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04/01/2010

às 3:41 \ tendencias

O que esperar da web em 2010

futuro-tecnologia

A tecnologia tornou-se um ingrediente básico no cotidiano das pessoas. A busca por recursos para facilitar o ser humano é intensa e incessante. É só olhar ao redor e perceber quantos mecanismos ou aparatos tecnológicos contribuíram para o seu desenvolvimento.

Em 2010, a história não é diferente. Não teremos uma panaceia digital, mas um amadurecimento de modelos de negócio e da própria percepção do internauta que, aos poucos, se adequa às tendências que envolvem tecnologia e o ato de comunicar-se. Abaixo, três assuntos com boas condições de holofotes no ano:

Uma web menos anônima

anonimato-rede

São perfis no Orkut, Facebook, Twitter e uma lista infinita de senhas para memorizar com um único objetivo: estreitar ou manter laços com seus amigos. A construção de diferentes rastros em plataformas participativas provoca a formação de uma teia social na qual é possível perceber com quem cada um se relaciona. É quando sai de cena o anonimato.

Logo, fica cada vez mais evidente o argumento de que a web conecta pessoas e não computadores. A criação de inúmeros recursos em redes sociais garante a cada nicho um cartão de visitas pessoal, uma das premissas do que se considera como lifestreaming.

Por conta disso, a reputação será a chave para a vitrine virtual. Porém, para tê-la, é necessário visibilidade. E é neste princípio que ferramentas como o Facebook Connect ou serviços como o Flavors.me e o Tumblr podem garantir uma web menos anônima.

Realidade aumentada e Geolocalização

Em 2009, o uso da realidade aumentada na mídia para produzir uma imagem tridimensional não passou do experimento de colocar a página de um jornal ou revista em frente a uma webcam. Neste ano, é a vez da fuga do lugar-comum de um recurso interessante, porém propagado com um mesmo formato. No quesito inovação, quem saiu na frente foi o centro de pesquisa da Nokia. O resultado do experimento é visto no vídeo abaixo:

Um elemento que pode compor a realidade aumentada e deixá-la mais “customizável” é a possibilidade de inserir um serviço que localize geograficamente pessoas que produzam conteúdo. A geolocalização, como é conhecida, já é vista como um dos grandes produtos de redes sociais no exterior.

O exemplo de maior destaque no momento é o Foursquare, serviço que mistura vida social e virtual apontado até como sucessor ao Twitter. Apesar do alarde, são modelos com características totalmente distintas. O que confirma o argumento de que mudam as pessoas, mudam as ferramentas, mas permanece a necessidade humana de recriar recursos.

Foto: Doc18 e Divulgação.

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7 Comentários

  1. Aluizio Amorim

    -

    16/01/2010 às 1:09

    Rafael, muito bom este blog. Meus cumprimentos.
    Sou jornalista em Florianópolis, twittero e, sobretudo, blogueiro e acabei de ingressar no mundo do iPhone. Exerço literalmente ‘web jornalismo’ e articulo o blog com o Twitter e o iPhone, seja para fornecer informação como também captar. E olha que eu venho do jornalismo tradicional. Sou velho de guerra com quase 40 anos de profissão…hehehe…mas totalmente adaptado às novas tecnologias. Não leio mais nada em papel e televisão vejo – o que me interessa – na web onde ouço música idem. De papel, apenas livros. O resto é na internet. O ecochatos deveriam me dar um viva. Se vc quiser conhecer o meu blog digite: http://aluizioamorim.blogspot.com —> jornalismo politicamente incorreto.
    Forte abraço!


 

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