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redes sociais

12/09/2011

às 15:51 \ entrevista, google

Google quer fazer barulho com o Rock in Rio

Há duas semanas, o Google iniciou uma estratégia dedicada ao Rock in Rio, festival de música que acontece entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro no Rio de Janeiro. A tática é disponibilizar recursos de Orkut, YouTube, Google Maps e Chrome para que os usuários compartilhem informações sobre os shows. O objetivo óbvio: alimentar o uso de seus recursos. A estratégia pode ter um significado especial para a empresa: fortalecer o Orkut, afinal, no mês passado, o site perdeu pela primeira vez a liderança no segmente de redes sociais para o Facebook, segundo dados Ibope Nielsen (30,9 milhões de usuários vs. 29 milhões). Flavia Simon, gerente de marketing do Google, fala mais sobre o assunto.

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30/06/2011

às 8:19 \ mercadolivre, pesquisa

50% dos brasileiros conectados usam redes para comprar

Usar as redes sociais para adquirir produtos e serviços começa a virar hábito entre os brasileiros. Segundo pesquisa produzida pela empresa de mercado Oh! Panel – encomendada pelo site de compra e venda Mercado Livre e obtida com exclusividade pelo site de VEJA – pouco mais da metade dos usuários de internet do país já usam plataformas como Orkut, Twitter e Facebook para aqueles fins. A sondagem ouviu 679 brasileiros entre abril e maio, além de 579 moradores de Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru. » Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

10/06/2011

às 11:04 \ facebook

Como desabilitar o reconhecimento facial do Facebook

Nesta semana, o Facebook se envolveu – mais uma vez – em uma controvérsia relativa à privacidade dos dados pessoais de seus mais de 600 milhões de usuários. A rede ativou automaticamente o sistema de reconhecimento facial de cadastrados fora dos Estados Unidos – a maior fatia de sua base de usuários, portanto. O fato não foi precedido por um aviso claro aos principais interessados: os donos da informação.

O recurso, lançado em dezembro, identifica usuários do site que aparecem em fotos assim que as imagens são carregadas no sistema. O usuário que faz o upload recebe uma sugestão do programa para identificar os amigos que aparecem na imagem. Cabe ao usuário desativar o recurso.

Confira a seguir um passo a passo para desabilitar a funcionalidade:

1- No menu “Configurações de privacidade”, clique em “Personalizar Configurações”:

2 – Em “Itens que outros compartilham”, clique na seção ”Editar configurações”:

3 - Escolha a opção “Desativado”:

Veja também:
Como transferir álbuns de fotos do Orkut para o Facebook

28/04/2011

às 17:38 \ facebook x orkut

Orkut estaciona no Brasil, e Facebook cresce 159%

O Facebook segue firme sua escalada para tomar do Orkut a liderança no Brasil. O relatório “Um Olhar Mais Atento para a Mídia Social no Brasil”, divulgado pela Comscore nesta quinta-feira, captou o fenômeno em termos do alcance das redes sociais: a porcentagem de internautas que atraíram ao longo do mês. Conforme a pesquisa (infográfico acima), a rede de propriedade do Google praticamente estacionou: desde março de 2010, é acessada por cerca de 70% dos usuários conectados à rede. Já rede de Mark Zuckerberg pulou de 15,7% no ano passado para 40,8% em 2011, uma alta de 159%.

O fenômeno aponta o uso concomitante de duas (ou mais) plataformas: usuários cadastrados no Orkut continuam acessando a rede de propriedade do Google, mas começam a desbravar novos territórios. E o Facebook foi o escolhido. Segundo a Comscore, 99% dos usuários de internet no Brasil acessam as redes sociais pelo menos uma vez no mês, o que põe o país atrás apenas dos Estados Unidos, onde o alcance é de 99,7%. Mas nem os americanos são tão ativos quanto os brasileiros: em território nacional, sites como Facebook, Orkut e Twitter são acessados 30,6 vezes por mês, contra 30,3 dos americanos.

