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Campus Party

10/02/2012

às 19:13 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a manhã de 10/2

10/02/2012

às 14:37 \ campusparty

VEJA na Campus Party: o balanço de quinta-feira, 9/2

09/02/2012

às 10:13 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a noite de 8/2

08/02/2012

às 22:10 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a tarde de 8/2

08/02/2012

às 12:23 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a noite de 7/02

07/02/2012

às 19:04 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a tarde de 7/2

07/02/2012

às 13:07 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a manhã de 7/2

07/02/2012

às 12:04 \ campusparty

VEJA na Campus Party: a noite de 6/2

29/01/2010

às 13:10 \ campusparty, curiosidade

As campeãs de cantadas na Campus Party

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Mirian Bottan

Os homens representam mais de 70% dos 6.000 inscritos na Campus Party, evento anual realizado em São Paulo sobre tecnologia, games e comunicação. Fica subententido, portanto, que a presença feminina é escassa. Mesmo assim, há quem diga que o encontro serve para buscar novos relacionamentos. Oportunidades não faltam.

“Conhecer alguém na Campus Party não é meu objetivo, mas isso pode acontecer”, explica o gerente de projetos Bruno Dulcetti, de 26 anos. Participando pela segunda vez do evento, Bruno dá dicas a quem busca conhecer alguém. “O que acontece aqui são apenas os primeiros contatos. Depois do evento, vêm os encontros mais importantes”.

Os principais alvos da sanha masculina são as modelos presentes em stands. “Apenas nos dois primeiros dias, recebi mais de 70 cantadas”, conta Kamila Andes, de 22 anos. “Ouvi umas 30 cantadas. Isso é, de certa forma, comum. O lado positivo da história é que não houve nenhuma ofensa até o momento”, diz Heloise Mannocci, de 23 anos.

A blogueira e analista de mídia social, Mirian Bottan (na foto acima), de 23 anos, também enfrenta assédio similar – mas em menor escala: foram 20 em dois dias.  “O número de cantadas é inferior ao do ano passado, quando eu estava solteira. Mesmo assim, elas acontecem”, explica Mirian. Nota: a blogueira circula no Cento de Exposições Imigrantes acompanhada do namorado, Thiago Mobilon, de 23 anos.

Ela revela uma particularidade da Campus Party: ali, os flertes “presenciais”, tête-à-tête, são apenas o início: as abordagens se intensificam nas redes sociais. “Os caras aqui falam pouco. Acabam se soltando mais em plataformas participativas, como o Twitter. Recebo mais mensagens on-line do que off-line”, conta.

Foto: Fernando Cavalcanti.

28/01/2010

às 12:52 \ campusparty, curiosidade

Quando a família faz parte da Campus Party

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As cerca de 6.000 pessoas que deverão acampar até o próximo domingo da terceira edição da Campus Party, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, não são apenas jovens aficionados por tecnologia, games e downloads. Além de reunir produtores de conteúdo, blogueiros e entusiastas da internet, o evento também virou programa de família.

“Minhas duas filhas e mulher estão acampadas aqui e ficam até o final do evento. Durante a semana, até meus pais me visitam”, explica o analista de sistemas Alexandre Nuccini, de 34 anos, voluntário no evento e um dos responsáveis pela área de modding – a arte de customizar desktops.

Uma de suas filhas, Raquel Nuccini, é um prodígio. Com apenas 6 anos, já participou de três edições da Campus Party. De quebra, auxilia o pai: é responsável por desenhar a estrutura de seus computadores. “Ela adora mostrar seus trabalhos. Seu PC rosa tem sugestões próprias de perspectivas e foi construído pelo pai”, conta a orgulhosa mãe, Luciana Nuccini, de 29 anos.

Raquel não pensa duas vezes quando é convidada a falar sobre seu futuro. “Quero ser bombeira, mas meu sonho é virar artista plástica”, avisa. A presença dela e da irmã, Sabrina, de 11 anos, estimulou ainda a presença de outras crianças no maior evento de tecnologia do país.

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“Trouxe meu filho pela primeira vez, após ele mesmo perceber a presença de outras crianças”, explica o militar Gustavo Heinzel, de 43 anos, que veio de Porto Alegre passar férias em São Paulo. Herick Heinzel, 9 anos, quer seguir a carreira do pai, mas já acompanha seus passos no ramo da tecnologia – com direito a acampamento, banho e noites de sono no centro de Exposição. “Fiquei emocionado com o empenho do meu pai em trazer os computadores e quis participar desta festa”, explica.

Para Marcelo Branco, diretor do evento, a presença cada vez mais constante de crianças tem explicação. “Hoje, elas têm mais conhecimento do que os mais velhos. A tecnologia faz parte do cotidiano delas. Nada mais justo que elas façam parte do evento”.

Fotos: Fernando Cavalcanti.


 

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