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  4. Luiz Roberto Turatti

    Lula, reencarnação, gurus, cartomantes… Pobre Brasil!

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  5. Mario Bagascio

    Primeiramente, uma palavra sobre esse “médico árabe”. Ele trabalha em um hospital de ponta, que atende tão-somente aos ENDINHEIRADOS, corruPTos e políticas motivo de aversão e nojo de todo brasileiro de bem. Ele se enturmou com o que poderia ser de mais sujo e imundo no que tange à amizades. Consequentemente, é um médico PETISTA. Nada mais natural que defenda a gangue dos PeTralhas. Para mim, o que esse descendente de árabe diz ou opina é LIXO. Quanto à revista VEJA, depois de mais de 20 anos, CANCELEI MINHA ASSINATURA. DESDE QUE O NOVO DIRETOR DE REDAÇÃO ASSUMIU O CARGO, ANDRÉ PETRY, a revista tornou irreconhecível, no que diz respeito à linha editorial. Uma pena… Foram-se os tempos áureos da combativa e pró-classe média VEJA. Vejo que mais assinantes, a meu exemplo, estão deixando de assinar a revista. Será que vocês não se conscientizaram de que ALGO deve ser mudado???

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  6. Denilson Rodrigues

    Há $ofre. kkkkkkkk

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  7. Antonio Carlos Peludo

    De sã consciência alguém acredita nele? Quer ficar triste Dr. Mude sua agenda para o SUS ai sim ficaras triste

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  8. Mario Bagascio

    Primeiramente, uma palavra sobre esse médico árabe. Pelo que se pode notar, o egocentrismo, estrelismo e fome de entrar nos spots de notícia e do poder são parte integrante do seu caráter. Pelo que eu saiba, o voluntariado não faz parte de seu vocabulário. O estrelismo, ao atender endinherados e corruPTos são são metier do dia-a-dia. Vide seus depoimentos, ao atender petistas do calibre de marisa letícia “lula da siva”, e outros petistas de alto coturno. Resumindo: um autêntico médico PETISTA. Quanto a VEJA, eu, como assinante dessa outrora conceituada revista, ela me repugna em manter nos “spots” pessoas que não merecem sequer ser citadas nas colunas policiais. Em razão disso, depois de 20 (vinte) anos, cancelei minha assinatura. Especialmente, depois da inclusão, como Redator-Chefe de André Petry que contaminou a linha editorial da revista. Pena que a revista perdeu o rumo…

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