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Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Domingo, Janeiro 06, 2008

Redução da carga tributária será tema de campanha das oposições neste ano

Por Carlos Marchi, no Estadão:
Quando se colocaram contra a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), os principais partidos de oposição - DEM e PSDB - não imaginavam que ali estavam cevando um discurso para as eleições municipais de 2008. A luta congressual contra a CPMF virou campanha pela redução da carga tributária e o governo, na semana passada, ainda lhes deu um reforço providencial, ao decretar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). “Até fins de março, pelo menos, o mundo político só vai falar de aumento da carga tributária”, comemora o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ). E fim de março já é começo da campanha municipal. Rodrigo Maia prevê que o DEM vai enfatizar, na campanha, a redução da carga tributária e engatar no argumento a discussão sobre a justeza dos impostos que o cidadão paga (no caso, o IPTU e o ISS) e os serviços e benefícios que recebe. Essa, diz, será a fórmula para inflamar o debate sobre a boa gestão pública. “Se o tema estiver aquecido até o começo da campanha - e deverá estar - não tem como dissociar uma coisa da outra”, replica o prefeito Gilberto Kassab (DEM), de São Paulo, pronto para se encaixar no enredo como candidato à reeleição.
Assinante lê mais aqui

Por Reinaldo Azevedo | 06:39

Comentários:

Anonymous Anônimo
De fato, o Brasil virou um condomínio que tem um síndico perdulário e péssimo administrador que não para de aumentar a "taxa de condomínio".
7:35 AM  

Blogger Bira
Papinho non sense: precisamos diminuir a carga tributaria de um lado, do outro, os programas sociais "de compra de voto" estarão ameaçados.
7:49 AM  

Anonymous Anônimo
A chave é a descentralização. Transferir para estados e municipios uma fatia bem maior da arrecadação junto com responsabilidades de investimentos e manutenção da coisa publica.
Uma cidade pequena como a minha, com 45000 hab., onde faltam desempregados, não ter dinheiro para coisas básicas como cuidar da ruas é ilógico.
10:50 AM  

Anonymous Anônimo
Ou seja, briga para reduzir os impostos federais, para prejudicar o Lula.

IPTU e ISS, que geram receita para a prefeitura, administrada pelo DEMo, nem pensar.

Assim fica fácil.
11:25 AM  

Anonymous Anônimo
Se existisse oposição no Brasil, ela estaria regu-lamentando as ISENÇÕES FISCAIS e de TRIBUTOS em todas as esferas da administração pública, com efeitos retroativos devido ao interesse nacional...Mas, o contribuinte fica só no lamentando...
LEMBRA, NÃO LEMBRA! Há quatro anos nasceu o corruPTinho, pariu o escândalo WALDOMIRO DINIZ e, esse monstrengo que apavorou a Nação completa seus 4 aninhos. Elle é filho do mulla com o zé-chefe-do- mensalão. Devido a genética tiveram que comprar uma mãe de aluguel: WD. Aliás, WD e Zé compartilharam tetos durante muitos anos. WD, ninguém fala mais nisso, no auge da corrupção lullopetista-comunista, era tratado como "ministro" circulando pelo congresso nacional, assessor especial de chefe do mensalão, então capitão-do-time, fazia negociatas para aprovação de projetos no legislativo, os pacotes de maldades com impostos e aviltamento de salários/aposentadorias para os trabalhadores e CLASSE MÉDIA. Os brasileiros ficaram o ano de 2003 com salários aviltados, os servidores(barnabés) ganharam 1% de reajuste, porém, os políticos ganharam 50% desde o 1º dia de governo, o pré-mensalão.Enquanto isso, o VALERIODUTO/BB-Visanet explodiam dinheiro dentro dos dutos da corrupção. A outra ponta do tripé, o mulla só aparecia na TV anunciando isenção de impostos para empresários, concomitantemente, delúbioso, o tesoureiro do CAIXA 3, arrumava os milhões citados pelo dirceu na entrevista da PIAUÍ. As isenções de impostos atingem R$ 100 BILHÕES/ano e, logicamente são "IMEXÍVEIS" devido aos acordos impublicáveis...Querem coisa mais lógica nisso tudo do que o engavetamento dos processos contra Waldomiro Diniz! CACHOEIRA, o "empresário" bandido filmou o nascimento do corruPTinho porque queria levar o dele, os cassinos regulamentados e sem impostos( não houve acordo na contrapartida exigida por WD), como os comunistas sempre negociam: ISENÇÃO DE IMPOSTOS em troca de...Depois é fácil aumentar impostos para a classe média e trabalhadores-assalariados, porque NINGUÉM RECLAMA. Os bancos pagam imposto de renda simbólico de ZERO virgula ZERO virgula alguma coisa desprezível e, as tarifas bancárias aumentaram de preço em mais de 1000%. Alguém duvida que o PT vai ser financiado pelos bancos em 2008 e 2010.
3:02 PM  

