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17/08/2010

às 7:00 \ orkut, socialmedia

Mudanças no Orkut valorizam os aplicativos sociais

Nos últimos sete meses, o Google introduziu 26 modificações visuais ao Orkut. É algo sem precedentes nos seis anos de vida da rede social. A intenção é clara: manter o público do site, que começa a migrar para outras plataformas, como Facebook e Twitter. As últimas alterações na roupa do Orkut também revelaram outro esforço: dar visibilidade aos aplicativos sociais. É o império da diversão.

Aplicativos sociais são serviços desenvolvidos por terceiros que podem ser disponibilizados em redes sociais para uso opcional dos usuários dos sites. O grande charme do produto é a possibilidade de customização de cada serviço – de fazendas e plantações virtuais do Farmville à biblioteca de VEJA Meus Livros, desenvolvida para Orkut e Facebook. Por serem integrados às plataformas de grande popularidade, há estímulo e incentivos para compartilhar resultados com seus amigos.

No Orkut, o recurso carecia de visibilidade. Mesmo assim, acolhe novos adeptos a cada dia. Colheita Feliz, social game que oferece ao usuário a possibilidade de cultivar uma fazenda virtual, recebeu adesão de mais de 21 milhões de pessoas. Com a apresentação das novas interfaces e destaques, o número de cadastrados pode crescer ainda mais.

Na última semana, a rede social do Google reorganizou a página principal do perfil do usuário e criou a seção “Meus aplicativos”, abaixo da tradicional caixa “Minhas comunidades”. Além disso, reestruturou o diretório de aplicativos em duas colunas, tornando-os mais visíveis e simplificados. Adler Silva, engenheiro de software da empresa, explica: “Ouvimos que era confuso mostrar os aplicativos em diferentes abas. Então, simplificamos tudo”.

O movimento em rede é mais um ingrediente da nova fase do Orkut. Nessa etapa, não são os desenvolvedores ou gerentes de conteúdo que mostram o rumo da plataforma. Os usuários ganharam a coroa de administração da rede.

06/08/2010

às 7:00 \ orkut, socialmedia

Scraps privados: o veredicto dos usuários do Orkut

Recentemente, o Orkut ressuscitou uma de suas funcionalidades que mais provocaram polêmica entre usuários: o scrap privado. Na prática, significa que os cadastrados na rede de relacionamentos podem trocar mensagens em ambiente privado – e não mais aos olhos dos demais. A decisão desencadeou mais controvérsia: comunidades foram criadas para debater – e condenar – a ferramenta. O curioso é que a reação dos usuários do Orkut contrasta com um movimento crescente nas redes sociais, que pede mais e mais privacidade, mais sigilo sobre informações pessoais.

Para entender o episódio, VEJA.com convidou duas assíduas usuárias do Orkut. Confira a seguir o que elas dizem sobre o scrap privado e privacidade na rede.

A favor do scrap privado: Ana Jéssica, de 18 anos, estudante de gestão ambiental de Guaratinguetá (SP). Há cinco anos no Orkut

Foto: arquivo pessoal

Você concorda com o retorno dos scraps privados no Orkut?
As mudanças misturam recursos de outras redes sociais. O scrap privado é como uma mensagem direta no Twitter: tenho a liberdade de escrever, mas, quando quero sigilo, tenho esse direito. E o Orkut me forneceu isso.

Você acredita que o Orkut está preocupado com a privacidade do usuário?
Não. A rede é um espelho de seus usuários: maior visibilidade gera mais uso.

Você usa outras redes sociais?
Sou adepta do Twitter, Facebook e MySpace, mas ainda uso mais o Orkut, já que a maioria dos meus amigos não sabe realmente usar outras plataformas.

Contra os scraps privados: Geovana Camargo, de 26 anos, arquiteta de Cianorte (PR). Há seis anos no Orkut

Foto: arquivo pessoal

Por que você não concorda com o retorno dos scraps privados no Orkut?
A página de recados do site serve como um mural que reúne tudo o que as outras pessoas pensam sobre você. E o scrap privado impede que os amigos de uma pessoa tenham acesso a várias informações sobre ela. Quem não sabe se expor e ser julgado, que saia do Orkut.

