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Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008

Depravado ideológico da ONU justifica terrorismo

Leiam o que vai abaixo. Volto em seguida:

Por Marcelo Ninio, na Folha:
Um relatório preparado por um investigador das Nações Unidas afirma que o terrorismo palestino é "conseqüência inevitável" da ocupação israelense e pode ser comparado à resistência ao nazismo e à luta contra o apartheid, o antigo regime de segregação racial da África do Sul. A comparação enfureceu a diplomacia israelense, que considerou o documento uma espécie de luz verde da organização ao terror.
O documento preparado por John Dugard, investigador independente da ONU para o conflito entre Israel e os palestinos, será apresentado no dia 17 de março no Conselho de Direitos Humanos da organização. Em um de seus trechos mais polêmicos, Dugard diz que é preciso lembrar o "contexto histórico" ao analisar a violência palestina.
"A história está repleta de exemplos de ocupações militares às quais se resistiu com violência, atos de terror. A ocupação alemã foi resistida por muitos países europeus durante a Segunda Guerra", exemplifica, sem distinguir ações contra militares das que atingem civis.
Assinante lê mais aqui

Voltei
Trato a ONU a pontapés há muito tempo. Na Primeira Leitura, essa mega-ONG de inúteis e depravados ideológicos merecia combate permanente. Aquilo não é uma Organização de Nações Unidas, mas uma espécie de covil de interesses de ditadores terceiro-mundistas, coadjuvado por funcionários idiotas vindos do Primeiro Mundo, que vêem virtudes verdadeiramente revolucionárias em tiranos e terroristas.

O delinqüente poderia ter comparado, sei lá, a situação à resistência dos argelinos anticolonialistas, notáveis também pelo uso da violência. Não perderia nada em delinqüência teórica, mas, ao menos, não exibiria o ânimo da provocação torpe. A comparação com o nazismo — que tinha como prática o extermínio de judeus e como uma das metas a sua erradicação — é simplesmente inaceitável.

Dia desses, a ONU divulgou um relatório sobre direitos humanos e racismo no Brasil. Nem dei bola. Sabem por quê? Não confio naquela gente. Aquilo é uma repartição pública de incompetentes. Há coisa de uns, sei lá, quatro ou cinco meses, um relatório da entidade, feito com base numa única matéria de um jornalista argentino, afirmava que a cidade São Paulo tinha 1% dos homicídios mundiais. Era mentira. Os dados, velhos. Tiveram de pedir desculpas.

Por isso, quando a ONU disse a Bush: “Não invada o Iraque”, pensei: mais um bom motivo para invadir o Iraque. A ONU está sempre errada.

Por Reinaldo Azevedo | 06:27

Comentários:

Anonymous Roberto.
Acho que esse cara leu a dona Matilde Ribeiro!!
6:48 AM  

Anonymous Anônimo
Brilhante!
Concordo em gênero, número e grau.
A ONU para nada serve, a não ser para pagar boas propinas aos seus embaixadores e asseclas e aumentar a fome e a desigualdade no mundo.
A ONU, como tal, é um dos últimos bastiões da esquerda no mundo ocidental. E como esquerda, faliu!
7:39 AM  

Blogger Roby
E você quer apostar que o Apedeuta, o PT e as FARCs vão apoiar essa sandice?
7:41 AM  

Anonymous Anônimo
Caro Reinaldo, C-O-N-C-O-R-D-O, T-O-T-A-L-M-E-N-T-E, com você!!!

A ONU é um A-N-T-R-O de revolucionários,de ESQUERDOPATAS,de ATEUS...

Os americanos deveriam dar um pontapé na bunda destes monstros,imorais,indecentes e defensores de ideologias totalitárias e extremistas!!!

os amerivcanos D-E-V-E-R-I-A-M atirar a ONU e seus ocupantes esquerdopatas/ateístas para o fundo do mar,para os quintos do inferno,para as putas que os pariram,para o diabo que os carregue,etc...FILHOS DA PUTA!!!

Perdão pela minha revolta,caro Reinaldo!Mas depois de se saber do que estes monstros já fizeram em matéria de crimes-até contra CRIANÇAS órfãs,nas tragédias ocorridas pelo mundo-,não consigo conter minha revolta!Minha alma clama,ao Altíssimo,por justiça,caro Reinaldo!!!...

