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Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Terça-feira, Maio 13, 2008

Como sustentar a farsa racialista com a ajuda do Ipea 1 – As informações
Caros, os textos são um tanto longos. Mas é preciso ler para entender o tamanho da farsa. Primeiro, vejam o que está na Folha On Line. Volto depois.

Por Lorenna Rodrigues:
A população negra deverá ser maior do que a branca no Brasil ainda neste ano, segundo projeção feitas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). De acordo com a entidade, porém, a renda da população negra só será igual à da branca em 32 anos. Atualmente, negros ganham, em média, 53% da renda do branco.
De acordo com a pesquisa, feita com base nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil terá a maioria de sua população negra, ou seja, mais da metade dos brasileiros, em 2010. A pesquisa considera negros os brasileiros que se declaram pretos (termo utilizado pelo IBGE) e pardos.
O coordenador da pesquisa, Mário Theodoro, diretor de cooperação e desenvolvimento do Ipea, afirma que isso se deve à maior taxa de fecundidade entre as mulheres negras e pardas. A tendência, porém, é que após 2010, haja uma estabilização da população de negros, em torno de 50% da população.
Em 1976, ano da primeira Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), a população brasileira tinha 40,1% de negros e 57,2% de brancos. Em 2006, havia 49,5% de negros e 49,7%.

Renda
No quesito renda, porém, segundo Theodoro, a igualdade só será possível se, além das políticas de universalização, como o programa Bolsa Família, o governo investir em ações que facilitem o acesso dos negros ao mercado de trabalho e diminua a desigualdade de renda em relação aos brancos.
Ele cita como exemplo as cotas para negros na universidade, combatidas por parte dos intelectuais, alguns deles negros. "A cota na educação tem um ponto positivo porque é a educação que dá aceso às melhorias sociais. A questão é importante e complementar às políticas universais", afirmou.
Para Theodoro, a melhoria de renda dos negros, a partir de agora, dependerá de outras questões além da ajuda do governo. "Os programas de transferência de renda já estão em seu limite porque já atingem, atualmente, quase toda a população pobre que pode ser beneficiada", afirmou.

Mercado
De acordo com pesquisa do Ipea, a taxa de desemprego entre os negros é de 9,3%, enquanto que a dos brancos é de 7,5%. A pesquisa cita, ainda, que nos setores com menor remuneração a maioria dos trabalhadores é negra, caso da agricultura (60,3%), construção civil (57,9%) e serviços domésticos (59,1%).

Voltei
Leram atentamente o que vai acima? Certo. Agora vejam isto, que está na Agência Brasil. No post seguinte, comento:

No dia em que o Brasil comemora 120 anos da abolição da escravatura, a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentam o Mapa da Distribuição Espacial da População Negra. Segundo o estudo, nas regiões Norte e Nordeste, em praticamente todos os trechos - com exceção das áreas de reservas indígenas - as autodeclarações apontam para mais de 75% de negros.
Pelo mapa, é possível perceber que a população negra no Sudeste e Sul do País fica abaixo dos 40% - com destaque para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde ela fica abaixo dos 25%. Já em grandes trechos do Amazonas, do Pará, do Amapá e em pontos diversos da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins o mapa aponta que os negros são mais de 85% da população.
O objetivo da pesquisa é orientar os gestores públicos, na hora da formulação de políticas voltadas para a igualdade racial, a observarem em que parte de seu Estado ou região está concentrada a população negra. O mapa foi montado com base no Censo de 2000, no qual a definição de cor é auto-declaratória.
Já em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e sul de Minas Gerais, as autodeclarações indicam que a população negra fica entre 40% e 75% do total. A pesquisa completa deverá será lançada na tarde desta terça no Palácio do Planalto.
Por Reinaldo Azevedo | 21:07

Comentários:

Anonymous becky
O IPEA que era um órgão idependente, se tornou mais um a serviço do governo!
Esta pesquisa e a metodologia escolhida foi exatamente para reforçar o que este governo vem fazendo, dividindo o país em etnias, regiões, etc...
Uma pesquisa capenga a serviço das ideologias retrógradas deste governo!
Comparar a média dos salários por cor sem considerar as funções é, no mínimo, estranho.
Isto sim é discriminação!