Você acredita que o Orkut está preocupado com a privacidade do usuário?
O scrap não reflete uma preocupação com privacidade. Trata-se de uma funcionalidade desnecessária. Às vezes, fico com a sensação de que o Orkut quer se parecer com o Facebook.

Quais outras redes sociais você usa? Tem alguma favorita?
Twitter, Orkut, Facebook e pouco de MySpace. Uso mais o Orkut, pois é o site que dá condições para que eu me relacione com amigos de forma virtual.

31/07/2010

às 7:00 \ orkut, socialmedia

Por que o Orkut ressuscitou os ‘scraps privados’

A nova opção de enviar 'scraps privados' no Orkut

Sem anúncio oficial, o Orkut restabeleceu nesta semana a ferramenta que permite a usuários trocar recados privados. É polêmica na certa. A funcionalidade, que sobreviveu apenas cinco dias em sua primeira aparição, foi alvo de críticas dos adeptos da rede social, que não se incomodam com a exposição das informações. Mas seu retorno mostra que o Google, proprietário do Orkut, pensa o contrário.

Em junho, a gigante de buscas anunciou novidades na rede. A principal envolvia os scraps – mensagens que os usuários trocam entre si: eles poderiam ser privados, quando desejado, impedindo que outras pessoas tomassem conhecimento da conversa. Contudo, o recurso não agradou usuários que entupiram o fórum de ajuda do Google com reclamações sobre a funcionalidade. Cinco dias após o alarde colaborativo, o Google cedeu. Mas prometeu repensar o serviço.

Adaptada às reclamações dos usuários e ligeiramente redesenhada, a função agora oferece três opções de acesso: “privado”, “amigos” e “público” – antes havia apenas “público” ou “privado”. A estratégia de dar mais opções é uma resposta à crescente preocupação com privacidade do usuário. O Orkut quer aproveitar as barulhentas críticas ao Facebook – que sofre pressões de todos os lados por afrouxar regras e, assim, ampliar a exposição de dados.

Nesse quadro, a estratégia do Orkut é se apresentar como o defensor da privacidade. Contudo, um grande obstáculo pode atrapalhar essa tática: os usuários brasileiros do Orkut, insatisfeitos com a ideia de mais sigilo na rede, e que pregam: “Quem quer privacidade, faça o favor de deixar o Orkut”.

14/06/2010

às 17:46 \ orkut, Sem categoria, socialmedia

Orkut capitula e desativa ‘scraps privados’

Cinco dias após lançamento, Orkut desabilita função de 'scraps privados'

A mais nova funcionalidade do Orkut – o “scrap privado” – teve vida curta. Cinco dias, para ser mais exato. Nesta segunda-feira o Google, proprietário do site de relacionamentos, atendeu a apelos de usuários e cancelou o recurso, que, na contramão das ações do Facebook, garantia mais privacidade.

Na quarta-feira passada, os scraps – mensagens enviadas entre usuários do site – ganharam o atributo adicional de privacidade. Por meio dele, era possível, por exemplo, enviar recados exclusivamente para um amigo da rede social. Ninguém mais tinha acesso ao conteúdo da mensagem. Contudo, muita gente reclamou: seis comunidades foram criadas no Orkut com críticas à novidade. E o Google voltou atrás.

“Apesar dos nossos cuidados para trazer uma boa experiência para os usuários, as mudanças não foram bem recebidas”, diz Victor Ribeiro, diretor de produtos do Google para a América Latina. “Vamos retirar essas novas funcionalidades, voltaremos à prancheta de desenho e traremos novos recurso de privacidade assim que incorporarmos algumas das contribuições que vocês (usuários) dividiram conosco.”

09/06/2010

às 14:00 \ orkut, socialmedia

Google anuncia mudanças de privacidade no Orkut

O Google aproveitou a polêmica envolvendo a exposição de informação de usuários do rival Facebook para anunciar novidades em sua plataforma social, o Orkut. O gigante de buscas da web revelou nesta quarta-feira funcionalidades que permitem ampliar a privacidade do usuário na maior rede social do país.

