BUSCA

Revistas
Notícias
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
COLUNISTAS


VÍDEOS


Reinaldo Azevedo
fala sobre:


Ofensas
56k | 128k | 256k

Humor
56k | 128k | 256k

Verdade universal
56k | 128k | 256k

Otimismo
56k | 128k | 256k

SEÇÕES
Avesso do Avesso

ENQUETE
Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
Ver resultados



ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Na Lula News, a mandioca do oficialismo cafona

Empresário ligado à Finatec diz ter sido indicado ...

Base pressiona PT a aceitar CPI com PSDB

Autonomia das escolas gerou queda na qualidade do ...

Quarta bomba explode em Caracas no mês e mata um

Cuba mantém velha guarda no poder

Sucessão é ignorada na rua e na mídia

LEIAM ABAIXO - POR QUE NÃO RENUNCIAM A SEUS ASSAS...

POR QUE NÃO RENUNCIAM A SEUS ASSASSINOS E LADRÕES?...

Comentários delinqüentes



ARQUIVO ESPECIAL
Nos Emirados Sáderes

ARTIGOS EM VEJA
O mal-estar dos "progressistas" - 24/9/2008
O DIREITO SÓ PODE SER ACHADO NA LEI - 27/8/2008
A bolacha na telinha e a nossa liberdade - 30/7/2008
As ONGs do fim do mundo - 18/6/2008
O que eles querem é imprensa nenhuma - 7/5/2008
Que falta faz um Voltaire - 2/4/2008
Fidel e o golpe da revolução operada por outros meios - 27/2/2008
O Foro de São Paulo não é uma fantasia - 30/1/2008
O pastor e o pensador - 12/12/2007
A crença na "cultura da periferia" é coisa de gente com miolo mole - 5/12/2007
Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault - 10/10/2007
Restaurar é preciso; reformar não é preciso - 12/9/2007
O Movimento dos Sem-Bolsa - 8/8/2007
A Al Qaeda eletrnica - 20/6/2007
Gramsci, o parasita do amarelão ideológico - 16/5/2007
Crime e castigo dentro de nós - 28/03/2007
O politeísmo de um Deus só - 28/02/2007
A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca - 07/02/2007
Sou "doente" mas sou feliz - 27/12/2006
É preciso civilizar os bárbaros do PT - 1º/11/2006
Governante bom é governante chato - 11/10/2006
E o feio se tornou bonito... - 13/09/2006
Urna não é tribunal. Não absolve ninguém - 06/09/2006

  

BLOG
Reinaldo Azevedo

Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008

Juno
Eu e Dona Reinalda fomos ontem, junto com as meninas, ver Juno, de Jason Reitman. O filme levou nesta madrugada o Oscar de Melhor Roteiro Original. A premiada é Diablo Cody, pseudônimo de uma ex-dançarina de strip-tease. Surpresa! Gostei muito do que vi. Os diálogos são ágeis, engraçados, surpreendentes às vezes. Há, em tudo, até nas atuações, certa atmosfera de “coisa caseira”, embora eu não tenha notado uma só folclorização do “cinema independente”, o que ele nem é, para compensar dificuldades técnicas. Reitman é mais criativo do que experimentalista. O resultado é agradável.

Vocês devem saber o essencial, não? Juno, uma menina de 16 anos, transa com um colega da mesma idade — mais ou menos como quem diz “hoje é segunda-feira” — e engravida. A questão: ficar com o bebê, abortar ou entregar para a adoção? A história é banalíssima. E, com ela, se faz um ótimo filme.

O truque é Juno, interpretada por Ellen Page. Menina bem pouco convencional, corpo mirrado, tímida, é, no entanto, inteligente, contestadora e dona de um humor corrosivo. Boa parte da graça do filme está nos seus diálogos com os adultos, que não têm muito mais certezas do que ela própria. Há ainda um diferencial em relação a boa parte do cinema que se quer “independente”: não se está investigando ali “a crise americana”. Sabem aquele papo de “mal-estar da civilização do império”? Pois é, não há nem traço dessa chatice. Um tanto perdidas no mundo, como todos nós, as personagens são indivíduos únicos, donos do seu nariz e da sua solidão.

