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| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Segunda-feira, Abril 21, 2008 |
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Isabella, o Fantástico e uma imprensa sob ataque
Assisti, como, quero crer, quase todo mundo, à entrevista de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá no Fantástico de ontem. Eles são formalmente acusados pela Polícia pela morte da menina Isabella Nardoni. A minha impressão? A imprensa brasileira está se deixando acuar pelo “inimigo” — ou, melhor ainda, “pelos inimigos”, que não são um só. O Fantástico deve ter conseguido o que o novo ombudsman da Folha, Carlos Eduardo Lins da Silva, considera o ideal (escrevi ontem sobre sua entrevista): embora o programa deva ter dado um Ibope brutal, pode estar sendo, hoje, atacado por “todos os lados”. Atacam-no aqueles que acreditam que “a mídia” — sempre ela!!! — faz julgamento sumário; atacam-no os que acreditam que o repórter Walmir Salaro foi, para dizer pouco, camarada com os entrevistados, contrariando o clamor público. Contrariar tal clamor, em princípio, parece bom e corajoso. Mas que não se confunda isso com uma categoria moral absoluta. Antes que entre no mérito da entrevista propriamente, quero voltar à questão da imprensa acuada. O que está na origem desse processo é uma decisão política. Não sei se notaram, o casal pronunciou a palavra “mídia”, certamente, mais de uma dezena de vezes. Isso é instrução de advogados, que têm todo o direito de fazê-lo, digo desde logo. Mas um profissional da área não põe na boca de seus clientes termos que não sejam influentes. E atacar “a mídia” como responsável por aquilo que noticia e/ou denuncia tornou-se um “botão quente”, um instrumento da defesa. Pouco importam evidências, mérito, contradições, absurdos até, o negócio é acusar “a mídia”. Um grupo de subjornalistas também passou a fazê-lo, como se mídia fosse sempre “o outro”. Alexandre e Anna Carolina pareciam, ontem, Tarso Genro ou Dilma Rousseff. Dossiê? Tudo coisa da mídia... A grande imprensa, não raro, está começando a fazer o seu trabalho — e isto é gravíssimo — tendo de demonstrar, de saída, que ela própria não é culpada; que não é a responsável por aquilo que noticia; que não está empenhada em demonizar ninguém; que está apenas cumprindo o seu papel. Até aí, podemos dizer todos, louvem-se-lhe os cuidados. Mas uma coisa é proceder assim como norte ético; outra, diferente, é fazê-lo porque os principais interessados num jornalismo acuado passaram a ter voz ativa no debate público. Há uma corrente de opinião — ou melhor: de pressão — que quer transformar “a mídia” na principal suspeita do país. Noto isso, hoje, de forma clara no jornalismo político. E os temores saltaram também para a cobertura de um caso de polícia. E agora comento a entrevista do Fantástico. Outro lado Depois da entrevista de ontem, ninguém poderá dizer que o casal não teve direito ao “outro lado” ou a uma defesa pública, feita para a mídia. Por longos minutos, uns 25 ou 30, sei lá — o que, na TV, é uma enormidade —, os dois falaram o que bem entenderam. Salaro ensaiou uma pergunta ou outra mais dura — referiu-se, por exemplo, de forma genérica, aos laudos —, mas nada que pudesse trazer alguma dificuldade aos dois. Estavam ali, certamente com a anuência dos advogados, para se defender. Qual era a expectativa, quero crer, dos espectadores? Acho que não era diferente da minha: - Como se explica o sangue no carro? Alguém plantou a prova? - Como se explicam os fios de cabelo com o bulbo? - Como se explica o sangue na fralda? - 12 minutos separam a chegada do carro do telefonema ao resgate. O senhor subiu, deixou a menina, desceu, subiu, constatou e tragédia. Tempo hábil para que se processasse o crime, incluindo o corte da rede de proteção? - Como se explicam os resquícios de tecido da rede em sua camiseta? - E a marca da sola do seu chinelo no lençol? - Os senhores acham que essas evidências técnicas são todas forjadas pela Polícia? “Ah, Reinaldo, mas aí seria um massacre. O casal estava lá para dar a sua versão dos fatos”. Pois é. Então chegamos ao ponto que me leva ao problema. Observem: não acho que o Fantástico fez mal em ter levado ao ar a entrevista, não. Pergunto: que veículo teria recusado a possibilidade? Nenhum! Mas também acredito que isso foi detidamente negociado com os advogados de defesa — ou eles seriam irresponsáveis de expor seus clientes a um tipo de evento dessa natureza? O casal parece ter exigido uma cópia CD da entrevista. Ela foi previamente vista e liberada pelos advogados? Numa entrevista, o normal é que o entrevistado seja apresentado às suas contradições ou às dos fatos de que é protagonista. Não se viu isso ali. O clima do encontro parecia mais ou menos este: “Vocês foram esmagados pela opinião pública até agora. O que vocês têm a dizer? Nenhuma contradição ou estranheza lhes será apresentada”. E não foram mesmo. Na conversa, mais de uma vez, a mulher emprestou objetos diretos, objetos indiretos e complementos