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| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Terça-feira, Maio 13, 2008 |
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Política Industrial 1 - Parece quase nada. E é
Ah, é verdade! O governo faz uma política industrial do grande balacobaco, e eu não vibro por quê? Ora, porque, segundo os petralhas, quero que tudo dê errado. Ou por ideologia ou por amargura. Sartre respondeu à acusação que, segundo ele, os católicos faziam aos existencialistas: não se comover nem com o sorriso de uma criança. Não que eles se comovessem, hehe, mas a crítica sobre a suposta falta de “joie de vivre” da turma era uma tolice. Estou vibrando! “Desoneração”, sem dúvida, é uma coisa boa. Entre o dinheiro ficar com o governo e com as empresas, melhor que fique com quem produz. Mas comparar, em grandeza, as medidas com o Plano de Metas de Juscelino ou com o Plano Nacional de Desenvolvimento, de Geisel, é um exagero, uma mistificação. A renúncia fiscal de R$ 21 bilhões se dará até 2011, coisa de uns R$ 5 bilhões por ano. É o suficiente para se proclamar que se trata de um programa de desenvolvimento com alcance até a próxima década? A carga tributária brasileira é feroz, como se sabe. Vocês viram a gritaria oficial por causa do fim da CPMF (o caos na Saúde foi produzido com a contribuição, não sem ela). Mantém-se a tributação nas alturas para o conjunto do sistema produtivo, e se escolhem alguns setores para ter uma carga menor — e esse é sempre o problema de “políticas industriais”: elegem-se “vencedores” em detrimento do conjunto. É uma forma de subsídio. É por isso que, no primeiro texto que escrevi a respeito, perguntei se a Política Industrial estava casada, por exemplo, com a reforma tributária — qual reforma tributária? E com o PAC. E com o política monetária. E com o tal “fundo soberano”. É muita visão “estratégica” ao mesmo tempo. A impressão é a de que as coisas estão sendo feitas à matroca. Ontem, Miguel Jorge, ministro da Indústria e Comércio, esteve no programa Roda Viva. Alguém lhe fez uma pergunta sobre o tal “Fundo Soberano” — cuja, vá lá, virtude seria justamente emprestar dinheiro para as empresas. Ele nada sabia a respeito. E não pareceu que escondia o jogo. Além do PAC, temos agora mais uma pauta permanente: o salto que o país dará — no futuro, no futuro... — com a política industrial. Os críticos dirão que não é quase nada. E, vejam só, não é mesmo. |
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Por Reinaldo Azevedo | 06:01
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Comentários: Na verdade, não existe política industrial coisa nenhuma. A política supõe liberdade para mudar, dentro de um espaço ação legitimamente instituído, e é, no caso em apreço, empreendida pelos chamados "agentes econõmicos". Já o burocrata estatal pensa que faz "política", mas ele está limitado pelas estruturas normativas que regulam sua ação. Nada lhe resta senão ADMINISTRAR variáveis que estão a seu alcance administrar. Tales de Mileto 6:33 AM Adelson Elias Vasconcellos Reinaldo, até o PAC, lançado em fevereiro de 2007, foi mais generoso nos investimentos do que este pacotinho com cheiro de ranço setentista. Outra coisa: quanto representa os 21 bilhões na soma total de impostos arrecadados pelo governo federal? Mais: como o senhor Mantega insiste em pregar que não há nenhuma necessidade de se conter o gasto público (que, pelo visto, continuará desgovernado e crescente), se aplicada a contenção agora ela cobriria a renúncia fiscal, de onde, então, sairá os 21 bilhões para fechar o orçamento? Se você pensar que, a desoneração de uns, no caso, implicará na oneração maior de outros, esteja certo: é isto mesmo. A menos, é lógico, que eles tenham lá alguma mágica que nós, simples mortais, desconhecemos. 