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geolocalização

06/12/2011

às 12:05 \ facebook

Facebook volta a investir na geolocalização

Nesta segunda-feira, o Facebook deu um passo que mostra que o serviço quer ser mais do que uma rede social: contratou os principais executivos e funcionários do Gowalla, serviço virtual baseado em geolocalização. A negociação decreta o fim do Gowalla. Com a compra, o site de Mark Zuckerberg agrega inteligência: seu objetivo é ressuscitar o Places, um dos maiores fracassos da história da rede social. De quebra, abre uma nova batalha no mundo dos negócios – desta vez, contra o Foursquare.

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29/08/2010

às 11:52 \ Foursquare, socialmedia

Foursquare: 3 milhões de usuários. Mas ainda é para poucos

O registro de 3 milhões de usuários no Foursquare foi alcançado por Brian S., de St. Louis, nos EUA

O Foursquare atingiu neste domingo a marca de 3 milhões de usuários. O registro do site baseado em geolocalização foi alcançado por um usuário dos Estados Unidos – país que detém 60% dos cadastrados no site – e acontece dias após o anúncio do Facebook anunciar o Places, recurso para concorrer com o serviço.

Criado em março de 2009, o rápido crescimento do site tem despertado o interesse de possíveis compradores, como o Yahoo. Em julho, a rede passou de 100 milhões de atualizações de dados de entrada de usuários em diferentes locais, conhecido como check-in – o que corresponde a um tweet. No entanto, o fundador Dennis Crowley nega que esteja interessado em vender o site neste momento.

Apesar do alarde, os valores não se comparam às gigantes das redes como o Twitter, que já conta com mais de 100 milhões de usuários. O motivo: o uso da rede social necessita na maioria das vezes de um dispositivo móvel, como um celular ou tablet conectado à internet. No Brasil, apenas uma pequena parcela da população tem o recurso.

Mas se o seu esperado crescimento se confirmar (ele já foi chamado até de o “próximo Twitter”), é possível que a ferramenta se torne uma referência, ditando quais os locais e estabelecimentos mais visitados – e recomendados – nos quatros cantos do mundo.

26/08/2010

às 7:00 \ culturaweb, curiosidade, dica

Como adicionar ‘memória’ aos objetos ao nosso redor

Imagine um mundo em que bastasse apontar o celular para os objetos à nossa volta para descobrir todas as “histórias” ligadas a eles. De um livro, por exemplo, poderíamos recuperar o nome da pessoa que nos presentou, a data e o local em que isso aconteceu e até a emoção que sentimos ao ganhar o exemplar. Esse aparente delírio pode estar a caminho. É, segundo seus entusiastas, uma forma de adicionar “memória” aos objetos.

Um grupo de pesquisadores empreende um projeto desses em grande escala, o Tales of Things, um parceria entre Digital Economy Research Council, Universidade de Brunel, Faculdade de Artes de Edinburgo, University College London, Universidade de Dundee e Universidade de Salford. Foram investidos no projeto o equivalente a 3,8 milhões de reais. O site, lançado em abril, não pretende gerar lucros, mas apenas oferecer uma nova forma de interação entre os ambientes virtual e real.

O sistema é simples. O usuário fotografa ou filma um objeto e, em seguida, cadastra a (s) imagem (s) no site, podendo associar a ela (s) uma “história” – qualquer tipo de dado considerado relevante. Assim que finaliza esse processo, recebe um QR code (código de barras bi-dimensional), que deve ser colado ao objeto.

A cada vez que uma webcam ou câmera de celular conectados à internet fizer a leitura do código, as informações originalmente publicadas no Tales of Things serão exibidas na tela dos dispositivos (do computador, no caso da webcam, ou do celular).

O Tales of Things consegue ainda listar os objetos e descrições mais populares, itens mais escaneados e um mapa mundial capaz de filtrar os cadastros por meio de uma ferramenta de geolocalização.

Testamos o serviço associando as imagens, em vídeo e foto, da capa da edição desta semana de VEJA ao seguinte texto: “A reportagem da revista VEJA mostrou que ainda há salvação para o casamento. Eu, particularmente, discordo, já que estou me divorciando pela sétima vez.” (O texto, é claro, é uma brincadeira!) Em seguida, afixamos o código de barras fornecido pelo serviço ao exemplar da revista.