Um filme, um romance, uma história em quadrinho ou a redação que nossos filhos escrevem na escola têm sempre um sentido moral, queira ou não o autor. Obras que buscam passar uma “mensagem” quase sempre resultam em chatice, em didatismo bocó. Juno passa longe desse esforço didático e, por isso mesmo, consegue ser acolhedor. Tem-se, em meio a personagens que não honram o convencionalismo, uma história que defende a vida e que sabe lidar com o perdão, que não vem sem sofrimento — ou ele nem seria necessário.

Não há como as garotas e os garotos saírem do cinema com a impressão de que os dois adolescentes fizeram a coisa certa. De jeito nenhum! Seu erro, no entanto, tem remissão. Feito só de personagens um tanto tortas, Juno deveria ser exibido nas escolas. Está a léguas da delinqüência moral que pretende distribuir camisinhas nas escolas ou pílula do dia seguinte para meninas de 11 anos.
Por Reinaldo Azevedo | 06:03

Comentários:

Anonymous marina
concordo, Juno poderia ajudar..
este artigo relata uma triste realidade na Inglaterra:
http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2008/02/22/nartist122.xml

o suicídio de uma artista
depois de abortar gêmeos.
ela tinha 31 anos.
as consequências são
devastadoras.
6:36 AM  

Anonymous bjordan
achei um filminho se sessão da tarde , não mais do que isso.

o ano deve ter sido terrivel de roteiros para que um filme desse nível tenha ganho roteiro original.

o filme não é ruim mas não deveria ganhar um adjetivo melhor que bobo, simples, tolo.


claro o tema é importante, e sobre esse tema , sugiro o documentário carioca MENINAS

Sobre gravidez adolescente (o Filme não é abortista)
7:21 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo, adorei este post. Este é um tema diretamente ligado a um trabalho que faço, e acho que você tratou do assunto com muita... competência, digamos assim. Retiro do texto um trecho que concordo integralmente: "Um tanto perdidas no mundo, como todos nós, as personagens são indivíduos únicos, donos do seu nariz e da sua solidão." Belo texto, e ainda digo mais, belo e emocionante.
7:31 AM  

Blogger Paulo Boccato
COOOOOMOOOOOOOOOOOO????????????

VOCE FOI VER UM FILME ONDE NÃO TINHA A FIGURA DO 'GUERRILHEIRO-HEROICO-CONTRA-O-MALVADO-MILICO' ?

E ANDA POR CIMA LEVOU AS 'MÍNINA' PRÁ VER UM FILME QUE NAO FOI FINANCIADO PELA PETEOBRÁS ?

...'POBRES' REINALDINHAS,VÃO CRESCER PENSANDO, RACIOCINANDO,COGNANDO,ETC...!
8:00 AM  

Blogger Blogildo
Li sobre o filme em dois veículos de imprensa: VEJA e O GLOBO. Fiquei interessado.
Esse artigo está mais para "Avesso do avesso", hein!
8:11 AM  

Blogger Ramiro
Reinaldo,

Até concordo com sua análise. Mas o filme é muito chato! Grande abraço, Ramiro
9:01 AM  

Blogger Onézimo
Reinaldo: Sou fã dos teus textos de politica e economia. Bem que a Veja poderia te dar um aumento e vc se juntar a Isabela Boscov nos ótimos textos de cinema dela.
Abraços
9:15 AM  

Blogger RandomWalker
Reinaldo, o cinema "independente" americano (de ficções, é bom destacar) não chega a ser caracterizado por reflexões sobre o 'fim do império'. Basta procurar qualquer matéria cobrindo o Sundance. Há sim os jovens auteurs petulantes e uma corrida louca para tentar conquistar esse trono que já foi de Pequena Miss Sunshine e agora é de Juno...