7:23 AM Caro Reinaldo: Já diziam que no futuro, futuro mesmo, estaremos todos MORTOS. O consolo é que até o Lulla e esta claque de bandidos TAMBÉM estarão MORTINHOS DA SILVA. Abraços 8:22 AM Reinaldo, pare de má vontade. O governo diz que a PI terá rebatimentos até na próxima década. E está certíssimo. Afinal, 2011 não é a próxima década? Agora, 2012,2013,2014... Mas, aí também já é querer demais, também, né? 8:49 AM MAIS UMA MANOBRA MARKETEIRA PETISTA, UM VERDADEIRO ESPETÁCULO PIROTÉCNICO PARA ILUDIR OS INCAUTOS E IGNORANTES QUE NÃO ENTENDEM LHUFAS DE ECONOMIA, MAS SÃO SEMPRE OS MAIS PRÓXIMOS DO PALCO PARA JOGAR LOAS NOS FEITOS FICTÍCIOS DO LULISMO CANALHA E SUAS RETÓRICAS REPULSIVAS. "OHHH, TÁ VENDO? SÓ O LULA MESMO PARA FAZER TANTO BEM PARA O PAÍS QUE ESSES CRÁPULAS DIREITISTAS SEMPRE IGNORARAM". TUDO QUE LULA E O PT FIZERAM NESSES 5 ANOS DE EMPULHAÇÃO E RAPINAGEM, FOI UMA COLETÂNEA DE PORCARIAS QUE SÓ FIZERAM O SETOR PRODUTIVO SOFRER DE LETARGIA CRÔNICA. O MAL DO BRASIL É O SEU POVO. 9:11 AM Adorei a frase usada pelo economista da FGV Pedro Cavalcanti Ferreira (entrevista ao Jornal O Globo 12/05/2008)sobre a "nova" política industrial: "É COMO ACHAR QUE O RABO VAI BALANÇAR O CACHORRO." 9:19 AM cARO rEINALDO , É MAIS UM FACTOIDE PARA DESVIAR O FOCO. tODA VEZ QUE ALGUM MEMBRO DO GOVERNO FICA NA BERLINDA ELES INVENTAM UM FATO NOVO QUE , GRAÇAS AOS BILHÕES DE REAIS ENFIADOS EM PROPAGANDA , OS JORNAIS TRATAM DE DAR PRIMEIRA PAGINA.DESVIANDO O FOCO DO ASSUNTO PRINCIPAL. COMO O DOSSIE VOLTOU REPRESENTAR UM PROBLEMA PARA ELES , TRATARAM DE INVENTAR UMA NOTICIA "BOMBASTICA". FOI ASSIM QUANDO A PETROBRAS " DESCOBRIU" O POÇO DE TUPY , DEPOIS NOVAMENTE A PETROBRAS PRODUZIU MANCHETE COM O "ROUBO DOS ARQUIVOS ESTRATEGICOS" DA EMPRESA, PERDIDOS DENTRO DE LAP TOPS.DEPOIS VIU-SE QUE NÃO ERA NADA DE "ESPINAGEM INDUSTRIAL" APENAS UNS LADOREZINHOS DE GALINHA QUE SE APROVEITARAM DA BOBEIRA EM RELAÇÃO AOS BENS DA EMPRESA E RESOVERAM ROUBAR OS LAP TOPS PARA VENDER NO MERCADO NEGRO. DEPOIS FOI NOVAMENTE A PETROBRAS COM A TAL NOTICIA DADA PELO PRESINDETE DA AGENCIA REGULADORA. E AGORA É A "RENUNCIA' FISCAL. TODAS ESTAS NOTICIAS VIERAM A PUBLICO APÓS ALGUMA LAMBANÇA DE ALGUM ALOPRADO...... 9:32 AM Francisco Rypl Ainda bem que as políticas industriais até hoje não pegaram. Não é só porque elas dão dinheiro (o nosso) para as indústrias sem sabermos os critérios (as tenebrosas transações cantadas por Chico Buarque). O problema é que, a exemplo dos controles de preços, - mesmo que seriamente administradas - não funcionam. Será que meia dúzia de tecnocratas (que nos custam caro) é capaz de escolher melhor do que milhões de consumidores - interagindo com o sistema produtivo - onde aplicar os escassos recursos disponíveis? Do ponto de vista liberal, o sistema que define onde será aplicado o capital existente é o próprio mercado, é o próprio sistema de preços de mercado. Espero que pelo menos as pessoas esclarecidas tenham compreendido - com a experiência do maldito e irracional plano cruzado - que os controles de preços destroem o sistema produtivo. Do mesmo modo os recursos aplicados sem os parâmetros do mercado também causam distorções no sistema produtivo. É preciso termos em mente que se o capital for aplicado em um setor ou produto, deixará de ser aplicado em outros. Aquele setor ou produto cujo capital for retirado em excesso, terá redução de produção com consequente alta de preços acima do normal. O setor ou produto presenteado com dinheiro público terá excesso de produção com redução do preço abaixo do normal. Só o mercado (os consumidores) é capaz de otimizar a distribuição dos recursos. Portanto, a melhor política industrial é não ter uma política industrial. Os adoradores do deus Estado ainda não compreenderam isso. Ou ainda acreditam nas fracassadas teses keynesianas inflacionárias. 