KIRK
7:41 AM  

Anonymous Anônimo
Acauã K. falando:
a ONU já é um orgão inútil à muito tempo. Acho que desde antes da crise nos Balcãs em 1999
7:50 AM  

Blogger Heitor Bonfim
A ONU precisa recriminar Lula por institucionalizar o racismo, pois após criar o ministério da igualdade racial, separou os seres humanos em raças. Isso é crime contra a humanidade. O último que fez isso foi Adolf Hitler.
8:13 AM  

Anonymous André Antunes
É impressionante. Dois grupos em Guerra. Um aceita o diálogo e um plano de paz. Outro condiciona a paz à eliminação do adversário. De que lado ficar?
8:39 AM  

Anonymous Anônimo
Você tem razão o que menos precisamos hoje são de exemplos de civilização. Isso lamentavelmente falta muito no Brasil. Concordo com sua posição e postura humana.
8:51 AM  

Anonymous Anônimo
A ONU é um covil de "politicamente corretos" ultra-chatos. Ninguém os critica para não parecer estar contra os "direitos humanos" o "meio ambiente" e sei-lá-o-què. Um tal "relator especial" sobre racismo, xenofobia e intolerância, o senegalês Doudou Diène, vive pentelhando os governos por qualquer indício do que ele entender por racismo. Na Suíça, um partido fez campanha usando a figura de uma ovelha negra. Ele pediu "explicações oficiais" ao governo federal. O cara não entende que partido não representa o ponto de vista do governo nem dispõe sobre políticas de estado. É um caso simples de ignorância com boçalidade.
8:55 AM  

Anonymous Eraldo Angelo
Caro Reinaldo. Tudo bem, tmabém não confio na ONU. Na realidade ela é um circo, dentre outros tantos mundo afora, criado para iludir os povos, para encobrir interesses misteriosos e incompreensíveis para nós. Mas, é preciso ter bem claro que não há mais ou menos culpados ao longo de toda a histária, especialmente quando se trata de guerras, guerrilhas e terrorismo. Só há bandidos, pois os mocinhos passam ao largo e tentam, por fora, abrir os olhos dos bandidos para verem a estupidez que estão a cometer. Os israelenses não são nem mais nem menos bandidos que os palestinos, os iraquianos ou seja lá quem for.
8:57 AM  

Anonymous sueli
É isso aí, a Onu é mesmo uma Mega-Ong.
Concordo com tudo que voce disse.
9:00 AM  

Anonymous O Vampiro de Curitiba
Se a ONU fosse levada em consideração, Saddam Hussein ainda estaria exterminando mulheres e crianças; ainda estaríamos vendo mulheres serem apedrejadas por talibãs pelo simples fato de ousarem mostrar seus tornozelos...
9:14 AM  

Anonymous Johannah
Caro Reinaldo,

Sobre terrorismo, temos que ler primeiro o mestre no assunto, Leon Trotsky. Refiro-me a obra "Terrorismo e Comunismo: o anti-kautsky", ed. Saga, RJ, 1969".

Afirma o teórico do terror:

"(...) O terror é eficaz contra a classe reacionária, que não se decide a abandonar o campo de batalha. A intimidadção é o meio mais poderoso de ação política, tanto na esfera internacional como no interior de cada país" (TROTSKY, 1969, p. 59 e 60)

Para Trotsky não havia diferença entre terrorismo, revolução e jogo político, veja:

"A revolução age do mesmo modo: mata umas tantas pessoas, aterroriza milhares. Neste sentido, o terror vermelho não se diferencia em princípio da insurreição armada, da qual é apenas a continuação. Só pode condenar "moralmente" o terror governamental da classe revolucionária aquele que, em princípio, condenar (em palavra) a violência em geral." (Trotsky, 1969, p.60).

Para ele não havia uso legítimo da força. Percebe-se que qualquer uso da força por aquele que não é a classe "vermelha" deveria ser condenado.

E, para concluir, a teoria máxima:

"A revolução não implica "logicamente" terrorismo, como também não implica insurreição armada. Solene vulgaridade! Mas, por outro lado, a revolução exige que a classe revolucionária faça uso de todos os meios possíveis para alcançar seus fins: a insurreição armada, se for preciso; o terrorismo, se for necessário" (TROTSKY, 1969, p. 59)

Note que para o teórico do horror, não há diferença em resistência armada, revolução, terror, jogo político ou violência pura! É típico do senso comum confundir categorias específicas num gênero qualquer. Mas, quem se presta a um estudo rigoroso, não poderia escrever com tanta impropriedade.

Mas, escrevem sim, pois eles não estão interessados em procurar uma verdade (mesmo que falseável - Popper). O objetivo é ideológico e retórico. Trotsky afirma que ninguém pode condenar o uso da violência, mas, não significa que todos devem absolver o seu uso indiscriminado.

A ONU parece que não se apegou ao mínimo de estudo sobre a violência para produzir esse relatório. Fez igual a Trotsky, optou pela via ideológica, misturou tudo e, no fulcro em suposta autoridade (Trotsky também achava que tinha uma), vomitou esse relatório. Empulhação.

