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O MRI (Movimento de Reparação aos Indiodescendentes) vai fazer a sua primeira ocupação. Nossa pauta, vocês sabem, é expulsar do Brasil os eurodescendentes e os afrodescendentes. Onde vocês querem instalar a nossa primeira “aldeola” (versão indígena do "quilombola")?



a – na Vieira Souto, no Rio (no Country Clube, é claro);



b – na Praia do Forte, na Bahia (no resort, é claro);



c – nos Jardins, em São Paulo (no Hotel Fasano, é claro);



d – Nos Lençóis maranhenses (sem o Sarney, é claro);



e – Lá na divisa do Acre com o Peru (Tupã nos livre, é claro)
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Reinaldo Azevedo

Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Domingo, Março 16, 2008

Campo garante saldo comercial de US$ 62 bi
Na Folha:
As razões são diversas. Para uns, são os estoques baixos; para outros, a demanda forte. Há quem cite, ainda, a explosão dos biocombustíveis e a maciça presença dos fundos de investimento no mercado. Outros apontam a conjugação de todos esses fatores. A verdade é que as commodities agrícolas estão com preços recordes e não imaginados há alguns meses.
Com isso, o Brasil, um dos líderes mundiais na produção agrícola, deve colher receitas externas de US$ 73,6 bilhões neste ano apenas com o setor, conforme dados de Victor Abou Nehmi Filho, gerente da Sparta, administradora de fundos de investimento. O valor supera em 27% o de 2007.
Essas estimativas são modestas, segundo ele. Mesmo que haja desaceleração na economia norte-americana, os preços das commodities vão continuar acelerados. Se confirmados os dados de Nehmi, o Brasil registrará pelo menos US$ 62 bilhões de receitas líquidas com as commodities agrícolas -as importações devem crescer 30%, para US$ 11,4 bilhões.
Assinante lê mais aqui
Por Reinaldo Azevedo | 06:43

Comentários:

Blogger Heitor Bonfim
Lula está desesperado com a alta dos preços, pois já fez discurso pedindo para o pobre diminuir o consumo, ou parar de comer para a danada da inflação não subir.
7:45 AM  

Anonymous King König
Porém, ah porém, para dom tomás balduíno, que não parece ter nada em comum com Santo Tomás de Aquino além do nome e da rima, o agronegócio só traz "dólares e miséria" (sic!), e elle prefere acreditar na utopia regressiva da agricultura de subsistência em pleno século XXI, e apoiar as violências e esbulhos do mst, a "noça" farc. Quando essa gente acordará desses delírios esquerdopatas, meu Deus?!
8:07 AM  

Blogger Bira
Teremos uma crise parecida pór aqui na hora que o saco sem fundo dos fundos de pensão estourarem.
8:09 AM  

Anonymous Anônimo
Já pensaram o que seria deste país se o governo petista não fosse inimigo declarado do agronegócio?Nunca o "MULLA" disse uma palavra positiva sobre o setor.Tenho certeza que agora vai se vangloriar do fato ou dizer que toda esssa produção vem dos assentamentos da reforma agrária.
8:20 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,
com toda a incompetência do govêrno, principalmente no que tange a logística do escoamento da produção, estradas em péssimo estado ou inexistente, falta de armazéns de apoio ao excedente ou para atender a demora no escoamento, portos obsoletos, entre outros. Mesmo assim, temos estes resultados. Imaginemos um govêrno um pouco melhor. Onde nos iríamos?
J.Freire
9:32 AM  

Anonymous Betina
É incrível!
Até nisso Lulla é virado pra LUA!!

O maior salafrário que o país já conheceu tem seus dias de desgoverno coroados com o tempo favorável e demanda mundial acelerada!!

Graças aos chineses e "usamericanu" o Brasil terá lucro fenomenal com exportações.
Pena que quando alguém ganha outro lado perde.
E nós continuamos a perder. Vai ser mais dindin ainda pro bolso dos cumpanheiro!
10:19 AM  

Anonymous Anônimo
REinaldão


Pois é, graças ao Agronegócio que elles tanto achincalham e combatem, é que os empregos estão movendo o interior do País.

Quem compra máquinas? Quem usa tecnologia? Quem gera emprego no campo (produção) e na cidade (indústrias de transformação)?

Até dez anos atrás, ficávamos dependentes do feijão sequeiro ( Irecê-Ba); Paraná; e Oeste Paulista.

Quem abastece o Brasil com feijão hoje?
Os Pivots do noroeste mineiro e do oeste da Bahia.

É só os caras pararem de plantar ( como agora) que o preço dispara!

A maior produção de arroz "nefste paiz" vem dos orizicultores gauchos( via de regra irrigantes)

Arroz de sequeiro ( sem irrigação) é loteria,e normalmente em áreas de fronteira.

E ainda cantam loas às invasões das propriedades produtivas, os babacas!

Ô Ronaldo Caiado ! Cadê a UDR?



Zé Louquinho
12:09 PM  

Blogger Jeser
tudo isso que está escrito aqui, é xenofobia burguesa, justo por seus interesses.
Sejas pois, senhores e senhoras, mais inteligentes. discutais as coisas pelo bem geral.
É preciso discutir o Brasil, não governos, mas governança.
Assim como fazem, nada evolui.
Mas viva democracia, que vcs pelo menos continuem se indignando, mesmo que pelos seus interesses econômicos, mas vamos qualificar os debates, vcs são muito mediocres.
11:15 AM  

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