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a – na Vieira Souto, no Rio (no Country Clube, é claro);



b – na Praia do Forte, na Bahia (no resort, é claro);



c – nos Jardins, em São Paulo (no Hotel Fasano, é claro);



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Reinaldo Azevedo

Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008

O New York times em dia de jornaleco

No Estadão. Volto depois:
A legitimidade da candidatura presidencial do republicano John McCain tornou-se tema de debate após a publicação, ontem, de uma reportagem de The New York Times. O jornal questiona se McCain pode ser presidente, apesar de não ter nascido em território americano.
O republicano, filho de um almirante, nasceu numa base militar dos EUA na Zona do Canal, no Panamá, em 1936. A cidadania do senador foi estabelecida por estatutos sobre os filhos de americanos no exterior e leis específicas para a Zona do Canal.
Os assessores de McCain garantem que o candidato cumpre com os requisitos previstos na Constituição, que estabelecem que apenas os “americanos natos” podem ser presidente do país. A equipe do senador garante que o tema já foi esclarecido na primeira vez que McCain concorreu à nomeação do partido para a candidatura presidencial, em 1999.
(...)
A reportagem do Times lembra que, até hoje, nenhum dos presidentes americanos nasceu fora dos 50 Estados do país. McCain disse ontem que tem certeza de que é qualificado, dentro das normas legais impostas, para tornar-se presidente. “Não tenho nenhuma preocupação quanto a isso”, disse McCain. O republicano afirmou que sua elegibilidade para a presidência dos EUA “certamente” não era algo que seu pai previu quando servia numa base militar do país.
Assinante lê mais aqui

Comento
Previ, dia desses, a “terceiro-mundização” da política americana. Não contava que começasse pela imprensa. É a segunda irrelevância levantada pelo NYT contra McCain. Se a primeira, a da suposta amante lobista, tinha lá certa aparência de interesse público, esta é de lascar.

Alô, soldados americanos! Todos vocês têm direito de ter um filho que queria ser presidente dos EUA. Então não sirvam a seu país fora do solo pátrio. Seria, de fato, uma coisa muito interessante: ao defender o país, os soldados estariam cassando um direito de seus filhos.

Sim, o NYT sempre foi democrata. Mas raramente foi tão imbecil.

Por Reinaldo Azevedo | 06:01

Comentários:

Anonymous devisoeira
Isso dá uma idéia do que vem pela frente. vai ser de lascar.
6:39 AM  

Anonymous Ubiratan Olivério
Primeiro foi o suposto "escandalo" da lobista. Depois de três meses de investigação uma equipe de reporteres só conseguiu fazer ilações contra McCain. Agora vem essa besteira do local de nascimento.

Vamos lembrar que McCain possui ambos os pais americanos, e ele nasceu em uma base militar americana, portanto, território americano.

O mais interessante é que McCain não teve problemas com sua nacionalidade para servir no Vietnã, não teve problemas com sua nacionalidade para ser eleito senador, mas agora esse grande "impedimento" aparece.

Parece que os democratas apesar de estarem na frente nas pesquisas com Obama pressentem que seu candidato preferencial é fogo de palha.
6:47 AM  

Anonymous Anônimo
Caro Reinaldo,não surpreende a posição e as posturas do NYT,quanto ao seu preferido à presidência dos USA:os democratas!!!

É uma vergonha!!!

Os USA não merecem jornais de merda como este NYT,Washington Post,CNN e outros filhos da puta,simpatizantes ou militantes do Movimento Revolucionário Comunista Internacional!!!

É muito triste ver um jornal americano descer tanto,e ser tão abjeto,asqueroso e nojento!No Brasil,a prática do NYT é pinto,comparado com o que acontece no reino da Banânia!

Gentalha,Canalha Filha da Puta!!!

XÔ,COMUNISMO!
XÔ,Obama!
XÔ,Hillary!

XÔ,PARTIDO "DEMOCRATA"...

KIRK
6:50 AM  

Anonymous Anônimo
Caro Reinaldo,não surpreende a posição e as posturas do NYT,quanto ao seu preferido à presidência dos USA:os democratas!!!

É uma vergonha!!!

