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Arquivo da categoria socialmedia

02/11/2010

às 7:00 \ facebook, socialmedia

Facebook culpa ‘intermediador’ por vazamento

O recente episódio do vazamento ilegal de dados de usuários do Facebook ganhou um novo capítulo. Em texto publicado em seu blog para desenvolvedores, a maior rede social do mundo admitiu pela primeira vez que um “intermediador” (de nome ainda não revelado) deu dinheiro a criadores de aplicativos e recebeu em troca dados de cadastrados na rede – que seriam repassados a agências de publicidade. Dessa forma, a rede de Mark Zuckerberg tenta tirar de seus ombros a responsabilidade pelo vazamento.

Segundo Mike Vernal, engenheiro do Facebook, o aparecimento de um culpado é fruto de uma minuciosa investigação feita pela equipe da rede social após as denúncias veiculadas pelo Wall Street Journal em outubro. O diário americano revelou que informações de adeptos do site que usavam alguns aplicativos sociais foram cedidas a 25 agências de propaganda, que poderiam alimentar ações publicitárias dirigidas aos diferentes perfis de potenciais consumidores.

Por ora, o Facebook encontrou uma forma de punir os corresponsáveis pelo ilícito: os desenvolvedores de aplicativos envolvidos foram suspensos da rede por seis meses por violar os termos de privacidade e conduta. No futuro, é preciso evitar que o problema se repita. O desenvolvedor brasileiro Erick Galassi dá sua sugestão. Para ele, o Facebook deveria promover uma alteração na política de distribuição de UID (ou User Identification), que é o RG do cadastrado na rede. Esse foi o dado vazado às agências de publicidade. Para Galassi, um novo código deveria ser gerado para estabelecer o elo entre o usuário e cada aplicativo que ele utiliza. “Essa ideia acaba com a possibilidade de novas trocas ilegais de dados”, diz o brasileiro.

O episódio expôs, outra vez, o calcanhar de Aquiles do Facebook: a questão da privacidade. Desde sua fundação, em 2004, a rede já reformulou sua política sobre o assunto 24 vezes – uma média de quatro mudanças por ano.

26/10/2010

às 15:43 \ socialmedia, twitter

Twitter: morte do polvo Paul provoca piadas pelo mundo

A morte de Paul, polvo que ficou famoso pelos certeiros “palpites” para jogos da Copa do Mundo, provocou uma onda de piadas em diversas línguas no Twitter, nesta terça-feira. Como resultado, o assunto emplacou na lista de Trending Topics, com duas variantes: Psychic Octopus (polvo vidente) e Pulpo Paul (polvo Paul).

Americanos, ingleses, espanhóis e, é claro, brasileiros usam a rede para fazer graça. É o caso de Michael Ettlinger: “A ideologia de Paul foi revelada. Autópsia relata depressão após previsão de vitória republicana na Câmara”, uma referência às eleições a serem realizadas nos Estados Unidos no dia 2. Os brasileiros também ligaram Paul à política, dizendo que, a escolher entre os presidenciáveis Dilma e Serra, o polvo preferiu a morte. Confira a seguir outras “homenagens”.

  1. Tiago Leifert
    TiagoLeifert Morreu o Polvo Paul. Ele bem que poderia ter avisado antes...
  2. Luciano Huck
    huckluciano Agora, só nos resta a Mãe Dinah!!! RT @alanrapp: Luto!! RT @g1: Polvo vidente morre na Alemanha http://tinyurl.com/3y7b59y
  3. Michael Ettlinger
    mettlinger @TheLastWord #pulpopaul Paul's ideology revealed. Autopsy reports cause "Depression over prediction of Republican gains in House."
  4. Leticia Lira
    lelira Sabendo que no Domingo teria que decidir entre Dilma e Serra, o polvo Paul preferiu morrer ... #RIPPolvo
  5. Jesus Villa
    JvBurgs #PulpoPaul vio lo que pasaria en el #2012, prefirio morir ahora
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12/10/2010

às 15:38 \ pesquisa, socialmedia, twitter

No Twitter, grande parte das pessoas conversa – sozinha

Há alguns anos – precisamente desde 2006, data de fundação do Twitter – a web vive um período de consolidação da instantaneidade. Fofocas e discussões entre pessoas podem ganhar o mundo em poucos minutos. Graças, é claro, aos milhões de computadores, celulares e tablets interconectados. No entanto, a tarefa não é das mais fáceis. Há quem diga que, no microblog, não existe diálogo, relacionamento. Para críticos, o Twitter é um monólogo, construído como um palco – virtual – para surdos. E, segundo estudo da Sysomos, o argumento é plausível.