nominais ao marido. Termos como “princesinha”, para se referir à menina, e expressões como “a gente é unido” foram repetidos exaustivamente. Menos do que a alegação de inocência — que ocupou tempo ínfimo na intervenção de ambos —, eles estavam empenhados em tentar melhorar a sua imagem pública, mostrando compor uma família bem próxima da exemplar. Observo, antes que avance, que o caso da Escola Base — um trauma das coberturas policiais — estava, de fato, recheado de absurdos: as maiores (e falsas) evidências contra os acusados vinham dos testemunhos de crianças, cheios de fantasias, como é o habitual. Neste caso de agora, ignorar ou laudos técnicos, sob o pretexto de não se promover uma condenação sumária, me parece próprio de uma mídia que está um tanto ressabiada. Não pela Escola Base, não! Essa é apenas a justificativa verossímil. O jornalismo, de maneira geral — não se trata de analisar Salaro no Fantástico —, parece um tanto na defensiva. E, ATENÇÃO, NÃO TEM MOTIVO PRA ISSO! E aqui salto desse drama hediondo para a política de novo. Na entrevista concedida à Folha neste domingo, observa Carlos Eduardo Lins da Silva, seu ombudsman: “Acho que os jornais brasileiros perderam o poder de influenciar. O maior exemplo foi a eleição presidencial de 2006. Era claro que a maioria dos jornais preferia que Lula não tivesse vencido. No entanto, Lula teve dois terços dos votos. Da mesma forma, no momento do mensalão, a maioria dos jornais de qualidade no Brasil preferia que o desfecho fosse outro.” Trata-se de uma fala de impressionante ambigüidade. Digamos que os jornais realmente não quisessem a reeleição de Lula, coisa de que não estou certo, mas vá lá. Havia motivos para tanto? Ou ainda: havia motivos para que quisessem outro desfecho no caso do mensalão? É preciso que fique claro nessa fala que eles não tinham “um candidato” — porque não tinham. O que se viu, nas matérias críticas ao mensalão e ao dossiê fajuto, foi a reprovação de um método. A imprensa, em suma, não perdeu a eleição — porque ela não a disputava. Quem quer nos fazer crer nessa bobagem são os petistas. Porque, assim, podem acusar os suspeitos de sempre. E os suspeitos de sempre são um só: o jornalismo — ou “a mídia”, como diriam Alexandre Nardoni, Anna Carolina, Tarso Genro, Dilma Rousseff e praticamente todos os petistas. O PT construiu a campanha à reeleição de Lula afirmando que o candidato “da mídia” era o outro — quando ela, em peso, apoiava e apóia, por exemplo, a política econômica do governo, que foi a sua grande fortaleza eleitoral. Não duvidem: a avaliação do ombudsman será usada pelos petistas para responder a denúncias velhas e novas. E não haverá oportunismo nisso. Ela se presta perfeitamente a essa interpretação. O crime Volto à questão do crime e dos possíveis efeitos do evento de ontem. Por iniciativa do próprio jornalismo — em especial o da Globo, que tem sido correto, sensato, cuidadoso —, a população está bastante bem-informada sobre detalhes do caso e dos laudos técnicos. Ignorar as contradições e abrir o microfone para que falem o que deu na telha dos advogados são procedimentos que ajudam o casal? No que respeita à opinião pública, acho que eles terminaram a entrevista pior do que entraram. Digamos que o andamento todo tenha sido negociado com a defesa e que tenha sido essa a condição para que eles falassem. Duvido que algum veículo recusasse o acordo, se é que houve um. De fato, não creio que isso mude coisa nenhuma. Fernando Sabino, já observei aqui, escreveu Zélia, Uma Paixão, relatando as memórias da ex-ministra da Economia de Collor, Zélia Cardoso de Mello. Ela falou o que bem entendeu. E ele escreveu. Zero de juízo crítico. Muita gente estrilou. Eu elogiei — sou a única pessoa, entre todos os meus amigos, que tem o livro. É que Zélia por Zélia mostrou-se uma coisa devastadora para... Zélia! O retrato que se faz ali do governo Collor é o de um bando de amadores, arrivistas e prepotentes. Sem contar, claro, a ética da tigrada. Deixar falar à vontade é um recurso e tanto do jornalismo. Mas o que vai nos dois parágrafos acima não muda a minha convicção de que é preciso reagir à patrulha, seja cobrindo um assassinato, seja cobrindo uma falcatrua em Brasília. A isenção ou a abertura para todos os lados de uma questão não fazem das evidências, da lógica e, a depender do caso, das provas mera expressão de um dos lados do conflito. Se a imprensa um dia mergulhar nesse relativismo, perde a razão de existir. Sem o jornalismo, as pessoas já dizem o que bem entendem, já põem as versões para circular livremente na praça. A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie. |
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Por Reinaldo Azevedo | 04:59