O site anunciou novos recursos aos scraps – mensagens enviadas entre usuários do site. Agora, o Orkut terá o ‘scrap privado’, possibilitando que o cadastrado na rede social envie uma mensagem diretamente a um amigo.

Outra mudança destacável é a nova organização dos recados. Cada ‘scrap público’ enviado aparecerá na página principal de cada perfil de usuário. A visibilidade permite adicionar comentários sobre a mensagem, além de convidar amigos para a conversa. Cada usuário que for adicionado aos scraps receberá todas as mensagens em seu perfil, para que ele não perca nada. As reformulações estarão em funcionamento nesta quinta-feira.

Abaixo, uma imagem que mostra os novos recursos:

14/01/2010

às 3:00 \ facebook, orkut, socialmedia

Um Facebook ainda mais distribuído

facebook1

O Facebook revelou em seu blog oficial a possibilidade de responder mensagens e notificações da rede social mais popular do mundo por e-mail. Com o recurso, não há mais a necessidade de conectar-se ao site para manter e ampliar laços on-line, artifício que pode gerar uma nova discussão sobre a permissão ou bloqueio de sites e o quanto seus usos derrubam a produtividade dos funcionários.

Todas as produções de conteúdo consideradas como comentários (atualizações pessoais como perfis, vídeos ou fotos) podem ser respondidas agora pelo correio eletrônico. O recurso está disponível às pessoas cadastradas que permitem o envio de notificações por e-mail no campo “Configurações da conta”.

A iniciativa chama a atenção por uma preocupação específica do próprio Facebook em sair de um único site  – no caso, facebook.com – para ampliar possibilidades de conexão entre pessoas.

Trata-se da positiva estratégia de tornar-se mais distribuído e menos centralizado em rede: não esperar que seus fieis fãs venham até você. O objetivo é transcender este atributo. Facebook, aos poucos, quer ir a todos os caminhos possíveis feitos por um internauta. O e-mail, uma das ferramentas mais populares na web, é um dos atalhos que mostram que uma rede social ou um site noticioso é um meio e não um fim.

Veja também
Números do Facebook que impressionam

22/12/2009

às 11:17 \ facebook, orkut, socialmedia, twitter

O mapa das redes sociais no mundo

redes-sociais-mapa1

A hegemonia do Facebook e o registro de 350 milhões de pessoas cadastradas no serviço são reflexos de um mapa criado pelo fotógrafo italiano Vincenzo Consenza e disponibilizado no Many Eyes nesta terça-feira. Os dados para a construção de cada posição geográfica foram coletados no Google Trends, no site de métricas não-oficial Alexa e reunidos no estudo científico da IBM Collaborative User Experience.

O Orkut, rede social de maior popularidade no Brasil, reina absoluto também no Paraguai e na Estônia. A Índia, ex-território dominado pelo serviço do Google, agora foi “colonizado” pelo Facebook, presente em mais de trinta nações.

Abaixo, o mesmo registro, feito em junho deste ano, ilustra o caráter ‘imperialista’ da rede social de Mark Zuckerberg.

mapas-redes-sociais-junho

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Um ‘novo’ Facebook para valorizar buscas internas

16/12/2009

às 3:21 \ busca, culturaweb, midia, orkut, retrospectiva, socialmedia

Três temas que movimentaram a web em 2009

A tecnologia é um dos serviços mais preciosos do ser humano. Procurando encurtar distâncias, aproximar cidadãos e permitir que as pessoas se comuniquem em qualquer instante e de qualquer lugar. Trata-se, antes de mais nada, de um mecanismo antigo que busca auxiliar a atividade humana.

Em 2009, a história não é diferente. O crescimento vertiginoso do uso da internet e a possibilidade de viver em rede trouxeram novidades e reformulações que envolvem o comportamento humano. Durante o ano, recriou-se um novo formato de pesquisa na web, ampliou-se a possibilidade de lazer entre amigos e transcendeu a maneira de visualizar uma informação.