A pesquisa realizada pela consultoria aponta que 71% dos tweets enviados pelos mais de 105 milhões de cadastrados no site não recebem qualquer tipo de resposta ou reação (imagem acima). Em outras palavras, sete em cada dez mensagens enviadas à rede são ignoradas. O Twitter, no entanto, é uma empresa de informação, uma plataforma de mídia. O foco do microblog não é conectar pessoas, como o Facebook propõe. O Twitter é um nicho onde pessoas vão encontrar conteúdo – sem a necessidade de interagir.

Para chegar a essa conclusão, a empresa com sede no Canadá analisou 1,2 bilhão de tweets propagados entre agosto e setembro de 2009 para compreender o tipo de conversa que acontecia no microblog. Do total de mensagens coletadas, apenas 6% recebem um retweet – artifício que replica o conteúdo na rede -, e 92% dos retweets acontecem na primeira hora. No entanto, a pesquisa pode confortar alguns brasileiros, que se incomodam pela falta de retweets de suas mensagens. Conforme mostra a ilustração abaixo, é uma gritaria exasperante.

  1. victor sá
    victorsas Nunca me retuitam, só quando falo mentira.
  2. Paulo Campos
    kadumbr Como diz o @caodadepressao vou retuitar eu mesmo já que ninguém me retuita...hahahahaha
  3. Camila
    camilaluzbjs vou me retuitar.
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11/10/2010

às 7:00 \ curiosidade, socialmedia

Um mapa diferente das redes sociais

É certo que, neste exato momento, boa parte dos mais de 500 milhões de cadastrados no Facebook está diante de uma tela – de computador, celular ou até mesmo tablet – compartilhando conteúdo com amigos. Simultaneamente, centenas de milhares de tweets são propagados entre os mais de 105 milhões de adeptos do Twitter. Devido à magnitude dos números, quase nos esquecemos de que há menos de três anos as redes sociais que hoje gozam de grande popularidade eram terrenos em construção, muitas vezes vazios.

Os mapas reproduzidos nesta página – criados pelo blog XKCD, especialista em HQs – procuram traduzir em imagens as alterações recentes no planeta das redes sociais e, assim, refrescar nossas memórias. A imagem acima, relativa a 2007, mostra que os grandes “terrotórios” de então eram controlados por MySpace, Friendster, Classmates. Sites como Flickr, Facebook, Orkut, Wikipédia e YouTube dominavam apenas exíguas porções da rede. Mil dias depois, o cenário é bem diferente.

No mapa de 2010, o Facebook se espalha e impõe como uma espécie de Império Romano. O Farmville, game social integrado à rede, é uma espécie de província daquele: possui características próprias, mas mantém-se subordinado ao poder central. Três outros territórios ganharam expressão desde 2007: YouTube, Skype e Twitter. Já MySpace e Friendster minguaram, ocupados parcialmente pelo avanço inimigo.

É difícil prever a configuração dos “territórios” daqui a três anos. Mas uma coisa é certa: quaisquer que sejam as futuras mudanças, elas devem se processar em alta velocidade – como tem sido até agora.

08/10/2010

às 18:00 \ curiosidade, socialmedia

O que as fotos de redes sociais dizem sobre seus donos

Um dos maiores desvelos dos jovens é relativo à própria imagem. Na internet, essa preocupação fica evidente e elevada à enésima potência. Afinal, uma foto postada em uma rede social funciona como uma espécie de selo de identificação virtual. O avatar pode revelar algo sobre a personalidade de seu titular – no mínimo, o que ele gostaria de parecer.

