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mídia social

11/06/2010

às 20:23 \ socialmedia, twitter

‘Cala boca, Galvão!’ ganha versões bem-humoradas

(Foto: Reprodução)

Após estourar na lista de Trending Topics (assuntos mais populares) do Twitter na quinta-feira, o viral “Cala boca, Galvão!” ganhou nesta sexta versões bem-humoradas. A partir da hashtag (marcação de tema) #CALA BOCA GALVAO, circula uma imagem (acima) e um post (abaixo) que “esclarecem”, em inglês, o significado do bordão que pede que o locutor principal da TV Globo na Copa do Mundo da África do Sul fale menos… bobagem.

O post diz: ”GALVÃO é um pássaro muito raro no Brasil. CALA A BOCA significa SALVE, (sic) os brasileiros estão muito tristes porque muitos GALVÃOS morrem a cada dia”. O texto aplicado sobre a imagens completa a piada: “Ajude-nos a salvar os pássaros (da espécie) galvão”, emendando que cada tweet sobre o tema é convertido em doação no valor de dez centavos de dólar para a Fundação Pássaros Galvão.

Tudo pura brincadeira, é claro, embora conte até com logotipos oficiais do governo federal. A imagem está postada no aplicativo de fotos Twitpic, mas não tem links para qualquer outra página.

Outros usuários compartilharam um tweet que questiona se “Cala boca, Galvão” não é, na verdade, uma nova música de Lady Gaga.

A hashtag #CALA BOCA GALVAO segue líder nos Trending Topics. Já #BOCA GALVÃO, adaptação da brincadeira original, ocupa a segunda posição no ranking mundial. Bem, amigos…

(Por Renata Honorato)

26/02/2010

às 1:58 \ pesquisa, socialmedia

Quando as redes sociais não afetam notas escolares

facebook-alunos-pesquisa

Um estudo realizado pela Universidade de New Hampshire, Estados Unidos, indica que, ao contrário do que normalmente se imagina, a participação intensa em redes sociais não prejudica o desempenho escolar dos adolescentes. Para chegar a esta conclusão, pesquisadores dividiram os alunos entrevistados em dois grupos: os que acessam plataformas participativas como Facebook e YouTube e os que não têm esse hábito. Nos dois casos, as notas foram similares: mais da metade dos jovens (63% e 65%, respectivamente) tiraram notas A e B – acima da média.

A pesquisa vai na contramão do que já foi apurado por outra instituição de ensino do país. Em abril, a Universidade de Ohio divulgou resultados de um levantamento em que estudantes com contas no Facebook dedicam-se menos aos estudos e tiram notas mais baixas, na comparação com seus colegas de classe que não possuem acesso à rede social.

facebook-estudantes

Na ocasião, a pesquisadora de Ohio Aryn Karpinski mostrou bom senso ao não estabelecer o Facebook como responsável pelo fracasso dos estudantes em sala de aula.

Se não houvesse o Facebook, pode ser que alguns estudantes continuariam tendo notas baixas, pois eles arrumariam outras maneiras de evitar o estudo.

Um ponto que a pesquisa poderia ter avaliado é a questão da dispersão. O acesso a redes sociais e a tendência de estar a integrado em diversos ambientes em rede leva a um cuidado menor com o que é lido. A distração é quase um lugar-comum hoje entre adolescentes de todo o mundo. E o acesso ao computador, com as funcionalidades e estruturas flexíveis, pode ou não ter contribuído para isso. O que você acha?

Fotos: Jack_92 e Anna Briggs.

25/11/2009

às 11:43 \ busca, socialmedia

Quando a Mídia social torna-se um buscador

twitter-search

Muita gente vê a Google como um tótem inatingível e intocável, que devemos reverenciar e para quem devemos rezar, pois sem ele não viveríamos. Sinto informar aos fiéis que no mundo das plataformas sociais o sagrado não existe. A necessidade cria os caminhos e as alternativas de forma tão rápida que não dá tempo de acreditar em nada venerável.

Nos últimos meses, a popularidade desenfreada de plataformas sociais como Facebook e Twitter provou isso. No Brasil, já são 9 milhões de brasileiros inseridos a ferramenta de 140 caracteres.

As mudanças visuais que ocorreram no Facebook, no início do ano, e a produção vertiginosa de conteúdos no Twitter deixaram clara a importância de uma busca em tempo real, artifício que a Google ainda não domina e busca alcançar, de forma até desesperada. Não à toa, na última semana de outubro, o símbolo de pesquisas na web anunciou o desenvolvimento de uma ferramenta chamada Social Search, que procurará informações publicadas dentro das redes sociais em que o usuário está inscrito.

E os números provam que esta funcionalidade presente em grande parte dos serviços que se denominam mídia social vem ganhando força no braço de ferro com o Google. Segundo dados recentes do Instituto Nielsen, 18% das buscas realizadas por internautas são feitas em ambientes como Wikipedia, blogs, Facebook, MySpace e Twitter.

Números que começam a causar preocupações a Sergey Brin e Eric Schmidt. Em setembro passado, por exemplo, de acordo com a ComScore, quase 75% de todos os usuários globais de Internet visitaram  as propriedades dos sites Google, que representaram 9.4% de todo o tempo gasto on-line.

Trata-se de uma fatia – em crescimento – que aponta para a necessidade de movimentação da Google. Ela ainda detém 37% do mercado de buscas (juntamente com Yahoo, Bing e Wolfram Alpha, outros sistemas de busca).

Nada dura muito tempo, da mesma forma, nesse mundo.

Por Rafael Sbarai

25/11/2009

às 11:19 \ midia, socialmedia

Um editor de mídia social na BBC

bbc

A BBC é mais um meio jornalístico online em busca de participação ativa nas plataformas sociais. A rede pública britânica começa a desenvolver um novo perfil visual de seu site e já estuda a possibilidade de possuir em sua equipe uma espécie de editor de mídia social que ajude a definir uma estratégia de relacionamento e propagação de informação.

A intenção, a priori, é aproximar o leitor à marca londrina. Mas tal movimentação mostra como o meio quer andar em uma rua de mão dupla: o interesse em distribuir conteúdos em plataformas móveis, como Facebook e Twitter, e ao mesmo tempo trocar experiências, dúvidas, críticas e sugestões em um meio direto, simples e objetivo.

O nome do jornalista que desempenhará a nova função foi escolhido. Na última semana, a BBC nomeou Alex Gubbay, editor interativo de esportes do canal, o novo editor de mídia social. Ele assume a nova função em janeiro. Com isso, a BBC segue o mesmo caminho do Daily News, The New York Times e o rival The Guardian, que já possuem um gestor para monitorar e gerenciar espaços em plataformas colaborativas.

Por Rafael Sbarai


 

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