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Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Quarta-feira, Maio 14, 2008

Suíça deve colaborar no caso que envolve Alstom e Metrô
Por Mario Cesar Carvalho, na Folha:
A Suíça deve colaborar na investigação do Ministério Público sobre a suspeita de que a Alstom pagou propina para obter contratos com o Metrô de São Paulo, segundo o departamento de cooperação internacional da embaixada suíça.
Os Ministérios Públicos da Suíça e da França detêm documentos segundo os quais a Alstom teria distribuído US$ 6,8 milhões a políticos brasileiros para ganhar uma licitação de US$ 45 milhões do Metrô.
Os documentos, segundo o jornal americano "Wall Street Journal", sugerem que a Alstom distribuiu cerca de US$ 200 milhões em propinas a políticos de Brasil, Venezuela, Cingapura e Indonésia para que a empresa fizesse usinas hidrelétricas nesses países.
"Sem cooperação internacional não tem como avançar na investigação", diz o promotor Silvio Marques, que apura eventuais atos de improbidade administrativa nos contratos do Metrô com a Alstom. Improbidade administrativa ocorre quando há prejuízo para os cofres públicos e enriquecimento ilícito de agentes do Estado.
Os papéis suíços poderiam vir para o Ministério Público de São Paulo por meio de uma figura jurídica chamada "transmissão espontânea de informação". Foi por essa via legal que a Suíça enviou para o Brasil informações de que os investigados no escândalo que ficou conhecido como o "propinoduto" do Rio tinham US$ 33,4 milhões depositados na Union Bancaire Privée. O valor está congelado na Suíça porque os donos das contas não têm como comprovar a origem.
Assinante lê mais aqui
Por Reinaldo Azevedo | 05:05

Comentários:

Anonymous Antipetralha
escapou outro dia um petralha idiota aqui dizendo que o serra deve estar preocupado. O que o Serra tem a ver com o caso? Nada. As acusações são do governo Alckmin e Covas. Se alguem tem de se preocupar é o chuchu.
8:23 AM  

Anonymous Anônimo
o retrato da canalhice, mas para um pulha, pouco importa.....

num post o ministro ladrão é do "Lula", no outro, a roubalheira é do "metrô"! na minha terra temos nome pra isto....canalhice!
3:46 PM  

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