Quem quiser entender, na prática, como funciona o serviço pode testá-lo: basta fotografar ou filmar o código de barras da imagem abaixo – é preciso contar com a ajuda de um aplicativo para a leitura de QR codes e estar ligada à internet. Feita a leitura, você será encaminhado para o registro da capa de VEJA no Tales of Things.

Confira no vídeo a seguir um passo a passo do serviço, feito pela própria equipe do Tales of Things:

(Por Renata Honorato)

22/06/2010

às 15:59 \ facebook, socialmedia

Facebook anuncia ferramenta de geolocalização

A era da geolocalização chegou ao Facebook. Nesta terça-feira, o fundador da maior rede social do mundo, Mark Zuckerberg, anunciou que em breve o recurso será oferecido a seus mais de 400 milhões de usuários, permitindo que eles sejam localizados geograficamente enquanto postam conteúdos. Ainda não há previsão para o lançamento da ferramenta.

O anúncio foi feito durante o Facebook Developer Garage, encontro de desenvolvedores de aplicativos para a rede social. Ele deveria ter acontecido em abril, durante o F8, conferência anual da empresa. Contudo, devido às denúncias de violação de privacidade que a rede enfrentava, a estreia teve de ser adiada naquela oportunidade.

O  ”radar de pessoas” é uma resposta do Facebook a outros serviços, como Foursquare, Gowalla e Loopt, que já oferecem a geolocalização. Até o Twitter já havia implantado a ferramenta, em março, pela qual os usuários podem apontar, se quiserem, a partir de onde publicam tweets.

Do conjunto de usuários do Facebook, estima-se que 100 milhões atualizam seus perfis através de smartphones – ou seja, em trânsito. A informação pode ajudar empresas de anúncios a divulgar produtos, baseando-se na localização do público-alvo.

11/01/2010

às 3:56 \ google, tendencias

O que muda com o buscador móvel do Google

google-near-me-now

O Google lançou na última semana uma funcionalidade específica para iPhone e celulares com o sistema operacional Android que permite sugerir locais, restaurantes, bares, shoppings baseados na localicação do seu aparelho. Near me Now é mais um produto móvel que valoriza a geolocalização e mostra como a pesquisa customizável ‘hiperlocal’ facilitará o trabalho humano.

O recurso já está disponível e em destaque abaixo do campo de buscas do Google em navegadores dos aparelhos (veja imagem). A localização do serviço é detectada e, automaticamente, recebe sugestões de serviços próximos às coordenadas do celular.

Por enquanto, no Brasil, o Near me Now sofre instabilidades. Em duas tentativas, o serviço apareceu com uma mensagem “local indisponível”. Quem conseguiu acesso afirmou que falta precisão nas sugestões, atributo que mostra o quanto o Google está defasado no segmento.

O símbolo de buscas da web, aos poucos, quer entrar em mais um território que não tem dono. Depois da “invasão” ao mercado dos netbooks, chegou a vez de investir na geolocalização.

Por enquanto, quem reina usa um atributo que chama a atenção. O Foursquare, serviço de recomendação que já foi citado até como novo Twitter, faz o mesmo serviço que o Google, porém de forma eficiente, organizada e, acima de tudo, colaborativa. É a boa e velha mistura de enaltecer vida social e virtual.

A escolha, porém fica na mão do internauta: vai preferir sugestões automáticas em destaque no Google ou conselhos de amigos nos quais você confia?

Abaixo, um vídeo explicando o Near me Now, do Google:

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Como mobilidade não é sinônimo de celular

04/01/2010

às 3:41 \ tendencias

O que esperar da web em 2010

futuro-tecnologia

A tecnologia tornou-se um ingrediente básico no cotidiano das pessoas. A busca por recursos para facilitar o ser humano é intensa e incessante. É só olhar ao redor e perceber quantos mecanismos ou aparatos tecnológicos contribuíram para o seu desenvolvimento.

