BUSCA

Revistas
Notícias
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
COLUNISTAS


VÍDEOS


Reinaldo Azevedo
fala sobre:


Ofensas
56k | 128k | 256k

Humor
56k | 128k | 256k

Verdade universal
56k | 128k | 256k

Otimismo
56k | 128k | 256k

SEÇÕES
Avesso do Avesso

ENQUETE
O MRI (Movimento de Reparação aos Indiodescendentes) vai fazer a sua primeira ocupação. Nossa pauta, vocês sabem, é expulsar do Brasil os eurodescendentes e os afrodescendentes. Onde vocês querem instalar a nossa primeira “aldeola” (versão indígena do "quilombola")?



a – na Vieira Souto, no Rio (no Country Clube, é claro);



b – na Praia do Forte, na Bahia (no resort, é claro);



c – nos Jardins, em São Paulo (no Hotel Fasano, é claro);



d – Nos Lençóis maranhenses (sem o Sarney, é claro);



e – Lá na divisa do Acre com o Peru (Tupã nos livre, é claro)
Ver resultados


ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Argentina 1 - Inflação e corrupção entre os proble...

Chávez, claro, endossa as tolices de Lula e Jobim

McCain: um G8 com Brasil e Índia e sem a Rússia

A candidata Dilma no palanque: rumo ao século 20

Serra condena dossiê, mas diz acreditar na inocênc...

Como se vê, é dossiê. E ponto final.

Lula e a apologia da imoralidade política

Dilma depor? Que nada!

Ainda volto

LEIAM ABAIXO - Incompetência homicida 2 - No ano ...



ARQUIVO ESPECIAL
Nos Emirados Sáderes

ARTIGOS EM VEJA
O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI - 27/8/2008
A bolacha na telinha e a nossa liberdade - 30/7/2008
As ONGs do fim do mundo - 18/6/2008
O que eles querem é imprensa nenhuma - 7/5/2008
Que falta faz um Voltaire - 2/4/2008
Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios - 27/2/2008
O Foro de São Paulo não é uma fantasia - 30/1/2008
O pastor e o pensador - 12/12/2007
A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole - 5/12/2007
Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault - 10/10/2007
Restaurar é preciso; reformar não é preciso - 12/9/2007
O Movimento dos Sem-Bolsa - 8/8/2007
A Al Qaeda eletrnica - 20/6/2007
Gramsci, o parasita do amarelão ideológico - 16/5/2007
Crime e castigo dentro de nós - 28/03/2007
O politeísmo de um Deus só - 28/02/2007
A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca - 07/02/2007
Sou "doente" mas sou feliz - 27/12/2006
É preciso civilizar os bárbaros do PT - 1º/11/2006
Governante bom é governante chato - 11/10/2006
E o feio se tornou bonito... - 13/09/2006
Urna não é tribunal. Não absolve ninguém - 06/09/2006

  

BLOG
Reinaldo Azevedo

Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Quinta-feira, Março 27, 2008

Argentina 2 - Agricultores pressionam Cristina

Por Ariel Palácios, no Estadão:
O governo de Cristina Kirchner deixou claro ontem, em declarações feitas pelo ministro de Economia, Martín Lousteau, que não vai ceder à pressão dos agricultores que exigem o fim dos aumentos aplicados nas retenções sobre as exportações de produtos agrícolas.
“Não recuaremos”, declarou, categórico, Lousteau. “Não aceitamos o método de bloquear as estradas por parte dos agricultores.” O ministro, autor da medida, argumenta que os impostos colaboram na política de Cristina para impedir uma disparada dos preços dos alimentos.
Pela manhã, irritados com a presidente, os agricultores reforçaram os piquetes em mais de 300 pontos nas estradas, impedindo o trânsito de caminhões com alimentos, medida que está provocando o desabastecimento nas grandes cidades do país.
O discurso de Cristina na véspera contra os agricultores teve o efeito - segundo os próprios manifestantes - de “jogar mais lenha na fogueira”. Ela afirmou que os agricultores não passavam de “piqueteiros bem de vida”.
Segundo o presidente da Sociedade Rural, Luciano Miguens, o governo “passou dos limites” ao aumentar as retenções de 35% para 45%. Para os agricultores, o governo usa as retenções para manter o superávit fiscal.

