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19/03/2012

às 17:31 \ facebook, pesquisa, socialmedia, twitter

Empresas jornalísticas se decepcionam com redes sociais

Plataformas de redes sociais, como Twitter e Facebook, têm papel relevante na distribuição de conteúdos jornalísticos. Contudo, esse papel vinha sendo superestimado. A conclusão consta da edição 2012 do The State of The News Media, relatório divulgado nesta segunda-feira pelo instituto Pew Internet Research sobre o mercado americano.

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17/12/2010

às 9:07 \ facebook, socialmedia

Facebook, o Império Romano das redes sociais

A supremacia do Facebook em grande parte do planeta é incontestável. No início do ano, a rede social de Mark Zuckerberg fez algo sem precedentes na curta história da web: ganhava 50 milhões de adeptos a cada dois meses. Em julho, alcançou a marca de meio bilhão de cadastrados. Se alguém ainda duvidava da hegemonia, pode tirar a cisma no mapa acima, que mostra os serviços mais populares nas diferentes nações do planeta. O Facebook é o Império Romano das redes sociais.

O responsável pela arte é o italiano especialista em marketing digital Vincenzo Cosenza. Ele reuniu dados de acesso de dezembro do Google Trends e da empresa de análise de tráfego Alexa para colorir os território dominados por redes sociais. O Facebook lidera em 115 dos 132 países analisados.

No Brasil – e sem nenhuma surpresa -, o Orkut ainda é soberano. Contudo, a rede social de propriedade do Google perdeu um importante território: a Índia, que também sucumbiu ao domínio do Facebook. O mapa abaixo acrescenta ainda uma informação importante: o avanço do site de Zuckerberg nos últimos 18 meses.

14/12/2010

às 11:53 \ orkut, socialmedia

Comunidades do Orkut entram nas buscas do Google

Prestes a completar sete anos de vida, o Orkut acaba de apresentar mais uma inovação a seus usuários – a 15ª nos últimos cinco meses. Agora, as comunidades da rede social de maior popularidade no país serão apresentadas entre os resultados de busca do Google – proprietário do Orkut, vale lembrar. É mais uma tentativa de tornar público um espaço que, até então, era restrito à rede social.

Há algumas semanas, o gigante da web fez um alerta aos proprietários das comunidades, avisando-os que o conteúdo postado ali passaria a ficar disponível na página de buscas – há, contudo, a possibilidade de impedir a indexação de conteúdo. Diz o comunicado: “Ei, proprietário! Seu conteúdo da comunidade agora é indexado pelo Google, para que as pessoas o vejam em seus resultados de pesquisa quando procurarem por conteúdo relacionado.”

Na prática, a comunidade criada no Orkut ganha visibilidade. Contudo, quem realizar buscas via Google só terá acesso às informações postadas na Orkut se for cadastrado na rede social. É o contrário do que acontece no Facebook – rival do Orkut e do próprio Google. No site de Mark Zuckerberg, quem visita a rede pode acessar o conteúdo de uma página, ainda que não seja cadastrado – confira a imagem abaixo.

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13/12/2010

às 19:50 \ socialmedia, twitter

A insistente presença brasileira no Twitter em 2010

O Twitter divulgou nesta segunda-feira a relação dos dez termos mais citados no microblog em 2010, além de uma divisão dos assuntos em oito categorias: notícias, pessoas, filmes, televisão, tecnologia, esportes, Copa do Mundo e hashtags. Como era esperado, o Brasil, graças à persistente participação de seus usários, está presente no ranking. São produtos nacionais que contaminaram a rede como o “CALA BOCA GALVAO“, além de “Dunga”, “Dilma” e até “Felipe Melo”, volante da seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo de 2010.

Para apresentar o balanço do ano, o Twitter analisou 25 bilhões de mensagens propagadas pelos mais de 175 milhões de cadastrados. O assunto mais comentado no ano foi o vazamento de petróleo no Golfo do México, em abril, que lançou ao mar entre 3 e 4 milhões de barris de petróleo. A Copa do Mundo da África do Sul e o filme A Origem aparecem logo em seguida.

Nenhum tema brasileiro aparece na lista geral de assuntos mais comentados. Os asssuntos nacionais, contudo, proliferam na seção relacionada à Copa do Mundo de 2010. “Dunga” está em quarto lugar, o “Cala Boca Galvão” em sétimo e “Felipe Melo” em décimo.

Na categoria pessoas, a presidente eleita, Dilma Rousseff, desbancou personalidades como a cantora Lady Gaga e garantiu o segundo lugar. Ela ficou atrás apenas do cantor canadense Justin Bieber. Surpreendeu a presença de Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, morta no terremoto do Haiti, em janeiro: ela aparece em sétimo lugar na lista mundial.

A porta-voz da rede tentou resumir – e valorizar – o papel da rede no mundo contemporâneo: “Os tópicos divulgados refletem o que está acontecendo no nosso mundo e demonstram o poder de transformar qualquer evento ou história em uma experiência compartilhada”.

Confira a seguir a lista dos termos mais comentados do ano. As demais listas estão disponíveis no site do Twitter.

