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Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Domingo, Maio 11, 2008

"A inflação está mais disseminada"
Por Pedro Soares, na Folha:
A inflação está mais "disseminada", o que "sugere" uma alta mais intensa dos juros. A avaliação é de Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas). O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), nos 12 meses encerrados em abril, cravou 5,04%, acima do centro da meta de inflação do governo para 2008 (4,5%, com dois pontos para cima ou para baixo). "A inflação saiu da condição de estar concentrada em alimentos, mas não passou, de uma tacada só, à condição de generalizada." Atingiu, segundo ele, preços industriais e de serviços.
FOLHA - A alta dos alimentos no atacado já chegou totalmente ao varejo?
SALOMÃO QUADROS -
Não. Algumas coisas vão aparecer mais. É o caso do arroz, que ainda tem um repasse que não é desprezível. São aumentos que podem chegar a 50% no atacado. Existem outros itens que ainda estão no ciclo de repasses. Eu cito laticínios, carnes e a cadeia do trigo, cujo repasse não está completo, exceto talvez o do pão francês.
FOLHA - Mas as commodities agrícolas no exterior já não mostram desaceleração, o que pode ser um alívio nos próximos meses?
QUADROS -
Apesar da queda do trigo, a demanda está crescendo, e os estoques não estão no ponto [certo]. A soja não está caindo. O milho também não. O quadro não é de estabilidade nem de desaceleração.
FOLHA - Existem outros focos de pressão?
QUADROS -
Não é só alimentos. Na indústria, existe uma onda de aumentos, como minérios, fertilizantes, automóveis, siderurgia e outros metais. Esses aumentos são mais de insumos, por isso, a chegada é mais demorada e suavizada no varejo. Ficam mais diluídos. Na alta de alimentos, o repasse é direto. No varejo, há também uma pressão de serviços, que não é descontrolada, mas existem alguns elementos [de alta]. O resultado do IGP-DI de abril diversificou um pouco mais a inflação. A [alta] mais persistente é a de alimentos, mas existem outras. A inflação saiu da condição de estar concentrada em alimentos, mas não passou, de uma tacada só, à condição de generalizada. Ela está mais disseminada agora.
Assinante lê mais aqui
Por Reinaldo Azevedo | 05:51

Comentários:

Anonymous Anônimo
Hermanotéu, vééééi!!

Fertilizante subiu nos ultimos 6 meses 100%!

Sete anos de vacas magras, vééééi!

...''quase'' metade é imposto, dinheiro pro bolso do Pharó Mulla!

WU
8:48 AM  

Anonymous Anônimo
O que eu acho interessante é que no desgoverno Mulla a inflação não tem perigo de voltar por que é um problema mundial.
Dá preguiça, não dá não?
10:08 AM  

Anonymous Anônimo
A cesta de componentes que medem a inflacao sao os mesmos ha decadas. Essa inflacao apontada pelo governo e falsa. Existe uma inflacao real galopando, que vem solapando o folego da classe media. A mentira sobre a inflacao no Brasil e coisa de estado. E para monitor o que eles acaham que devem informar. Nao existe no Brasil prestacao de contas do governo. Vivemos a mentira diaria.
6:56 PM  

Anonymous Anônimo
Quero ver em quem elle irá por a culpa.
12:54 AM  

Anonymous Anônimo
Debaixo de um governo populista, quem se admira do retorno da inflação? Inflação e populismo são irmãos siameses.
O que é de admirar é que, com carga tributária tão alta, 40% do PIB, a dita inflação não tenha despertado, já uns 3 anos atrás.
É bem possível que a culpa da inflação esteja no alto consumo dos cartões corporativos, nas doações sociais e sindicais do governo e no custeio da máquina legislativa, judiciária e executiva.
Viva, então, a inflação! Ela ajusta a economia à realidade.
5:31 AM  

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