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Comentários: Texto muito lúcido. 6:51 AM Putz... análise perfeita! Assisti a entrevista e notei um "arranjo" nela. Claro que a TV Globo fez um furo de reportagem, mas não mexeu com meus sentimentos, mesmo com as lamúrias dos "pais" da Isabela. Pareceram a "turma do Lula" dando explicações alopradas depois de fazerem alguma asneira. É... o Lula está fazendo escola! 7:32 AM Caro Reinaldo, a única observação que faço, diz respeito aos familiares: avós, tios, tias, primos etc. Já li muitos comentários do tipo "vamos matar essa família de demônios". Creio que um mínimo de respeito a dor dos avós, que perderam sua neta, se faz necessário. No mais, parabéns pela análise clara e objetiva, que me fez rever algumas de minhas posições em relação a mais este triste fato. 7:39 AM Reinaldo. Dois assuntos, um de sugurança nacional, que é o caso da Raposa Serra do Sol, e o caso de delinquencia governamental, que é o caso do dossiê, foram desviados pelo caso Izabela. 7:55 AM Heitor Bonfim Eu ainda acredito que tem dedo de petista nesta história. Vão lá, chafurdem que vão encontrar o dedo indelével, pois eles deixam rastro. Se eles têm a capacidade de inventarem poços de petróleo para salvarem o Lula, terão a capacidade de sacrificar uma garotinha para desviarem a atenção do Grande Chefe Popular, Lula-sentado. O advogado de OJ Simpson faria picadinho destas evidências do caso Isabella. Ainda mais contando com atores tão competentes quanto estes Alexandres e família. 8:02 AM Heitor Bonfim Deste a escolha entre Barrabás e Jesus Cristo, o povo dá mostra de sua barbárie, não entendem nem o caso mensalão, irão entender o caso Isabella? Não entendem nem a barbárie do MST, irão entender o caso Isabella? Pior, trata-se de entender algo, ou é que o ódio coletivo a fim de linchar alguém gratuitamente. Quantas Isabelas existem, negras, pardas e deficientes, e ninguém do povão-desdentado fez vigília na frente do barraco dos assasinos? O povão foi linchar as babás torturadoras de bebês e velhinhos? Por que mesmo povão que foi lá, alguns fantasiados de Bin Laden, não vão na frente dos barracos dos traficantes assassino e aliciadores fazerem as mesmas coisas. A Barbárie não mudou desde Barrabás. 8:11 AM Marcos O noticiário sobre o casamento da neo-candidata à Presidência foi totalmente xerocado. Acesso ou dúvidas igual a zero. Os advogados deste caso (a começar, o pai) seguem a mesma direção. Talvez amanhã, com a TV Única, saberemos dos "murmúrios de aprovação" recebidos por Lula no "suposto" casamento (não fotografei - gravação não é prova). Çangui é enerente do cêro-mano. Né prova não. 8:18 AM Mayr Fortuna ôôô... Reinardo? "Pensamento de esquerda"? Você se contradiz... Quanto ao "outro lado disso", é o que eles estão usando, para desestabilizar este lado. O "lado" da Imprensa, quase toda ela, é o deles, e você sabe disso! 8:28 AM Ente outras coisas tio "decretou" o fim da imprensa...na sua arrogancia habitual generaliza a imprensa como se só a revista fosse a imprensa..errou e acertou, a materia de capa dessa semana pode ser o golpe fatal na prepotencia da revista. 8:36 AM Bem, aqui vai, também, minha análise como um simples mortal: É evidente que houve negociação advogados/acusados/globo; a globo com a Record no seu cangote ela aceitaria até injeção na testa; todos nós somos multiplicidade -aqueles que ainda "enxergam", talvez acreditem e, às vezes, a personalidade faz coisas tão animalescas que, depois, não se lembram; qualquer um que observou a entrevista, percebeu que eles só queriam vestirsse com o manto da inocência; para o casal o (os) assassino (s) da sua filha, isso já não importa. Infelizmente esse é o mundo em que vivemos uma tragédia atraz da outra. Em algum lugar está escrito: e o mortos enterrarão seus mortos. Muitos de nós já morreu e não sabe. Aí, vem os governos tiranos explícitos e incubados; os crimes bárbaros etc., etc., etc. Do jeitos que estamos, esquecemos completamente de Deus. O casal não confessa porque não sabe o que fizeram e nem sequer desconfiam, que não sabem que não sabem. 8:42 AM Heitor Bonfim Todos estão aprendendo o estilo lula de auto-defesa, Jiu-Jitsu-petralha, "Não vi nada, não sei de nada, não é comigo." Lembrem-se do caso OJ Simpson. 8:45 AM Reinaldo, todo bandido quando chega na polícia é bonzinho. No Brasil, principalmente na era lula, nem quem foi filmado e fotografado cometendo ilícitos, são presos. Virou terra de ninguém. Pelo andar da carruagem, estamos voltando ao velho faroeste, a vingança pelas próprias mãos. Isto se quisermos punir os bandidos. Nosso Código Penal é ridículo. Depois se perguntam os motivos do aumento da criminalidade. Onde vamos parar? É preciso que o povo faça justiça com as próprias mãos? J.Freire 8:48 AM Reinaldo, fico tão revoltado com tanta impunidade, que esqueci de falar do Fantástico. Que vergonha! Um reporte acuado, despreparado ou conivente com esses bandidos. Não foi uma entrevista, foi dado espaço, e que espaço, para esses monstros se defenderem. Em nenhum momento foi, como você já falou, questionado as provas. Provas deveras contudente. Todas se complementando e não deixando dúvidas quanto sua autoria e a maneira bárbara que este crime foi praticado. E o Zeca Camargo, no final, ainda diz: vocês que julguem se os dois estão sendo sincero. Já se viu condenar por se analisar se