Reinaldo, deu no Jornal Nacional, que entregaram hoje ao ministro Gilmar Mendes um abaixo-assinado a favor das cotas.
E a CARTA DOS 113 CIDADÃOS ANTI-RACISTAS CONTRA O RACISMO com as nossas assinaturas foi entregue?
9:43 PM  

Anonymous Fernando McCarthy
Quer dizer que na Região Norte a dita população "negra" passa dos 85%? O que está acontecendo aí é o grande genocídio estatístico da população índia e cabocla da Amazonia. É só andar em Manaus e Belém pra constatar isso.

E qual o interesse em dizer que a maioria da população brasileira vai ser "negra"?
9:47 PM  

Blogger Angelo Losguardi
Mentira da grossa. É o IPEA sendo usado pra fins políticos. Até parece - do jeito que estão falando - que vivemos numa África do Sul, o que é falso. Somos um país mestiço e a maioria dos mestiços é descendente indígena.

Essa gente tortura os fatos mesmo pra que confessem o que querem ouvir.
9:51 PM  

Anonymous Fernando McCarthy
Se for pra falar em número da população "branca", por que não dizer que o Brasil tem um das maiores populações eurodescendentes (haha) do mundo, só ficando atrás dos EUA, Rússia e Alemanha?
9:52 PM  

Anonymous Jeffrj
Que longo nada, é curtinho.
10:07 PM  

Anonymous Anônimo
Vamos colocar cotas então para tudo, no futebol por exemplo. Aqui no RS, menos de 25% são negros , eu diria até que menos que 20% da população. Grêmio e Inter só poderão ter 25% dos jogadores negros pois esta é a nossa cota irretorquivelmente justa. Sabem o que vai acontecer? Estes dois times nunca mais conseguirão títulos significativos pois a maior parte dos bons jogadores são negros, isto por uma simples questão genética pois os negros são melhores, atleticamente falando. Em aspectos cognitivo-culturais, a origem dos negros não traz vantagens para eles pois basta observar que na África , abaixo da linha do equador nunca foi criado nenhum sistema de escrita significativo, a qual foi a base de qualquer civilização nos últimos 5.000 anos. Por que será? Culpa dos europeus? Culpa dos políticos ocidentais? Culpa de Bush? Pensem nisto antes de proporem políticas obtusas.O politicamente correto as vezes fica muito próximo da burrice, podendo ser confundido com ela e tendo todas suas nefastas conseqüências .
10:26 PM  

Anonymous Anônimo
Rei,

Gostaria de recuperar um texto seu:

"A discriminação contra os brancos, Gilberto Freyre e essa tal “mamma” África


“Mais bem alimentados, repetimos, eram, na sociedade escravocrata os extremos: os brancos das casas-grandes e os negros das senzalas. Natural que dos escravos descendam elementos dos mais fortes e sadios de nossa população. Os atletas, os capoeiristas, os cabras, os marujos. E que, da população média, livre, mas miserável, provenham muitos dos piores elementos; dos mais débeis e incapazes. É que sobre eles principalmente é que têm agido, aproveitando-se de sua fraqueza de gente mal-alimentada, a anemia palúdica, o beribéri, as verminoses, a sífilis e a bouba”

Acima, vai um trecho de Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre. Na edição que tenho, da José Olympio, está na página 34. Trata-se do livro mais importante da sociologia brasileira, solenemente ignorado por brancos, negros, marxistas e ignorantes — às vezes, aos menos três dessas coisas estão juntas. Como se vê, sob o aspecto da alimentação, por exemplo, o branco livre e pobre já pode se organizar para cobrar uma reparação do estado brasileiro, já que agora demos pra fazer Justiça retroativa.

Embora Freyre seja o pensador da formação do Brasil mais afinado com a história e com a documentação, foi banido da universidade, com raras exceções. Os negros o ignoram. Fiz um programa Roda Viva um vez com um professor que escrevera um livro apontando um terrível racismo no Brasil. Não tinha lido Gilberto Freyre. Não é queconhecesse a obra e tivesse decidido que ela era ruim: ele simplesmente a ignorava.

