Quem quer salvar o Wave?

Na semana passada, o Google emitiu um comunicado oficial anunciando o fim do desenvolvimento do Wave, projeto ambicioso que pretendia fundir e-mail, mensagens instantâneas, armazenamento de documentos e rede social. Na opinião de Urs Holzle, vice-presidente de operações da companhia, a falta de adesão dos usuários ao serviço foi determinante para a morte precoce do produto. Mas há exceções.
Logo após o anúncio, surgiu o primeiro foco determinado a dar sobrevida ao moribundo. Save the Google Wave é um movimento organizado por usuários inconformados com a descontinuação do serviço. O argumento do grupo é plausível: não existe um concorrente no mercado que apresente o tal pacote integrado (mensagens instantâneas, e-mail etc.).
No endereço, há uma espécie de abaixo-assinado, que pede que o Google volte atrás na decisão. Entre os que desejam a permanência do serviço estão físicos, pesquisadores, consultores de empresas e professores. Até o momento, mais de 26.000 pessoas aderiram à causa. Parece pouco para demover o gigante de buscas de sua decisão.
Em 2009, a empresa de software americana Novell anunciou o desenvolvimento de um serviço nos mesmos moldes do Wave, chamado Pulse. Ele deverá ser disponibilizado nos próximos meses, mas há uma grande diferença em relação ao Wave: o produto será de uso corporativo.
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