o acusado estar ou não sendo sincero? Foi uma reportagem, no mínimo, deprimente. J.Freire 9:03 AM estilingue kid Reinaldo, criticar "a mídia" como um todo é realmente um erro, mas tem o seguinte: aqueles telejornais da tarde, tipo estraga janta, são mesmo de doer. Quando ocorre algum crime de grande comoção, principalmente os que envolvem crianças ou a instituição da família, como o caso da rua Cuba, o caso de Campinas (do pai que atirou a criança no para-brisas de um veículo - e já está em liberdade), o caso Von Richthofen e agora este, eles chegam a inventar coisas ao vivo, em situação realmente condenável e sobretudo antiética. É de lascar o nível de selvageria da turma. Esclareço que aprecio a crônica policial. Quando adolescente ouvia Gil Gomes na Rádio Capital, e viajava com suas tragédias que começavam no sertão do Ceará e terminavam embaixo de um viaduto da 9 de Julho. Portanto, minha crítica não é genérica, é apenas com respeito aos selvagens da hora do jantar. Tudo tem um limite. Abraço. 9:06 AM MARCOS MATIAS ReiNaldão, Acho que há algo que passa despercebido nessa questão da imprensa mostrar ou não, o que realmente neste caso da isabella e em outros casos, chocaram a opinião pública. O fato de muitos querer "justiça" me chamou a atenção pela forma como o povo está aderindo a "justiça com as próprias mãos", é simples: É uma luta de classes...basta ver o "nível" das pessoas que queriam ou querem justiça contra os Nardoni...são pessoas da "classe média baixa pra baixo..." Isto quer dizer que na falta de combater um governo que fomenta a violência através de programas cretinos e corrupção desavergonhada, o povão quer punir aqueles que ele considera "ricos"...ou seja não admitem crimes(e o casal pelas provas da polícia cometeu) de quem eles julguem 'ricos', esta é a motivação maior de vermos pedradas, xingamentos e outras coisas, dirigidos ao pai e a irmã do suposto assassino que não participaram do crime! Isto é perigoso e mostra o nível de divisão que já chegamos com o apedeuta. Olhemos por esta "janela". Ninguém mais parece querer respeitar o Estado de Direito no Brasil. Os ataques do canalha presimenti ao Judiciário, ao Congresso...Chegamos ao limite do abismo!!! Agora é matar ou morrer, ou seja: Ou se retira esta casta do poder ou os Stédilles, os Delúbios e os Lulas é que vão prevalecer. 9:10 AM O Lins DA Silva já começa defendendo a tese do Lula, de que a comunicação se dá diretamente do governante com o Povo... SEM DÚVIDA É UM OMBUDSMAN ISENTO. PARABÉNS À FOLHA: ELA NUNCA SE ESQUECE E NUNCA APRENDE, se me permite, Reinaldo. 9:18 AM Bira No entanto, Lula teve dois terços dos votos. Uma mentira, já que os numeros finais do TSE desmentem isso. A maioria não quer Lula. 9:28 AM Muito obrigado pelos dois textos longos Reinaldo! Abraço. 9:28 AM Mais um texto de mestre. 9:28 AM Rei Não creio que a Globo, ali, tenha cedido à patrulha. Se vc reparou, o rapaz, virava e mexia, lançava olhares para o lado oposto ao do jornalista. Parecia olhar para alguém. Algo me diz que eram os advogados. A Globo aproveitou para ser a PRIMEIRA e ´, até ali, a ÚNICA, a conversar com o casal. Mostrar o casal. Daí a ter liberdade para confronta-los com provas...ah, não! Os "adevogados" não deixariam, não. Seria temerário. De quem foi a idéia da entrevista? garanto que dos advogados, a fim de reduzir o clamor público e evitar um linchamento (daqueles de verdade, mesmo). A Globo abriu espaço, sem poder perguntar detalhes do crime ou dos laudos, estava evidente. Entre isso e NADA, deve ter conseguido montes de audiência. Missão cumprida. 9:29 AM Foi deprimente e muito constrangedor para quem assistiu a entrevista ontem no Fantástico.E a que papel inominável aquele jornalista se prestou.A rede Globo sempre nos surpreende com atitudes desse tipo,a gente fica sem entender qual é a dessa empresa.E ainda tem como slogan a credibilidade.Porque mostrar o outro lado é uma coisa,mas o que vimos foi uma tentativa clara de melhorar a imagem daqueles dois,que,nem sob toda orientação,conseguem.Um nojo. 9:30 AM O petistas diriam que Isabella se suicidou e planejou tudo dias antes, jogou sangue dela mesmo no carro, saiu pingando sangue pelos corredores, enxugou com panos o machucado, gritou sozinha na sala do apartamento, pisou na cama com o chinelo do pai e se jogou. 9:30 AM Digo amis, Rei: a opinião não mudou para mim, para ti. Mas, para 50% daqueles que gritavam, as lágrimas da moça resolveram o problema. Esses não gritaram mais. Pode ser atééééé que cobrem a policia por mais investigações, no sentido da tal "terceira pessoa". 