O escritor, designer e, às vezes, comediante americano Doogie Horner, colaborador da revista Fast Company, levou a sério essa questão e decidiu estudá-la. Navegou por perfis de diversos sites de grande popularidade, tentando descobrir padrões reveladores a partir das imagens de identificação dos usuários. Suas conclusões não estão apoiadas em nenhum método científico, mas não deixam de ser curiosas, para dizer o mínimo.

Para construir suas hipóteses, Horner divide o retrato dos usuários em setores e atribui um valor a cada um deles. Assim, um corte de imagem que privilegia os olhos, revelaria um tipo cerebral – mas possivelmente acima do peso. Já a aplicação exagerada do zoom, indicaria uma personalidade intensa – ou quem sabe um homicida.  Segundo Horner, os dois recursos mais comuns aplicados às fotos – o corte e o zoom – são reveladores de traços de personalidade e também de atributos físicos. Eis as conclusões:

Recurso de zoom:
- fotos que destacam a área 1: personalidades introvertidas e solitárias, que podem esconder segredos obscuros
- fotos que destacam a área 2: pessoas com conhecimento mediano em várias áreas
- fotos que destacam a área 3: personalidades extrovertidas ou talvez um manipulador maquiavélico
- fotos que destacam a área 4: personalidades intensas, possivelmente um poeta ou assassino – ou ambos

Recurso de corte:
- fotos que destacama a área 1
: tipos cerebrais e atentos – e possivelmente acima do peso
- fotos que destacama a área 2: tímidos, brincalhões – e que podem ter o nariz torto
- fotos que destacama a área 3: extrovertidos, falantes – e talvez carecas
- fotos que destacama a área 4: pessoas cujo comportamento é promíscuo ou aqueles que carecem de inteligência

Você acha que as conclusões de Horner estão corretas?

08/10/2010

às 17:50 \ socialmedia, twitter

Terremoto em Brasília entra nos Trending Topics do Twitter

O tremor de 4,6 pontos na escala Richter sentido em parte da região Centro-oeste do país, em especial em Brasília, na tarde desta sexta-feira, foi assunto do Twitter. Rapidamente, os termos “tremor” e “terremoto” passaram a figurar entre os dez mais propagados em todo o mundo nos Trending Topics, lista que reúne os temas mais comentados na rede.

Segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília, o tremor ocorreu às 17h17 e foi sentido em diversas partes do Plano Piloto – área central de Brasília – e em algumas cidades satélites. De acordo com os relatos, a intensidade do terremoto foi moderada. No entanto, muitos cadastrados na rede classificaram como “horrorosa” a experiência.

Confira a seguir algumas mensagens publicadas no Twitter sobre o assunto:

  1. Vanessa Freire
    VanessaFreire_ que sensação HORRIVEL! acabei de sentir meu quarto balançando!
  2. Aline Barbosa
    aline_cbarbosa Foi fraco,mas que sensação horrível ver a cadeira, computador, escrivaninha, tudo balançando.. :S
  3. Rafaella Santiago
    FaellaSantiago RT @karine2507: Nooossa que sensação horrível... o meu prédio tremeu!!!! Quero descer.... =(
  4. Israel Nonato
    inonato #tremordf É horrível a sensação. Parece que o chão se torna gelatina
  5. Viviane Xavier
    vivianexavier Desci 10 andares de escada dps q o chão tremeu. A sensação de sentir o prédio balançando e ter que descer para o subsolo é horrível!
  6. Daniel dos Santos
    danbeltrano É impressão minha, ou a terra tremeu? O.õ
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05/10/2010

às 7:00 \ socialmedia, twitter

A seguidora de VEJA no Twitter número 400.000

Foto: Arquivo pessoal

Há alguns dias, VEJA alcançou a marca de 400.000 seguidores no Twitter, mantendo-se entre os 50 perfis mais populares do país no microblog – o primeiro mantido por um site de notícias. A conta de VEJA também se destaca entre as publicações estrangeiras, ficando à frente, por exemplo, do diário britânico Guardian (89.200 seguidores), do americano Washington Post (198.000), do espanhol El Pais (256.000) e também da revista The Economist (397.000).

VEJA vem registrado a trajetória em ascensão. Foi assim quando o perfil alcançou 100.000 seguidores e, em seguida, 200.000 e 300.000. Em todas as oportunidades, a ideia foi buscar uma aproximação ainda maior com nossos seguidores.

Desta vez, “pinçamos” a seguidora de número 400.000: Roberta Trindade, nutricionista de 23 anos que mora em Vila Velha, no Espírito Santo. Na conversa a seguir, ela fala sobre a rede e as razões para seguir os tweets de VEJA:

Por que seguir @VEJA?
Criei meu perfil recentemente e, por ora, procuro seguir pessoas ou marcas de meu interesse. Já sou leitora da revista desde a época do ensino médio. Percebi que o site de notícias está mais completo. Gosto bastante dos temas abordados, como política, economia, cultura e tecnologia.

Como descobriu o perfil no microblog?
Acabei conhecendo VEJA no Twitter a partir de um retweet de um amigo e, desde então, tenho gostado bastante dos conteúdos publicados na rede. Lembro-me até hoje de algumas reportagens, como a que falava sobre o aumento da população obesa nos Estados Unidos. Como sou nutricionista, me interessei pelo assunto. Tanto assim que virou assunto para discussão com colegas.

Que tipo de perfil você segue?
Não tenho um modelo padrão, mas busco os perfis de artistas que admiro, parentes, revistas, emissoras de TV, políticos e, é claro, amigos.

O que você espera do perfil de @VEJA?
VEJA é uma marca completa. Espero que continue assim, apresentando temas e conteúdos atuais, pois, além de informar, ensina e forma opinião.

Quais são os benefícios do Twitter à sua vida?
Estou há pouco tempo no microblog, mas já percebi que o Twitter é uma ótima ferramenta de compartilhamento de conteúdo e informação, permitindo que eu fique atualizada sobre o mundo.

26/09/2010

às 9:17 \ orkut, socialmedia

Google se pronuncia sobre vírus no Orkut

O Google, proprietário do Orkut, enviou um comunicado oficial neste domingo garantindo que a falha que afetou mais de 300.000 perfis cadastrados no site foi corrigido. Nos últimos dois dias, a rede social de maior popularidade no Brasil foi alvo de ataques virtuais que comprometiam o acesso do usuário.

“Nossa análise do código de script não revelou qualquer atividade maliciosa. O problema agora já está resolvido, mas continuamos estudando a vulnerabilidade para ajudar a evitar problemas semelhantes no futuro”, explica a assessoria de imprensa da gigante de buscas.

O erro que apareceu no Orkut é semelhante ao registro apresentado no Twitter na última semana – uma brecha de segurança que permite invadir facilmente perfis em redes sociais. Ao acessar a página de mensagens enviadas entre usuários do site, área popularmente conhecida como scraps, qualquer pessoa cadastrada no Orkut teve seu perfil contaminado. Automaticamente, o vírus foi distribuído ao seu círculo virtual de amigos. No entanto, a praga virtual não infecta o computador.

Caso tenha visitado a rede social nos últimos dias, é necessário limpar o histórico do navegador e mudar a senha do Orkut na área de configurações do site. Segundo a assessoria do Google, o Orkut já pode ser acessado normalmente.

21/09/2010

às 7:00 \ socialmedia, twitter

Designer brasileiro do Twitter explica o novo visual da rede

Vitor: 'Em alguns meses, teremos o novo site disponível também em Português'. Divulgação

Na semana passada, o Twitter apresentou ao mundo sua mais radical reformulação em quatro anos de vida. Resumidamente, pode-se dizer que o microblog combinou mudança de lay-out e adição de novas ferramentas para ampliar o poder dos usuários para compartilhar mensagens – isso, é claro, deve fazer com que os cadastrados invistam mais tempo na rede. As mudanças têm o dedo de um brasileiro, o designer Vitor Lourenço, de 23 anos, que trabalha no microblog há um ano e seis meses e que participou diretamente da reformulação. Na entrevista a seguir, Lourenço conta como foi o processo de mudança da plataforma e confirma: em alguns meses, os falantes de língua portuguesa ganharão uma versão do microblog em seu idioma.

