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| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Sexta-feira, Maio 16, 2008 |
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BC já admite inflação de 5% neste ano
Por Juliana Rocha e Valdo Cruz, na Folha: Embora garanta publicamente que o Banco Central mira o centro da meta de inflação (4,5%), o presidente do BC, Henrique Meirelles, admite em conversas reservadas que o banco está disposto a acomodar o aumento internacional dos preços das commodities, fora de seu controle, o que deve levar a uma taxa acima de 4,5% no final do ano. A elevação dos juros, segundo Meirelles comentou com economistas e auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem como objetivo impedir os efeitos secundários desses reajustes globais, ou seja, que eles se espalhem para outros setores da economia. Ficou claro para os interlocutores de Meirelles que o BC aceitará uma inflação um pouco acima do centro da meta porque o processo de alta dos preços é um fenômeno mundial. A expectativa é que a taxa feche o ano na casa dos 5%, talvez um pouco acima. Isso deve significar uma flexibilização da linha adotada pelo BC nos últimos anos, que sempre atuou para que a inflação ficasse no centro da meta, de 4,5% desde 2005. Tanto que em 2006 e 2007 ela ficou abaixo dela: 3,14% e 4,46%. A diferença é que neste ano o país enfrenta choques internacionais, o que não ocorreu nos anos anteriores. A avaliação do governo é que uma inflação de 5% é aceitável. O risco, segundo a equipe de Lula, é que a inflação possa estourar o limite da meta, de 6,5% -há uma tolerância de dois pontos percentuais para cima e para baixo. O ajuste fiscal mais apertado tem exatamente esse objetivo, o que convenceu Lula da necessidade de fazer um superávit primário (economia para pagamento de juros da dívida pública) maior para ajudar o BC no combate à inflação. Assinante lê mais aqui |
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Por Reinaldo Azevedo | 05:51
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Comentários: Não acho que deva mudar o rumo não.Isso é um perigo.Inflação é como barriga de grávida,se você for displicente,uma inflaçãozinha logo fica uma inflaçãozona. 9:55 AM RONALDO COMO SE VE PREZADO MEIRELLES, A SUA POLITICA MONETÁRIA, DE AUMENTAR JUROS NO PAÍS QUE PAGA AS MAIORES TAXAS DE JUROS REAIS DO PLANETA TERRA, NÃO FAZ QUALQUER EFEITO NOS PREÇOS DO MINERIO DE FERRO, NOS PREÇOS DO TRIGO ETC.... SOLUÇÃO SERIA VOCE PEDIR O CHAPÉU JÁ QUE A POLITICA FISCAL DO SEU GOVERNO É AQUELA DE SUGAR O QUANTO MAIS POSSIVEL DA SOCIEDADE PARA FAZER A GASTANÇA COM A PETRALHADA ATRAVÉS DAS VARIAS BOLSAS, ONGS, E NATURALMENTE MANTER A MIDIA TODA NO BOLSO E O ZÉ POVINHO, AQUELE DEITADO EM BERÇO ESPLENDIDO, SÓ NA CACHAÇA.... TUDO ISSO POR CONTA DOS IDIOTAS QUE PAGAM IMPOSTOS...... 9:57 AM Quem viver verá : logo logo o Lulla vai trocar o Mantega pelo Delfin Neto , sabem para quê? Para "expurgar" a inflação , e dizer que os preços estão sob controle , mantendo assim intacta a popularidade do presimente. 11:44 AM Vai ser maior. A dos últimos 30 dias já bateu em 1,5%. Até o final do ano, teremos mais aumentos. Essa meta já foi para o espaço. 2:56 PM Reinaldo 5% Aço - 27% Gás industrial - 30% Tintas - 24% Parafusos - 30% Formicas e laminados - 28% Estes aumentos somente nos ultimos 30 dias. 2:33 PM |
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