O único consenso sobre o terrorismo (seria mais correto falar de ato de terror) é a sua ação indiscriminada e direcionada aos civis. Parece que nem a isso a ONU atendou. Trotsky também não.

At.
Johannah
9:24 AM  

Anonymous Anônimo
FORA ONU, bando de imbecis.....
9:28 AM  

Anonymous O Vampiro de Curitiba
Quero aproveitar este post para deixar um assunto no ar, sem com isso querer transformar o blog em uma sala de bate-papo. Sou fã do Bush, creio que ele fez e está fazendo o correto no Iraque, no Afeganistão e tal... Mas me decepcionei muito com o governo americano com relação à sua política na América Latina. Vocês não concordam que os EUA já deveriam ter invadido a Venezuela e enjaulado esse terrorista Chaves e obrigado Chaves e as Farc's a libertarem todos os reféns que estão vivendo há anos sob tortura dos terroristas das Farc's? Só porque o Chaves é um fanfarrão deve ser considerado inimputável? E os "artistas" que defendem as torturas? Devem continuar inimputáveis ao fazer apologia à violência, ao sequestro, ao assassinato só porque no passado fizerm algumas musiquinhas ou construíram um museu não sei onde? Acho que a questão do Bush com relação à América Latina merece um post do Reinaldo. Abraço a todos.
PS: Ahh, Reinaldo, já ia me esquecendo: Fala para nós: Afinal, conversaram sobre as tais "dicas" sobre sexo? Hein? He, he, he...
9:34 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,
John Dugard é o que se chama de experto independente - apontado pelos paises-membros, e nao pelo Secretariado das Nações Unidas. As opiniões que emite são suas próprias. Ele NÃO representa as opiniões das Nações Unidas sobre o tema.

Abraços,
Renato
9:35 AM  

Anonymous Betina
E eles estão lá pra defender o direito à vida e liberdade dos povos heim???
Imagine se não tivesse!

Tem certeza que esse John não é petista naum??
Tem certeza que ele não fez estágio nas FARCS? Morou na Venezuela ou Cuba?

Pobre mundo!
9:40 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,

Você sabe me dizer por que os EUA ainda financiam a ONU?

Grato,
tiago bana franco
9:52 AM  

Anonymous Walter S.
Reinaldo, conheço bem Israel e posso falar. Essa idéia de que os palestinos "coitadinhos" são oprimidos pelos "vilões" israelenses me enoja. Palestinos honrados, honestos e trabalhadores vivem pacificamente em Israel. Possuem seus negócios, votam, podem ser eleitos, fazem parte das forças armadas, ou seja, levam uma vida normal como qualquer outro israelense, com os mesmos direitos e deveres (engraçado como a mídia nunca fala sobre isso). Mas aquela corja de vagabundos que só querem pegar em armas e viver do dinheiro da OLP e cultivam um ódio racista contra os israelenses, esses merecem a morte mesmo. Israel só quer viver em paz, mas estes malditos não deixam. Abs.
10:00 AM  

Anonymous mac z
PRA QUÊ INVADIR O IRAQUE?
Bagdá, 29 fev (EFE).- A campanha Anfal, que causou a morte hoje de 182 mil civis curdos no final dos anos 80, passou para a história como uma das mais violentas do regime de Saddam Hussein e um dos piores símbolos do ódio racial.
10:16 AM  

