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Arquivo da categoria google

31/01/2012

às 13:18 \ google

Por que ficar atento aos novos termos de uso do Google

Na semana passada, o Google anunciou uma importante mudança em sua política de privacidade. Ao unificar os termos de serviço de produtos, mais de 60 conjuntos de regras serão substituídos por um único texto. Segundo o gigante de buscas, o novo termo de uso, disponível oficialmente a partir de 1º de março, busca facilitar a experiência do usuário na rede. Por trás da simplificação adotada pela empresa, há uma estratégia de monetização, que deixa claro que o conteúdo produzido pelo usuário é valiosíssimo para o Google e para empresas que anunciam em seus serviços.

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15/10/2011

às 13:41 \ google

Google encerra mais um produto ‘social’ – é o fim do ‘Buzz’

O Google anunciou oficialmente nesta sexta-feira o fim do desenvolvimento do Google Buzz, serviço que dá um toque de rede social ao Gmail. Considerado um dos projetos mais audaciosos na web nos últimos anos, o fechamento do projeto expõe aquela que é talvez a maior fragilidade da empresa – a dificuldade em criar ferramentas bem-sucedidas com vocação para relacionamento e interação social. Além do Buzz, o Google anunciou a descontinuação do Jaiku, espécie de rival do Twitter comprada em 2007 e que tombou diante da versão original. A ideia, agora, é dar atenção maior ao seu mais novo e ambicioso projeto social, o Google+, considerado “patético” por um engenheiro da própria companhia.

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12/09/2011

às 15:51 \ entrevista, google

Google quer fazer barulho com o Rock in Rio

Há duas semanas, o Google iniciou uma estratégia dedicada ao Rock in Rio, festival de música que acontece entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro no Rio de Janeiro. A tática é disponibilizar recursos de Orkut, YouTube, Google Maps e Chrome para que os usuários compartilhem informações sobre os shows. O objetivo óbvio: alimentar o uso de seus recursos. A estratégia pode ter um significado especial para a empresa: fortalecer o Orkut, afinal, no mês passado, o site perdeu pela primeira vez a liderança no segmente de redes sociais para o Facebook, segundo dados Ibope Nielsen (30,9 milhões de usuários vs. 29 milhões). Flavia Simon, gerente de marketing do Google, fala mais sobre o assunto.

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14/07/2011

às 7:00 \ dica, google, google+

Como (quase) eliminar o spam do Google+

Há várias dúvidas sobre o futuro das redes sociais, mas uma grande certeza: elas são uma máquina de spams. As mensagens incomodam tanto que até o escritor inglês Neil Gaiman, autor de Sandman, Stardust e Coraline, decidiu abandonar esses sites para evitar dores de cabeça. Ele publicou a seguinte mensagem em sua conta no Twitter: “Acabei de apagar meu perfil no Google+. Me sinto bem. Menos barulho na minha vida.” Gaiman pode não saber, mas é possível permanecer nas redes e evitar (quase toda) a dor de cabeça com spams.

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28/06/2011

às 17:14 \ google, google+

Google+, nova arma contra o Facebook

O Google apresentou nesta terça-feira sua mais nova estratégia para conter o avanço do Facebook no mundo virtual, o Google+. O serviço – que não é descrito pela empresa como uma rede social – propõe uma nova maneira de compartilhamento de conteúdo a partir de ferramentas (algumas delas já existentes) do Google. Seu lançamento, contudo, não mata o princípio – e uso – do Orkut. A rede social de maior popularidade no país se mantém ativa.

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16/11/2010

às 12:02 \ facebook, google

Messages: Facebook quer fisgar usuário. Indefinidamente

Quando o Facebook alcançou a marca de 300 milhões de cadastrados, em setembro de 2009, Mark Zuckerberg, seu criador e comandante, definiu o rumo do serviço – e do negócio: “Nosso objetivo é conectar pessoas“. De fato. Com a popularização do site, a rede social (que já ultrapassou a barreira de 500 milhões de usuários) há muito deixou de ser uma brincadeira de universitários e vem se tornando uma eficiente ferramenta de comunicação.

