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| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Terça-feira, Maio 13, 2008 |
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Política Industrial 2 - Especialistas afirmam que medidas são insuficientes
Por Denyse Godoy, na Folha: Diminuir a carga tributária e investir pesadamente em infra-estrutura teriam um efeito muito maior de estímulo à indústria brasileira do que o conjunto de medidas anunciadas ontem pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, na opinião de especialistas no assunto. "Uma política industrial efetiva é feita com mais do que incentivos pontuais a determinadas áreas", diz Nuno Fouto, professor da FIA (Fundação Instituto de Administração). Uma das principais críticas à Política de Desenvolvimento Produtivo diz respeito à meta de aumentar o volume de investimentos privados. "Eles dependem essencialmente do crescimento da economia e das expectativas. Seria recomendável que o governo cortasse os seus gastos correntes e pensasse em melhorar estradas, portos, fornecimento de energia elétrica, para que os empresários se sentissem realmente seguros em aumentar a produção", defende José Luiz Rossi Júnior, professor de macroeconomia do Ibmec-SP. "Por mais que o governo tenha boa vontade, existem aspectos de política macroeconômica que dificultam que os objetivos sejam atingidos, como os juros elevados", acrescenta Arthur Barrionuevo, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas). Os resultados do plano no fomento às exportações também são questionados. Juan Quirós, ex-presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimento) e vice-presidente da Fiesp, chama a política de "teoria". Segundo ele, dois pontos não foram resolvidos. Primeiro, o acesso aos recursos por pequenas e médias empresas: a exigência de garantias de 100% a 130% do valor pleiteado é um grande limitador. Além disso, não está prevista a criação de um comitê de gestão, que faça o trabalho de acompanhar a aplicação da política industrial. Assinante lê mais aqui |
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Por Reinaldo Azevedo | 05:59
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Comentários: O amadorismo petralha é assim mesmo, não tem jeito. Eram simplesmente peões, sem demérito aos que exercem o cargo com dignidade. Tornaram-se "dirigentes" sindicais e já se acharam com PHD suficiente para assumirem diretoria de estatais e ministérios. Deus me livre! 11:36 AM Os servidores das Agências Regualadoras vão parar dia 15/05 para exigir do governo a valorização dos servidores e melhores condições de trabalho. Adianta .... "....melhorar estradas, portos, fornecimento de energia elétrica, para que os empresários se sintam realmente seguros em aumentar a produção", como defende José Luiz Rossi Júnior, professor de macroeconomia do Ibmec-SP??/ ....Se nossas Agências Regujladoras estão engraquecidas???? Como o país terá estabilidade regulatória com Agências enfraquecidas???? Ricardo Lane 3:28 PM A melhoria e os investimentos em infra estrutura é questão do PAC como ficou bem claro,e todos estamos assistindo as obras por todo Brasil. Reinaldo penso que você está confundindo as coisas. Sei que essa politica industrial terá um grande sucesso assim como tudo o que nosso grande Lula coloca aquela mão de 4 dedos! 5:06 PM |
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