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Barack Obama éo franco favorito à Presidência dos EUA. Caso não se eleja, qual deve ser o seu destino?



Converter-se ao catolicismo, tornar-se padre em duas semanas, bispo em dois meses e se candidatar a papa;



Candidatar-se a secretário-geral da ONU e dar início, então, ao movimento para criar o governo mundial;



Mudar-se para o Brasil e disputar a presidência da Fundação Cacique Cobra Coral;



Mudar-se para o Brasil, filiar-se ao PT e disputar com Lula a condição de maior milagreiro do Ocidente;



Continuar a fazer discursos que já nascem históricos e a fazer uma história que já nasce póstuma.
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"Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade. A verdade, porém, tem apenas um vestido de cada vez e só um caminho, e está sempre em desvantagem"
Robert Musil em O Homem sem Qualidades

Sábado, Agosto 25, 2007

VEJA 5 – Diogo: mais segredos contados pela agenda de Dirceu
Diogo Mainardi continua escarafunchando a agenda de José Dirceu. E ela continua a falar com ele. Escreve o colunista: “Cruzei seus dados sobre telefonemas com as planilhas elaboradas pela CPI dos Correios. O primeiro semestre daquele ano foi marcado pelos pagamentos de Marcos Valério a Duda Mendonça. Na agenda, há o registro de oito telefonemas entre José Dirceu e o publicitário que cuidou da campanha presidencial.†Diogo descobriu algumas coincidências muito interessantes e reveladoras.
Assinante lê mais aqui
Por Reinaldo Azevedo | 09:20

Comentários:

Bira
Diogo fantasia, eles apenas trocavam figurinhas sobra a novela das oito, o corintians e um cineminha de fim de semana.
9:25 AM  

WEIMAR
Esta noite me ocorreu a idéia. Resolvi criar índices que medem a má-fé e a estupidez em qualquer ação humana. Prestam-se especialmente à análise das “informações†e “opiniões†que nos chegam pela mídia. Mas servem também a análises de projetos de lei, sentenças, medidas governamentais e outras coisas que certos seres humanos vêm cometendo no nosso amado e desafortunado Brasil, país que muitos tentam caracterizar, até aqui com bastante sucesso, como a eterna Bruzundanga.

Os índices podem resumir, brilhantemente, o que hoje talvez só pudesse ser dito em muitas palavras. Criei dois índices principais cujos símbolos (ou siglas, quem sabe) são duas ou três letras maiúsculas (por favor, se alguém quiser criar outros, nunca mais de três): o PHA e o MC. O primeiro será utilizado quando a porção de má-fé no objeto sob análise for exatamente igual à de estupidez. A escala vai de 0 a 100. Portanto, quando eu disser que tal coisa tem 50 PHA estarei dizendo que está na média das coisas que hoje nos chegam por esses meios (mídia, tribunais, congresso, governos etc.), com porções iguais de má-fé e estupidez. Esse primeiro é versátil porque válido também para os casos em que a estupidez supera a má-fé. O outro índice é o MC, utilizável para os casos em que a má-fé na mistura é superior ao grau de estupidez.

Nos casos de índice 0 devemos aplaudir de pé. Nos dias de hoje, muito difícil de ocorrer. O índice 40 já estará de bom tamanho.

Penso criar outro, o LC, mas preciso examinar melhor certas características às quais ainda não fui, digamos, apresentado (tenho que ler mais amiúde a Folha). É possível que eu acabe desistindo por achar ao final que ficará idêntico ao PHA ou ao MC. Outro seria o ES ou o AM, para quando houver também uma porção significativa de bigode, digo, de chatice. JS ou LFV, para má-fé e humor despudoradamente “a favorâ€. São meros projetos por enquanto.

Se alguém pensou nisso antes, peço humildemente desculpas. Não tenho intenção de roubar as idéias de quem quer que seja, apenas a de comentar o espetáculo que a esquerdopatia, nisso tão pródiga, nos vem oferecendo. Quando me for possível, com alguma graça. Se aparecer alguma ironia, acreditem foi sem querer.

Espero que Reinaldo, por algum motivo que não posso eu sequer imaginar, não considere este comentário impublicável. Segue com um “vaya con Dios!â€.

Weimar
9:25 AM  

WEIMAR
A criação de símbolos, além de atividade criativa e útil, pode ser também uma brincadeira divertida e de longa duração. Vamos a poucos exemplos:

LILS (o único, a exceção, constituído de quatro letras) para o caso do objeto analisado revelar esperteza primitiva, ignorância cultivada e piso escorregadio.