Este filme não integra um exército de Branca Leone entre os independentes esquerdistas. É sim o mais bem acabado representante de um jeito formulaico de fazer comédia.
9:35 AM  

Anonymous Pedro Gê
Interessante as observações sobre os cacoetes do "cinema independente" (o que é isso, afinal?) americano. Mas não seria perfeitamente legítimo para um cineasta norte-americano investigar a tal "crise" ou "mal estar"? Será mesmo que daí só pode sair chatice ou didatismo? Acredito que não.
O filme anterior de Reitman, Obrigado por Fumar, encaixa-se nesse rótulo (é o que me parece), tem um certo viés cinicamente anti-capitalista e não deixa de ser divertidíssimo, inteligente e muito bem dirigido e atuado. Gostaria de saber a opinião de um fumante convicto e inveterado como vc...
O filme independente mais bem sucedido do ano passado, Pequena Miss Sunshine, é uma pérola capaz de cativar e emocionar pessoas dos mais diferentes perfis. Sensacional! E lida de forma crítica com o american way of life (a cultura do "vencedor"), usando como gancho aquela verdadeira bizarrice americana que são os concursos mirins de beleza. É assustador pensar que aquelas garotas que aparecem na competição são de fato "profissionais" desses circos de horrores. Nem por isso o filme é chato ou didático, muito pelo contrário. Ele consegue até abordar de forma sutil e indireta um tema cabeludo como a pedofilia e ainda assim ser leve. Uma verdadeira obra de arte, e os personagens são "indivíduos únicos, donos do seu nariz e da sua solidão", sim senhor!

OBS: ainda não assisti Juno.
9:37 AM  

Blogger Marcos
Boa Rei. Juno provou-se um bom exemplo. Espero que contribua para a melhora do mundo.
Minha neta de 11 foi ao cinema assistí-lo e depois ouviu da mãe (minha filha) um papo sobre o que deve ou não ser feito. Uma lição.
Sim, devia passar nas escolas.
10:00 AM  

Anonymous Newman
Não gostei de Juno. Não em relação ao tema abordado, mas a própria produção do filme em si, tudo muito "certinho", robótico demais. Tanto direção e roteiro pareciam seguir uma fórmula feita sob medida para agradar, para parecer "cool". Resumindo, achei o filme artificial.
10:05 AM  

Anonymous Gunnar
Do ponto de vista cinematográfico, achei o filme bem meia-boca. Esperava mais.

O melhor fica por conta das referências à música, piadas e ironias das quais só entendedores rirão.

Frases como:
"O que os Melvins diriam?"

"Comprei um disco do Sonic Youth e odiei! Só tem ruído!"

Ri bastante. Mas não há nada de surpreendente. Também não vi grandes lições morais.

Como comédia, perde feio para a Miss Sunshine.
10:24 AM  

Anonymous Eny Seidel
Reinaldo, melhor prevenir do que remediar.
Não podemos dar uma de avestruz, as crianças de hoje começam a ter sexo muito cedo, sem experiência, sem moderação, melhor que usem camisinha e pílula, do que engravidarem e fazer aborto, ou pior do que isso, pegarem AIDS.
As novelas, os filmes, as fotos, as praias, são convites à sexualidade precoce.
Você não vê homem quase nú nas praias, mas as eneianms começam cedo a mostrar o corpo, daí ao namoro, aos amassos é um passo, e consequência de sexo é gravidêz.
As escaals têm obrigação de terem educação sexual.
Só uma pessoa madura usa o livre arbítrio de ter ou não ter sexo, adolescentes são movidos a hormônios, até parece que vocês se esqueceram que já foram adolescentes.
11:07 AM  

Anonymous simplesmente maria
Também gostei muito do filme Juno, que vi há alguns meses atrás. Uma comédia leve, com desempenhos excelentes, com roteiro bem verdadeiro, diálogos fluidos - tudo muito no estilo do igualmente excelente Little Miss Sunshine, outra das grandes "pequenas surpresas" pelo sucesso de público e crítica. Minha filha adolescente amou ambos filmes.
11:56 AM  

Anonymous Anônimo
Po Tio Rei,

Vc nao comentou o Oscar!!! Aquele papo de passar mel no beicinho dos velhinhos da academia com "o ano q meus pais sairam de ferias"... os principais vencedores desse ano sao filmes violentos!!!!huahuahua

bejo na dona reinalda e reinaldinhas.
12:32 PM  

Anonymous Anônimo
Tio Rei,

Tu escreveu, que eu li...

"Tem-se, em meio a personagens que não honram o convencionalismo, uma história que DEFENDE A VIDA e que sabe lidar com o PERDÃO, que não vem sem sofrimento — ou ele nem seria necessário."