Anonymous Anônimo
Em 1967, Israel estava dentro de suas fronteiras originais. Só que completamente cercado por forças beligerantes prontas para um ataque mortal, que o levaria, segundo Nasser afirmava, para dentro do Mediterrâneo. Todas poderosamente preparadas pela então União Soviética. O país era tão pequeno que, em certa região defronte à fronteira com a Jordânia, o disparo de um grande canhão conseguia quase que atravessá-lo. Ao norte, os sírios, então estacionados na região montanhosa de Golã, tinham à sua disposição toda a baixada da Galiléia e Samaria como área de treinamento para artilharia pesada. E é o que faziam. Miravam nas pessoas, muelheres e crianças, inclusive, que trabalhavam nas lavouras do Vale do Jordão. A vida nos Kibutz era um inferno. Granadas de várias polegadas explodiam aleatoriamente entre os moradores, matando e aleijando à vontade. Ao sul, os egípcios haviam militarizado todo o Sinai. Gamal Abdel Nasser pronunciava inflamados discursos diários prometendo que, daquela vez, Israel seria afogado no Mediterrâneo. Do norte ao sul, do sul ao norte e de leste para oeste, o país seria varrido por uma irresistível tempestade de fogo que para sempre o mergulharia no mar. As forças de defesa israelenses correspondiam a menos de 30% das inimigas. A população não ultrapassava os 3.500.000. A impressão que se vivia no país era a de que o desastre seria inevitável, a não ser que Javé voltasse a aprontar das suas, dividindo mares, enviando nuvens de fogo etc. Foi essa situação que levou o célebre Weizman, comandante da força aérea, a literalmente reeditar Davi e Golias: tomar a iniciativa e destruir, de surpresa, as bases áreas egípcias. Aproveitando a planura do deserto, instruiu seus pilotos que voassem a poucos metros do solo e sem utilizar rádio. Assim, à baixíssima altitute e no mais completo silêncio, seus Mirage surpreenderam as bases egípcias completamente descontraídas. Toda a força área egípcia e as pistas de decolagem acabaram destruídas. Com soberania no ar, as forças israelenses saíram da defesa para o ataque em todas as direções. O plano realmente foi dilatar o território nacional com vistas a afastar o terror dos ataques diários de artilharia pesada. O povo israelense, então, passava pelo terceiro teste de sua preservação. Vencia a sua terceira guerra de defesa. Sim, guerra de defesa, porque provocada por um assédio constante iniciado em 1956, que, de sua veza, dera continuidade ao iniciado em 1948, imediatamente após a emancipação política.
Sabido que grande parte da imprensa é ideologizada e que a própria História não é relatada com rigor, vítimada pela mesmo mal, é explicável que as gerações posteriores a tais fatos os desconheçam. Hoje, no geral, os mais novos realmente igonoram a raiz do problema árabe/israelense. Lendo a grande imprensa e muitas manifestações desonestas, como a de Mr. Dugard, tem-se a impressão de que Israel fez uma guerra de conquista para promover ocupação militar de territórios árabes. Ninguém diz que, em 1948 e 1956, o povo israelense teve que defender-se em guerras de extermínio, e que, em 1967, novamente estava cercado por forças poderosíssimas que prometiam varrê-lo para dentro do Mediterrâneo. Mesmo diante de algumas alterações políticas significativas, como a ocorrida na Jordânia, esse passado tenebroso dá como certo que, caso o país retorne às fronteiras de 1967, voltará a ser vítima de guerra de extermínio. Inimigos não faltam. A Síria continua a ser a mesma daquela época. Embora o Egito e a Jordânia já sejam outros, especialmente a Jordânia, agora há o Irã, muito mais poderoso que ambos. Aliás, para os árabes, a vontade de conciliar não é virtude, mas sinal de fraqueza. Assim, sempre que propõem alguma negociação, os israelenses acabam piorando as coisas. O inimigo os vê entregando as calças. Daí a barbaridade afirmada por esse tal de Dugard, ao equiparar a ocupação militar israelense à gerra de conquista de Hitler. A ocupação israelense tem um caráter puramente defensivo, voltada que é a manter os inimigos mortais o mais distante possível de seus verdadeiros limites. Se os vizinhos árabes não vivessem a prometer-lhe extermínio, o que fazem desde 1948, Israel não teria saído de sua configuração inicial. Trata-se de um verdadeiro estado de direito, onde imperam a democracia, as liberdades fundamentais e a civilidade. Seu povo é extremamente educado, evoluído e produtivo. É só ir lá pra ver. Os bombardeios que promove em Gaza realmente não combinam com suas qualidades. São puros atos de defesa. Hoje, suas cidades do sul não são atingidas por disparos de artilharia pesada, mas por mísseis Kassan. Na verdade, os árabes não sabem quanto estão perdendo com a recusa de conviver com os israelenses. Não fazem idéia do que poderiam conquistar em termos de evolução tecnológica, conforto e bem-estar num ambiente de concórdia.
Quanto a Mr Dugard, como não se pode admitir que seja um ignorante da História, o jeito é aceitar tratar-se de grandissíssimo calhorda.
Guerra
10:31 AM  

Anonymous Anônimo
E é mesmo. Repartição pública de incompetentes. Pra entrar lá é só na base da mamata. E falo isso com conhecimento de causa.
10:59 AM  

Blogger Paulo
Tem um aspecto muito importante de combater o terrorismo palestino e que me parece ignorado: oferecer opções.
Quem não estudou, não consegue emprego, não consegue comprar comida porque Israel fechou as fronteiras e ainda por cima perdeu algum parente por causa de uma bomba israelense vai fazer o que?
11:02 AM  

Anonymous ynori
Caro Rei, mais uma vez, concordo com tua interpretação. A ONU não tem elementos suficientes para opinar sobre nossa realidade. O racismo, por exemplo, é um dos males que já não afeta este país. Obrigada por tuas sinceras e claras análises.
11:12 AM  

