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Isso é o Rio de Janeiro

Traficantes atacaram traficantes, a polícia entrou no meio e o caos se instalou na cidade, expondo o estado terminal do projeto de pacificação

Em menos de dez anos de existência, as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa-vitrine da era Cabral, não chegaram perto do objetivo de devolver ao estado territórios comandados pelo crime. Leia em VEJA dessa semana por que as cenas de desmando e caos que a cidade está vivendo expõem a fragilidade de uma polícia mal equipada e mal treinada e a derrocada do projeto de pacificação.

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Comentários

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  1. Amilcar Carvalho

    O que falta na segurança do Estado do Rio de Janeiro é coragem das polícias virem a público assumir
    que não dispõe de efetivo, treinamento e capacidade, fora a corrupção, para combater o narco tráfico . O projeto das UPP’s dentro da conjuntura do governo Cabral pareceu mais uma forma arrecadação de
    dinheiro dos traficantes sem necessidade de confrontos ou exposição, pois em nenhuma favela onde
    as UPP’s foram implantadas, o tráfico de drogas acabou ou diminuiu e hoje ainda atacam as unidades.
    O que falta não é UPP, São os comandantes da PMERJ aceitarem que os batalhões, sem efetivos não
    tem como policiar de verdade suas áreas.

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  2. Rolando Silva

    Então deixar bandidos soltos não dá certo? Uau, quem diria não é mesmo?

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  3. José Antonio Debon

    O pior de tudo é que a PF fica transferindo traficantes cariocas para prisões federais em outros estados e com isso o esquema criminoso vai junto e já se espalhou pelo Pais todo.

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  4. Jurandir marques

    Temos duas alternativas: legaliza-se as drogas ou declare guerra intermitente ao tráfico de drogas. Estratégias paliativas teem eficácias “ZERO.”

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