Anonymous Anônimo
Cala a boca petralha imbecil das 11:25AM. Você é burro mesmo(redundância) ou só não paga seus impostos(olha outra aí...)?
3:57 PM  

Anonymous Anônimo
Governo amigo - Mensaleiros ganharam R$ 25 milhões em 2007

Leandro Mazzini brasília



Protagonistas do famigerado esquema de corrupção, cinco dos sete deputados mensaleiros que se reelegeram em 2006 ganharam ano passado um vultoso presente de Natal. Viram suas emendas orçamentárias liberadas no apagar das luzes do Palácio do Planalto em dezembro. O governo foi generoso com o grupo, que tem dois réus no processo do Supremo Tribunal Federal. Empenhou nada menos que R$ 11 milhões para o quinteto (veja arte), para obras e convênios em seus redutos. Os privilegiados são Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP), José Mentor (PT-SP), Vadão Gomes (PP-SP) e Sandro Mabel (PR-GO). Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) ficaram de fora das benesses.

Outro grupo de mensaleiros, meia dúzia de ex-deputados que foram expurgados nas eleições de 2006, mesmo longe do poder levou nada menos que R$ 14 milhões em emendas que entraram nos restos a pagar do governo para o exercício de 2007. Ao longo do ano passado - com a maior parte das emendas autorizadas em dezembro - o governo liberou R$ 25 milhões para 11 políticos ligados ao esquema do mensalão, apurou o JB sobre levantamento feito pela assessoria do Democratas. Seis desses políticos (veja quadro) respondem a processo na Justiça Federal por causa do mensalão. Mas terão em seus redutos as verbas pedidas, num contrapeso político que renderá votos.



Aliados

Todos eles são aliados do governo e têm considerável soma de votos. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP), por exemplo, conseguiu a liberação de R$ 1,95 milhão para obras e convênios em quatro ministérios. O dinheiro chegará a 15 cidades da região pela qual foi eleito. Constam, entre outros investimentos, R$ 350 mil do Ministério da Cultura para "instalação de espaços culturais" em Jandira (SP); e R$ 580 mil dos Esportes para obras de infra-estrutura recreativa em Embu (SP).

José Mentor (PT-SP), acusado de ter recebido R$ 120 mil do publicitário Marcos Valério (financiador do mensalão), escapou da denúncia no Supremo. Pediu verbas para caridade e ONGs. A ONG Ambiental Suprema, de Holambra (SP), vai receber R$ 40 mil para "fomentos em projetos de educação"; a Associação de Moradores do Bairro Mollon IV, de Santa Bárbara d'Oeste (SP), terá R$ 50 mil, um pouco mais que a Associação Espírita de Americana (SP), que receberá R$ 40 mil.

Dos cinco deputados, só um foi contemplado com 100% de dotação liberados. É Vadão Gomes (PP-SP), suspeito de sacar R$ 3,7 milhões do esquema. Agora, terá R$ 6 milhões para infra-estrutura em cidades paulistas. Entre os que se beneficiaram do pacote de benesses longe de Brasília, destaca-se José Janene, ex-deputado do PP, réu no processo do STF acusado de receber R$ 4 milhões do esquema. Aposentado, Janene viu o governo liberar em dezembro R$ 2 milhões da dotação orçamentária prevista em 2006. Agricultor, soube plantar no campo político para colher no reduto. Na lista, aparecem emendas no total de R$ 850 mil para "apoio ao desenvolvimento do setor agropecuário" das cidades de Reserva e Mato Rico. Nenhum dos deputados foi localizado pela reportagem.
6:24 PM  

Anonymous Anônimo
Perguntar não ofende: PEDÁGIO aumenta a carga tributária? Aumenta os custos dos produtos? Aumenta a inflação?
Só pra saber...
9:15 PM  

Anonymous Anônimo
Tem um leitor aqui reclamando que os bancos não pagam imposto. Isto é verdade, mas não é de agora! Faz MUITO tempo que isto acontece. Não foi Lula, nem FHC, mas ambos se acovardaram em tentar mudar isto. Agora que o Lula aumentou a CSLL dos bancos reclamam dele.
E que tal o Marcos Valério se livrar da cadeia da acusação de sonegação apenas "pagando" o que devia?? Nossas leis não são "generosas"? É como o ladrão de banco: se for pego, basta devolver o dinheiro que está "tudo certo"! E o Yves Gandra Martins acha isto certo...
9:19 PM  

Anonymous Anônimo
Puxa vida, nesse "ímpeto" de defesa do país e de luta pela diminuição da carga tributária o PSDB poderia diminuir o valor cobrado do pedágio em SP, não acham? Não precisa lutar no congresso nem nada, é fácil fácil...mas aí, some a comissão!
9:21 PM  

Anonymous zoot
Quem aumentou barbaramente a carga fiscal no Brasil? O PSDB! Quem adorou essa herança bendita e elevou mais um pouco, para "ajudar"a sociedade? O PT! Resumindo: duas porcarias!
1:33 AM  

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