Com o lançamento anunciado nesta segunda-feira, o Messages, a rede social amplia a oferta de formatos de comunicação on-line entre pessoas – que já conta com recados em perfis e salas de bate-papo. O Messages integra mensagens de e-mail, mensagens de texto (SMS) e chat. Andrew Bosworth, engenheiro responsável pelo projeto, explicou seu funcionamento: “Se você quer enviar um e-mail e eu quiser recebê-lo dentro da rede, isso vai funcionar. Caso queira abrir um chat comigo, posso receber como uma mensagem no Facebook. Vai funcionar do mesmo jeito”.

Na prática, o Facebook pretende fornecer a mais eficiente estrutura tecnológica para que pessoas conectadas usem e abusem dos recursos. O usuário muda a plataforma de acesso – computador, tablets e smartphones –, mas não troca de site para se comunicar. Seu objetivo é fazer com que as pessoas fiquem ali. Indefinidamente.

Um dos subprodutos dessa aposta é a ríspida batalha que a rede social vem travando com o Google, dono do serviço de e-mail Gmail, do programa de mensagem instantânea Gtalk e do serviço Google Phone. Todos são agora rivalizados pelo Facebook.

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11/11/2010

às 19:59 \ facebook, google, socialmedia

Mais um round na luta entre Google e Facebook

O Google fez, nesta quinta-feira, mais um movimento em sua guerra com o Facebook pelo controle dos preciosos dados de usuários. O gigante de buscas passou a apresentar um alerta aos adeptos do Facebook que tentam importar contatos do Gmail, serviço de e-mails do Google, para a rede social. O curioso é o texto do alerta, que chega a soar como ameaça: “Aprisione meus dados agora”. Prossegue a mensagem: “Você está realmente seguro de que quer mesmo importar suas informações e a de seus amigos para um serviço que não deixará você tirá-las de lá? Isso não é legal”.

Para o Google, a migração de dados para a rede social só poderia ocorrer se o Facebook aceitasse fazer o mesmo. O que o site de buscas exige é reciprocidade, permitindo o compartilhamento de convite de seus cadastrados. Daí, o tom do encerramento da mensagem: “Não concordamos com este protecionismo de dados, mas a decisão é sua. Porque, afinal das contas, você deveria ter controle sobre seus dados”. É a disputa nada silenciosa entre os gigantes da web.

Vale lembrar que o Facebook permite o compartilhamento de dados de usuários apenas entre empresas com as quais assinou parcerias, caso de Yahoo! e Hotmail, serviço de e-mail da Microsoft.

As disputas em torno do tema, que ganhou o nome de “portabilidade de dados”, vêm chamando cada vez mais a atenção. Em outubro, a rede social de mais de 500 milhões de cadastrados relançou um recurso interno para encontrar amigos do Orkut. A tentativa era clara – atrair mais brasileiros, público que domina a rede social de propriedade do Google. Desde então, os dois lados promoveram medidas para recolher e armazenar dados dos usuários, informações de grande valor  para quem tem um império virtual a zelar – e ampliar.

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14/09/2010

às 7:00 \ curiosidade, google

Brincadeira de estudante rende oferta de emprego do YouTube

Um passatempo de um estudante de ciências da computação da Universidade de Stanford rendeu a ele uma oferta de emprego feita diretamente por Chad Hurley, CEO do YouTube. A proposta é resultado do sucesso na rede do YouTube Instant, uma ferramenta criada por Feross Aboukhadijeh, de apenas 19 anos.

De olho na repercussão mundial do Google Instant – recurso do buscador que sugere termos de busca enquanto o usuário digita o que procura -, Feross teve a ideia de construir por conta própria a mesma ferramenta para o site de compartilhamento de vídeos. Em entrevista ao site de VEJA, ele conta por telefone que, assim que teve a ideia, apostou com um amigo que seria capaz de escrever o código do programa em uma hora. Gastou quase quatro. Mas conseguiu uma recompensa maior: a atenção do chefão do YouTube.

O CEO da empresa fez a proposta de trabalho a Feross por meio de um tweet. No começo, Feross imaginou que a oferta não passava de brincadeira. A dúvida, contudo, foi sanada logo em seguida. “Está preparado para deixar a escola? Vou te enviar uma mensagem privada”, escreveu Hurley.

Feross diz que está muito contente e que nunca imaginou que isso aconteceria quando compartilhou o link do YouTube Instant entre seus amigos do FaceBook. “Não esperava receber tanta atenção”, diz, ainda surpreso. O sucesso, contudo, cobra seu preço. Uma das desvantagens da audiência inesperada é que o servidor do estudante fica lento e chega a sair do ar. “Vou ficar trabalhando para melhorar isso nos próximos dias”, promete.