Li Casa Grande & Senzala quando tinha 20 anos. Foi um dos livros que ajudaram a me curar da esquerdopatia, de que fui acometido aos 14. Por razões que não vêm ao caso, fiquei sabendo o que era ditadura e que o Brasil era uma. E aquilo me pareceu, e era, uma porcaria. E a esquerda combatia aquele negócio. E aí eu caí na conversa. É uma síntese breve de uma trajetória um tanto longa. O melhor remédio contra a esquerda ainda é a alfabetização. Vejam este outro trecho, nas páginas 52 e 53:

“Uma circunstância significativa resta-nos destacar na formação brasileira: a de não se ter processado no puro sentido da europeização. Em vez de dura e seca, rangendo no esforço de adaptar-se a condições inteiramente estranhas, a cultura européia se pôs em contato com a língua indígena, amaciada pelo óleo da mediação africana. O próprio sistema jesuítico — talvez a mais eficiente força de europeização técnica e de cultura moral e intelectual a agir sobre as populações indígenas; o próprio sistema indígena, no que logrou maior êxito no Brasil dos primeiros séculos foi na parte mística, devocional e festiva do culto católico. Na cristianização dos caboclos pela música, pelo canto, pela liturgia, pelas profissões, festas, danças religiosas, mistérios, comédias; pela distribuição de verônicas com agnus-dei, que os caboclos penduravam no pescoço, de cordões, de fitas e rosários; pela adoração de relíquias do Santo Lenho e de cabeças das Onze Mil Virgens. Elementos, muitos desses, embora a serviço da obra de europeização e de cristizanização, impregnados de influência animística ou fetichista vinda talvez da África”.

Na seqüência, Gilberto Freyre demonstra que o próprio Santo Inácio de Loyola, o criador da Companhia de Jesus, pode ter-se inspirado na mística muçulmana para criar os Exercícios Espirituais. O Brasil foi feito pela miscigenação, e a tentativa de separar o país em “raças” contraria a história da nossa formação. Trata-se, em suma, de uma manifestação de racismo. Além de ser, também, expressão ou de ignorância ou de oportunismo. Ou das duas coisas.

Aquela palavra de ordem dos esquerdopatas da UnB — “Brasil, África, América Central/ a luta do negro é internacional” — é uma bobagem que só faz sentido no Brasil. A luta no negro é “internacional” em Angola ou Moçambique, onde negros são ditadores de negros? É internacional no Sudão, onde negros islâmicos massacram negros cristãos? É “internacional” para tutsis e hutus, que se matam, se esfolam e se mutilam aos milhares, chegando a milhão? Calma lá: hoje em dia, os maiores algozes dos negros têm pele negra. Um amigo foi fazer uma reportagem em Angola. Quase morre na mão dos comunistas que estão no poder. O país consegue ser uma dos mais ricos e mais corruptos do continente. Corrupção centralizada pelos comunas. O Brasil se formou de outro jeito. A escravidão ainda não tinha sido oficialmente extinta, e nosso maior escritor já era um mulato. Ou entendemos os nossos paradoxos, ou vamos começar a brincar de nos meter fogo uns aos outros em nome da “verdade” — a verdade de uma causa importada pela militância.

Os nossos “mestiços” são “mestiços”, não são negros coisa nenhuma. E eles são 41% da população. Negros são 6%. E 52% são brancos. Essa é a realidade do Brasil. E os pais dos mestiços os quiseram mestiços. Não fosse para se misturar, teriam escolhido alguém com a cor de sua pele para fazer filhos. Porque em nossa história há aqueles elementos de que fala Gilberto Freyre acima. A militância pela “discriminação positiva” passou a ser um meio de vida, uma profissão, que só prospera porque não se cumpre o estado de direito à risca. Ou todos são iguais perante a lei, ou se está fraudando o regime democrático. A aplicação de cotas raciais só existe porque o mundo jurídico brasileiro se acovardou, com medo da militância estridente.