Por Reinaldo Azevedo | 04:35

Comentários:

Anonymous Anônimo
Grande Rei....
No Brasil o apedeuta acabou com o pequeno e o médio agricultor, deixando só os poderosos.
Na Argentina os agricultores não vão para o MATADOURO DE CABEÇA BAIXA.
ARGENTIDOS ESTÃO ACORDADOS!!!!!!!!!!!!!!!!!
OS BRASILEIROS DORMINDO!!!!!!!!!!
ACORDA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
7:32 AM  

Blogger Robert
Meu Rei, a Argentina será o Brasil, amanhã?
7:35 AM  

Anonymous Anônimo
Nenhum Governo "socialista","comunista","populista"ou enfim, "esquerdista",gosta do Agronegócio. Pois o setor indo bem, produz alimentos baratos em abundância.Cria muitos empregos e tira destes Governos a possibilidade de manipulação da população mais pobre via "bolsa fome"ou outra "bolsa" qualquer.
8:23 AM  

Anonymous Anônimo
Prezado Reinaldo,

Assisto diariamente aos canais de notícias da Argentina. Sou um brasileiro que ama a Argentina. Vou a Buenos Aires e conheço um bocadinho daquele país.

Ontem, no noticiário TN, acompanhei, enquanto lia seu blog e me dedicava aos meus afazeres, as manifestações na Praça de Maio e no Obelisco, assim como o chamado piquete da Saída Norte, que fechou as duas mãos daquela rodovia. Assisti ainda a um debate com dois parlamentares da situação e dois representantes da "Rural", além do ministro do interior.

Bem, quem conhece as províncias ali sabe o transtorno que deve ser ter as duas principais saídas fechadas, incluso a que leva a Rosário. Agora, as pessoas em geral apoiaram as manifestações, tanto as urbanas quanto as das estradas. Motivo? Oras, o casal presidencial não está atendendo às expectativas, e isso ocorre, como outras vezes tristemente visto, de modo escalante.

Sempre brinco com os argentinos, pois acabam de eleger a senhora Kirchner e já se vão a fazer os "cacerolazos". Além da corrupção, há uma recorrência de práticas de "fiscalidad" que os argentinos aprenderam a abominar por ocasião das administrações anteriores a Néstor Kirchner (Menem, De La Rúa, Duhalde). Ou seja, os Kirchner não resolveram o que se propuseram a fazer, e ainda re-implantam políticas fiscais, travestidas de instrumentos distributivistas assentados em argumentos esquerdopatas, de períodos em que sabidamente se deu com os burros na água.

O governo está tratando todos os produtores rurais de modo indistinto com relação à aplicação da “retención”, independentemente da área plantada. Daí os protestos legítimos de produtores em situação de bancarrota. Ninguém ali questiona a necessidade dos ajustes da macroeconomia, querem é tratamento adequado e a revisão da “retención”, julgada incompatível com as possibilidades dos produtores rurais e dos “ganaderos”.

O governo insiste em comparar a situação de hoje dos produtores com a de 2002, afirmando que hoje estão em boa posição, tendo ganhado com o ambiente favorável às commodities agrícolas e a estabilidade internacional dos anos recente. Diz que tiveram toda a sorte de se capitalizar anteriormente. E tome-lhe taxa de 45% com discurso de integrante de Foro de São Paulo.

Bem, lá como aqui a tara por comparar o hoje com 2002 é recorrente. Sintomático.

Um abraço,

Seu leitor desde há muito
10:14 AM  

Anonymous Anônimo
Rei,
os argentinos são muito mais politizados. Eu sempro falo que nós brasileiros só sabemos ser patrióticos sentado numa arquibancada em um estádio de futebol. Gritando: " Ah,eu sou brasileiro com muito orgulho..."
"A pátria de chuteiras", sabe como é que é, né? Os agentinos vão para as ruas bater panelas por causas economicas, políticas e socias.
Viva Agentina!

Jackson.
10:18 AM  

Anonymous Anônimo
É o entendimento geral dos "cumpanhêro": vagabundos de quadrilhas como mst, via casmpesina, etc podem paralizar estradas; produtores trabalhadores sérios e, acima de tudo, honestos, não.

Bia
12:56 PM  

Anonymous Anônimo
Os argentinos são realmente um povo politizado.
Alguns motoristas de táxi, sabem perfeitamente o que acontece na América do Sul e principalmente no nosso país.
Ouvi de um deles que não entendia porque nós, brasileiros, ríamos tanto e nos contentávamos com futebol e samba, quando nosso governo populista estava nos "arrancando o couro" com tantos impostos.
Fiquei triste, por saber que ele tinha razão.
1:55 AM  

Anonymous rocket
Nenhum regime, ditatorial ou democrático, de esquerda ou direita, resiste a falta de alimentos. Seria prudente que o casal Kirchner cedesse às pressões e negociassem rapidamente com os produtores agrícolas ou a insatisfação popular, já exibida nas ruas, vai retirá-los na marra da Casa Rosada. Os desdobramentos de uma crise como essa nós já conhecemos e costuma alastrar-se nos países vizinhos.
1:27 PM  

Postar um comentário

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |