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| Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino) |
| Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008 |
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Empresário ligado à Finatec diz ter sido indicado pelo PT
Por Catia Seabra, na Folha: |
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Por Reinaldo Azevedo | 05:51
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Comentários: doaram um software ao PT, eh? foi altruismo puro ou esperavam o retorno da "doacao" um tempo depois? merecia um premio nobel, essa empresa tao preocupada em realizar "acoes sociais", de carater puramente solidario e fraterno... melhor mesmo seria a canonizacao desses abnegados... 8:21 AM Como os petistas gostam de "corp", não? É Intercorp, Gamecorp, cartões CORPorativos. O Brasil está à toda na modalidade republiqueta dos corporativistas.... 8:25 AM Uma coisa fantástica o que rende uma "doação" para o pt.Como é fantástico o grau de deboche da camarilha toda.Dizer que o apedeuta e seus asseclas contaminaram dessa forma toda a republiqueta é revoltante.Mas eles têm razão, quanto mais corruptos, debochados,rastaqüeras, mais identificação com o povinho boçal, que os aplaude, pois gostariam de estar no lugar deles. É a vingança dos "despossuídos" contra a zelite maligna. 8:53 AM jff Reinaldo, No ano de 1999 trabalhei como professor substituto na UnB. Tive a oportunidade de trabalhar com os melhores professores da minha área. Incentivado por eles, fui fazer o doutorado na Espanha, para poder voltar e começar a trabalhar como professor. Mas surgiram outras oportunidades e agora me encontro trabalhando na Noruega. Quando estava na UnB pude perceber como a influencia política norteava as decisões dentro do departamento. As pesquisas eram decididas em função do prestigio do pesquisador junto a Finatec. Professores com altíssimas qualificações eram “excluídos” pelo simples fato de terem uma opinião política diferente da dominante. Na verdade existia um tipo de Aphartaid ideológico dentro da universidade. Aqueles professores que não participavam das greves eram excluídos de quase todos projetos e verbas de pesquisa. Os seus orientados sofriam o mesmo tratamento. Eram os chamados “listas negras”. Não posso dizer que como é a atual situação, mas pelo pouco que eu vi e falando com as pessoas que eu conhecia, a situação agora e de pura perseguição e extrema vigilância. O caso da Finatec já era conhecido dentro dos departamentos, e inclusive tive a oportunidade de conversar com um dos fundadores (pessoa de extrema seriedade e honestidade) que me contou que decidiu sair da organização quando percebeu que o propósito inicial (ajudar na pesquisa) estava sendo desviado. Ele me contou como convênios com empresas privadas eram sumariamente cancelados ou enviados para análises “eternas” pelo simples fato que alguns professore não gostavam da idéia de existir uma cooperação empresa-universidade. Os desvios para uso não acadêmico era bem ais rotineiro do que se pode pensar. Um caso clássico foi à construção da 3ª. ponte em Brasília, onde a empresa construtora tentou em vão firmar um convenio a UnB. A proposta deles incluía ofertas de bolsa de pesquisa e ajuda no aparelhamento do laboratório para se realizar alguns ensaios. Mas como a obra era furto do Governo Roriz, esta proposta de convenio ficou sendo analisado até o fim da obra. Cansados de esperar, ele firmaram o convenio com a Usp. (Ok, a obra da 3ª. ponte não era necessariamente uma obra honesta, mas em ternos tecnológicos era uma obra muito interessante). O que mais me entristece nesta historia, é saber que existem professores que tentam levar a vida acadêmica de maneira seria e honrada, que realmente se preocupam em trabalhar e desenvolver pesquisas, que enfrentam a falta de verbas, a falta de apoio, e para que se possa ter alguma produção cientifica seria no País. E o que e pior, não podem nem sequer protestar, sob a ameaça de serem incluídos na lista negra do departamento. Na verdade o que esta acontecendo agora na UnB pode ser extrapolado para qualquer universidade federal no Brasil. Eu mesmo sofri com a perseguição ideológica que existe dentro das universidades. (quando estava fazendo o doutorado, fazia parte de um grupo de discussão, onde qualquer critica ao PT era severamente punida com o isolamento social do individuo.) Acho que se você tiver algum tempo em mexer como andam as estruturas de pesquisa dentro das universidades vai encontrar assunto para pelo menos uns três anos de blog. Vennlig hilsen / Best regards Jeovan Faleiro Consultant/Structural Engineer (Norway) 10:41 AM Reinaldo, É realmente o Partido dos Trabalhadores. 11:03 AM Chefe do mensalão investe contra a mídia. José Dirceu, segundo o Estadão, está atacando a "ditadura da mídia", que, segundo ele, não conseguiu derrubar o reitor da UNB, que foi mantido pela maioria dos professores. O chefe da quadrilha do mensalão, conforme acusação do Procurador Geral da República, ainda disse: "Espero que este fato assinale o começo de uma resposta à ditadura da mídia que aos poucos foi se impondo e hoje já reina absoluta e ao denuncismo irresponsável que tomou conta do pais". Em primeiro lugar, José Dirceu, que começou a sua carreira em diretórios acadêmicos, sabe muito bem como funciona o assembleísmo de uma universidade. O Reitor, eleito pelo voto direto de um colégio eleitoral que inclui uma maioria de professores, devolve cada voto recebido na forma de verbas para grupos de pesquisas, novos laboratórios, viagens a congressos e eventos, alocação de horas e, especialmente, jabás através das fundações, a grande maioria delas sob constante investigação do Ministério Público Federal. É por isso que os professores da UNB, grande parte deles cúmplices ou comparsas do Reitor, votaram contra o seu afastamento. É óbvio que o que impera na UNB é um toma-lá-dá-cá espúrio, que só poderia ser apoiado por alguém da laia de um José Dirceu. Vamos aos números dos cartões corporativos, comparados com o segundo maior usuário no Ministério da Educação, a Universidade Federal de São Paulo? A UNB gastou R$ 1,2 milhões com cartões corporativos em 2007. A Federal de São Paulo gastou R$ 290 mil. Desta valor, R$ 888 mil foram torrados pela Fundação, que tem sabe quantos cartões à disposição? 202 cartões corporativos! Enquanto isso, na Federal de São Paulo, o número total é de 40 cartões. José Dirceu sabe muito bem como está moldada a máquina da corrupção petista dentro da universidade pública, onde funciona o assembleísmo movido a benesses arrancadas ilegalmente dos cofres públicos. José Dirceu deveria perguntar quantos daqueles eleitores que decidiram manter o Reitor corrupto possuem um cartão corporativo ou fazem parte da sua gestão. Mas José Dirceu prefere, e sempre foi assim, defender a corrupção dos companheiros do que a transparência da mídia. É o lixo mais podre que o Brasil já enterrou, mas que insiste em feder quando bate o vento norte. 11:05 AM sei não, meu rei! esse prefeitinho do pt daqui, também conhecido como prefeito maluquinho, quer porque quer empurrar de goela abaixo do povo um projeto da múmia-paralítica-centenária a um custo de alguns milhões, que aliás foi embargado por medida judicial, de tão absurdo que é...advinha o nome do monstrengo? parque dona lindú..que por acaso, por mero acaso, é a mãe da anta, quero dizer do lulla-lá... será um caso de porta saquismo, ou é meu engano? sim... o maluquete também tem por hábito trazer pro rico carnava de pernambuco figurinhas meio fudd... da chamada MPB, como zeca baleiro,rita lee, sandy e junior, eduardo dusek, martinho da vila e filha, elza soares e outras enrugadas..em prejuizo de gente nova e nossa, dona da maior cultura musical do país...os cachês? milionários...o de sandy e junior, anos atrás, foi de cerca de 400 mil reais..incrível né? 12:14 PM Os serviços do dito cujo são tão bons que dispensão licitações. Ahhh tá,sei... 2:39 PM O Luís Antonio Lima é "cumpanheiro", portanto é "onesto, dessenti e conpetenti". Não julgue o cabra! Parta do princípio que ele pode ser um simples aloprado, e ter cometido algumas falhas administrativas. Mas é só! 4:29 PM A UNITRABALHO é uma ONG montada por petistas também muito ligada à UNB. É só investigar que muitas outras irregularidades irão aparecer. 10:35 PM PARTIDO DOS TRABALHADORES = BENS DOS TRABALHADORES rePARTIDOs COM A CÚPULA, AGREGADOS E ASSECLAS. 5:22 AM |
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