Anonymous Francisco
A ONU não está "errada". Ela está fazendo apenas o papel que lhe cabe, como instrumento de Satanás na sua luta para destruir Israel.
No fundo, o significado desse conflito árabe-israelense é apenas espiritual. O "esquerdo" quer eliminar Israel para desacreditar a Bíblia diante dos homens. A Bíblia diz que Jesus voltará e reinará em Israel. Se Israel não existir mais, as profecias não serão cumpridas e ele terá vencido. Mas é claro que Deus não se deixará vencer por Sua criatura. Enquanto isso, homens que se pretendem iluminados servem de "idiotas úteis" ao "inimigo de nossas almas".
11:30 AM  

Anonymous simplesmente maria
Eu diria que a ONU é um cabide de empregos muitíssimo bem remunerados. Funciona, sim, muito no esquema de repartição pública. E adora empregar a turma do chamado Terceiro Mundo e esquerdiotas. Mas não generalizarei para dizer que são todos incompetentes: a incompetência sempre esteve principalmente no comando e é o resultado direto da aplicação do princípio "one country, one vote".
11:40 AM  

Anonymous Anônimo
Rei,

Enquanto a opcao dos palestinos, for o terrorismo...Sabe-se hoje, que na fronteira entre Palestina e Egito, túneis sao construídos nos quintais das casas, como meio de contrabandear armas em especial, mas também medicamentos, alimentos,etc. A chance de paz significa um NAO aos interesses próprios e um SIM à estabilidade Palestina. Se nao houver esta consciência e disposicao, nao haverá paz.

Anouk
11:50 AM  

Blogger Marcelus Giovanni
“o terrorismo palestino é ‘conseqüência inevitável’ da ocupação israelense”

Mas… ocupação do que, exatamente? Os ataques dos árabes palestinos atualmente vem basicamente da Faixa de Gaza, desocupada já há bastante tempo por Israel…
12:13 PM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo,
Desqualificar a ONU em nada contribui para se buscar mais equilibrio na guerra pelo poder global.
Entendo que os democratas, não sei se você se enquadra nesse grupo, busca construir e aperfeiçoar as instituições.
Israel descumpre todas as resoluções da ONU, talvez por isso tanto ódio expelido de sua bílis.
É lamentável, pois te considero um brilhante jornalista.
Nem tudo é perfeito,não é?
12:55 PM  

Anonymous Eny Seidel
Essa ONU é a entidade mais inútil desse planeta, basta ter algo errado para que fiquem batendo palmas.
São fãs de fidel chavez, lulla, evo colêro, uns imprestáveis.
1:14 PM  

Anonymous Anônimo
É Reinaldo, parece que no caso do Iraque os incompetentes da ONU estavam certos, não é mesmo..?!
1:45 PM  

Anonymous Anônimo
A ONU é um cabide de emprego absolutamente ineficiente que reune a parasitagem internacional. Nada que vem desse órgão tem credibilidade.
1:49 PM  

Anonymous Anônimo
Pau na ONG-U!!!

Se acabasse, o mundo melhoraria!!!
1:53 PM  

Anonymous Sandra
Reinaldo

Eu não vi muito sentido na invasão do Iraque. Acho que os americanos meteram-se numa grande fria, e agora, simplesmente sair de lá, vai gerar um grande caos, já que os iraquianos, deixados por si, só trocariam um tirano por outro, depois de um banho de sangue, até vencer o tirano mais forte.
2:04 PM  

Anonymous é a educação, estúpido!
Gostei da definição: ONU, antro de depravação ideológica.

Talvez por isso, o curso superior que apresenta maior crescimento na demanda aqui em Banânia seja Relações Internacionais.

Já temos uma geração de depravados ideológicos formada.

Afinal, a molecada tinha 12 anos quando o Sindicalista assumiu o puderr.

Passaram a adolescência no antro de depravação ideológica local, agora almejam trabalhar na sede.
3:10 PM  

Anonymous Anônimo
Ufa! Até que enfim depois de algum tempo tenho motivos para concordar integralmente contigo: "A ONU está sempre errada."

Léo
3:30 PM  

Anonymous Felipe Santos
A unanimidade é realmente burra...
Mas pior que a burrice que grita e vibra nas gerais, é a idiotice da generalização...
Lamentável ler um texto explêndido sobre cortesia respeito sobre sua pessoa e um tal de Gerald e depois ter os sentidos pasmos com uma opinião tão banalizada e míope...
Você, a cada dia que passa, faz eu me apaixonar e te odiar com mais e mais fervor.
3:53 PM  

Anonymous Anônimo
10:31

Muito bom o comentário. Adorei a leitura. A estratégia de Weizman nao conhecia. Agora, entendo melhor o porquê de Israel ter vencido sua terceira guerra de defesa.. Na época era garotinha, lembro-me bem do mal-estar e preocupacao de amigos da família. De lá para cá, devo ter cochilado no ponto decisivo, que favoreceu Israel na guerra dos seis dias.