Os USA não merecem jornais de merda como este NYT,Washington Post,CNN e outros filhos da puta,simpatizantes ou militantes do Movimento Revolucionário Comunista Internacional!!!

É muito triste ver um jornal americano descer tanto,e ser tão abjeto,asqueroso e nojento!No Brasil,a prática do NYT é pinto,comparado com o que acontece no reino da Banânia!

Gentalha,Canalha Filha da Puta!!!

XÔ,COMUNISMO!
XÔ,Obama!
XÔ,Hillary!

XÔ,PARTIDO "DEMOCRATA"...

KIRK
6:51 AM  

Anonymous eliane moura
O NYT é uma bosta. Há alguns anos, publicou a foto de um jovem sangrando, tendo atrás um soldado israelense brandindo um cacetete. O jornal dizia que o soldado tinha espancado o jovem palestino. Dias depois, o jornal recebe uma carta de um senhor contando a verdade: O rapaz era filho dele, era judeu e estava sendo espancado por palestinos quando foi salvo pelo soldado! O pasquim corrigiu o erro num pé de página e olhe lá! Veja a foto e a notícia completa:
http://www.deolhonamidia.org.br/Principal/Comeco.asp
7:03 AM  

Blogger Heitor Bonfim
Os democratas gostam de sangue. São muito sangrentos, sempre foram.
7:06 AM  

Anonymous Gomez da F. A.
Rei,

O NYT está querendo abafar o caso do Hussein com o turbante. Eles endossaram o McCain apenas como desculpe. Eles agora vão atacar sem parar para ninguém poder falar. Tá vendo, o Hussein era muçulmano, não bota o mão no peito na hora do hino, tem nome e sobrenome muçulmano. Esse ataque é para o povão de lá dizer, ah, mas o McCain não é americano, então, podemos eleger um homem que vai "dialogar" com Chávez sem medo.

O futuro dos EUA é o Brasil.

Viu o que a mulher do Obama disse? Nunca eu tive orgulho do meu país como agora. Não lembra a Banânia?
7:46 AM  

Anonymous Anônimo
Caro reinaldo,veja esta notícia no site www.Diegocasagrande.com.br:

"Bush nega diálogo com Raúl Castro enquanto não houver democracia em Cuba
Em entrevista coletiva na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, afirmou nesta quinta que seria um "erro" dialogar com um "tirano". Ele se referia ao novo ditador cubano Raúl Castro, alçado ao poder na empobrecida ilha caribenha com a renúncia do irmão Fidel Castro.

Na opinião de Bush, a aproximação só traria benefícios para o novo tirano enquanto não ocorrer uma verdadeira democratização em Cuba. "Manteremos o embargo e continuaremos insistindo, até que Cuba comece a alcançar a liberdade. Sentar à mesa com um ditador diminui o prestígio do meu cargo e eleva o seu, que poderia dizer: 'vejam, até o presidente dos Estados Unidos me reconhece'", afirmou Bush."

O sr.George W. Bush está CORRETÍSSIMO em não querer conversar com comunista!

Se no lugar do Presidente George W. Bush estivesse um representante do Partido "Democrata",não só conversaria com o irmão de Fidel-outro criminoso e assassino comunista-,(Raúl Castro)como,além disso,haveria até beijo na boquinha!!!

KIRK
8:23 AM  

Blogger Blogildo
O curioso é que NYT estava dando uma ajudinha para detonar os mais conservadores postulantes no PR. Agora que já está praticamente definido que será McCain, já partiram para o ataque!
8:26 AM  

Anonymous Andre
Todo dia é dia de jornaleco no NYT.
8:29 AM  

Anonymous Anônimo
O NYT é uma gororoba.

È a folha de Sp dos EUA. Nem leio mais seus artigos.