A rede de mensagens Twitter apresenta ainda números tímidos. Nos últimos doze meses, o alcance do microblog cresceu de 17,5% a 21,8%, atrás do Windows Live Profile (28,6%), a página criada pela Microsoft para armazenar informações de seu Instant Messenger, o popular MSN.

Os dados divulgados hoje pela Comscore apresentam a mesma curva dos dados divulgados em março, que deram à rede social do Google 32,4 milhões de visitas únicas, contra 17,9 milhões do Facebook (imagem abaixo).

Alex Banks, vice-presidente da empresa na América Latina, afirmou durante a divulgação do relatório que o Brasil passa pelo mesmo processo ocorrido recentemente na Índia. Em 2010, o Orkut – até então líder no país – foi ultrapassado pelo Facebook. “Há certa migração de usuários do Orkut para o Facebook. Mas, aqui no Brasil, o site do Google permanece com uma audiência estável”, disse.

Conforme metodologia do Alexa, a ultrapassagem já ocorreu. Pela primeira vez na curta história das redes sociais, o site de métricas de audiência pôs o Facebook à frente do Orkut este mês. A rede criada por estudantes universitários em 2004 é o quarto site mais acessado pelos brasileiros, e o Orkut aparece na sexta colocação.

Leia também
Como o Orkut pode se manter na frente do Facebook

Arte e infografia: André Fuentes.

17/12/2010

às 9:07 \ facebook, socialmedia

Facebook, o Império Romano das redes sociais

A supremacia do Facebook em grande parte do planeta é incontestável. No início do ano, a rede social de Mark Zuckerberg fez algo sem precedentes na curta história da web: ganhava 50 milhões de adeptos a cada dois meses. Em julho, alcançou a marca de meio bilhão de cadastrados. Se alguém ainda duvidava da hegemonia, pode tirar a cisma no mapa acima, que mostra os serviços mais populares nas diferentes nações do planeta. O Facebook é o Império Romano das redes sociais.

O responsável pela arte é o italiano especialista em marketing digital Vincenzo Cosenza. Ele reuniu dados de acesso de dezembro do Google Trends e da empresa de análise de tráfego Alexa para colorir os território dominados por redes sociais. O Facebook lidera em 115 dos 132 países analisados.

No Brasil – e sem nenhuma surpresa -, o Orkut ainda é soberano. Contudo, a rede social de propriedade do Google perdeu um importante território: a Índia, que também sucumbiu ao domínio do Facebook. O mapa abaixo acrescenta ainda uma informação importante: o avanço do site de Zuckerberg nos últimos 18 meses.

03/12/2010

às 7:00 \ orkut

A nova estratégia do Orkut é ‘premiar’ usuários

Na semana do lançamento nacional do filme A Rede Social, trama que conta a história de criação do Facebook, o rival Orkut anunciou mais uma renovação em sua plataforma. A rede do Google acaba de lançar selos que indicam o status do usuário no site. É a 34ª alteração introduzida no serviço neste ano, algo sem precedentes em quase sete anos de vida, e a mais nova tentativa de evitar a migração de usuários e manter o dominio no país.

Entre os selos que podem ser conquistados (imagem abaixo), estão as medalhas de “veterano” (distribuída ao usuário que está na rede há algum tempo), “mestre em promoções” (ao adepto que criou promoções bem-sucedidas) e “popular” (entregue às pessoas que mais receberam mensagens em seus perfis). É a política de reconhecimento com o objetivo de para fidelizar. E principalmente evitar a mudança de usuários para o Facebook.

Segundo dados Ibope Nielsen relativos a outubro, o Orkut se mantém no topo do segmento no Brasil, com 29,1 milhões de visitas únicas no mês. O Facebook segue em segundo – já à frente Twitter – com 15,4 milhoes. Contudo, no último ano, a rede de Mark Zuckerberg cresceu 133%; o Orkut, apenas 7%.