Para encerrar, observo que sempre que vejo um negro cantando rap ou funk de protesto, sob o pretexto de ser um ato de resistência, que viria lá da mamma África, escarneço entre a ironia e a melancolia. O que essas manifestações têm a ver com o continente africano ou mesmo com a cultura que os negros produziram no Brasil? É só o lixo da indústria subcultural americana, a pior parte do seu tão detestado (por eles, não por mim) capitalismo. De africano, nem o tênis e o jeans cinco números maior, com os fundilhos nos joelhos e a cueca de fora — a própria visão do inferno.

PARA LER
A propósito, no Estadão deste domingo, o historiador Manolo Florentino concede uma entrevista a Felipe Werneck. Reproduzo a seguir um trecho da abertura. Uau! Ainda há quem pense na academia brasileira. É raro. Mas há. Seguem trecho e link:
O discurso da ministra Matilde Ribeiro - que disse considerar natural o racismo de negros contra brancos no Brasil - é “racista” e “coerente” com o trabalho desenvolvido por ela à frente da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, diz o doutor em História e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Manolo Florentino. “Se buscarmos os documentos que eles produzem e trocarmos a palavra negro por branco, a impressão é a de que é Goebbels falando. É um troço assim impressionante. A fala tem absoluta coerência, não tem nenhuma novidade”, afirmou Florentino, referindo-se ao ministro da Propaganda de Hitler, Joseph Goebbels. E qual será o resultado da declaração? “Nenhum. Em um governo pautado fundamentalmente por movimentos sociais, alguém vai ter a coragem de demitir essa senhora?” Para ele, a secretaria promove o contrário do que anuncia, ao estimular a criação de um conjunto de etnias no País. Florentino reconhece que há racismo no Brasil, mas afirma que o conflito é social. Qual é a saída? “Pura e simplesmente tornar esse país um pouco menos pobre.” Ele conversou com o Estado na quinta-feira, em uma sala do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ.
Assinante lê mais aqui

http://www.estado.com.br/editorias/2007/04/01/pol-1.93.11.20070401.13.1.xml

http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007/04/discriminao-contra-os-brancos-gilberto.html
10:57 PM  

Blogger Altamir Pinheiro
GOSTO MUITO DO SEU BLOG[SITE], SOU UM ESCRAVO ALFORRIADO POR TER OBRIGAÇÃO DE TODOS OS DIAS ACESSAR ESSE JORNAL ELETRÔNICO DE COMENTÁRIOS POLÍTICOS QUE É O MELHOR DO BRASIL. VOU COLOCÁ-LO NO MEU LINK. APROVEITA E VISITA O MEU. www.pinheirochumbogrosso.blogspot.com

Altamir Pinheiro - Garanhuns - PE.
11:12 PM  

Anonymous bjordan
me impreciona o n° de pretos no N e Ne ,

onde tem é muito indio , cabeça chata é coisa de indio , não de preto , no N deve ter é muito preto de cabelo liso e de olho puxado.


não lembro a proporção mas a daiane dos santos é mais branca e india que preta, que raio de media é essa
12:20 AM  

Blogger André Augusto
Que ridículo.. Sou sim a favor que o governo federal atue para diminuir as desigualdades econômicas regionais do Brasil, investindo e incentivando o desenvolvimento mais nas regiões pobres que apresentem potencial de crescimento. Mas fazer isso com critérios raciais é racismo. No Paraná tem um bolsão de pobreza onde creio eu a maioria da população seja "branca". Essa gente não é menos merecedora de assistencia estatal do que os igualmente pobres de outros lugares com maioria "negra".
1:32 AM  

Anonymous Anônimo
ja criaram uma nova profissao:Negro.
E nos estados onde adoram amarrar uma rede na arvore, e onde o instrumento musical mais difundido costuma ter uma corda,o pessoal ja ta bombando na fila da negritude.
O PT esta ensinando aos miseraveis e ignorantes, que eles tem mais eh que ter orgulho de serem assim. E que por serem assim, obterao vantagens compensatorias, DESDE EH CLARO, QUE PERMANECAM SEMPRE IDIOTAS PARA SE SATISFAZER COM TAO POUCO, E , PORTANTO, VOTAR SEMPRE NESSE LIXO CHAMADO PT.

