
|
VÍDEOS
![]() Reinaldo Azevedo fala sobre: Ofensas • 56k | 128k | 256k Humor • 56k | 128k | 256k Verdade universal • 56k | 128k | 256k Otimismo • 56k | 128k | 256k |
SEÇÕES
• Avesso do Avesso
|
ARQUIVO ESPECIAL
• Nos Emirados Sáderes |
| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Domingo, Maio 11, 2008 |
|
No vermelho, setor externo põe crescimento em xeque
Por Fernando Canzian, na Folha: Puxada pela explosão das importações, a rápida e surpreendente deterioração das contas externas no último bimestre já traz dúvidas sobre a sustentabilidade da atual fase de crescimento da economia brasileira. Alguns economistas ouvidos pela Folha vêem a necessidade de pisar no freio do crescimento já para evitar uma crise externa mais à frente. Para eles, o que mais assusta não é tanto o tamanho, mas a velocidade dessa deterioração. Outra corrente crê que o atual rombo externo é plenamente financiável por fontes alternativas de dólares, como investimentos estrangeiros produtivos ou especulativos. Pela primeira vez desde 2002 (último ano do governo FHC), o Brasil voltou ao vermelho no saldo em dólares de sua relação com o resto do mundo -a chamada conta de transações correntes. O saldo positivo de US$ 1,4 bilhão em 2007 deve cair a US$ 23,4 bilhões negativos neste ano; e a US$ 27 bilhões, também negativos, em 2009. A virada ocorre porque as exportações brasileiras não vêm acompanhando o crescimento exponencial das importações -puxadas por uma demanda interna que a indústria nacional não dá conta de atender. O dólar barato, pressionado pelos juros elevados no país que atraem capital estrangeiro e, agora, pelo grau de investimento, deve manter a tendência das importações em alta. Há uma relação direta entre o saldo comercial (exportações menos importações) e a conta de transações correntes: quanto menor o saldo, maior o rombo (ver gráficos). Reservas são seguro Em 2008, o saldo comercial brasileiro tende a cair para cerca de US$ 18 bilhões. Em 2009, pode ficar abaixo de US$ 9 bilhões, ampliando ainda mais o buraco nas contas externas. Em 2002, com as contas externas no vermelho e com um país praticamente sem reservas internacionais, o dólar quase atingiu R$ 4. Neste ano, com uma previsão de US$ 23,4 bilhões de déficit, o dólar se mantém controlado em torno de R$ 1,70. A grande mudança no período foi o acúmulo de reservas em dólares no Banco Central, que atingiram US$ 196 bilhões no mês passado. "Com reservas nesse patamar, dá para uns quatro anos de besteiras", afirma o economista Antonio Delfim Netto. Como uma crescente fonte de dólares para o Brasil são as exportações de produtos agrícolas e minerais, Delfim pondera que "tudo vai depender" de como o crescimento do mundo vai se comportar. Se o mundo continuar crescendo, diz, o saldo comercial brasileiro tende a ficar no azul, atenuando os déficits em conta corrente e a necessidade de financiamento em dólares. Trajetória preocupante Para Cláudio Haddad, presidente do Ibmec-SP, "é perfeitamente natural" que o Brasil tenha déficit em suas transações com o resto do mundo. "Não vejo como o atual déficit em conta corrente possa preocupar. É normal que um país como o Brasil, com baixo nível de poupança interna, tenha déficit externo", afirma. Já o economista José Márcio Camargo, da PUC-RJ, afirma que "não é o nível do déficit que preocupa". "O que preocupa, e muito, é a trajetória." "Podemos estar saindo de um superávit equivalente a 1% do PIB (Produto Interno Bruto) para um déficit de 2% em pouco mais de um ano. É um ritmo insustentável e um sinal inequívoco de que a economia brasileira está crescendo muito além do que pode hoje", diz. Assinante lê mais aqui |
|
Por Reinaldo Azevedo | 05:53
|
|
Comentários: "Dá prá mais quatro anos de besteira..." Delfim Neto 10:11 AM Os estragos da gastança lullista já começam à aparecer. Se tiver que pagar essa conta , que seja ainda no desgoverno dele , e não no próximo. 12:51 AM Ah! quer dizer que o desempenho da economia brasileira agora depende do crescimento mundial? Não foi o que os petralhas disseram! 1:04 AM Não quero ser pessimista , mas tenho a impressão que o Sapo Barbudo ainda vai contar os dias que faltam para terminar o desgoverno dele , e passar a faixa para o primeiro que aparecer. 1:08 AM Pois é, um sabichão da PUC do Rio diz: ...”É um ritmo insustentável e um sinal inequívoco de que a economia brasileira está crescendo muito além do que pode hoje". Que besteira! Já não basta tentar adivinhar o que o presidente diz e vem aquele. O problema é o CONSUMO patrocinado pelo governo, o consumo estimulado por baixas taxas de juros nos negócios particulares. Quem não compra com taxa de juros real de 0,8% ao mês? É à-toa que a demanda automobilística disparou? O que limita ou deve limitar o crescimento econômico? Falta de recursos materiais ou humanos. Este é o problema? Não. Ao contrário, quando mais produz e vende, mais cresce a renda e o emprego. Cansei. 5:42 AM |
VEJA |
Veja São Paulo |
Veja Rio |
Expediente |
Fale conosco |
Anuncie |
Newsletter |
![]() |
|