Leia também:

O Orkut imita o Facebook. E vice-versa

11/10/2010

às 7:00 \ curiosidade, socialmedia

Um mapa diferente das redes sociais

É certo que, neste exato momento, boa parte dos mais de 500 milhões de cadastrados no Facebook está diante de uma tela – de computador, celular ou até mesmo tablet – compartilhando conteúdo com amigos. Simultaneamente, centenas de milhares de tweets são propagados entre os mais de 105 milhões de adeptos do Twitter. Devido à magnitude dos números, quase nos esquecemos de que há menos de três anos as redes sociais que hoje gozam de grande popularidade eram terrenos em construção, muitas vezes vazios.

Os mapas reproduzidos nesta página – criados pelo blog XKCD, especialista em HQs – procuram traduzir em imagens as alterações recentes no planeta das redes sociais e, assim, refrescar nossas memórias. A imagem acima, relativa a 2007, mostra que os grandes “terrotórios” de então eram controlados por MySpace, Friendster, Classmates. Sites como Flickr, Facebook, Orkut, Wikipédia e YouTube dominavam apenas exíguas porções da rede. Mil dias depois, o cenário é bem diferente.

No mapa de 2010, o Facebook se espalha e impõe como uma espécie de Império Romano. O Farmville, game social integrado à rede, é uma espécie de província daquele: possui características próprias, mas mantém-se subordinado ao poder central. Três outros territórios ganharam expressão desde 2007: YouTube, Skype e Twitter. Já MySpace e Friendster minguaram, ocupados parcialmente pelo avanço inimigo.

É difícil prever a configuração dos “territórios” daqui a três anos. Mas uma coisa é certa: quaisquer que sejam as futuras mudanças, elas devem se processar em alta velocidade – como tem sido até agora.

08/10/2010

às 18:00 \ curiosidade, socialmedia

O que as fotos de redes sociais dizem sobre seus donos

Um dos maiores desvelos dos jovens é relativo à própria imagem. Na internet, essa preocupação fica evidente e elevada à enésima potência. Afinal, uma foto postada em uma rede social funciona como uma espécie de selo de identificação virtual. O avatar pode revelar algo sobre a personalidade de seu titular – no mínimo, o que ele gostaria de parecer.

O escritor, designer e, às vezes, comediante americano Doogie Horner, colaborador da revista Fast Company, levou a sério essa questão e decidiu estudá-la. Navegou por perfis de diversos sites de grande popularidade, tentando descobrir padrões reveladores a partir das imagens de identificação dos usuários. Suas conclusões não estão apoiadas em nenhum método científico, mas não deixam de ser curiosas, para dizer o mínimo.

Para construir suas hipóteses, Horner divide o retrato dos usuários em setores e atribui um valor a cada um deles. Assim, um corte de imagem que privilegia os olhos, revelaria um tipo cerebral – mas possivelmente acima do peso. Já a aplicação exagerada do zoom, indicaria uma personalidade intensa – ou quem sabe um homicida.  Segundo Horner, os dois recursos mais comuns aplicados às fotos – o corte e o zoom – são reveladores de traços de personalidade e também de atributos físicos. Eis as conclusões:

Recurso de zoom:
- fotos que destacam a área 1: personalidades introvertidas e solitárias, que podem esconder segredos obscuros
- fotos que destacam a área 2: pessoas com conhecimento mediano em várias áreas
- fotos que destacam a área 3: personalidades extrovertidas ou talvez um manipulador maquiavélico
- fotos que destacam a área 4: personalidades intensas, possivelmente um poeta ou assassino – ou ambos

Recurso de corte:
- fotos que destacama a área 1
: tipos cerebrais e atentos – e possivelmente acima do peso
- fotos que destacama a área 2: tímidos, brincalhões – e que podem ter o nariz torto
- fotos que destacama a área 3: extrovertidos, falantes – e talvez carecas
- fotos que destacama a área 4: pessoas cujo comportamento é promíscuo ou aqueles que carecem de inteligência

Você acha que as conclusões de Horner estão corretas?

28/08/2010

às 7:00 \ dica

Reserve seu lugar na internet – e nas redes sociais

Uma boa estratégia para criar uma identidade consistente na web é adotar a mesma identificação em domínios e redes sociais. Em outras palavras: apresentar-se sempre com o mesmo nome – o que vale para pessoas físicas e jurídicas. Pode não ser uma tarefa fácil, dada a multiplicidade de serviços.