Parabéns...Já valeu o dia!
E eu nem vi o filme...
1:04 PM  

Anonymous Tomé
Achei o filme fraco. Nota 6 na melhor das hipóteses.

A personagem Juno é esperta demais, tem sacadas inteligentes demais, é precoce demais, tem personalidade demais, deixa os adultos em saia justa demais. Já o seu namorado, interpretado pelo ótimo Michael Cera, é sim um personagem na medida certa, embora apenas coadjuvante. Não custa lembrar que estamos falando de adolescentes de 16 anos.

A receita é a mesma de Pequena Miss Sunshine. Uma comédia romântica, que tenta ser "cute" e tocar o público com a inocência inteligente das personagens. Ambos são mamão com açúcar, embora Pequena Miss Sunshine seja melhor. Principalmente porque o elenco é melhor. Ambos não estão a altura de grandes premiações. embora o próprio Oscar tenha sido palco de premiações para lá de duvidosas. São filmes de Sessão da Tarde. Bons filmes de Sessão da Tarde, mas nada além disso.

Aliás, Sangue Negro é outro filme nota 6. Os dilemas morais apresentados no filme são absolutamente triviais e o final do filme é ridículo.

Espero não me decepcionar com o grande premiado da noite de ontem, Onde os fracos não têm vez", dos irmãos Coen.
1:23 PM  

Blogger sidney borges
Um tanto perdidas no mundo, como todos nós, as personagens são indivíduos únicos, donos do seu nariz e da sua solidão. Me fez lembrar a noiva cubana da foto que do Portal G1 ontem. Enquanto o mundo prestava atenção à eleição ela só queria estar bonita, orgulhosa no Oldsmobile conversível de outrora. Cada um vive o seu momento, estamos todos em dimensões diferentes...
1:44 PM  

Anonymous Sandra
Reinaldo

Eu vibrei foi com Ratatoille!
2:44 PM  

Anonymous simplesmente maria
Estranho o comentário do Tomé da 1:23PM ao estranhar a "inteligência" e as "tiradas" da Juno. Acho que ele não deve ser pai. A Juno é uma típica menina de 16 anos da classe média baixa americana, nada excepcional. Um tipo comum, uma história corrente, uma família normal com seus problemas usuais. Por isso o sucesso: é uma fotografia excepcional de um momento.
2:47 PM  

Anonymous Anônimo
.
.

Reinaldo,

O filme dos irmãos Coen, "Onde os fracos não têm vez" "No country for old men", é exemplo de IMPUNIDADE.

Vi o filme e achei um excelente filme, porem não concordo com a premiação,nunca poderia ser um filme para um Oscar de Melhor Filme.

TODO O CRIME NÃO PODE FICAR SEM PUNIÇÃO, mesmo no cinema.

Bob

2:59 PM  

Blogger Rose
Ainda não vi "Juno", mas me disseram que o filme vale pela atuação de Ellen Page. Aliás, ela também está impossível no papel de uma garota de 14 anos em "MeninaMá.com" (Hard Candy), um filme que fala sobre a invasão crescente da rede de computadores por pedófilos.
3:06 PM  

Anonymous toby
Juno é realmente um filme belíssimo. Agora, a piada de ontem foi a cara de pau do Rubens Ewald comentando na TNT: "Mas que pena, o nosso O Ano que Meus Pais... não foi classificado".

É mesmo? Porque será?
3:07 PM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,
um comentário sem relação com o filme, mas com a delinqüência moral.
No JorNal Hoje (de Hoje), falaram sobre violência nas escolas e de uma professora que foi agredida por um aluno de 14 anos que lhe deu um murro na boca e a jogou ao chão, dando-lhe socos e pontapés.
Entrevistaram uma "Doutora" de não sei o que e, sabe qual sua análise:
Não há culpados, apenas um distanciamento entre a escola e a comunidade que não dá a seus alunos as bases para uma educação...
Aquele discurso antigo e tão bem aceito pelo politicamente correto.
E eu que achava que a culpa era do aluno, preciso estudar mais pra chegar ao entendimento da "Doutora". Cometa essa aí para nós.
José Ricardo
3:31 PM  

Blogger Eleonora
Reinaldo Azevedo,


"Juno":
Divindade Mitológica da Roma Antiga
Protetora da Maternidade
5:30 PM  

Blogger garrafa e mar
"Está a léguas da delinqüência moral que pretende distribuir camisinhas nas escolas ou pílula do dia seguinte para meninas de 11 anos."