MTS
4:50 AM  

Anonymous talon d'achille
Só duas coisas:

1. Porque o IPEA não pesquisa o desemprego do diplomado. Este dado não existe no Brasil? Na França, eu sei, gira em torno de 30%? O Brasil é o único país que não sabe isso. Qual o real objetivo das políticas de cotas: formar intelectuais 'orgânicos' ou desempregados de luxo?

2. Por definição, eurodescendente e afrodescendente são a mesma coisa.

3. Lembrete: estamos inaugurando a era do surrealismo estatístico.
8:29 AM  

Anonymous Anônimo
com todo o respeito,dizer que no brasil,50/ da população é de negros chega a ser ridículo.ele (ipea)caracteriza mestiços como negros;qual o motivo de quem tem pai branco e mãe negra ser considerado negro e não branco?é para satisfazer os racialistas e as ongs apaniguadas e aquinhoadas.quem tem pai negro e mãe branca é tanto branco como negro,é mestiço,considerá-lo negro é uma distorção do sentido comum das palavras,algo que a esquerda inculta gosta muito de fazer,para criar "currais" de aliados e subordinados.o conceito de raça não existe geneticamente como esta turma quer fazer crer.mas não adianta explicar,não servindo aos interesses ideológicis deles,a ciência esta errada.o que temos hoje como principal característica da esquerda e dos "politicamente corretos" é a negação do conhecimento humano,do estudo e do mérito.se a ciência ´,no caso os estudos geneticos,demonstraram que as diferenças quanto a coloração de pele não caracterizam "raças" diferentes,para eles não interessa.pergunto:essa não era a base da ideologia nazista?ué ,não se pode falar isto,os delicados corações dos "politicamente corretos"ao defenderem as cotas praticam DISCRIMINAÇÃO E RACISMO.O SR. EMIR SADER,CUJO FATO DE SER PROFESSOR TITULAR DÁ BEM A IDÉIA DO NÍVEL RASTEIRO DA UNIVERSIDADE BRASILEIRA NA ÁREA DE HUMANAS,POR MUITO MENOS,E SEM RAZÃO ALGUMA JÁ CHAMOU O SR. JORGE BORHAUSEN DE NAZISTA,ALUDINDO ATÉ AO FATO DE ELE SER DESCENDENTE DE ALEMÃES.SE ISTO NÃO É RACISMO,O SR. SADER NÃO É UMA BESTA.
9:48 AM  

Anonymous Anônimo
É por isso que eu NÃO me ufano de ser aluno de Economia da Unicamp, onde uma das suas "estrelas" é exatamente o Sr. Márcio Pochmann, presidente do IPEA.

E pensar que querem remodelar o curso, retirando matérias de Microeconomia para colocar mais sobre... Macroeconomia pe(s)tista e Economia Política (oh, não!).
10:43 AM  

Anonymous Lincoln Meireles
Engraçado! Com tanto negro assim no Brasil, como o mercado consegue arrumar tanto branco para trabalhar ? Parte desses empregos ainda é ocupado pelas mulheres.
Ou existe muito pouca gente empregada no Brasil--seriam, então os brancos a ocupar esta poucas vagas--ou os negros são maioria e teriam que suprir as exigência do mercado ou os negros não são maioria no Brasil.
Do contrário não vivemos em um país industrializado e em desenvolvimento.
Talvez seja o que chamam "emprego fantasma".
11:18 AM  

Anonymous Anônimo
Lorenna Rodrigues é figurinha conhecida já do Movimento Negro, é uma péssima jornalista, não sei nem o que está fazendo no caderno de Economia. Esse povo do IPEA só quer acabar com a alegria do povo trabalhador para promover esquerdistas que vivem de baderna e vagabundagem. Com o crescimehto da Economia, reduzem-se a taxa de juros e aumenta-se o número de empregos. O pobre trabalhador consegue empréstimos mais rápido e com menos burocracia.

Mas voce acha que eles querem isso ? Lógico que não, muito mais fácil manter um povo burro do que deixar que os melhores se sobressaiam.

Sinceramente, eu tenho nojo desse poveco esquerdista da Folha e do IPEA.
2:08 PM  

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