9:31 AM Meu caro senhor Ou és incapaz de analisar ou estás sendo intelectualmente desonesto. Trata-se apenas de uma guerra de audiência entre a Rede Globo e a Rede Record. abraços 9:33 AM Reinaldo BRILHANTE, como sempre! Ronin 10:00 AM Valeu ler o texto tao longo... As vezes eh preciso fazer uma analise menos superficial para nao ficar na espuma dos fatos.Vivemos uma crise de valores tao profunda no pais que ja nao sabemos mais distinguir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal... Sou do tipo que prefere ser alvo de uma injustica a cometer uma. Cabe certamente a justica julgar o crime em questao, mas eh natural que diante de provas tao pertinentes o cidadao comum demonstre perplexidade. Pelo menos existe perplexidade.Menos mal.E se muitos estao anestesiados a ponto de nao se espantar mais com a corrupcao, o mal uso da coisa publica, e todo tipo de falcatruas que nao saem das manchetes da maioria dos jornais do pais, que ao menos se espatem e rechacem um crime tao hediondo.Mostra que pelo menos nao estamos tao anestesiados assim, e que,pelo menos nesse caso, ainda sabemos discernir entre o bem e o mal. Cabe a midia mostrar os fatos, fazer o seu relato. Cabe ao leitor,ou ao espectador, pondera-los, confrontando as varias versoes. E para tanto a imprensa deve ser livre ainda que seja dificil ser isenta. Nao importa.Quero ler uma reportagem corriqueira sobre o buraco da rua nos jornais do dia e comparar as versoes. Quero ler a Tereza Cruvinel e o Diogo Mainardi e tirar minhas proprias conclusoes.So nao quero que me digam o que ler, o que querer.Nao gosto de prato feito nem de patrulha.Democracia eh isso. Liberdade com responsabilidade.Eh fazer escolhas sem perder de vista os principios democraticos que norteiam nossa condicao de cidadaos. Parabens pela reflexao, ainda que custe um pouco mais de tempo para ler. Melhor assim... 10:05 AM Se o casal atacou a mídia pelo julgamento popular a que está submetido, acho que resolveu usar a mesma mídia - com o sensacionalismo de uma entrevista no Fantástico - para tentar se defender. A imprensa deve noticiar os fatos, deve informar o cidadão, e não há dúvida de que nessa tarefa comete muitas vezes erros. Ela deve estar sempre alerta à possibilidade desses erros para poder fazer as correções. Mais do que apontar a necessodade de mostrar os dois lados de um problema (concordo plenamente com você que isso acaba em mau jornalismo), o papel do ombudsman devia ser o controle minucioso dos possíveis erros veiculados. Por exemplo, você informou com base em matéria do Estadão online que o Lula, ao lado da esposa, foi vaiado no casamento da filha da Dilma Roussef. Não encontrei essa informação em outros jornais, e uma coisa é certa, a esposa do Lula não foi ao casamento - ora, esse erro desacredita a informação sobre a vaia, que parece ter realmente acontecido. Só cito esse exemplo besta para mostrar que a mídia veicula muitas vezes informações que não são verdadeiras. Tenho a convicção de que o leitor deve ler as notícias dos jornais com espírito crítico, algo que existe muito pouco na relação espectadores e televisão. Aí realmente o perigo da manipulação das informações é muito grande, mas é um problema a ser enfrentado com mais informações, mais imprensa livre, mais jornalismo bem feito. Acho que você faz um trabalho muito bom nesse sentido, com uma crítica inteligente da sua profissão. Olha, devo confessar que o caso da menina Isabella me abalou como a qualquer outro brasileiro. Muito difícil acreditar que isso aconteceu. Eu me pergunto a cada nova leitura sobre o caso: será que o mal é refratário à razão? E se os culpados são o pai e a madrasta, a dificuldade de entendimento estoura todos os limites. Por isso devo admitir que a minha capacidade lógica vacila num caso desses. E eu me pego perguntando: em 12 minutos dá para subir ao apartamento, ter uma briga feroz, tentar asfixiar a menina, resolver atirar a menina para encobrir o crime, telefonar para os dois pais, lavar a fralda suja de sangue, tudo isso com dois filhos pequenos à volta? Ainda acho que a história está muito mal contada. Se eu fosse a Veja, eu teria pensado duas vezes antes de fazer uma capa com o título "Foram Eles". Ainda me lembro de outra capa de Veja, que foi um erro clamoroso. Era sobre o caso do assassinato do PC Farias. Com base no laudo do médico legista, a Veja pôs na capa "Caso Encerrado". Eu me lembro das discussões que tive com várias pessoas à época, porque minha lógica dizia que o tal do laudo era fajuto, o que veio a se confirmar. Talvez para amainar o horror que esses casos despertam, fico a imaginar como seriam vistos pelos detetives dos livros policiais que andei lendo na vida. É claro que estou longe de ter a perspicácia de personagens como Sherlock Holmes que tanto me encantaram. Mas é um modo de tentar examinar o que me parece impensável. Assim é que adquiri a convicção de que a polícia portuguesa errou feio no caso do desaparecimento da menina inglesa. Partiram de uma falha do casal, deixar os filhos dormindo sozinhos no hotel, falha que pode ser cultural, para encontrar um modo de encerrar um caso que não conseguem decifrar. No livro "Estrangeiro" de Camus, um cara é condenado por não ter chorado no velório da mãe - a moça inglesa foi declarada suspeita por não ser sentimental. Revirei a minha cabeça, mas não encontrei nem vestígio de motivo para que os pais ingleses fossem os responsáveis pelo sumiço da menina. O caso da menina Isabella é bem mais complicado - há indícios fortes de participação do casal no crime. Mas, não sei se é uma defesa minha contra o horror, ainda acho a história muito mal explicada. 