9:45 AM há tempos não jogo milhos aos porcos. aliás, cana-de-açucar aos porcos, afinal o etanos está em alta...ou serão pérolas? sei lá, a única certeza é com relação aos porcos, ou serão avestruzes? sei lá... Brasil chega 'na linha de frente' dos emergentes, diz jornal Segundo 'Wall Street Journal', o Brasil finalmente colocou o 'B' em BRIC. Tamanho do texto? A A A A - Uma reportagem do jornal americano Wall Street Journal publicada nesta terça-feira afirma que o Brasil "se juntou à linha de frente das novas potências econômicas", alcançando Rússia, Índia e China. A reportagem, assinada pelo repórter Matt Moffett, de São Paulo, afirma que o Brasil "está colocando o 'B' em BRIC", em referência ao acrônimo para Brasil, Rússia, Índia, China, usado para designar as potências emergentes. "Por muito tempo nesta década, o lento Brasil parecia fora da sua liga, jogado no mesmo bojo das economias emergentes dinâmicas da Rússia, Índia e China, no chamado grupo BRIC. Céticos diziam que RIC era mais correto", afirma o texto. "Mas lentamente e sem grande estardalhaço, a economia do Brasil dobrou uma grande esquina. Já uma grande potência na agricultura e em recursos naturais, o Brasil adicionou um ingrediente chave que muito tempo lhe faltou: uma moeda com poder de permanência." O repórter afirma que a moeda estável ajudou o país a desencadear o maior movimento de prosperidade no país das últimas três décadas, atraindo investidores estrangeiros em grande número. O Wall Street Journal destaca que o Brasil deve alcançar um crescimento de 5% pelo segundo ano consecutivo, um índice muito distante da China, mas impressionante para um país que "parecia na beira de uma moratória em massa de dívidas em 2002". "O Brasil não tem a poupança e os níveis de investimento da China e da Índia. Mas o Brasil atingiu um estado mais maduro de desenvolvimento do que a China e a Índia, com uma população urbanizada maior e uma riqueza per capita mais alta - então é simplesmente menos provável que ele dê grandes saltos hoje em dia." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. he he he 9:54 AM Roby Como, quase nada? É a contribuição possível do lulo-petismo com vistas à próxima eleição! Com 70% de aprovação, o Apedeuta sempre colhe alguma coisa, mesmo dos mais absurdos disparates. Ou você acha que os correligionários ou ou dependentes do bolsa-esmola têm espírito crítico? É mais uma mentira deslavada, coisa em que o petismo realmente se destaca. 10:28 AM Thiago Comprar com os planos de Juscelino e Geisel é, mais do que um exagero, um erro. Todos sabem (ou deveriam saber) que a política econômica desses dois heróis da pátria deu uma graça ao Brasil em seus tempos (uma belle epoque tardia), mas nos deixou uma conta para pagar, além da inflação. Não quero que meus netos tenham que pagar as escolhas políticas de meus contemporâneos. 10:28 AM .. Por sorte, a economia brasileira está funcionando por normas estabelecidas por Fernando Henrique com o seu Plano Real. Por covardia ou por incompetência mesmo, porque poderiam fazer as reformas necessárias, o PT não alterou uma virgula dessas normas. E por sorte, o Banco Central não é petista. Quem ainda não viu o presidente, o vice e os petralhas reclamarem da autonomia do Banco Central? Resta ao Apedeuta e seu partido, o circo, o factóide. Aliás, se tirassemos Lulla e seus asseclas do poder e ali se instalasse o palhaço Tiririca e a Turma do Casseta e Planeta, mas sem alterarmos nada no Banco Central, a economia brasileira continuaria funcionando exatamente como está funcionando hoje e talvez muito melhor. .. 