NJ, matéria avantajada, tonitruante, utilizável em festividades, aparência furta-cor (camaleônica) e de efeitos duvidosos.

ZD, quando houver todos os requisitos dos índices PHA e MC (de que falei em comentário anterior) e mais o subterfúgio, o disfarce, o segredo (ou o indizível), uma boa porção de autoritarismo e de desfaçatez.

Já pensaram em algo que tenha 100 ZD? Estamos a caminho disso.

Divirtam-se... enquanto podem.

Weimar
10:07 AM  

mineirin
Não entendi, Reinaldo, o Supremo está deixando de fora o Chefão Dirceu? Como? Como?
10:12 AM  

Anônimo
Muitos julgam Zé Dirceu o chefe da "quadrilha". Sempre concordei com Diogo Mainardi, que desde o início põe Zé Dirceu no devido lugar, mero "laranja" do chefe. Não, o chefe, definitivamente, não é, nunca foi e nunca será Zé Dirceu. Falta uma agenda. Um dia ela aparece!
10:36 AM  

Jorge Rodrigues
Diogo é um incansável defensor da moralidade pública e um grande inimigo dos corruptos (especialmente dos petistas, entre os quais, se encontram os maiores corruptos brasileiros).

Vale ressaltar que a parcela da sociedade brasileira que se considera ética e honesta deve ficar atenta, pois existem alguns juizes do STF que estão loucos para assarem a pizza (inocentando todos os criminosos do esquema do "mensalão"). Livrar tais bandidos do julgamento será fazer a legalização do crime organizado. Lula e seus asseclas muito se alegrariam se a corrupção fosse legalizada.
11:00 AM  

Anônimo
Gentemmmmm!!!
O Mainardi está mexendo em lugar pantanosssoo!!
Vai que de repente o "DANIEL" aflora!!
Pelo menos que faça uma ocorrência na Delegacia, Juíz de Direito, sei lá!
Celso Daniel e Toninho do PT ainda nem esfriaram!
Perto das denúncias do Mainardi hoje,o descontentamento DELES à época ficou bizarro.
Tadinhos!! Tivesseme esperado um cadin, poderiam hoje estar no mínimo no PSOL......não com São Pedro!
Cuidado Mainardi! Vc é muito importante pra nós!
Cuidado com o DANIEL!

Betina
12:12 PM  

Anônimo
Moçada das elite, fui ao sítio (blog) do Zé Dirceu. Pô ninguém vai lá postar comentário e salvar a pele do sujeito. Tá na hora do PT e do governo dos pobre coitados, doar computadores para as Margaridas Eletrônicas defenderem o anão de Fidel...

P.S.: solideriedade aos cubanos condenados à prisão perpétua pelo governo do meu país...
2:39 PM  

Flavio P.
Reinaldo e leitores, achei um blog que revela o que a maioria silenciosa do Largo São Francisco pensa, sempre com o mote do "animus jocandi" e do "ridendo castigat mores": http://alporao.blogspot.com/
3:54 PM  

Anônimo
LI O ARTIGO DO MAINARDI HOJE PARA A VEJA,SOBRE A AGENDA DO ZÉ DIRCEU.
SERA QUE O ASSUNTO FICA ASSIM? NINGUÉM VAI INVESTIGAR?
SAÕ MUITAS PROVAS E O CARA É A ARROGÂNCIA EM PESSOA.
4:44 PM  

Cris
Rei e amigos,


falem vcs o que quiserem, tá? Mas eu conmfesso:


TO COM MEEEEEEEEEEEEEEEDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
4:45 PM  

Anônimo
Política (a boa ) é memória

Reinaldo -

O artigo abaixo transcrito deveria ser lido (ou relido) por muitos brasileiros.

A incontrolável paixão de Dirceu .

(JB – 26 de maio de 2005)

AUGUSTO NUNES


Uma das grandes espécies da política brasileira inocula nos filhotes, ainda no útero, a incontrolável aversão à verdade. Quem faz parte do grupo mente tão freqüentemente que mesmo a confissão de que mente não parece convincente. Um dos caciques dessa tribo é o ministro José Dirceu, protagonista do programa Roda Viva transmitido pela TV Cultura na noite de 16 de maio. Duas horas de entrevista reafirmaram a impossibilidade de devassar a alma de um desconfiado profissional.

A certa altura, a jornalista Thaís Oyama formulou, com voz suave e firme, a pergunta perturbadora. Sentado no centro da arena, o chefe da Casa Civil manteve os músculos imóveis enquanto a cabeça viajava no tempo e no espaço. Estacionou na década de 70, em Cruzeiro do Oeste, interior do Paraná. Ali, com outro nome e o rosto remodelado pela cirurgia plástica, Dirceu morou cinco anos.
Nesse período, jamais revelou a real identidade. A ninguém.

Namorou uma jovem da cidade - e não disse quem era. Casou-se - e não disse quem era. Teve um filho - e não disse quem era. Dirceu não achava que alguém fora enganado nesse episódio?, quis saber Thaís. Os segundos consumidos pelas interrogações foram suficientes para que o entrevistado expulsasse a palidez do rosto, blindasse as cordas vocais contra eventuais tremores e partisse para a desconversa.

"Eu simplesmente me apaixonei", começou. "Tanto que me casei e tive um filho. Foi isso. A gente teve de passar por essas coisas". Por que não contara a verdade? "Porque não podia", resumiu. "Quem está na clandestinidade precisa agir assim. Você sabe o que acontecia naquela época aos perseguidos políticos". Outro jornalista mudou de assunto - e Dirceu pôde afastar-se da escala mais sombria dos muitos caminhos que percorreu.

Alguns espectadores podem ter-se comovido com a história. Depois dos anos de exílio em Cuba, submetido à dura rotina de guerrilheiro aprendiz, o forasteiro jovem e atraente irrompeu em Cruzeiro do Oeste carregando um coração carente, pronto para bater descompassado de amor. Era natural que se apaixonasse por aquela loura bonita, de boa família, cobiçada por todos os solteiros da cidade.

O que haveria de errado nisso?
Em princípio, nada. O problema está no enredo, mal costurado e repleto de detalhes intrigantes. São tantas as coincidências, são tantos os acasos aparentes que só ousariam debitá-los na conta do destino os muito ingênuos ou muito espertos. Os manuais da guerrilha recomendam aos clandestinos certas cautelas forjadas para exorcizar suspeitas. Devem, por exemplo, misturar-se aos nativos, copiar-lhes a forma de vida, tentar tornar-se um deles. Não há camuflagem melhor que casamento com moça da terra.

Por que Dirceu não revelou quem era depois da noite de núpcias? Ou durante a lua-de-mel, que convida a efusões e confidências? Porque não confiava na mulher que garante ter amado. Amor é entrega, mas Dirceu não se entregou: o objeto da paixão poderia entregá-lo à polícia. Não baixou a guarda nem mesmo quando o filho nasceu. Àquela altura, a mulher não oferecia riscos. Confrontada com a verdade, provavelmente aceitaria sem rancores o passado de mentiras, afagaria aquela cabeça atormentada por dissimulações e silêncios impostos a perseguidos. Mas não disse quem era.

Só contou a verdade quando a decretação da anistia o libertou do medo, da clandestinidade, da modorra de Cruzeiro do Oeste - e da família erguida sobre alicerces de areia. Dispensada a camuflagem, acabou-se também a paixão. Dirceu partiu para Cuba. Restaurados o rosto e o nome, voltou como quem vinha do exílio no exterior. E então pôde exibir publicamente a grande e única paixão. A paixão pelo poder.

5:28 PM  

Anônimo
Playboy, chefe de quadrilha, curtidor do posto 9, Simpatia é Quase Amor...É tanto passeio e atividade que a outra agenda deve estar por aí.

Com quem está a outra agenda do senhor José Dirceu? Com as Marilias? São tantas. Cairão aos poucos. Estão caindo. Qual Marilia topará enfrentar o sedutor senhor?
Tantantantan Tantantantan
6:47 PM  

Anônimo
O que me deixa abismado é que essa agenda não é pedida como prova,fingem que ela não existe.Mainardi mostra o caminho das pedras e o (des)governo finge que não ve.
7:45 PM  

mac z
ORA GENTE, QUE IMPLICÂNCIA... FOI SÓ COINCIDÊNCIA...
9:45 PM  

Anônimo
As ex-Marília e atual Marilia não são loucas de abrir o bico, vá que o Alain Delon dos petralhas fique bravo. Já pensou perder o DAS do planalto - turismo - emprego?
CPI para apurar a Agenda do Chefe dos petralhas, consultor Dirceu.
7:50 AM  

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