Quanto ao emprego, Feross ainda não sabe o que fazer. “Estou no terceiro ano e sou um estudante em período integral. Além disso, ainda vou me reunir com Chad Hurley para saber dos detalhes da proposta”.

(Por Paula Reverbel)

12/08/2010

às 7:00 \ google, produto

Quem quer salvar o Wave?

Na semana passada, o Google emitiu um comunicado oficial anunciando o fim do desenvolvimento do Wave, projeto ambicioso que pretendia fundir e-mail, mensagens instantâneas, armazenamento de documentos e rede social. Na opinião de Urs Holzle, vice-presidente de operações da companhia, a falta de adesão dos usuários ao serviço foi determinante para a morte precoce do produto. Mas há exceções.

Logo após o anúncio, surgiu o primeiro foco determinado a dar sobrevida ao moribundo. Save the Google Wave é um movimento organizado por usuários inconformados com a descontinuação do serviço. O argumento do grupo é plausível: não existe um concorrente no mercado que apresente o tal pacote integrado (mensagens instantâneas, e-mail etc.).

No endereço, há uma espécie de abaixo-assinado, que pede que o Google volte atrás na decisão. Entre os que desejam a permanência do serviço estão físicos, pesquisadores, consultores de empresas e professores. Até o momento, mais de 26.000 pessoas aderiram à causa. Parece pouco para demover o gigante de buscas de sua decisão.

Em 2009, a empresa de software americana Novell anunciou o desenvolvimento de um serviço nos mesmos moldes do Wave, chamado Pulse. Ele deverá ser disponibilizado nos próximos meses, mas há uma grande diferença em relação ao Wave: o produto será de uso corporativo.

05/08/2010

às 7:00 \ google, tendencias

Wave: tsunami do Google virou marola e morreu na praia

Lars Rasmussen foi um dos criadores do Wave: nesta praia, o Google fracassou

O Google anunciou oficialmente nesta quarta-feira o fim do desenvolvimento do Google Wave, serviço que une mensagens instantâneas, e-mail, armazenagem de documentos e recursos de rede social em um pacote integrado. O fechamento de um dos serviços mais alardeados na web nos últimos anos expõe aquela que é talvez a maior fragilidade da empresa: a dificuldade em criar ferramentas bem-sucedidas com vocação para relacionamento e interação social.

Por meio de uma nota em seu blog oficial, a empresa alega falta de adesão dos usuários ao Wave. Em outras palavras: pouca gente surfou na onda do Google. O vice-presidente de operações do site, Urs Holzle, ainda tentou salvar o produto moribundo. “Vamos manter o site pelo menos até dezembro e estender a tecnologia para uso em projetos do Google”, disse.

O Wave foi projetado na Austrália por uma pequena equipe, liderada pelos irmãos Lars e Jens Rasmussen, funcionários do Google que ajudaram a construir o serviço de mapas da empresa. Ele foi lançado em maio de 2009, de forma restrita: era necessária convite, o que gerou uma gritaria virtual. Seus criadores estavam ambiciosos: “O Wave vai revolucionar a comunicação feita por intermédio da internet”. Não é bem o que aconteceu.

O tsunami que acabou em marola expõe o calcanhar de Aquiles do Google. Desde sua fundação, em 1998, o gigante não emplacou nenhuma ferramenta de grande participação e interação entre usuários. A lista de fracassos é extensa. Em 2009, foi desativado o Lively, “mundo” virtual que pretendia fazer frente ao Second Life. No mesmo ano, foi a vez de sucumbir o Dodgeball, serviço criado pelo fundador do Foursquare que informava o paradeiro de usuários por meio da geolocalização. Outro que desapareceu foi o Jaiku, microblog imaginado para rivalizar com o Twitter.

Outros produtos de menor envergadura também foram descontinuados, como o Catalog Search, que escaneava catálogos de produtos e permitia buscas on-line, e o Notebook, ferramenta que permitia que os usuários tomassem notas sobre sites visitados. O Orkut, projeto inicial desenvolvido por um funcionário da empresa, foi aproveitado e, em pouco tempo, virou uma febre nacional. Já o YouTube é uma exceção – o serviço não é prata da casa e foi adquirido junto a terceiros.

Foto: Nialkennedy.


 

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