Abaixo, três temas que chamaram a atenção em 2009:

Busca em tempo realtwitter-busca

A necessidade de adaptar-se às plataformas sociais participativas de mensagens instantâneas promoveu o retorno da discussão do que se considera como uma nova alternativa de pesquisa na internet: a busca em tempo real. Em 2004, isso já acontecia com o Technorati, a maior rede de blogs do mundo.

Mas o alarde em torno de nichos sociais como o Twitter resgatou o recurso. A possibilidade de mapear ações pessoais dentro de uma rede de mensagens de 140 caracteres eclodiu a necessidade de outros mecanismos criarem seu artifício de indexar conteúdo em tempo real.

Em agosto, o Facebook adotou a mesma estratégia. Um mês depois, foi a vez do Bing, buscador da Microsoft. Em dezembro, o Google disponibilizou o Google Real Time, sistema de busca que capta, agora, respostas presentes em redes sociais.

Em tão pouco tempo, quatro das marcas mais influentes na web adaptaram em 2009 discursos para garantir sobrevivência. O lema do que se considera busca em tempo real segue o mesmo, mas foi valorizado. Mudam-se apenas as ferramentas.

Social Games

farmville

Os social games – jogos que reúnem grupos de participantes – vêm avançando dentro das redes. Presente em redes sociais de grande participação, os aplicativos ampliam a função de interação entre usuários por meio de mensagens. Em 2009, os social games podem ser traduzidos em um único registro: Farmville.

Com o princípio de criar e administrar uma fazenda virtual no Facebook, Farmville foi criado em junho deste ano. E, em tão pouco tempo, já possui números que assustam. Até o momento são 72 milhões de pessoas cadastradas no aplicativo. No Brasil, o social game mais conhecido é o Buddy Poke, no Orkut, com mais de 39 milhões de usuários.

Visualização de conteúdo

O modo como o internauta visualiza uma informação também ganhou uma nova conotação em 2009. Neste ano, a MTV norte-americana tornou-se a primeira emissora a usar ao vivo um recurso que permite assistir a vídeos em que você tenha a possibilidade de movimentar a câmera para todos os lados.

Trata-se do mecanismo semelhante ao Google Street View, serviço integrado ao Google Maps que permite visualizar vários lugares do mundo. A única diferença entre os dois serviços é a movimentação do recurso que captura as imagens.

O vídeo abaixo exemplifica a tecnologia com uma câmera especial com várias lentes. Para dar movimento ao vídeo, clique em cima do player e arraste com o mouse para a direção que quiser.

No caso específico de publicações, destaque para apropriação de visualização de conteúdo em plataformas populares no exterior, como internet móvel e leitores digitais. O New York Times foi uma das primeiras empresas a produzir uma interface voltada a formatos como tablet e telas sensíveis ao toque.

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Neste mês, disponibilizou o Times Skimmer. Desenvolvido pelo próprio laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento da publicação, o produto possui uma interface voltada a formatos ainda pouco usados no Brasil: tablet e telas sensíveis a toque.

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Como reunir conteúdos espalhados na web

02/12/2009

às 4:52 \ facebook x orkut, orkut

Orkut quer ser mais Facebook e Twitter

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A Google já prepara uma nova mudança ao Orkut. Quase um mês após o anúncio oficial de sua mudança visual, a rede social de maior popularidade no Brasil ganhará uma nova funcionalidade que permitirá distribuir conteúdos – no caso, informação – na ferramenta de relacionamento.

Ainda sob fase experimental, conhecida como Beta, o Orkut disponibiliza detalhes técnicos de como é possível inserir um botão de compartilhamento em sites ou blogs, artifício que permite uma maior distribuição de conteúdo e que uma informação se desloque até um perfil pessoal do Orkut, visível posteriormente a todos os amigos da rede social.

Trata-se do modelo de tornar-se menos centralizado e mais flexível, características evidentes que fazem de Facebook e Twitter duas das plataformas sociais participativas mais populares do momento.

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