Pior é que os jornais brasileiros só traduzem os artigos desta porcaria
8:50 AM  

Anonymous Anônimo
Simplesmente ridícula a discussão levantada pelo NYT. É regra básica de Direito Internacional que são nacionais de um país as pessoas que nascem no território dele ou no exterior, quando os pais estão a serviço do país.
Nessas condições John McCain é norte-americano, evidentemente.
9:29 AM  

Blogger Paulo
ALGUÉM SE DEU AO TRABALHO DE LER A REPORTAGEM?
A reportagem fala do caso do McCain e de vários outros políticos que passaram por situações semelhantes. Em nenhum momento o jornal desqualificou a candidatura dele. Não foi um ataque, foi uma reportagem com curiosidades históricas.
A reportagem aponta o absurdo que seria a desqualificação do McCain. Com palavras diferentes, mas mais ou menos o que o próprio Reinaldo escreveu:
"Alô, soldados americanos! Todos vocês têm direito de ter um filho que queria ser presidente dos EUA. Então não sirvam a seu país fora do solo pátrio. Seria, de fato, uma coisa muito interessante: ao defender o país, os soldados estariam cassando um direito de seus filhos."
10:16 AM  

Anonymous Anônimo
hummmmmmm
o nytimes sempre foi uma praga mesmo.........
pra fala mau do obaminha e da hillarizinha nd
10:28 AM  

Anonymous Francisco
Aquilo também é um antro de "petistas".
É a preparação para a ditadura mundial que virá.
11:08 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,

Cada país tem a Folha de SP, PHA, FM, Mino Carta, et caterva que merecem.
11:16 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo:

Segundo me parece, McCain é mais americano que Obama - e não é porque McCain é WASP.

Se essa matéria fosse séria, trataria também, então, da eventual inconsistência da lei, que, na prática, poderia desaconselhar, entre outros, soldados americanos a serviço de sua pátria de terem filhos no exterior.

Mas já que falamos de inconsistência, que tal essa de Obama: gerado por pai ateu, educou-se em país muçulmano, estudou em escola católica e agora - convertido? - freqüenta a United Church of Christ em Chicago. É pouco?

E veja também outro absurdo não explorado pela matéria: McCain pôde lutar no Vietnã e ser aprisionado pelos vietcongues, mas não serviria para ser presidente dos EUA por uma inconsistência da lei.

Só não digo que é "perca" de tempo porque é matéria emblemática: trata-se do ainda poderoso NYT em campanha a favor do futuro adversário de McCain - seja quem for e o que proponha, aparentemente.

Para finalizar: sou testemunha de que algumas matérias de viagem e turismo do NYT têm sido excelentes.

Abraços,
Antonio
11:19 AM  

Anonymous Anônimo
Caro Reinaldo...

É uma 'babaquice' sem tamanho! É algo digno do "Enquirer", de Charles Foster Kane, para não dizer de Hearst. Essa atitude é um tiro que vai sair pela culatra, e pode até nao atingir o ombro, mas a cara do NYT. Espero que a assessoria de McCain nao entre no jogo. Porque se a regra do jogo for "é por aí", então o que dizer de questionar as circunstâncias do Alaska ser um Estado americano? Das Samoas americanas? De todas aquelas paradisíacas mas "esquecidas" remotas ilhotas do Pacífico Sul que aparecem como pontinhos nos mapas do maior oceano da Terra, ao lado de cujos nomes, nesses mapas, aparece (US)? E, last but not least, se a regra for "é por aí" o que dizer das circunstâncias do Havaí, de Barack Obama? Christ on a Cross, desse jeito iria se chegar aos Estados Confederados da América, obra total e plena do velho Partido Democrata. Não, a regra do jogo "não é por aí". Abaixo os Kane e os Hearst, as Louella Parsons e Hedda Hoppers. Por tal besteira, abaixo o NYT. Pelo menos, a edição que publicou tal sandice.
Um grande abraço.
Edison Penelli;
11:25 AM  

Anonymous mario cesar
identifico esta manobra com o pânico democrata de acabar perdendo novamente....sabemos que isto é bem possível. terça feira assisti no canal sony um homorista(por acaso negro)no pragrama daily news do jon stewart fazendo piada que os americanos com esta barakmania estao apenas votando na possibilidade de votar em um negro com suposta "real chance" de chegar lá, mas que no final darao a vitória a um senador de 72 anos...
acho que os democratas vêen esta piada com um misto de melancolia e verdade.
11:33 AM  

Anonymous Anônimo
O conceito de cidadania ou talvez nacionalidade no sentido de pertencer a uma nação precisa ser revisto. Ligar a nacionalidade ao local de nascimento já não faz sentido nos dias de hoje por causa das explosão dos meios de transporte e comunicação.