Anouk
4:28 PM  

Anonymous Mario
Perdão!!! Não é uma ONG p.... nenhuma!!! Muito ao contrário, a ONU É O GOVERNO MUNDIAL, idealizado pelos esquerdiotas, em plena fase de implantação.
4:47 PM  

Anonymous Anônimo
A ONU eh o PT do mundo. Tem ate cotas raciais la...na presidencia so deve poder ter negro,asiatico, homossexual...alguma "minoria" politicamente correta.
EH uma especie de forum social. So serve para vagabundo se sentir IMPURTANCHHHHIIII e ganhar seu capile viajando, fingindo que trabalha. Quer coisa mais petista do que isso?

Mts
5:42 PM  

Anonymous Anônimo
"Mario disse...
Perdão!!! Não é uma ONG p.... nenhuma!!! Muito ao contrário, a ONU É O GOVERNO MUNDIAL, idealizado pelos esquerdiotas, em plena fase de implantação.

4:47 PM"

Subscrevo,Mário!

KIRK
5:43 PM  

Anonymous Anônimo
Caro Reinaldo,

O assunto é polêmico, concordo, mas o relatório da comissão de direitos humanos da ONU, que será apresentado no mês que vem, diz muito mais sobre as atrocidades e os crimes, perpetrados por Israel contra a população palestina. John Dugard é considerado um dos mais importantes juristas especializados em direito internacional, quer você goste ou não. Ele em nenhum momento justificou o terrorismo praticado por alguns grupos palestinos. Muito pelo contrário, ele condenou; só que o texto selecionado pela Folha, omite esta passagem. Se o texto SUGERE algo, deve ser lido e compreendido com mais atenção e sem tendenciosidades. John Dugard, em nenhum momento faz menção aos seis milhões de judeus mortos pelo nazismo. A principal comparação que ele faz é com o apartheid sul-africano, e mesmo assim, o faz com ressalvas.


É bom lembrar que quando se destrói casas de inocentes para dar lugar a assentamentos israelis, isto também é terrorismo, assim como o bombardeio contra populações civis, ato bastante praticado pelas forças de Israel. É bom lembrar, também, que em Israel existem diversos movimentos, que não, de "esquerda", que condenam a política desumana contra os palestinos dos territórios ocupados. Atente, por exemplo, para o movimento dos refuseniks, os militares que se recusam a fazer incursões em Gaza e na Cisjordânia.

Enfim, um julgamento isento de tema tão complexo requer muita informação, e de fontes mais diversas.
8:06 PM  

Blogger Ricardo
Aqui novamente discordo de ti, Reinaldo. Se Israel respeitasse as fronteiras nacionais, nao ocupasse terras palestinas e fosse um pais realmente democratico (onde arabes tem os mesmos direitos dos israelenses judaicos), poderia ateh concordar contigo.
Nem entro no merito se a ONU estah ou nao velhaca: o fato eh que, se o terrorismo palestino continua forte, boa parte eh sim razao do sistema israelense de pressao economica e humilhacao constante que eh utilizado como forma de controle da populacao palestina. Nao concordo com metodos violentos, e isso vale para ambas as partes. O Muro da Vergonha eh prova de que ha sim crimes sendo cometidos na cara dura pela teocracia israelense, que ainda por cima se posa como representante de todos os judeus do mundo.
8:20 PM  

Anonymous Anônimo
Prezado Reinaldo,

Um dos problemas, entre muitos, das agências, fundos, programas e comissões das Nações Unidas é que são ocupadas por um número considerável de doutores do subdesenvolvimentismo. Há ainda os inúmeros consultores independentes.

Deve ser observado (e, acredite, sei do que falo em se tratando de Nações Unidas...) que nem sempre um estudo é verdadeiramente independente porque o resultado é singelamente uma função de: quem pagou a conta; a orientação programática (ou ideológica) que subjaz no patrocínio; o projeto ou país a que está ligado, por conta da origem (e demais orientações) do chefe da área que encomendou o estudo; ou pela burrice pura e simples da chefia que solicitou o estudo, somada a uma oceânica ignorância (da equipe encarregada) a respeito da eventual matéria.

TUDO que se produz nas Nações Unidas está sujeito a vieses. Pessoalmente, posso discernir esse tipo de coisa com certa facilidade.

Entretanto, como essa interferência é acachapante, resulta que as agências acabem fazendo a defesa de ideologias bocós por intermédio de relatórios ou avaliações que são freqüentemente incorretas.

