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O MRI (Movimento de Reparação aos Indiodescendentes) vai fazer a sua primeira ocupação. Nossa pauta, vocês sabem, é expulsar do Brasil os eurodescendentes e os afrodescendentes. Onde vocês querem instalar a nossa primeira “aldeola” (versão indígena do "quilombola")?



a – na Vieira Souto, no Rio (no Country Clube, é claro);



b – na Praia do Forte, na Bahia (no resort, é claro);



c – nos Jardins, em São Paulo (no Hotel Fasano, é claro);



d – Nos Lençóis maranhenses (sem o Sarney, é claro);



e – Lá na divisa do Acre com o Peru (Tupã nos livre, é claro)
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Terça-feira, Maio 13, 2008

Sem elevar o superávit primário
Na entrevista, Guido Mantega descartou a elevação do superávit primário. A sobra, além da meta, pode compor o tal Fundo Soberano. "Toda a sobra?" Ele acha que não.
Por Reinaldo Azevedo | 16:30

Comentários:

Anonymous Anônimo
Que sobra??!! O país deve um PIB inteiro, e não paga um tostão dela. Paga, sim, muito mal e porcamente os juros, quando não rola também essa parte. Ela estava em 60 bi, sim, bilhões no começo do governo FCH, que entregou ao governo Lula, 800 bi, bilhões. Em 6 anos< Lula já quase dobra essa dívida, já bate este ano em Um tri, trilhão e quinhentos bi, bilhões de reais.

Sobra? Ah, vá prá ... junto com essa invenção absurda.
4:50 PM  

Anonymous Anônimo
Rei,

Não é só no Brasil que o governo não gosta da mídia burguesa.
Veja o que os petralhas argentinos estão fazendo contro o El Clarín:

Diario de mayor tirada de Argentina denuncia amenazas a sus directivos

13-05-2008 - 09:42 h.

Buenos Aires | EFE

Clarín, el diario de mayor tirada de Argentina, denunció hoy amenazas contra su directora, Ernestina Herrera de Noble, y Héctor Magnetto, uno de los dueños del grupo que lo edita. "La política de confrontación y la cada vez más extendida utilización de presiones sobre actores económicos y políticos desarrollada por el Gobierno han creado un clima que favorece la acción de elementos provocadores que profieren amenazas en forma directa o virtual", señaló en una nota editorial el diario. En este sentido, subrayó que "en los últimos días" circuló un correo electrónico con la frase "Magnetto y Noble, no jodan con el pueblo, es una advertencia" en el que además "se adjuntan fotos familiares" del empresario "sustraídas mediante espionaje informático". Clarín indicó que tal mensaje "lleva la firma" de "La Cámpora", agrupación juvenil del Partido Justicialista (peronista) que lidera Máximo Kirchner, hijo del ex presidente Néstor Kirchner y Cristina Fernández, actual jefa del Estado,. Remarcó que esta operación "parece obra de servicios de inteligencia o de grupos con capacidad para "hackear" computadoras o sitios de la red virtual" y que "aparece en momentos en que el Gobierno formula reiteradas críticas" contra Clarín "en el contexto de una política de hostigamiento contra los medios de difusión independientes". "Se trata, por lo tanto, de una acción que afecta en primer lugar a Clarín, pero puede leerse como una amenaza al sistema de libertad de expresión en su conjunto", puntualizó. El periódico del Grupo Clarín advirtió que el Gobierno "tiene la obligación de investigar con celeridad y a fondo la procedencia" de las amenazas "poniendo en esa tarea todo el potencial tecnológico de que dispone el Estado". "Debe tenerse en cuenta, finalmente, que la situación actual y la circulación de amenazas como las recibidas por este diario infligen un serio daño a la confianza de la ciudadanía en las instituciones y a la imagen del país en el exterior", enfatizó. Sostuvo que el Gobierno "tiene la responsabilidad principal de desandar el clima de enfrentamiento para reconstituir la armonía social, tomando la iniciativa en la promoción del diálogo y el entendimiento". "Un requisito esencial para avanzar en ese sentido es restablecer la tolerancia para la expresión crítica, sea de los medios de difusión o de otros actores, sociales, económicos o políticos", matizó. En las últimas semanas se han multiplicado las críticas de Fernández y miembros de su Gobierno a la línea editorial de Clarín, que ha publicado que los carteles contra el periódico y su grupo editorial que han aparecido en las calles de Buenos Aires "cuestan unos 200.000 pesos" (62.500 dólares) a diario. La Asociación de Entidades Periodísticas Argentinas denunció a comienzos de abril pasado que el Gobierno "parece haber elegido a los medios como enemigos a vencer" y le acusó de tener como objetivo "controlar al periodismo para adocenarlo". La prensa de Argentina respondió así a las críticas que Fernández hizo a la prensa por su cobertura del conflicto con el sector agropecuario. La presidenta, quien mantiene una mala relación con los medios de comunicación al igual que Kirchner, había reclamado "mayor calidad institucional" a los grandes medios de comunicación y además advirtió que "quienes más la reclaman o la editorializan son los que menos la practican".

http://www.lostiempos.com/noticias/13-05-08/13_05_08_ultimas_int9.php
6:03 PM  

Anonymous Cris
hahahahahaaaa, ele ACHA que não?

Oh, mantega, oooooooh, mantega!

Ah, sim, a idéia, segundo vi hoje, é do senador Renato Casagrande, que apresentou PL em fevereiro. Não foi idéia do Governo, eles apenas se apropriaram dela.
6:43 PM  

Anonymous Anônimo
O GOVERNO LULA TEM QUE PARAR COM ESSAS FEITIÇARIAS ECONÔMICAS. A ORDEM AGORA É CORTAR GASTOS OU O PLANO REAL VAI PARA O BREJO. NÃO HÁ MAIS TEMPO PARA FAZER MAIS NADA. ESSE GOVERNO JÁ ACABOU.
7:34 PM  

Anonymous rocket
Quando? Como? Quem? Onde? Eu? Ó dúvida cruel...
9:18 PM  

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