10:56 AM O grande avanço que tivemos com a administração petralha é que antes, os pobres saiam à rua para esmolar e agora, a esmola é que vem até eles através do Bolsa Familia. Isso tornou a vida do pobre um pouco mais comoda e menos sofrida. 11:02 AM Já comentei algumas vezes que o govêrno petralha é visionário e messiânico ao mesmo tempo! Só falam no futuro! O problema é o presente! Vlad 11:03 AM Na década de 80 as empresas de energia elétricas tinham que apresenta que apresentar os seus planos para 5, 10 e 15 anos, para o planejamento estratégico do governo. Ainda tem isso? 11:10 AM As medidas deveriam ser SIMPLES, FÁCEIS DE ENTENDER E APLICAR, E PARA TODOS SETORES. Porque discriminar? Para favorecer alguns amigos???? Como sempre, muita PROPAGANDA e pouco EFEITO PRÁTICO. 11:34 AM É mais um PUM deste desgoverno.Só isso,fede num primeiro momento,mas depois passa...Dora Jardim 1:16 PM É tio Rei... Desta vez vc tocou no ponto. O problema não é PAC, fundo soberano, reforma tributária ou política industrial... Cada um desses instrumentos tem lá seus méritos. O problema é o tratamento isolado q o governo dá a cada um deles. Sem visão sistêmica e integrada, nenhum desses instrumentos vão surtir efeito. Agora a questão de fundo: Por que não há integração dessas políticas? Simplesmente por não há gestão. A máquina pública está desarticulada e paralisada porque o governo não ataca a gestão. Sem gestão, sem PAC, sem política industrial, sem fundo soberano... 1:31 PM Você viu as manchetes, são cifras astronômicas: 21 bilhões de desoneração, 500 bilhões de PAC, mais 2 bilhões para a saúde e a dengue, mais outros bilhões... E assim vai, manchetes mil das andanças e falações presidenciais. Espero que ao menos até 2010 haja algo concreto para inaugurar. Até agora inaugurar universidade de administração e pedagogia é mamão com açúcar para enganar os trouxas em grandes manchetes. 1:50 PM Reinaldo, mais um adjetivo para Lula: Estúpido... É a marmita, estúpido! "Essas pessoas não estão aqui, agora, por causa dessa festa, não. Porque eu já vim aqui quando a gente não era nem prefeito e esse povo estava junto com a gente, do mesmo jeito que eles estão agora, porque este povo aqui, do Pará, – e eu falo com orgulho – em poucos lugares do Brasil eu sou tratado com o carinho que sou tratado, toda vez que venho a este Estado. Não agora, porque sou Presidente, mas quando eu era oposição, quando perdi as eleições. Esse povo me tratava com o carinho que um pai trata um filho. Portanto, esse povo, aqui, aprendeu a dizer para as autoridades que respeito é bom e que eles gostam de respeitar e de serem respeitados. Esse povo, aqui, aprendeu a dizer para as autoridades que o que eles querem não é esmola, é direito; o que eles esperam é a cidadania, e não favor." (Lula, em 26 de fevereiro de 2004, na cerimônia de inauguração do projeto de urbanização da Bacia do Tucunduba, no Pará) Da Folha de S. Paulo de hoje: "A Presidência usou cartão corporativo para comprar 595 marmitas e o mesmo número de refrigerantes durante uma viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Pará, em fevereiro de 2004, na qual 40 auxiliares de apoio acompanharam a comitiva, que passou cerca de quatro horas no Estado e chegou após o almoço. A despesa foi classificada como "sigilosa" e está sob análise da CPI dos Cartões e entre documentos