Qual foi seu papel nas mudanças do Twitter?
Nosso time esteve trabalhando nessas mudanças durante os seus últimos meses. Fui um dos designers responsáveis pela nova interface. No total, 15 pessoas trabalharam nas mudanças, mas toda a empresa esteve envolvida de alguma forma.

Qual é o objetivo principal das reformulações?
O Twitter já é a melhor forma de descobrir o que está acontecendo no mundo. O objetivo é oferecer uma experiência mais fácil, rápida e rica ao usuário, absorvendo outros tipos de mídia e facilitando a descoberta de conteúdos relacionados.

A divisão do lay-out em duas colunas – com a possibilidade de visualizar-se o conteúdo citado por usuários na seção da direita – tem mesmo o objetivo de exibir o endereço original da página citada e acabar com os links encurtados contaminados por vírus?
O principal objetivo da segunda coluna é possibilitar a visualização de fotos, vídeos e outros conteúdos sem que o usuário precise sair do site. Além disso, é possível acompanhar as conversas entre outros usuários e descobrir tweets sobre um mesmo assunto. Como a coluna é fixa na página, é possível executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Sobre os links encurtados e a prevenção contra vírus, nossa plataforma de links (t.co) é responsável por prevenir o compartilhamento de links maliciosos.

Nem todos os usuários podem acessar a página com o novo lay-out. Vocês escolheram alguns perfis para apresentar a nova interface?
Não. O lançamento é gradual. Todos os usuários, em todas as partes do mundo, terão acesso ao novo Twitter durante as próximas semanas. Não existe uma ordem específica — é uma seleção aleatória de perfis. O site está disponível em cinco línguas: francês, italiano, alemão, espanhol e japônes. E é um prazer anunciar que, em alguns meses, teremos o novo site disponível também em português.

18/09/2010

às 7:00 \ diaspora, facebook, socialmedia

Diaspora, o ‘anti-Facebook’, enfim mostra sua cara

Nas próximas semanas, o Facebook conhecerá seu mais novo rival: o Diaspora. Concebido como uma alternativa à maior rede social do mundo (e, pretensamente, uma antítese a ela), o projeto vai ao ar em outubro. Nesta semana, seus idealizadores revelaram um conjunto de códigos para os desenvolvedores interessados em aperfeiçoar o produto, estratégia já utilizada pela Wikipedia. Eles mostraram também a interface do site – reproduzida acima.

Segundo as imagens publicadas no blog oficial do serviço, fica evidente a semelhança com o Facebook (reproduzido abaixo): a seção de amigos é disposta na lateral esquerda da tela, as mensagens propagadas na rede por seus amigos, no centro, e o campo dedicado ao compartilhamento de conteúdo, na parte superior.

Os responsáveis pelo Diaspora, contudo, prometem estabelecer uma linha nítida de separação entre os serviços. “Queremos recolocar o usuário no controle do conteúdo que ele compartilha”, afirmou o fundador Max Salzberg em entrevista ao jornal The New York Times. A estocada tem destino certo: o Facebook, seguidamente acusado de expor informações de seus usuários sem a devida autorização.

Foi justamente o descontentamento com o Facebook que alimentou o projeto Diaspora no início deste ano. Em abril, dados de todos os usuários – como nome, profissão, cidade, lista de amigos e álbum de fotos – passaram a ser considerados públicos. Em outras palavras, essas informações se tornaram acessíveis a qualquer um que acesse a rede social.

Até o momento, o Diaspora arrecadou mais de 200.000 dólares em doações de 6.500 pessoas. É esse dinheiro que alimenta o desenvolvimento do projeto. Entre os doadores estaria o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, segundo informação da rede britânica BBC. Apesar de alimentar expectativas, o Diaspora terá uma dura jornada pela frente. O Facebook, que conquistou recentemente a marca de 500 milhões de usuários, reina soberano no universo das redes sociais.


 

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