10:13 AM Rei A princípio me irritei quando vi o casal, mas depois de um tempo fiquei observando a linguagem corporal deles! Não sei se vc reparou! Quando ele falava ela o direcionava! Estava na cara que "ela" decorou bem as determinações dos advogados e ele mais emocional ia se perdendo em explicações! Se apertar mais um pouquinho ele desaba! Ela não! Me pareceu fria e calculista! Existe um seriado chamado "Law and Order"! Sempre a trama corre em volta de algum crime complicado, cujas provas e testemunhas vão aparecendo durante o capítulo! Os policiais e promotores vão através de provas chegando aos culpados e quase sempre desmontam os advogados de defesa! Espero que nossa polícia esteja aparelhada o suficiente para que não cometamos injustiça! Mas concordo com você quando coloca todos eles num só balaio. Lulla, Dillma, Zé Dirceu, Tarso Genro, etc, o pai de Izabella, madrasta! Juram inocência com a maior cara limpa, apesar das evidências e provas em contrário! 10:17 AM Puxa... Excelente texto, Reinaldo!... A mídia, na sua maioria, está mesmo perdidaça no seu papel. Não foi só no Fantástico que aconteceu isso. Os outros jornalistas dos outros canais também se portaram igualmente em todo o desenrolar da noticiário desse crime insano. A preocupação com um patrulhamento era evidente. O medo de afirmar ou revelar algo por conta, sem as tais "bases científicas da polícia", era notório. Um cuidado exagerado até pra apresentar evidências irrefutáveis. "Olhem lá, não estou afirmando nada, é conclusão do laudo técnico, é a polícia que está afirmando isso"... Certos jornalistas já estão se pondo mordaça (A esquerda mulambenta deve estar contente. Colocar a culpa na mídia por tudo está dando certo. Grande parte dela está caindo no logro...). Ciça Você está certíssimo, Reinaldo: "A imprensa pode ser isenta o quanto for, mas tem de ter lado: o da democracia, o do estado de direito, o das liberdades públicas, o das liberdades individuais, o do cumprimento das leis. O “outro lado” disso é a barbárie". 10:19 AM .. Assisti a entrevista com o casal suspeito agora pela manhã, pela GloboNews. É óbvio que o casal foi "treinado" por seus advogados para a entrevista, que também deve ter sido negociada com a defesa quanto as perguntas que seriam feitas pelo repórter. A entrevista foi conduzida de forma que o casal não precisasse falar ou explicar nada do que poderia ser usado contra eles posteriormente. .. 10:30 AM Reinaldo, confesso, não gostei do tipo de jornalismo dado pela globo ao casal indiciado (indiciado e não condenado, segundo a policia). Faltou à emissora o tópico de entrevista, houve cortes. Como você falou, houve anuência dos advogados. Fora o foco nas lágrimas e a péssima escolha do entrevistrador, a emissora poderia ter colocado um reporter de credibilidade, como uma Fatima Bernardes, o William Bonner e ela deveria ser ao vivo. Aí alguns vão dizer: ah, mas assim eles jamais dariam a entrevista! mas afirmo, está em jogo a credibilidade da emissora e o foco jornalistico, o de informar. 10:36 AM Não achei correto a rede globo entrevistar aqueles bandidos. Eu tbm acho Reinaldo, que a "mídia" está usando infelizmente o caso Isabella para fazer cortina de fumaça no roubo que há nos cartões corporativos e o caso da Amazonia. Elles são "malas". 11:02 AM Fantástico!!!! Execelente exposição e corolário. Abs. Éd Lascar 11:13 AM A mídia cria e mata mitos, lulla é um deles. Em USA na última quarta feira tivemos um debate democrata, vejam a audácia dos jornalistas que comandaram o debate, tiveram a AUDÁCIA de perguntar ao hussein obama, qual o relacionamneto que ele tem com Ayers, esse moço foi um dos terroristas americanos que tentouexplodir o Pentágono. se o hussein obama acha que o pastor da igreja dele seja patriota, aquele pasrtor que disse que o americano não deve cantar God Bless America, mas God dam America, o relacionamento dele com um criminoso que esta sendo julgado por corrupção. O hussein obama usa na lapela do paletó dele, no lugar da bandeira americana que todos usam, uma medalha semelhante com as que usam os comunista chineses, parece uma foice. A mídia criou o mito obama, agora quem o ataca é tratado como quem quer destruir tudo de bom que esse cara tenta trazer, pode? Espero que amanhã esse circo termine, esses dois sejam colocados na cadeia, se saem de lá vivos, só Deus sabe. 11:16 AM SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! QUE POST INCRÍVEL!!!!!!!!!!!!!!! VOCÊ É BRILHANTE! BRILHANTE! BRILHANTE!!!!!!!!!!!! 11:32 AM Existe a imprensa de todas as matizes,lá estão ela: branca,azul,rosa,marron....Agora,o que realmente me incomoda é,quando existe uma predominância da "imprensa marron". É impressionante como somos massacrados,dia-a-dia,por este tipo de imprensa. Márcio Lemos. 11:34 AM ´HÁ SIM UMA CAMPANHA SISTEMATICA DE jornaLISTAS LIGADOS AO PLANALTO-E TODOS SABEM QUEM SÃO-PARA DESMORALIZAR A IMPRENSA INDEPENDENTE E DEMOCRÁTICA,DE MODO A SILENCIAR AQUELES QUE OS PODEM FISCALIZAR.ESTES GRUPO QUER FAZER DA GRANDE MÍDIA UM INIMIGO PÚBLICO,QUANDO NA VERDADE ELA -IMPRENSA LIVRE-É O 4 PODER,PARA QUE MELHOR CONDUZAM SEUS NEGÓCIOS PÚBLICOS E PRIVADOS.NA MAIORIA DAS VEZES NEGÓCIOS PRIVADOS COM DINHEIRO PÚBLICO.QUEREM AGIR SEM FISCALIZAÇÃO,IGUAL AS CENTRAIS SINDICAIS.MAS AINDA HÁ JORNALISMO NO BRASIL-VEJA,O GLOBO,FOLHA,ESTADO,REINALDO AZEVEDO,E MUITOS OUTROS QUE EXERCEM ESTA QUE ,AO LADO DAS PROFISSÕES DAS ÁREAS DE SAÚDE,É UMA DAS MAIS NOBRES-PARA QUEM AS EXERCE COM ÉTICA E DIGNIDADE. ] 11:38 AM Assim como a BETINA também observei a condução por parte da madrasta em relação ao pai. Ele estava sempre procurando a aprovação (através do olhar) para uma pessoa que estava a sua frente e a sua direita. Independente disto a preocupação dos dois era mais em "limpar" a imagem deles frente a opinião pública do decobrir quem matou Isabela. Gostaria que a policia tivesse um acessoramento de um bom psiquiatra forense na hora de colher os depoimentos destes dois, seria mais facil obter a confissão. O que me incomoda neste caso, além do horror em si, é o avô que está mais preocupado em provar a inocencia do filho-pária do que elucidar o assassinato. Enfim, história macabra. Texto irretocável, como sempre. Abraços NS 11:41 AM sr.Reinaldo, ´você escreveu certíssimo. Estão tentando tapar a boca do povo brasileiro...Já é um povo que não reage a quase nada, tolera a corrupção e a carga tributária, é conivente com os desmandos que se vê na política nacional...Agora tolerar crimes hediondos é demais... o povo tem mesmo que saber de tudo. Uma parte da imprensa (a que quer ser tão boazinha com os crimes em geral) e a justiça estão na contramão da vontade do povo em ter mais segurança, leis mais rigorosas. O povo seja ele classe a ou z está cansado dessas leis frouxas e de tanto direito de defesa.. E os direitos humanos das famílias que perdem parentes de forma hedionda?? Reinaldo, você tem toda razâo.. 11:44 AM Reinaldo, sei que nao tem nada haver com o caso aqui, mas a gostaria que um dia voce comentasse o fime " A culpa de Fidel". Eu achei uma deliciosa critica ao "modus vivendi" da esquerda. Aqueles pais de miolo mole, e a crianca tao inteligente e questionadora. Tambem acho que a entrevista foi nos moldes dos advogados, e a Globo concordou, porque ou era assim, ou nao haveria entrevista alguma.Adorei a compracao deles com Dilma e Lula quando colocam toda a culpa na midia! 11:55 AM Só faltou dizerem que o criminoso depois de matar, virou passarinho e voou pela janela. 11:59 AM Leticia Pois eu achei a iniciativa ótima. Depois de meia hora no Fantástico, nenhum dos interessados vai poder reclamar da parcialidade da mídia, apesar de a entrevista ter deixado os dois piores do que já estavam - ele não sabe se expressar em português, e ela só fungou e miou. Quanto aos programas vespertinos, são ótimos para o entretenimento geral: metade curte e a outra metade vê para pichar depois. 12:04 PM Reinaldo, vou ser bem sincera, NÃO QUIS ver a entrevista, tenho pra mim que o “ser humano,” esse bicho complexo,tem um limite pra tudo. Quando eu leio a revista VEJA tratando sobre o caso e a culpabilidade do casal, baseada nas provas periciais, ficaria constrangida, triste até, em ver aonde vai a cabeça das pessoas, além de fazer , o que seriam capazes de dizer sobre o “não feito”, feito. Eu não tenho essa necessidade “dos dois lados”. A “mídia”, eu sei qual a minha mídia, quando eu não gosto MUDO de canal, não leio jornal que Não me diz nada, e assim vai, eu e a “mídia” somos livres, ela fazendo o papel que acha, e eu achando se assisto, leio ou NÃO. Reinaldo, sabe por que não tenho a necessidade dos “dois lados”?Quando do oba, oba, da reeleição do Lullalau, não quis ver NADA das comemorações, pra isso tive que refugiar-me de BOM GRADO, nos canais internacionais, aqui só tinha UM LADO. 12:10 PM Vejam voces como os cacoetes migram da esfera política para a sociedade! Se o casal for condenado a culpa será atribuida à mídia. Será que o pai da menina acha que um crime tão hediondo não deveria ser divulgado? Ou será que ele pensa que a imprensa deveria ficar do lado dele e contra as investigações? Fui 12:30 PM Muito oportuno e sensato , todos os relatos ou comentários escritos,já não sabemos se a notícia que lemos é de total isençao por parte de quem escreve, já estava no nosso inconsciente esta dúvida,depois de ler a matéria se clareia nossas dúvidas e fica a pergunta,em que jornal ou jornalista podemos confiar se somos somente o "povo" em busca da verdade seja ela caso de polícia ou falcatruas em Brasilia? Obs. com toda razão em relação ao casal eles sairam pior do que quando entraram,infelizmente... 12:34 PM "Alexandre e Anna Carolina pareciam, ontem, Tarso Genro ou Dilma Rousseff. Dossiê? Tudo coisa da mídia..." valeu a comparação. todos farinha de um mesmo saco. 12:37 PM O choro (sem lágrimas ) da madrasta no fundo não foi pela morte da menina , mas sim pela clara perspectiva de ter que ir para a prisão. O pai em nenhum momento se defendeu das acusações , limitando-se à descrever a personalidade da filha , com o claro objetivo de aplacar a indignação popular. Como ele mesmo disse : a família é mesmo unida ... está unida no crime. 12:50 PM Oi RA, concordo com sua análise mas vc já reparou que até entre os seus leitores há gente que continua culpando "a mídia"? Ora que culpa tem a Globo se o casal indiciado se comportou daquela maneira durante a entrevista? 1:02 PM Achei a entrevista fantasiosa e, lógico, que houve uma preparação em suas declarações. Além de seus advogados, o pai de Alexandre é advogado também. Então, estavam bem preparados. Não quero julgar, mas as evidências que o crime foi praticado por eles são grandes. Fizeram o papel deles, sempre negar. Lou 1:05 PM Sua cabeca é santa. Parabéns! 1:17 PM Prezado Reinaldo: Sabe aquele programa de entrevistas da BBC, "Hard Talk" ? Se não me falha a memória, era conduzido por Tim Sebastian. Im-pres-si-o-nan-te. Tim Sebastian frita (ou grelha) o entrevistado, mais implacável que o mais implacável dos "American prosecutors" (com toda aquela discricionaridade de que dispõem). Não há nada igual em Terra Brasilis. Pusesse-se o casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá ali e não sobraria nada, senão a verdade. Aliás, impressionante a inarticulação do Alexandre Nardoni, bacharéu em Direito com 29 anos de idade. Não é à toa que não passa nem na 1.ª fase do exame da OAB. Do que se viu, ela é quem conduz a vida conjugal. Se os advogados queriam mostrar uma família normal, conseguiram mostrar um Alexandre Nardoni bocó, pussy-whipped, como se diz em inglês. O caso não está fácil, mas esperemos que o conjunto dos indícios leve ao(s) autor(es) desse crime grotesco. 1:28 PM O sensacionalismo midiático faz parte das manobras diversionistas para desfocar as falcatruas do "desgoverno". 1:31 PM Reinaldo Espetacular o seu artigo. O Lula e o bando de canalhas do PT estão fazendo escola: os Nardoni negaram tudo... e deve ficar por isso mesmo. O canalha Marcio Thomaz Bastos, a musa inspiradora do "não sabia" continua em casa, todo pimpão. Deve estar dando risada, com Lula e os petistas soltos por não saber(...) e, agora, com o casal de bandidos da família Nardoni solto porque nega até o fim. E a velha tática petista (negar) está dando certo, mais uma vez. 1:45 PM é antiga então a obssessão do ombdussman da folha; carlos esduardo lins da silva; pelo eu punhético de tarso genro; claro que se lula em 2006 tivesse contra ele metade da mídia que entrou em ação no caso de isabela; afirmando afirmativamente com tods as afirmações midiáticas; que ele não apenas sabia de tudo mas que era o chefe da quadrilha que estava roubando o país; e por exemplo que queria dar um golpe comunista com a ajuda de cuba e dos narcotraficantes: certamente teria a imprensa tido uma influência eleitoral decisiva. BASTA! 1:50 PM Sim, Reinaldo, o "isentismo" das aspas como garantia do equilíbrio das versões chega a ser patético. Provas técnicas, - relatórios de auditorias do TCU, extrato bancário de um cidadão publicado em revista, luminol não podem - por lógica - ser contestadas apenas por falas dos indiciados. A população percebe essa incongruência, tanto que reelegeu Lula porque a mídia não foi fundo na exposição das provas técncias para envolvê-lo nos crimes em questão. Nesse caso em particular, o porteiro do prédio informou que o pai apareceu no térreo poucos minutos após a queda da menina, fato que torna versão do pai de terceira pessoa na cena impossível. Barbárie é um médico condenado a treze anos de cadeia sair livre do tribunal. Barbárie é um jornalista condenado sair livre do tribunal. Barbárie é uma filha matar os pais a pauladas enquanto dormiam cumprir uns pouquíssimos anos de cadeia para curtir a grana da herança. Barbárie é nosso Congresso não votar ainda uma política de segurança pública prometida quando ACM ainda estava vivo e manter essas leis frouxas demais em prol dos direitos dos acusados contra a justiça que a sociedade exige. 1:51 PM Olá Reinaldo, esse caso é fácil solução para comprovação do assassinato pelo casal: Uso da metafísica espiritual, tais como a telepatia (padre Guevedo), clauriaudiência (Luiz Gaspareto) e Clarividência (mãe Dinah), também a hipnose. Isso é possível, inclusive com relato da própria Estela Nardoni. Todos os videntes conhecidos já sabem que são os assassinos é só perguntar…( relato sem interferência de advogados)Isso serve também para politica. (Guerra é Guerra) 1:58 PM No comentário acima coloquei o nome da Isabella errado. 2:02 PM Reinaldo: Por "increça que parivel", neste país de absurdos e avessos, a esquerdopatia também quer faturar com essa tragédia: Alexandre e Anna Carolina estão virando os novos heróis da esquerda (Arrrrrrg). Depois das "zelite", da "mídia golpista" e da "direita reacionária", surge agora a "turba enfurecida", os novos inimigos "do povo" (MST, FARCs, UNE, PCC, CV, etc.) 2:03 PM a revista veja jamais coneguiriam uma foto de dilma rousseff e tarso genro; totalametne acua |