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Estados Unidos

02/11/2012

às 11:11 \ facebook

Facebook não é só a maior rede. Também cria empregos

Ao alcançar a (histórica) marca de 1 bilhão de usuários em todo o planeta, há algumas semanas, o Facebook revelou não ser apenas uma rede social, mas um dos principais componentes na era da economia digital. Segundo dados obtidos pelo site de VEJA, a companhia promoveu a criação de mais de 600.000 postos de trabalho nos Estados Unidos e na Europa nos últimos cinco anos – principalmente no setor dos aplicativos, área à qual o Facebook dedica cada vez mais atenção.

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01/12/2011

às 11:32 \ facebook

Nos EUA, Facebook sofre seu mais duro revés

Nesta terça-feira, o Facebook sofreu o mais duro golpe desde sua criação, em fevereiro de 2004. A rede social selou um acordo com a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission, em inglês) pelo qual fica obrigada a pedir anuência do usuário antes de promover mudanças nas normas de compartilhamento de informações pessoais. O pacto não acarretará nenhuma mudança na atual página do serviço, mas dará ao usuário (ao menos o americano) a chance de escolher como utilizar a ferramenta.

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13/06/2011

às 16:06 \ facebook, pesquisa

Facebook perde usuários nos EUA, mas dispara no Brasil

O Facebook é pródigo em números impressionantes. São mais de 600 milhões de cadastrados e cerca de 680 milhões de visitantes únicos por mês. Nesta segunda-feira, contudo, surgiu uma informação curiosa acerca da rede social de Mark Zuckerberg. Segundo levantamento realizado pelo Inside Facebook – blog que não possui laços oficiais com a rede –, pela primeira vez, o site registrou uma redução no número de visitantes nos Estados Unidos e no Canadá.

O site teria perdido seis milhões de visitantes (cadastrados ou não) entre os americanos, caindo de 155 milhões para 149 milhões entre a primeira semana de maio e a primeira de junho. No Canadá, a sangria foi de 1,5 milhão de visitantes.

Simultaneamente, o Facebook cresce em outras nações – com destaque para o Brasil, mais uma vez. O país registrou 19 milhões de visitantes na primeira semana de junho, crescimento de 10% em relação ao mês anterior. Depois, aparecem México (7,6%), Tailândia (7,1%), Índia (6,7%) e Colômbia (6,4%). Confira o infográfico abaixo.

Alguns analistas apostam que a explicação dos fenômenos é simples: a rede social já atingiu seu limite nos mercados desenvolvidos, onde suas operações são mais antigas, e avança rapidamente entre aqueles em desenvolvimento, desbravados depois. Há quem diga ainda que o retrocesso nos EUA e no Canadá reflete as questões enfrentadas pelo Facebook sobre privacidade.

Reforça essa tese parte dos comentários publicados no CNET (em inglês), importante site americano focado em tecnologia. Os usuários dizem que, de fato, deixaram a rede devido às repentinas mudanças nas configurações pessoais.

Confira os países que registraram o maior avanço do Facebook em junho:

13/04/2011

às 7:00 \ facebook

Zuckerberg e Facebook precisam de Obama – e vice-versa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fará nesta quarta-feira uma visita especial à sede do Facebook, em Palo Alto, na Califórnia, com transmissão em tempo real (às 17h15, horário de Brasília). É mais uma demonstração dos laços entre a Casa Branca e a rede social mais popular do planeta. Enquanto Obama tenta demarcar o terreno virtual para sua campanha pela reeleição,  Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, procura cercar-se contra acusações de violação de privacidade e tentativas de endurecer a regulamentação do setor.

As relações entre Zuckerberg e Obama remontam a 2008. Naquele ano, o partido democrata contratou Chris Hughes, cofundador do Facebook, para coordenar parte da campanha on-line de Obama. Formado em História e Literatura pela Universidade Harvard, Hughes foi o responsável pela criação do MyBarackObama.com, rede social considerada decisiva para o sucesso democrata. Pouco tempo depois, o empreendedor estampou a capa da publicação americana Fast Company: “Conheça o garoto que fez Obama presidente”.