1. Vazamento de óleo no Golfo do México
2. Copa do Mundo de 2010
3. A Origem
4. Terremoto no Haiti
5. Vuvuzela
6. Apple iPad
7. Google Android
8. Justin Bieber
9. Harry Potter e as Relíquias da Morte
10. Polvo Paul

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07/12/2010

às 7:00 \ facebook, socialmedia

Mudança no Facebook abre espaço para protestos

O Facebook disponibilizou na segunda-feira um novo formato da página do perfil do usuário (imagem acima). Entre as inovações, uma chama a atenção: informações pessoais, como profissão, cidade, data de nascimento e fotos marcadas por amigos aparecem com grande destaque no topo da página. Para adotar o desenho, basta acessar a página oficial do novo perfil do Facebook e clicar no botão ‘Get the new profile’, no canto superior direito da tela.

Mudanças sutis e esporádicas são parte da bem sucedida estratégia do Facebook. A rede social de maior popularidade no mundo sempre evitou alterações radicais em seu desenho. Mas nunca deixou de mudar: foram seis renovações nos últimos seis anos (imagem abaixo).

Esta nova mudança, porém, encontrou resistência. Parte dos usuários reclama da falta de um recurso que permita retornar à versão antiga do site. Questiona um dos leitores de VEJA: “Alguém sabe como faz para voltar com a versão antiga?” Impossível. Aceitar a nova interface é um caminho sem volta, o que motivou reclamações por parte dos internautas (clique aqui para ler as reações de leitores de VEJA). Resta saber se Zuckerberg vai dar ouvido às reclamações, como nas últimas alterações nas regras de privacidade feitas em dezembro de 2009.

Foto: montagem com imagens do Inside Facebook.

23/11/2010

às 13:21 \ facebook, socialmedia

O falso recuo do Facebook na briga com o Google

Há algumas semanas, Facebook e Google travam um duelo nada silencioso (confira todos os passos dos gigantes virtuais) pelo mais valioso dado disponível na internet: as informações pessoais dos usuários. Na última segunda-feira, ocorreu um novo capítulo do confronto. O mais novo movimento coube ao Facebook.

Sem alarde ou anúncio oficial, a rede social removeu o Gmail, do Goggle, da lista de serviços de e-mails a partir da qual usuários do Facebook podem buscar “amigos” em contatos que mantêm em outros ambientes virtuais. Chega ao fim a maneira automática de importar dados, mas ainda é possível fazê-lo manualmente.

Na página principal do Gmail, procure pela opção “Contatos”, na parte superior esquerda, e, em seguida, “Mais ações”. Clique na seção “Exportar”. Essas informações serão salvas no computador em formato .csv (que pode ser aberto no programa Excel, da Microsoft) e poderão, posteriormente, ser indexadas ao Facebook por meio do campo “exportar contatos por outras ferramentas” (imagem acima).

Conclusão da história: a batalha entre os gigantes da web deve perdurar.

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19/11/2010

às 13:49 \ socialmedia, twitter

Serviço de métricas do Twitter expõe estratégia da empresa

Nesta semana, o Twitter finalmente oficializou o que já era boato havia algum tempo: a criação do esperado sistema de métricas do microblog. Para Evan Williams, cofundador, ex-comandante e atual responsável pela área de produtos do Twitter, o recurso faz parte do processo evolutivo da ferramenta. “Este é só o início do que imaginamos para o site”, ressaltou. De fato. Apenas em 2010, quatro anos após sua criação, o Twitter começou a ganhar corpo, novas funções e nova cara – com um objetivo claro: angariar novos usuários e, principalmente, incorporar mais empresas à rede. Virou a ferramenta de troca de conteúdo, informação.

Um grupo seleto de usuários já começou a testar o que vem sendo chamado de “Twitter Analytics”, ferramenta que permite conhecer quantos replies (respostas aos cadastrados do site), cliques e retweets (artifício que replica o conteúdo na rede) um perfil da rede teve, além de informar quais tweets fizeram o adepto ganhar ou perder seguidores. O blog Mashable recebeu capturas de tela de um adepto ao Twitter que já começou a testar o serviço (imagem acima). A possibilidade de visualizar resultados de ações em rede é o maior sonho das empresas que usam o microblog – e o maior pesadelo para os desenvolvedores que ajudaram a popularizar o serviço. É a guerra entre Twitter e terceiros. E um provável novo modelo de negócios da empresa.

As repentinas reformulações deixam evidentes, mais uma vez, a nova estratégia do Twitter: ampliar o controle das ações dos usuários na rede, valiosa ação que antes estava compartilhada com terceiros. Graças à política de APIs públicas, recurso que permite que profissionais espalhados pelo mundo criem serviços para o site, o Twitter conseguiu obter tamanha popularidade. Segundo Williams, a rede hoje conta com 175 milhões de cadastrados.