11 anos ? Eu n vi isso.
E 15, 16 anos? Eles vão deixar de fazer sexo, se a escola n distribuir camisinhas ou pírulas?
5:43 PM  

Anonymous politico mente, correto?
O filme anterior do diretor Jason Reitman é o ótimo Obrigado por Fumar.

Discordo do comentário de 9:27 AM que diz que o filme teria "um certo viés cinicamente anti-capitalista"

Eu diria que tem um "um certo viés cinicamente anti-anti-capitalista"
5:54 PM  

Blogger Daniel F. Silva
Juno, pelo que li sobre ele, parece-me ser um ótimo filme. Sangue Negro também é uma produção que eu gostaria muito de assistir.
11:20 PM  

Blogger Iguinho
Taí a dica para José Gomes "eu amo Michael Moore" Temporão.
12:48 AM  

Anonymous Carlos Eduardo
Você falou neste post, sobre a campanha do governo que distribui camisinhas para meninas de 11 anos. Encontrei um post do Julio Severo, em seu blog, em que fala sobre a AIDS, sensacional:
"Os ativistas homossexuais lutam para que os aidéticos sejam, mesmo não o sendo, classificados como deficientes físicos. A maioria dos aidéticos escolheu propositadamente viver um estilo de vida imoral, porém são agraciados com proteções especiais por sofrerem as conseqüências de suas más escolhas. Não há nenhuma lei para proteger a população contra alguns imorais portadores do HIV que, como maliciosa vingança, continuam arrumando e infectando parceiros — entre os quais há maridos adúlteros que acabam prejudicando esposas inocentes. Recebendo tanta proteção, como é que os números da AIDS diminuirão? O aidético imoral tem carta branca estatal para matar. Sem mencionar, é claro, que considerável parte das gigantescas verbas para “combater” a AIDS acaba justamente nas mãos de grupos que promovem o sexo antes do casamento e de grupos gays que promovem leis anti-homofobia, “casamentos” gays, etc. Numa só cajadada, esses grupos promovem o homossexualismo e a imoralidade geradora de AIDS, com pleno patrocínio estatal. Apesar da propaganda enganosa, a propagação da AIDS continua ocorrendo predominantemente através das condutas de alto risco dos homossexuais, conforme recente confissão de um dos maiores ativistas gays dos EUA. É preciso dizer mais?"
5:21 PM  

Anonymous Anônimo
Estava relutando em assistir Juno por causa da atriz Ellen Page, que em MeninaMá.com, apesar da ótima idéia do filme, faz uma personagem absolutamente insuportável, falsa, pedante, ultra-consciente, enfim todos os clichês possíveis sobre crianças que carregam toda a consciência do mundo. Mas como confio no tio Rei irei assistir. Todo mundo sabe que a grande maioria dos adolescentes não consegue sequer abotoar a camisa, mas em filmes são sempre retratados como mini gênios questionadores e desmoralizadores de adultos decrépitos, ôcos e interesseiros.
6:23 PM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo, não sou religioso, aliás, muito pelo contrário, prefiro entrar em um bar à uma igreja. Mas, concordo quando você denuncia essa verdadeira "delinquência moral". Sexo deve feito por adultos, discutido por adultos e não por crianças. Estas devem ser tratadas respeitosomente!!!
ABRAÇO
7:41 PM  

Anonymous Helena
Estava louca para assistir a esse filme antes mesmo da premiação. Além de educadora, sou mãe de uma menina de dezesseis.
Tive um problema de vista e ainda estou proibida de ler legendas por duas horas seguidas. Assitirei assim que puder! Gosto das coisas simples. O mais difícil é fazer sucesso com o simples.
Só estou aqui para dizer, mais uma vez, como gosto do que tu escreves quando não comentas política... é sempre um prêmio para os leitores!Heheheheehehehe...

Parabéns, mais uma vez!
8:34 PM  

Postar um comentário

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |