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| Domingo, Março 02, 2008 |
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Ofensiva de Israel deixa 61 mortos na Faixa de Gaza
No Estadão: |
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Por Reinaldo Azevedo | 07:05
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Comentários: Reinaldo, mais uma vez a emoção prevalece sobre a razão nesse conflito. Quando chegará o dia em que os israelenses e palestinos vão se convencer que não há solução através da violência, destruição e mortes? Acho que Israel, como o lado mais forte, poderia tomar a iniciativa de buscar verdadeiramente a paz. Sair da Cisjordânia, por exemplo, como fez em Gaza, em troca do fim do terrorismo seria uma medida positiva nesse sentido. Só assim as questões restantes (o reconhecimento formal de Israel, o retorno,etc.) poderiam ser negociadas em um ambiente de paz. 12:17 PM Reinaldo, o que eu acho incrível na mídia em geral é que ela mostra os ataques de Israel e então os mortos palestinos, mas não mostra os ataques dos mísseis palestinos. Para quem é contra Isrel, o que parece ser a grande maioria(como aliás é são contra ao país mais democrático do mundo) faço uma comparação; se, por exemplo, o Paraguai começasse a enviar mísseis para todas as partes do Brasil, ameaçando a vida de familiares, etc, o que acham que o Brasil deveria fazer? Esse pessoal, também, se esqueçe que nem com seus irmãos esse grupo terrorista radical, Hamas, se entende. E mais, eles atuam no meio dos civis, então, não é possível atacá-los sem matar alguns destes, inclusive crianças. 12:56 PM Se sair de Gaza foi perfeito pra organização dos mísseis terroristas, por que Israel deveria sair da Cisjordânia? 4:44 PM QUANDO A 4º EXÉRCITO MAIS PODEROSO DO MUNDO ENFRENTA UMAS MILÍCIAS ARMADAS COM UNS FOGUETINHOS DE FESTA DE SÃO JOÃO E PAUS E PEDRAS, O RESULTADO É ESTE. Em seu relatório anual , a ONG israelense B'Tselem indica que até o dia 26/12/2007 morreram 366 palestinos - 53 deles menores - em operações militares de Israel em Gaza e na Cisjordânia, contra 657 vítimas - 140 menores - de 2006. O número de israelenses mortos em ataques palestinos, passou de 17 em 2006 para 11 - sete civis e quatro soldados - em 2007 QUANDO ENFRENTA UMA MILÍCIA ARMADA, MESMO SEM TANQUES NEM AVIÕES, O RESULTADO É OUTRO. Israel admite que perdeu a guerra Folha Online: 24/08/2006 - 15h06 Comando militar de Israel admite falhas no Líbano Pela primeira vez desde o início dos mais recentes conflitos no Oriente Médio, o comando militar israelense admitiu nesta quinta-feira ter cometido falhas na condução de sua ofensiva no Líbano. Há dez dias em cessar-fogo, Israel e o grupo terrorista Hizbollah travaram uma batalha que durou 34 dias e deixou 1.183 mortos no Líbano e cerca de 160 em Israel, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas). A declaração foi feita por meio de uma carta, na qual o chefe do Estado-Maior de Israel, Dan Halutz, afirma aos soldados que os conflitos revelaram falhas na logística, nas operações e no comando militar. "Serão respondidas perguntas de forma profissional, todo mundo será investigado -- a partir de mim para baixo, até o último soldado", diz o texto liberado pelo Exército israelense nesta quinta-feira (...) Ataques aéreos israelenses deixaram cidades inteiras no Líbano sob escombros e forçaram quase 1 milhão a pessoas sair de suas casas. O Hizbollah, em ação sem precedente, também lançou cerca de 4.000 foguetes contra a região norte de Israel, fazendo com que aproximadamente 300 mil pessoas se deslocassem para abrigos antiaéros ou outras cidades. Enquanto Halutz admitia as falhas militares israelenses levadas a cabo no Líbano, o líder do Shin Bet (serviço de inteligência israelense), Yuval Diskin, chamou a ofensiva de "fiasco", em sua primeira declaração pública desde o início dos combates. "O norte [de Israel] foi abandonado e o sistema de governo desmoronou", disse. "Houve muitos fracassos, e a população vê e entende isso. Não é hora de calar, a verdade deve ser contada. OUTRA FONTE. Mais de mil civis libaneses (1.400, segundo as últimas cifras) e um número desconhecido de milicianos do Hezbollah foram mortos no conflito. Israel perdeu 116 soldados nos confrontos, e 43 civis israelenses foram mortos por ataques de mísseis do Hezbollah contra o norte do país. 5:41 PM VC DEVE ESTAR BEM FELIZ . 6:01 PM Anônimo das 12h17, Israel deixou a faixa de Gaza e, em troca, é atacado diariamente por mísseis. Pra que deixar a Cisjordânia? Não acho que violência se combate com violência, mas enquanto os palestinos não conseguirem deter extremistas como os do Hamas, não haverá paz. 6:23 PM 1º FATO. Um desastre absoluto! por Caroline Glick em 23 de agosto de 2006 Resumo: A resolução 1701 representa uma vitória quase-total para o Hezbollah e seus patrocinadores, o Irã e a Síria, e uma derrota sem precedentes para Israel e seu aliado, os Estados Unidos. © 2006 MidiaSemMascara.org A professora universitária de legislação internacional e voluntária da ONG "Eye On The ONU", Anne Bayefsky,ajudou a autora a analisar o texto da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU. Há uma boa razão para o chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, ter aceitado a Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que determina as condições para um cessar-fogo entre seu exército jihadista e o Estado de Israel. A resolução representa uma vitória quase-total para o Hezbollah e seus estados patrocinadores, o Irã e a Síria, e uma derrota sem precedentes para Israel e seu aliado, os Estados Unidos. Este fato é evidente tanto no texto da resolução quanto no próprio fato de que os EUA decidiram patrocinar uma resolução de cessar-fogo antes que Israel tivesse destruído ou tivesse seriamente prejudicado as capacidades militares do Hezbollah. Muitas fontes em Washington revelaram a esta escritora, durante o fim de semana, que a decisão dos EUA para buscar um cessar-fogo foi o resultado da trapalhada amadorística de Israel das primeiras três semanas da guerra. A administração Bush, eles argumentaram, estava sendo acusado pela incompetência do governo Olmert e assim preferiu diminuir seu prejuízo e promover um cessar-fogo. Não há dúvida alguma de que existe muita verdade nesta afirmação. A ação do governo nesta guerra foi imperdoavelmente inepta. Ao mesmo tempo deveria ser notado que o ganho político de curto prazo conseguido pelos EUA por forjar o acordo de cessar-fogo voltará para assombrar os EUA, Israel e todas as forças que lutam contra as forças da jihad (guerra santa islâmica) global, nas próximas semanas e meses. Ao dar uma vitória ao Hezbollah, a resolução fortaleceu a convicção de milhões de partidários da jihad em todo o mundo de que seu lado está ganhando e que eles devem redobrar esforços para alcançar seus objetivos de destruir Israel e expulsar os EUA do Oriente Médio. 2º FATO. Desde a Guerra de Outubro, em 1973, Washington deu a Israel um nível de apoio imensamente maior do que a qualquer outro Estado. Israel foi o maior receptor anual de assistência direta, econômica e militar, desde 1976, e é o maior receptor no total desde a Segunda Guerra Mundial, no montante de bem mais de US$ 140 bilhões (em dólares de 2004). 3º FATO. O cerne da política dos Estados Unidos no Oriente Médio deriva das atividades do "Lobby de Israel", que conseguiu desviá-la para longe do interesse nacional e convencer os americanos de que os interesses dos Estados Unidos e os de Israel são idênticos. O artigo sustenta que estratégias comuns ou imperativos morais inarredáveis não são explicações suficientes para explicar o notável nível de apoio material e diplomático fornecido pelos Estados Unidos. 4º FATO Obama é ameaça para Israel, segundo Partido Republicano do Tennessee WASHINGTON, 27 Fev 2008 (AFP) - A eleição do democrata "Barack Hussein Obama" seria uma ameaça para a segurança de Israel, alegou a direção local do Partido Republicano no Tennessee (sudeste dos EUA), ilustrando seu comunicado com uma foto do senador de turbante. "O Partido Republicano do Tennessee se junta a um grupo cada vez mais importante de americanos preocupados com o futuro de Israel, a única democracia estável do Oriente Médio, caso o senador Barack Hussein Obama seja eleito presidente dos Estados Unidos", informa um comunicado publicado em seu site. "Chegou a hora de falar a verdade sobre Barack Obama e sua posição sobre temas cruciais, como a segurança nacional e a segurança de Israel", declarou Robin Smith, presidente do partido, citado no comunicado. CONCLUSÃO Não sei. Diga aí Reinaldo. 