O Obama é muito menos Americano do que o McCain pois passou parte da sua infância na indonésia, estudando em Jacarta dos 6 aos 10 anos, onde 86% da população é muçulmana. É dificil não acreditar que o Obama não tenha adquirido alguns valores do Islamismo, talvez até mesmo os valores que se chocam com os valores da civilização ocidental.

http://en.wikipedia.org/wiki/Obama

http://en.wikipedia.org/wiki/Jakarta

O lado bom dos EUA elegerem um "muçulmano" para Presidente talvez os leve a perceber a grande bobagem que foi inventarem o conceito de Politicamente Correto nos anos 80.
11:48 AM  

Anonymous simplesmente maria
Golpe abaixo da cintura. E acho que mais uma vez o feitiço vai virar contra o feiticeiro.
11:52 AM  

Anonymous Anônimo
Pelo jeito serão 12 anos direto de poder republicanos nos EUA, não sei até que ponto isso será bom para democracia. Será muito difícil os republicanos largarem o osso .
12:30 PM  

Blogger Marcos
Onde chegou a coisa!
Minha prima, americana (familia do senador Sam Nunn), diz que dificilmente você consegue ser reconhecido como americano, dentro do próprio solo. Sempre tem uma desculpa. sem contar os african-american, italian-american e outros negros que eles fabricam.
Não é só lá. Meu primo da França nasceu na Argelia. Seu pai era o chefe das forças armadas francesas. Agora, depois de 3 anos de batalha, conseguiu resolver seu problema com a aposentadoria, porque queriam negá-la "por não ser legítimo francês.
12:31 PM  

Anonymous Anônimo
DEU A LOUCA DE "BANÂNIA" NELES.
ESSA DOENÇA PEGA? - "ATRAVESSOU O
OCEANO" CONTRA A MARÉ.DE "BANÂNIA"
PARA O TIO SAM.TE CUIDA McCAIN!

ABRAÇOS.
1:46 PM  

Anonymous Anônimo
Rei,

É, sem dúvida, a petralhização dos Estados Unidos!!

Acho que o McCain, mesmo "não tendo nascido dentro dos EUA", é muito mais americano que o Osama... ops, Obama!

Acordem!

Abraço.
2:03 PM  

Blogger Iguinho
Influência não é sinônimo de credibilidade.

E não tá mais do que na hora do Congresso rever alguns pontos da Carta de 1787,como o da eleição presidencial através de um Colégio e não por voto popular?
3:50 PM  

Anonymous Nelson
é.. americano "da gema" mesmo é o filho de africano MUÇULMANO, Barac HUSSEIN quase OSAMA, quase muçulmano que passeia de turbante por aí.


pois é, o detalhe acima, apesar de até segunda ordem também não ser fato desabonador à candidatura do Obama, se mencinado é atacado por tudo que é lado com termos das mais variadas procedências e também pelo NYT, agora querem impugnar a candidatura do McCain só porque ele nasceu numa base militar americana (que aliás, se não me engano é considerada solo americano não importando em que lugar do planeta esteja plantada, até em Cuba, ou não?), como diria a humorista gordinh.. ops, de peso acima do padrão do zorra total:

- aí, PÓÓDGI!!
4:59 PM  

Anonymous Anônimo
"anõnimo" das 12:30 PM,é mil vezes preferível a permanência-por doze anos-dos republicanos,em vez dos "Democratas".Os motivos para isso são óbvios!

Quem conhece o que é o Partido "Democrata",e qual é a sua ideologia-em sua grande maioria-dos integrantes do Partido "Democrata",entende do que estou querendo dizer!

XÔ,COMUNISTAS!!!

KIRK
5:55 PM  

Anonymous Anônimo
Eu acho que é um bom momento para discutir um assunto essencial:a eleição nos eua não deveria ser apenas para os legitimamente nascidos no pais.Os eua representam a vitoria dos melhores e dos mais aptos,todo americano competente,naturalizado ou não,deveria ter o direito de concorrer...
6:43 PM  

Anonymous Anônimo
Sobre a matéria citando a lobista, há uma reportagem interessante da The New Republic, no link http://www.tnr.com/politics/story.html?id=8b7675e4-36de-43f5-afdd-2a2cd2b96a24.
9:24 PM  

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