Algumas ferramentas se prontificam a realizar esse trabalho. A partir de um nome sugerido pelo usuário, elas mapeiam a internet e informam se ele está disponível na web e nas redes sociais. Confira a seguir o teste em que avaliamos três desses serviços, utilizando o nome Lady Gaga como exemplo.

Knowem.com

(Imagem: reprodução)

Garante realizar a busca em mais de 400 fontes, entre blogs, sites de fotografia, comunidades de negócios, design, entretenimento, saúde, música, tecnologia e viagem. Também possui um parâmetro de busca baseado nos domínios .com, .org, .me, .info, entre outros. Na imagem acima, os serviços em destaque são aqueles onde Lady Gaga ainda poderia abrir uma conta – nos demais, o nome já foi registrado por alguém.

Ud.com

(Imagem: reprodução)

Utiliza as cores verde e vermelho para mostrar, respectivamente, os serviços em que um determinado nome está ou não disponível. Sua apresentação didática é seu ponto forte.

Namechecklist.com

(Imagem: reprodução)

É outra ferramenta bastante útil na hora de buscar endereços livres na web e redes sociais. O site diz ainda qual a percentagem de registros livres para uso: no caso da cantora americana, 25% dos serviços pesquisados ainda permitiriam a criação da conta “Lady Gaga”.

(Por Renata Honorato)

06/08/2010

às 7:00 \ orkut, socialmedia

Scraps privados: o veredicto dos usuários do Orkut

Recentemente, o Orkut ressuscitou uma de suas funcionalidades que mais provocaram polêmica entre usuários: o scrap privado. Na prática, significa que os cadastrados na rede de relacionamentos podem trocar mensagens em ambiente privado – e não mais aos olhos dos demais. A decisão desencadeou mais controvérsia: comunidades foram criadas para debater – e condenar – a ferramenta. O curioso é que a reação dos usuários do Orkut contrasta com um movimento crescente nas redes sociais, que pede mais e mais privacidade, mais sigilo sobre informações pessoais.

Para entender o episódio, VEJA.com convidou duas assíduas usuárias do Orkut. Confira a seguir o que elas dizem sobre o scrap privado e privacidade na rede.

A favor do scrap privado: Ana Jéssica, de 18 anos, estudante de gestão ambiental de Guaratinguetá (SP). Há cinco anos no Orkut

Foto: arquivo pessoal

Você concorda com o retorno dos scraps privados no Orkut?
As mudanças misturam recursos de outras redes sociais. O scrap privado é como uma mensagem direta no Twitter: tenho a liberdade de escrever, mas, quando quero sigilo, tenho esse direito. E o Orkut me forneceu isso.

Você acredita que o Orkut está preocupado com a privacidade do usuário?
Não. A rede é um espelho de seus usuários: maior visibilidade gera mais uso.

Você usa outras redes sociais?
Sou adepta do Twitter, Facebook e MySpace, mas ainda uso mais o Orkut, já que a maioria dos meus amigos não sabe realmente usar outras plataformas.

Contra os scraps privados: Geovana Camargo, de 26 anos, arquiteta de Cianorte (PR). Há seis anos no Orkut

Foto: arquivo pessoal

Por que você não concorda com o retorno dos scraps privados no Orkut?
A página de recados do site serve como um mural que reúne tudo o que as outras pessoas pensam sobre você. E o scrap privado impede que os amigos de uma pessoa tenham acesso a várias informações sobre ela. Quem não sabe se expor e ser julgado, que saia do Orkut.

Você acredita que o Orkut está preocupado com a privacidade do usuário?
O scrap não reflete uma preocupação com privacidade. Trata-se de uma funcionalidade desnecessária. Às vezes, fico com a sensação de que o Orkut quer se parecer com o Facebook.

Quais outras redes sociais você usa? Tem alguma favorita?
Twitter, Orkut, Facebook e pouco de MySpace. Uso mais o Orkut, pois é o site que dá condições para que eu me relacione com amigos de forma virtual.


 

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