Mas a criação de um serviço de métricas sufoca a concorrência, irritando as empresas que usam este recurso como o grande diferencial dos seus serviços. Para os programadores, o site desestimula a construção de produtos não-oficiais. Isso porque, ao adotar um aplicativo como oficial, o Twitter acaba esvaziando os demais. O que pode acontecer – ou não – com empresas especializadas em consultoria em métricas para o Twitter. Evan Williams não prometeu, e nem confirmou, a possibilidade do novo recurso ser gratuito a todos os perfis cadastrados. Mas é importante lembrar: o Twitter ainda é pouco rentável. Portanto, não será nenhuma surpresa se a empresa iniciar a monetização do serviço.

17/11/2010

às 7:00 \ facebook, socialmedia

As duas faces do Messages, nova ‘moeda’ do Facebook

Facebook Messages: por enquanto, acesso apenas por convites

A criação de um serviço que integra mensagens de e-mail e de texto (SMS) e chat dentro do Facebook agitou o mundo da tecnologia nesta semana. Para muitos, o Messages pode mudar a forma como as pessoas se comunicam em rede. No entanto, o crescente incentivo ao compartilhamento de informações pessoais – preciosas para gigantes como Google e Facebook – chama novamente a atenção para uma já quase velha discussão: a privacidade.

Na visão dos mais otimistas, a integração facilita a vida do usuário, na comunicação com os amigos. Ao invés de acessar vários sites, ele centralizaria todas as suas informações e ações em um único ambiente virtual.

Os mais avessos à rede social – e críticos ferozes à sua política de privacidade – alegam que a integração apenas cria mais um canal para que dados pessoais caiam no controle do Facebook. Com o novo serviço, a rede social terá a capacidade de acompanhar rastros digitais e históricos de conversas entre pessoas, incluindo aquelas que não são cadastradas no site. “Sim. De alguma maneira já fazemos isso”, admitiu Mark Zuckerberg, ao ser questionado sobre a captação de informações pessoais.

Os dois estão certos. Ou seja, praticidade do usuário e exposição da privacidade são os dois lados da moeda chamada Messages.

11/11/2010

às 19:59 \ facebook, google, socialmedia

Mais um round na luta entre Google e Facebook

O Google fez, nesta quinta-feira, mais um movimento em sua guerra com o Facebook pelo controle dos preciosos dados de usuários. O gigante de buscas passou a apresentar um alerta aos adeptos do Facebook que tentam importar contatos do Gmail, serviço de e-mails do Google, para a rede social. O curioso é o texto do alerta, que chega a soar como ameaça: “Aprisione meus dados agora”. Prossegue a mensagem: “Você está realmente seguro de que quer mesmo importar suas informações e a de seus amigos para um serviço que não deixará você tirá-las de lá? Isso não é legal”.

Para o Google, a migração de dados para a rede social só poderia ocorrer se o Facebook aceitasse fazer o mesmo. O que o site de buscas exige é reciprocidade, permitindo o compartilhamento de convite de seus cadastrados. Daí, o tom do encerramento da mensagem: “Não concordamos com este protecionismo de dados, mas a decisão é sua. Porque, afinal das contas, você deveria ter controle sobre seus dados”. É a disputa nada silenciosa entre os gigantes da web.

Vale lembrar que o Facebook permite o compartilhamento de dados de usuários apenas entre empresas com as quais assinou parcerias, caso de Yahoo! e Hotmail, serviço de e-mail da Microsoft.

As disputas em torno do tema, que ganhou o nome de “portabilidade de dados”, vêm chamando cada vez mais a atenção. Em outubro, a rede social de mais de 500 milhões de cadastrados relançou um recurso interno para encontrar amigos do Orkut. A tentativa era clara – atrair mais brasileiros, público que domina a rede social de propriedade do Google. Desde então, os dois lados promoveram medidas para recolher e armazenar dados dos usuários, informações de grande valor  para quem tem um império virtual a zelar – e ampliar.

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08/11/2010

às 7:00 \ facebook, socialmedia

A ofensiva do Google contra o Facebook

Desde que o Facebook passou a exibir taxas de crescimento invejáveis, o Google começou a olhar o site como um verdadeiro rival. Afinal, o gigante das buscas não quer ser ultrapassado, nem se tornar obsoleto aos olhos dos usuários. A empresa não comenta o assunto propriamente, mas o império que a maior rede social do planeta ameaça construir, é claro, ameaça o reinado do Google.

Um recente episódio envolvendo os dois gigantes da web ilustra o cenário de batalha. Sem alarde, o Google promoveu uma modificação em seus termos de uso de forma a frear a transferência de informações de usuários para outros serviços da web. E a medida tem alvo certo: o Facebook. Há menos de 15 dias, a rede social havia disponibilizado aos mais de 500 milhões de cadastrados um recurso para encontrar amigos do Orkut no Facebook. Vale lembrar: o Orkut, rede social de maior popularidade no Brasil, é um site de propriedade do Google.

Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, diz que a empresa promoveu a alteração em seus termos de uso porque o citado recurso do Facebook viola essas regras. “O usuário tem o direito de fazer qualquer uso de seus dados. No entanto, a importação de conteúdo entre sites e Google deve ser recíproca”, diz. Resumindo: o Google só permitiria que usuários do Facebook encontrassem amigos na rede com ajuda de seus serviços se o rival lhe permitisse fazer o mesmo. É o início – ou recomeço – de uma nova batalha pelo dados dos usuários.

 

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