Em 2010, a história não é diferente. Não teremos uma panaceia digital, mas um amadurecimento de modelos de negócio e da própria percepção do internauta que, aos poucos, se adequa às tendências que envolvem tecnologia e o ato de comunicar-se. Abaixo, três assuntos com boas condições de holofotes no ano:

Uma web menos anônima

anonimato-rede

São perfis no Orkut, Facebook, Twitter e uma lista infinita de senhas para memorizar com um único objetivo: estreitar ou manter laços com seus amigos. A construção de diferentes rastros em plataformas participativas provoca a formação de uma teia social na qual é possível perceber com quem cada um se relaciona. É quando sai de cena o anonimato.

Logo, fica cada vez mais evidente o argumento de que a web conecta pessoas e não computadores. A criação de inúmeros recursos em redes sociais garante a cada nicho um cartão de visitas pessoal, uma das premissas do que se considera como lifestreaming.

Por conta disso, a reputação será a chave para a vitrine virtual. Porém, para tê-la, é necessário visibilidade. E é neste princípio que ferramentas como o Facebook Connect ou serviços como o Flavors.me e o Tumblr podem garantir uma web menos anônima.

Realidade aumentada e Geolocalização

Em 2009, o uso da realidade aumentada na mídia para produzir uma imagem tridimensional não passou do experimento de colocar a página de um jornal ou revista em frente a uma webcam. Neste ano, é a vez da fuga do lugar-comum de um recurso interessante, porém propagado com um mesmo formato. No quesito inovação, quem saiu na frente foi o centro de pesquisa da Nokia. O resultado do experimento é visto no vídeo abaixo:

Um elemento que pode compor a realidade aumentada e deixá-la mais “customizável” é a possibilidade de inserir um serviço que localize geograficamente pessoas que produzam conteúdo. A geolocalização, como é conhecida, já é vista como um dos grandes produtos de redes sociais no exterior.

O exemplo de maior destaque no momento é o Foursquare, serviço que mistura vida social e virtual apontado até como sucessor ao Twitter. Apesar do alarde, são modelos com características totalmente distintas. O que confirma o argumento de que mudam as pessoas, mudam as ferramentas, mas permanece a necessidade humana de recriar recursos.

Foto: Doc18 e Divulgação.

28/12/2009

às 3:23 \ socialmedia, twitter

O presente de natal do Twitter: Mixer Labs

twitter1

O Twitter revelou o seu presente natal. A rede social adquiriu a Mixer Labs, empresa criada por dois ex-funcionários do Google e especializada em um serviço popular no exterior com possibilidade de ganhar dimensões no Brasil: a geolocalização.

Mixer Labs é conhecida no mundo web pela criação do Geoapi.com, serviço que permite um desenvolvedor adicionar facilmente dados de geolocalização para qualquer aplicativo feito para celular. Logo, fica fácil entender o motivo da aquisição.

Aos poucos, o Twitter quer ampliar fronteiras do acesso ao computador e criar a possibilidade de inserir em sua rede um serviço que localize geograficamente pessoas que produzam mensagens na rede de até 140 caracteres. Ou seja, qualquer internauta cadastrado na ferramenta teria a condição de visualizar de onde os internautas tuitam.

O plano do uso da geolocalização é um sonho dos fundadores do Twitter. Desde agosto, Biz Stone demonstra a intenção de ter um recurso oficial de rastreamento, funcionalidade já popular com os norte-americanos que possuem BlackBerry e acessam o Twitter pelo UbertTwitter, serviço de produção e visualização de mensagens de seus amigos.

No Brasil, o uso cada vez mais comum da geolocalização pode ser reflexo no futuro do que será o acesso móvel à internet. Segundo dados do IBGE, apenas 5% dos 170 milhões de telefones celulares têm acesso a internet. A massificação da tecnologia 3G, que chegou ao mercado nacional há alguns anos, auxilia no discurso de que o celular pode ser o maior meio de acesso à internet no país.

Os termos financeiros do acordo entre Twitter e Mixer Labs ainda não foram divulgados, mas trata-se da primeira iniciativa do Twitter após descobrir que terminará 2009 no lucro. Segundo reportagem da Bloomberg, os acordos feitos com Google e Bing para indexação de conteúdo do Twitter nos sites de busca geraram aproximadamente 50 milhões de reais. É a revalorização da pesquisa em tempo real.

Foto: Jez.

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