Obama continua apostando alto na influência do Facebook. Agora em campanha pela reeleição, lançou um site recheado de recursos da rede de Zuckerberg  – botões de compartilhamento conhecidos no Brasil como “Curtir” e a possibilidade de aderir à campanha na rede social. Já são mais de 19 milhões de pessoas que ‘curtiram’ a página do presidente no Facebook.

O Facebook também se movimenta para manter uma relação privilegiada com a Casa Branca. Já recrutou três assessores graduados com ótimo trânsito entre líderes políticos. São eles:

Sheryl Sandberg: ex-chefe de equipe do secretário de Tesouro do governo de Bill Clinton. Hoje é chefe de operações do Facebook e considerada a pessoa mais próxima ao fundador Mark Zuckerberg.

Ted Ullyot: advogado e ex-coordenador de gabinete do procurador-geral do governo George W. Bush. Atualmente é conselheiro-geral do Facebook.

Marne Levine: ex-assessora do grupo econômico do governo Obama. Hoje ocupa o cargo de vice-presidente de diretrizes públicas globais do Facebook.

O mais novo candidato a fazer parte da equipe de Mark Zuckerberg é Robert Gibbs, assessor de longa data de Obama que deixou o posto de secretário de imprensa em fevereiro. A ideia é incorporá-lo ao departamento de comunicação da rede social, segundo informou o The New York Times.

Profissionais com trânsito na Casa Branca podem ajudar o Facebook a conter os ataques contra a exposição de dados dos usuários do site – uma mina de ouro para ações publicitárias nas páginas internas da rede. Recentemente, o Facebook se posicionou claramente contra os planos definidos pela União Europeia sobre um regulamento que obrigue redes sociais e sites a excluírem completamente dados armazenados de usuários.

Foto: Flickr de Barack Obama.

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Facebook, o império romano das redes sociais

25/05/2010

às 5:43 \ curiosidade, twitter

Novas fotos do escritório do Twitter nos EUA

O brasileiro Vitor Lourenço, um dos designers responsáveis pela interface do Twitter, disponibilizou em seu perfil na rede as novas fotos do escritório da rede de mensagens em São Francisco, nos Estados Unidos. Confira imagens do 3º andar do escritório da empresa, que também estão disponíveis no Flickr.

Quadros na sala de descanso da empresa destacam o número máximo de caracteres no Twitter. Foto: Troy

O 3º andar da empresa também conta com um espaço para refeições. Foto: Troy

O ambiente de descanso também conta com referências ao pássaro, logo do Twitter. Foto: Troy

Leia mais:
Quando o Twitter é 25% do tamanho do Facebook

20/04/2010

às 4:07 \ iPad, mobilidade

iPad, da Apple, já incomoda universidades dos EUA

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Duas das principais universidades dos Estados Unidos já começam a questionar o uso interno do iPad, tablet da Apple. Segundo a versão online de Wall Street Journal, a George Washington University e a Princeton University proibiram o uso do dispositivo por gerar problemas locais.

As instituições alegam dificuldades de manter seus alunos conectados à internet por alto consumo de banda dos aparelhos da empresa de Steve Jobs. Para o escritório de tecnologia da informação da Universidade de Princeton, o problema é semelhante aos já relatados por adeptos do iPad – a falta de estabilidade ao tentar-se conectar à web.

Para evitar boatos, a universidade já até emitiu um comunicado oficial aos seus alunos. “A Universidade de Princeton recomenda que você não conecte seu iPad à rede do campus. iPad´s que apresentarem o defeito enquanto conectados poderão ter de ser bloqueados a fim de se manter a estabilidade e a confiabilidade dos serviços de rede do campus”, informa o comunicado.

As falhas encontradas e já questionadas por adeptos do aparelho permeiam o lançamento internacional do iPad. Segundo a companhia de Steve Jobs, o dispositivo só poderá ser vendido fora dos Estados Unidos no fim do mês de maio.

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