É um erro monumental, e verdadeiramente corriqueiro, imaginar o funcionário típico de uma unidade qualquer das Nações Unidas como aquele ser de espírito elevado, cidadão do mundo, preocupado com a busca da paz, multiculturalizado... portador daquele charme ou aura que esse tipo de gente pode deixar transparecer. Nada! Faz parte de uma burocracia pesada, costumeiramente empenhada em criar elementos de suporte à sua própria existência (e a de um bom salário, com direito ao acúmulo de dois ou três dias úteis de férias por mês corrido trabalhado, UN Pension Fund, cobertura médica excepcional, imunidade fiscal e, afinal, “the lure of working within a multicultural environment”), o que se traduz na necessidade incessante de realizar conferências, seminários, viagens (com diárias da tabela Nações Unidas, claro), a produzir pilhas e pilhas de papel, papel e mais papel.

Reconheço algumas contribuições importantes das Nações Unidas, assim como, infelizmente, tenho ciência de seus defeitos, que são inúmeros – verdadeiramente insanáveis se considerada a atual estrutura da Organização.

Repare que não há um só programa do Governo Federal brasileiro que prescinda de um projeto com algum braço das Nações Unidas para apoiá-lo. E tudo, TUDO, que se produz no escopo de tais projetos trará claramente estampada a ideologia do governo da hora, bem como as equipes contratadas serão formadas por pessoas identificadas (usualmente militantes) com tal ideologia. E tudo ganhando a chancela das Nações Unidas.

Em princípio, é o seguinte: desconfie menos dos estudos feitos por escritórios centrais, e mais do que é produzido no âmbito de projetos, especialmente aqueles com ONGs e governos. Evidentemente que há outros filtros.

O tipo de conclusão a que chegou o sujeito que você menciona em seu post, num relatório com a logo das Nações Unidas, é lamentável e ao mesmo tempo comum.

Um abraço,

Seu leitor desde há muito
10:31 PM  

Anonymous Anônimo
Prezados,

Ganhar salário, férias, pensão e etc, para dar suporte a sua própria existência, antes de mais nada, é direito de todo funcionário, de todo trabalhador.

Dar conferências, ministrar seminários, fazer entrevistas, levantamentos e estudos, para depois produzir relatórios sobre questões políticas importantes que envolvam o bem estar e a sobrevivência de populações inteiras, é trabalho muito sério, e nada fácil. Não é pra qualquer um. Precisa ter estudado muito. Precisa ter tido muita experiência profissional. Precisa ter capacidade. Precisa ser idôneo. John Dugard tem todas essas qualidades; é dos mais respeitados juristas na área do direito internacional. Ele fez um trabalho isento ao relatar os abusos cometidos por Israel contra a população palestina dos territórios ocupados. O mais interessante é que outras organizações independentes, mesmo aquelas de Israel, também chegaram a conclusões muito parecidas.

P.S. Delinqüente e depravado é quem joga bomba em civis indefesos, é quem derruba casas de nativos para construir assentamentos de invasores, enfim, é quem pratica terrorismo.
6:46 AM  

Anonymous claudia viana
Rei, lendo seu comentário me lembrei que o Paulo Francis sempre falava da ONU com aquele jeito debochado, insubstituível, de governo mundial de esquerdopatas... não dá pra não concordar. Estou lendo Sobre o Islã, do Ali Kamel, do qual você fez uma resenha ótima, e é impossível não achar no mínimo leviano - beirando mesmo a má fé --relatório do observador da ONU. Comparar o terrorismo palestino com resistência ao nazismo? resistência ao apartheid? Onde esse
Dugard vive? Esses sujeitos causam nojo...

abs
12:31 PM  

Anonymous Anônimo
Ocorre que, com raríssimas exceções, hoje, a grande imprensa e os organismos que se dizem de defesa da ordem internacional estão entregues a agentes vitimados pela síndrome da comiseração simpática, conveniente. Na avaliação de um quadro de contínuas agressões mútuas, não se importam com quem esteja a razão. Sempre adotam posição contrária à parte poderosa. Assim, pra ficarmos com os dois mais comuns exemplos ocorrentes no cenário político internacional, jamais se pronunciam em favor dos EUA e de Israel. Com todos os méritos, dada a inteligência com que sempre pensaram os seus problemas internos, a única grande potência econômica e militar restada da guerra fria, os EUA são vistos por essa gente como um gigante proibido de retaliar contra agressões praticadas por baixinhos. É como afirmar: pô, meu, não tem vergonha não? Com toda essa musculatura, você quer bater nesse baixinho, só por causa de uma pedrada?! Sangrou sim, mas muito pouco perto do sangue todo que você tem! Que isso! Deixa pra lá, cara! Com Israel se dá o mesmo. Primeiro, porque é um estado que sempre contou com apoio dos EUA. Depois, por ser evoluído em todos os aspectos, riquíssimo e militarmente forte. Daí, segundo essa gente justa e comedida, dever aturar todo o terrorismo praticado contra o seu povo. Levou a cacetada? Reaja à moda do virtuoso: ponha água fria no caroço, choramingue, mas matenha a pose altaneira. Sorria para o agressor. Afinal, você está sendo filmado! É preciso dar o exemplo. Um dia ele irá aprender com o seu bom-mocismo. Por outro lado, sendo você quem é, deve ser humano com uzoprimidu. Mesmo que eles te agridam! Afinal, eles têm lá suas razões! Você não imagina o que é ficar no escuro!! Pois é. Parece que a grande imprensa e esses organismos enobrecidos sentem vergonha de dar um aperto na molecada bagunceira. Alguém se lembra de alguma nota da ONU reprovando as atividades da Al-Qaeda? Quem se lebra de alguma chamada que tenha dado no Saddam Hussein, quando ele mandava cortar língua de crianças que o xingavam? Mas o Bush, ora, esse cara é um assassino sacana! Invadiu o Iraque pra mexer com o pobrezinho do Saddam! Ele cortava língua de crianças, mas crianças iraquianas, ora! E sobre o desmando em Cuba? Alguém se lembra de alguma resolução da ONU clamando por mais respeito humano na ilha? Contra o regime que obriga as pessoas mais corajosas a atravessar no peito o Estreito da Flórida, que já fez 70.000 vítimas? Mas, pô, o embargo econômico da potência econômica norte-americana é uma barbaridade! Afinal, o que aquelas expropriações sofridas em 1959 representaram diante da enormidade da riqueza dos expropriados? E tem mais: se o Fidel Castro e seus asseclas proíbem a livre expressão, prendem, condenam sumariamente, torturam e fuzilam cubanos, ninguém tem nada a ver com isso, como ninguém tem nada a ver com o modelo de masmorras que o regime usa para sufocar os intelectuais dissidentes. Elas não podem existir na base americana de Guantánamo. Mas no território do PC Cubano, não tem problema, porque destinadas aos dissidentes desalmados que se pronunciam contra o nobre socialismo. É o que se passa também por aqui. Para as ONGs da boa-vontade e boa parte da intelectualidade brasileira, a bandidagem existente não é pouca-vergonha. É resultado do desemprego, da pouca renda etc. Algo necessário à sobrevivência e uma distribuição de riqueza imposta de baixo para cima. Mas me pergunto: oferecer a um assaltante de semáforo um emprego que lhe renda R$ 600,00 ao mês é remédio? Duvido. Evidente que ele não vai mudar de vida pelos R$ 600,00 mensais. Então, segundo a lógica desses iluminados, o remédio pra esse assaltante tem que ser um emprego que lhe dê no mínimo R$ 20.000,00. Não importa que não saiba fazer nada. É isso. O que quero destacar é essa coisa que existe hoje, aqui dentro e mundo afora, de se dever falar bem do infrator, desde que ele seja pobre ou fraco. Hoje, entre as nações, entre o poder público e as pessoas e entre as próprias pessoas, a pobreza é um passaporte para a delinqüência tolerada. O mal que um país ou uma pessoa pobre faz, por maior que seja, é justificável como reação a injustiças partidas dos ricos, que não lhes reconhecem o sofrimento.
Ora, é preciso pensar sem engajamento ideológico e com profundo bom senso. No caso árabe/israelense, p. ex., basta suprimir a causa inicial da dificuldade, qual seja, o propósito da completa destruição de Israel. Sendo um estado de direito, Israel existe sob a soberania da lei, do direito nacional e internacional público. E, é óbvio, o direito não lhe permitiria, num quadro de coexistência, partir em busca de terras estrangeiras. Se o fizesse, aí sim a ONU teria plena razão para condená-lo. Sobre a nossa violência doméstica, o Estado de São Paulo está mostrando o remédio: cadeia, e cadeia comprida. Eu, como já disse neste blog, hoje sou um pobre bem situado, graças a Deus. Mas lutei muitíssimo pra chegar aqui. E durante toda a luta que empreendi, nunca me passou pela cabeça botar a mão no que não ganhasse primeiro, com trabalho honesto. Nunca precisei praticar violência contra ninguém. E isso é mérito? Não, é obrigação, cívica e cristã.
Guerra.
1:58 PM  

Anonymous Anônimo
ANÔNIMO DAS 10:31 AM,
São textos como o seu que tornam esse blog quase insuperável. "A ocupação israelense tem um caráter puramente defensivo, voltada que é a manter os inimigos mortais o mais distante possível de seus verdadeiros limites...São puros atos de defesa" Concordo em caso e declinação(só para não usar aquele clichê da época de faraó Menes).

Esse delinqüente tenta garrotear a história para conspurcar o nome de Israel,mas quem conhece os profetas já sabe o final dessa história. Pior para eles.
5:13 PM  

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