7:45 PM PROBLEMAS A VISTA. Israel está sitiado: iranianos construindo uma bomba nuclear, sírios estocando armas químicas, egípcios e sauditas aumentando forças convencionais para valer, o Hezbollah armado até os dentes no Líbano, o Fatah na Margem Ocidental, o Hamas, de Gaza e os cidadãos israelenses muçulmanos estão ficando politicamente impacientes e mais violentos. Israel enfrenta um crescente dilema demográfico em relação aos judeus ortodoxos: a população não pára de crescer, aumentando a pressão sobre a defesa do país, uma vez que o grupo não presta serviço militar. Jovens israelenses estão evitando o serviço militar em números jamais vistos, com 26% dos homens em idade de alistamento e 43% das mulheres não se alistando em 2006. As alarmadas Forças de Defesa de Israel pediram uma legislação que negue benefícios concedidos pelo estado àqueles que não servirem. Russos e chineses vêm enviando significativos carregamentos de armas à Síria, incluindo avançados caças MIG-31, mísseis de fabricação chinesa antinavio C-802 e antitanque Metis-M e Kornet (usados para deter a ofensiva israelense no Líbano no ano passado). Uma nova geração de armas russas, colocadas em campo depois do "colapso" da União Soviética, fortaleceu sobremaneira a posição militar síria. As nações inimigas de Israel já perceberam que a fraqueza do seu exército está no tipo de combate utilizado pelo Hezbollah, A Síria, com seu arsenal de mísseis Scud, cujo alcance cobre todo o país e armado com seus arsenais químicos e biológicos, seria um inimigo mortal, caso adotasse este tipo de combate. O Hezbollah, além de recompor, aumentou seu arsenal, hoje estimado em 20.000 foguetes, a maioria dos quais Katyushas de 122 mm com alcance de 20 quilômetros, mas também de mísseis de longo alcance, incluindo Fajr-3 (50 km e ogiva de 50 quilos) e Zilzal (alcance de 200 km), Shahin-1 e 2 (alcance de 80 km) todos fabricados e exportados pelo Irã, além de foguetes sírios de 220 mm e bombas de fragmentação. Os inimigos de Israel perderam o medo e se convenceram de que enfrentavam um tigre de papel. Ou, na frase sarcástica do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, : “Israel, que tem armas nucleares e ainda a força aérea mais poderosa da região, é mais frágil que uma teia de aranha.” A Rússia vendeu poderosos mísseis S-300 ao Irã. Os S-300 são eficazes contra caças que estejam a 90 milhas de distância (aprox. 145 km) e a uma altitude tão baixa quanto 10 metros. Os S-300 podem destruir mísseis balísticos que estejam a até 25 milhas de distância (aprox. 40 km) contanto que sua velocidade não exceda 6.000 milhas por hora (aprox. 9.660 km/h). Uma pesquisa nos EUA descobriu “uma clara divisão partidária” sobre o conflito árabe-israelense, com os republicanos muito mais favoráveis a Israel que os democratas. Por exemplo, perguntados “como o próximo presidente deveria atuar no Oriente Médio em sua opinião?”, 22% dos republicanos e apenas 7% dos democratas responderam que ele deveria ser pró-Israel. 10:05 PM Recomendo a leitura dos comentários da Yara sobre este assunto. Ontem ela escreveu mais ou menos: "O que acontecerá quando os EUA perceberem que os custos de apoiar Israel são maiores que os benefícios?". Acho que para quem se preocupa com o futuro de Israel é uma pergunta importante. Ela quem me indicou um livro de Sarah Roy, provavelmente uma das maiores especialistas sobre Gaza. O livro é sério, até árido demais, assim como alguns dos seus artigos. Não se trata de politicagem esquerdista. Depois de lê-la e acompanhar outros historiadores e articulistas, de direita e de esquerda, não acredito que a alegação de que "Israel saiu de Gaza" seja exata. Os assentamentos foram retirados, mas as forças armadas israelenses continuam controlando a região e a transformando numa espécie de prisão. Acho que não há muita controvérsia a respeito dos fatos. A avaliação que se faz deles é diferente. Eu discordo da Yara. Eu a acho pacifista demais, no mau sentido. Creio que Israel esteja na rota certa e que deva continuar intimidando os terroristas até que eles percebam que a balança do terror se voltou contra eles próprios. Se precisarem fugir da região - aqui discordo de novo da Yara - os palestinos só terão a si mesmos para culpar. Apesar de minha musa, ela não é isenta de falhas. hehehehe Por isso ela precisa dos poetas que a colocam na linha. he he he Sou a favor da guerra contra o Iraque também e acho que os dois conflitos estão intimamente ligados. 10:12 PM Yara Chiara Anônimo 7:45 pm, como eu sou imbecil! Deixa-me contar-lhe o motivo. Eu adoro o mídia sem máscara. Só que, até então, recebia artigos por e-mail, assinados simplesmente como "mídia sem máscara". Imbecil que sou, passei tempos achando que "mídia sem máscara" fosse o pseudônimo de uma pessoa. Risos. É sério, sei que é muita imbecilidade, mas é sério. Todos têm o direito constitucional de me chamar de imbecil sem faltar com a verdade, não se preocupe: eu tenho todos os testes de QI aqui para provar. Risos. Não...mas não sabia que era um site tão bom e tão bem organizado. Sabe por que fiquei feliz? Porque o pessoal com que me alinho mais ideologicamente, que é este pessoal do mídia sem máscara, está também se informando sobre o Oriente Médio e obtendo argumentos sólidos para resistir à investida da esquerda brasileira tomada de súbito por um surto islâmico. Na...o anjo Gabriel não veio recitar nada na USP, não. Respeito ao anjo. De repente, comecei a perceber que a esquerda brasileira decidira se especializar em Oriente Médio! Fiquei realmente pasma porque, antes, pelo que estudei, eram marxistas que não sabiam alemão. Agora, são especialistas em Oriente Médio. Por quê? Porque não dá para falar do Brasil. Sou só eu quem tenho esta impressão? De que a esquerda brasileira se especializa em Líbano para não precisar falar do Brasil, por não poder falar do Brasil? Não sei o que vocês pensam. A minha impressão é essa, não sei se o Reinaldo já escreveu sobre. Nada contra que as pessoas se informem a respeito do que acontece em outras regiões, mas eu sigo a máxima do Voltaire, que incluía a História, de certa forma, nas belas-letras: "Eu gostaria, ainda uma vez, quando se trata de belas letras, que todos fossem de todos os países, mas sobretudo do seu próprio". Gosto dessa passagem. Logo depois, ele cita Lamotte: "É pelo estudo que somos contemporâneos de todos os homens e cidadãos de todos os lugares". É por isso que eu estou aqui, acho, debatendo e lendo o Reinaldo. A fonte: Voltaire (dã...risos), Conselhos a um Jornalista, Martins Fontes Editora, Tradução de Márcia Valéria Martinez de Aguiar, 2006. Como essa moça tem um português bonito. Eu gostei. Gostei da tradução, é fluente, lê-se com gosto. Permitem-me uma digressão? No mesmo livro, há uma passagem divertida em que Voltaire ataca o livro de Marat, "doutor em Medicina em Amsterdam". Risos. Marat diz ter encontrado o nervo ou, sei lá no francês, parece mais uma gosma, que liga o espírito à matéria. Ele, logo no prefácio, desanca os filósofos da antigüidade, que pouco se preocuoparam com a alma e só se dedicaram a diferenciar homens e outros animais por suas características físicas. Voltaire diz: "Observemos, em primeiro lugar, que ele nada deve censurar a Sócrates, que nunca escreveu nada [risos]; gostaríamos de lembrá-lo que foi Platão um dos primeiros a ensinar a espiritualidade e a imortalidade da alma entre os gregos". E daí: "Diremos a ele que Aristóteles, preceptor de Alexandre, sabia distinguir perfeitamente seu pupilo de Bucéfalo e nunca disse em nenhuma de suas obras inexistir outra diferença entre Alexandre e seu cavalo que não fosse o fato de Alexandre ter dois braços e dois pés e sue cavalo, quatro pernas". Risos. Rio de coisa boba, né? Mas é bem divertida a crítica, além de acurada. Modifiquei aqui e ali a tradução, mas o mérito é todo da tradutora que citei acima. O livro é o mesmo, página 46. Tradutora muito boa, parece. Chama-se Márcia Valéria Martinez Aguiar. Tchau...! 11:22 PM anônimo das 12:17 PM,duiscordo de você!Israel deve lutar para manter a sua existência!Com terrorista não se negocia!Qual é,anônimo?Parece que você deseja ver Israel ser destruído,pô!Não aprendeu,ainda,o que é um terrorista?! 8:54 AM |
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