requisitados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para auditoria. (...) A Folha questionou por três dias a Casa Civil para que informasse o motivo da compra de 595 marmitas e qual a comitiva que acompanhou Lula. Após três dias de contato, a assessoria da Casa Civil informou que o órgão não iria se pronunciar. O único compromisso de Lula em Belém naquele 26 de fevereiro de 2004 foi uma visita à bacia de Tucunduba. Ficou cerca de quatro horas na cidade, depois foi para a Venezuela, para reunião do G15. Seu discurso estava marcado para as 15h30, mas, segundo jornais locais, só começou às 18h. Lula teria desembarcado às 15h50. Antes de ir para o palanque, visitou as obras. Apesar do atraso, centenas de pessoas participaram do evento." (assinante da Folha, segue lendo aqui) E depois... Depois tem gente que fica furiosa quando eu digo que a popularidade de Lula se explica pelo estômago. 1:57 PM Zélia Maria Freire Merece comentário o artigo de Fernando ConzioN (FolhaOnline), sob o título "O BRASIL NO VERMELHO", para que se tome conhecicmento de mais "UM MILAGRA DO GOVERNO LULA" 2:18 PM Se essa "política industrial" é nova, então como era a velha. Alguém aí se lembra? 2:22 PM Acho que foi de Neville Chamberlain a frase "o Brasil será sempre o país do futuro". Caiam na real, não há PPP, PAC, PI ou qualquer outra coleção de letras que faça diferença. A tara ibérica, segundo mestre Eugenio Gudin, garante que a Banânia será sempre um belo fazendão! Aproveitem, enquanto a epizotia não chega! 2:49 PM Reinaldo, é a velha imagem do vôo da galinha. Curto, instável e com um pouso desastroso. Mais um PAC que só vai sobrar as penas para a posteridade. A propósito: você vê o Fome Zero por aí? Nem eu... 8:42 PM Relembrando: 1. As cotas surgiram nos Estados Unidos, onde não há vestibular, para evitar que estudantes negros (mesmo com excelentes notas) fossem eliminados do processo seletivo por examinadores racistas. 2. Com as cotas elimina-se a necessidade de igualar o ensino público ao do melhores estabelecimentos de ensino privados. Os estudantes das escolas públicas, em sua maioria, ficam condenados a um ensino de baixa qualidade eternamente, e ainda assim, satisfeitos. 3. Com as cotas combinadas com o ProUni também eliminou-se um problema das instituições de ensino superior particulares: ociosidade de vagas. E quem se importa se haverá mercado de trabalho para tanta gente com nível superior? E a qualidade desse mesmo ensino? 4. Com as cotas o ódio revanchista (um dos principais combustíveis do marxismo) ganha impulso: é a luta de classes (não necessariamente classes sociais: podem ser etnias ou raças, sexo, religiões, etc). Não creio que seja necessário lembrar: os esquerdistas, politicamente corretos, sempre aparecerão em defesa dos “oprimidos”. 5. As cotas também rendem votos! Claro! Cotista já possui título de eleitor e será grato com a benevolência daqueles que fizeram “justiça social”. 6. A grande maioria de nossa população é de mestiços (aqueles que se declararem brancos, de início, já são excluídos das vagas para negros e índios), se estudaram em escola particular (mesmo que não seja uma cara e com qualidade de ensino excelente) estão automaticamente fora das vagas para as escolas públicas. 7. Com as cotas, o princípio do mérito é eliminado. (Sabemos que os esquerdistas têm hojeriza ao mérito!). 8. Finalmente: nossas populações negras e mais pobres são covardemente enganadas por aproveitadores e charlatões. E com um ensino de qualidade ruim (com meta a se tornar péssimo), essas mesmas populações jamais descobrirão a trapaça da qual estão sendo vítimas. 12:28 AM |
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